quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Gustavo Rezende na Razuk


A Galeria Marília Razuk apresenta até 8 de fevereiro de 2013 a exposição MAXWELL VINDO  de GUSTAVO REZENDE


Maxwell Vindoé a nova exposição individual de Gustavo Rezende, criado especialmente para a galeria Marilia Razuk. Investigador incansável das implicações contemporâneas do tridimensional, Rezende realiza até fevereiro sua segunda individual na galeria, expondo esculturas e desenhos da sua mais recente produção.

Quem acompanha o trabalho de Gustavo Rezende sabe que suas esculturas são esculpidas à imagem e semelhança do próprio artista. Tal como o artista inglês, Antony Gormley, Rezende se vale do próprio corpo como medida de todas as figuras humanas que habitam suas obras, por puro e simples humanismo, acrescentando nelas um dado de fabulação e narrativa aos trabalhos, por batizar algumas com nomes próprios (e anglicanos), tornando Thompson, Mark, Allan, Gus e Maxwell personagens seus.

Para a jornalista, Juliana Monachesi, em texto de apresentação: “Em Maxwell Vindo, e novamente fazendo uso de carimbos - que desta vez estampam folhagens rebuscadas - para constituir um desenho, Rezende traz para o domínio da arte uma paisagem mineira pouco típica, sem montanhas, só horizonte. A evocação do campo nada tem de nostálgica. Ela funciona esteticamente, gerando esse horizonte que baliza a percepção das distâncias e do movimento de ir-e-vir do personagem cuja chegada iminente está expressa no título da exposição. Além disso, essa paisagem arduamente formalizada indica um sentido latente em todas as obras da mostra (e muito possivelmente presente em toda a produção escultórica do artista), o de uma ética do trabalho, o da inscrição na obra do processo mesmo que a engendra e constitui.

Uma tal integração do arcaico ao espaço virtualizado do discurso hiperconceitual da arte contemporânea, aliada a uma máxima de Rezende proferida há exatos dez anos, quando afirmou em uma entrevista - respondendo uma pergunta sobre seu interesse de cindir o projeto da escultura moderna -, "eu não procuro uma cisão, eu junto fragmentos de uma utopia despedaçada, que foi nutrida pelo modernismo", só pode significar uma coisa. Que jamais fomos pós-modernos. Diante do conjunto de obras de Maxwell Vindo, torna-se evidente o compromisso de Rezende com um regime estético que leva a cabo o embate entre um modelo representativo e a absoluta potência do fazer, que opõe e identifica saber e não-saber, agir e padecer, para falar com Jacques Rancière”, descreve.

Monachesi conclui: “Impõe-se, neste contexto, recolocar toda a sua produção em perspectiva e refletir sobre o sentido desta arte. Aliás, sobre o sentido da arte de toda uma geração, surgida nos anos 1980 e 1990, à qual se atribuíram rápido demais - e de modo empacotado por importaçāo - as características do pluralismo historicista e do ecletismo estilístico. No que concerne o trabalho de Gustavo Rezende, duas obras magistrais - a fotografia montada como backlightSem Título (1996) e Taj Mahal e a Possibilidade do Amor na Era do Cubo Epistemológico (2001) -, no mínimo, dão conta do empenho do artista em juntar os cacos do modernismo e fazê-lo trabalhar para gerar novos significados e reverberações que façam sentido nos tempos de hoje. A exposição na galeria Marília Razuk é uma oportunidade ímpar para refletir sobre esse estado de coisas e para se aprofundar na pesquisa deste artista invulgar”.

Maxwell Vindoocupa as duas salas do anexo da Galeria Marília Razuk. Vale conferir.

SERVIÇO:
Gustavo Rezende - Maxwell Vindo
Esculturas e desenhos
Exposição de 28 de novembro a 8 de fevereiro.
Segunda a sexta, 10h30 às 19h; aos sábados, 11h às 15h.
Galeria Marília Razuk, Rua Jerônimo da Veiga, 131, SP,
tel. 0/xx/11/3079-0853 – www.galeriamariliarazuk.com.br
Entrada gratuita

Fotos: Everton Ballardin

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br

Leia abaixo texto crítico da jornalista Juliana Monachesi.



Jamais fomos pós-modernos ou Maxwell está chegando

Thompson, Mark, Allan, Gus e Maxwell são alguns dos enigmáticos personagens das esculturas de Gustavo Rezende, todos esculpidos à imagem e semelhança do próprio artista. Tal como Antony Gormley, Rezende se vale do próprio corpo como medida de todas as figuras humanas que habitam suas obras, mas, assim como o artista britânico, não imprime qualquer conotação biográfica aos seus trabalhos nem se filia aos discursos da intimidade ou subjetividade que imperaram na arte dos anos 1990 – apesar de ter surgido no cenário da arte brasileira justamente nesta década. Ambos os artistas se retratam em suas obras por puro e simples humanismo. Diferente de Gormley, entretanto, o artista acrescenta um dado de fabulação e narrativa aos trabalhos, por batizar algumas obras com nomes próprios (e anglicanos), tornando Thompson, Mark, Allan, Gus e Maxwell personagens seus.

Some-se ao enigma dos personagens o hermetismo dos títulos de Gustavo Rezende: Os Paradoxos de Thompson Clark e os Pesadelos de Mark (1999), Allan e o Rouxinol (2000), Taj Mahal e a Possibilidade do Amor na Era do Cubo Epistemológico (2001), Plumb e a Vastidão do Império (2002) e assim por diante. Impenetráveis, estes títulos agregam sentidos às obras do artista e também confundem o sentido primeiro que se poderia depreender das obras em questão. Além disso, dão conta da natureza aditiva da operação comumente empregada por Rezende na criação de suas peças. A ideia do duplo, a tautologia e uma noção de tempo cíclico perpassam sua pesquisa estética.

Investigador incansável das implicações contemporâneas do tridimensional, Rezende realiza até fevereiro sua segunda individual na galeria Marília Razuk, Maxwell Vindo. A primeira exposição individual no Espaço Anexo, em 2009, recebera o nome Crepe Sexy Thing, título da instalação feita com relevos de fita crepe sobre as paredes, que continham narrativas picantes. Em Maxwell Vindo, Rezende ocupa as paredes com nova instalação, de caráter mais bucólico e contemplativo, que desta vez serve de ambientação à escultura em tamanho natural que retrata Maxwell como engrenagem de uma superestrutura pós-industrial e arcaica a um só tempo.

O diálogo com o arcaico na obra do artista não é um interesse recente. Nos objetos do início dos anos 1990, em geral duplas idênticas de peças de parede expostas lado a lado sob um título também duplo - como O Imperador e seu Dorso (1991), O Artista e o Mundo Animal (1991) ou Cara de Cavalo e o Drama da Arte (1992) -, Rezende explorava formas imemoriais como figuras geométricas ou orgânicas reconhecíveis e sempre presentes na iconografia da arte. Nos últimos anos, um arcaísmo de outro tipo passou a figurar nas pesquisas do artista, a que fizeram alusão trabalhos como a videoinstalação A Natureza do Amor e a Passagem do Tempo (2002) e os auto-retratos da série Estampa (2001). Trata-se de uma reflexão sobre um mundo perto de se extinguir: aquele que o artista testemunha nas viagens para o interior de Minas.

Por mais urbano (e paulistano) que seja, Gustavo Rezende  nunca deixou de repensar e reconstruir sua visão da paisagem de origem. A imagem do caipira figura no vídeo A Natureza do Amor e a Passagem do Tempo, por exemplo, assemelhando-se muito a uma representação de Almeida Jr., indiferente à performance silenciosa do artista ao seu lado, que encena um embate dramático entre natureza e cultura. Em um auto-retrato feito com carimbos, que estampam burocraticamente o antigo endereço do artista em São Paulo, a imagem que se forma mostra Rezende usando um chapéu de caipira, com semblante sereno, bem diferente da expressão facial que ele costuma sustentar nos auto-retratos fotográficos, como Retrato do Artista Quando Jovem (1998) ou mesmo Os Paradoxos de Thompson Clark e os Pesadelos de Mark.

Em Maxwell Vindo, e novamente fazendo uso de carimbos - que desta vez estampam folhagens rebuscadas - para constituir um desenho, Rezende traz para o domínio da arte uma paisagem mineira pouco típica, sem montanhas, só horizonte. A evocação do campo nada tem de nostálgica. Ela funciona esteticamente, gerando esse horizonte que baliza a percepção das distâncias e do movimento de ir-e-vir do personagem cuja chegada iminente está expressa no título da exposição. Além disso, essa paisagem arduamente formalizada indica um sentido latente em todas as obras da mostra (e muito possivelmente presente em toda a produção escultórica do artista), o de uma ética do trabalho, o da inscrição na obra do processo mesmo que a engendra e constitui.

Uma tal integração do arcaico ao espaço virtualizado do discurso hiperconceitual da arte contemporânea, aliada a uma máxima de Rezende proferida há exatos dez anos, quando afirmou em uma entrevista - respondendo uma pergunta sobre seu interesse de cindir o projeto da escultura moderna -, "eu não procuro uma cisão, eu junto fragmentos de uma utopia despedaçada, que foi nutrida pelo modernismo", só pode significar uma coisa. Que jamais fomos pós-modernos. Diante do conjunto de obras de Maxwell Vindo, torna-se evidente o compromisso de Rezende com um regime estético que leva a cabo o embate entre um modelo representativo e a absoluta potência do fazer, que opõe e identifica saber e não-saber, agir e padecer, para falar com Jacques Rancière.

Impõe-se, neste contexto, recolocar toda a sua produção em perspectiva e refletir sobre o sentido desta arte. Aliás, sobre o sentido da arte de toda uma geração, surgida nos anos 1980 e 1990, à qual se atribuíram rápido demais - e de modo empacotado por importaçāo - as características do pluralismo historicista e do ecletismo estilístico. No que concerne o trabalho de Gustavo Rezende, duas obras magistrais - a fotografia montada como backlight Sem Título (1996) e Taj Mahal e a Possibilidade do Amor na Era do Cubo Epistemológico (2001) -, no mínimo, dão conta do empenho do artista em juntar os cacos do modernismo e fazê-lo trabalhar para gerar novos significados e reverberações que façam sentido nos tempos de hoje. A exposição na galeria Marília Razuk é uma oportunidade ímpar para refletir sobre esse estado de coisas e para se aprofundar na pesquisa deste artista invulgar.
 
Juliana Monachesi
fotos de Everton Ballardin

Gustavo Rezende - Maxwell Vindo
Exposição de 28 de novembro a 8 de fevereiro.
Segunda a sexta, 10h30 às 19h; aos sábados, 11h às 15h.
Galeria Marília Razuk, Rua Jerônimo da Veiga, 131, SP,
tel. 0/xx/11/3079-0853 – www.galeriamariliarazuk.com.br

Mais informações p/imprensa: Solange Viana |
tel. 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

veja o espaço expositivo do MAB | FAAP








A exposição “Connecting Concepts – Design Holandês e Processos de Criação” pode ser conferida até de janeiro de 2013 no MAB | FAAP. Organizada pelo Instituto Premsela – Instituto Holandês de Design e Moda (Netherlands Institute for Design and Fashion) – e pela FAAP, a mostra revela o que há de mais especial no design holandês e suas conexões com artistas de diferentes países, inclusive do Brasil.

Com curadoria de Ed van Hinte, a exposição chama a atenção para "conceitos que conectam" – ideias e práticas que se ligam aos vários projetos. Além de destacar o design do país, a mostra agrega conteúdo de cada local por onde já passou, como Índia, China, Alemanha e Turquia, garantindo seu dinamismo e relevância. Para a exibição no MAB-FAAP, conceituados designers brasileiros terão seu espaço garantido. “Por isso a exposição parece diferente em cada cidade que visita”, comenta o curador, que acredita que a indústria de design local e holandesa podem se beneficiar de uma melhor compreensão dos respectivos processos criativos.

A mostra é um projeto do Instituto Premsela e conta com parceria do Netherlands Architecture Institute (Instituto de Arquitetura da Holanda) e Capital D, a associação de design da região de Eindhoven Brainport. A exposição faz parte do programa holandês de Arquitetura, Moda e Design e integra a programação da missão holandesa de arquitetura e design, que visitará o Brasil do dia 19 a dia 23 de novembro.

Assessoria de imprensa| Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | 11 4777.0234

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

design holandês


Cerimônia de abertura da exposição CONNECTING CONCEPTS | Design Holandês e processos de criação no MAB | FAAP, com a presença de Suas Altezas Reais o Príncipe Orange e a Princesa Máxima. Em cartaz até 20 de janeiro de 2013.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

credenciamento: design holandês


 
AVISO DE CREDENCIAMENTO

Abertura da Exposição

‘ConnectingConcepts – Design Holandês e Processos de Criação’

Local: MAB-FAAP, nesta quarta-feira, 21/11, às 16h00

Prezado (a) jornalista,

Na próxima quarta-feira, 21/11/12, às 16h00, será realizada a abertura da exposição ‘Connecting Concepts – Design Holandês e Processos de Criação’, que explora o design holandês e sua relação com o Brasil.

O evento terá a participação de Suas Altezas Reais – Príncipe de Orange e a Princesa Maxima, do Reino dos Países Baixos, que prestigiarão a abertura oficial da mostra.

Caso você tenha interesse em participar, solicitamos por favor de fazer o credenciamento com Solange Viana | Solange.viana@uol.com.br, da assessoria de imprensa da FAAP –– até o dia 20/11/12 (terça-feira), às 18h00, enviando os seguintes dados:

  • Nome completo
  • RG
  • Nome do veículo
  • Cargo
  • Contatos – telefone fixo / celular / e-mail

** Os jornalistas que não se credenciarem previamente não poderão participar do evento.

No dia 21/11/12, será necessário retirar as respectivas credenciais na entrada principal da FAAP – Portaria G1 –, a partir das 15h30. Por isso, solicitamos, por gentileza, que cheguem ao local com 30 minutos de antecedência.

** Comitiva real

  • Haverá pontos específicos para fazer as imagens do Príncipe de Orange e da Princesa Maxima, que serão sinalizados aos fotógrafos e cinegrafistas presentes.
  • Suas Altezas Reais não concederão entrevistas

** A mostra

A exposição “Connecting Concepts – Design Holandês e Processos de Criação” poderá ser conferida a partir de 21/11 (quarta-feira), para CONVIDADOS E JORNALISTAS CREDENCIADOS e partir de 22/11, quinta-feira, para o público geral. Organizada pelo Instituto Premsela – Instituto Holandês de Design e Moda (NetherlandsInstitute for Design and Fashion) – e pela FAAP, a mostra revela o que há de mais especial no design holandês e suas conexões com artistas de diferentes países, inclusive do Brasil.

Com curadoria de Ed van Hinte, a exposição chama a atenção para "conceitos que conectam" – ideias e práticas que se ligam aos vários projetos. Além de destacar o design do país, a mostra agrega conteúdo de cada local por onde já passou, como Índia, China, Alemanha e Turquia, garantindo seu dinamismo e relevância. Para a exibição no MAB-FAAP, conceituados designers brasileiros terão seu espaço garantido. “Por isso a exposição parece diferente em cada cidade que visita”, comenta o curador, que acredita que a indústria de design local e holandesa podem se beneficiar de uma melhor compreensão dos respectivos processos criativos.

A mostra é um projeto do Instituto Premsela e conta com parceria do NetherlandsArchitectureInstitute (Instituto de Arquitetura da Holanda) e Capital D, a associação de design da região de Eindhoven Brainport. A exposição faz parte do programa holandês de Arquitetura, Moda e Design e integra a programação da missão holandesa de arquitetura e design, que visitará o Brasil do dia 19 a dia 23 de novembro.

Credenciamento – abertura da exposição “Connecting Concepts - Design Holandês e Processos de Criação” 
Data de credenciamento: até 20/11/2012 (segunda-feira), às 18h00
Data do evento:              21/11/12 (quarta-feira), às 16h00
Local:                             MAB-FAAP              
Endereço:                       Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – Portaria G1
Informações:           Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | 11 4777.0234 | com Fabiana Dourado e Helena Capraro - fabiana.dourado@wnp.com.br; helena.capraro@wnp.com.br

** Chegar com 30 minutos de antecedência para retirada das credenciais de imprensa             

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Próxima exposição: design holandês no MAB | FAAP


 
DIÁLOGOS DO DESIGN

Exposição ‘Connecting Concepts’ explora o design holandês e sua relação com o Brasil. A mostra itinerante, em cartaz a partir de 22 de novembro,
agrega conceitos e obras de designers de diferentes países por onde já passou, apresentando múltiplas conexões culturais

A criatividade e irreverência do design holandês irão compor a Sala Annie Penteado, do Museu de Arte Brasileira da FAAP, entre 22 de novembro de 2012 e 20 de janeiro de 2013. A exposição “Connecting Concepts – Design Holandês e Processos de Criação”, organizada pelo Instituto Premsela – Instituto Holandês de Design e Moda (Netherlands Institute for Design and Fashion) – e pela Fundação Armando Alvares Penteado, revela o que há de mais especial no design holandês e suas conexões com artistas de diferentes países, inclusive do Brasil.

Com curadoria de Ed van Hinte, a exposição chama a atenção para "conceitos que conectam" – ideias e práticas que se ligam aos vários projetos. Além de destacar o design do país, a mostra agrega conteúdo de cada local por onde já passou, como Índia, China, Alemanha e Turquia, garantindo seu dinamismo e relevância. Para a exibição no MAB-FAAP, conceituados designers brasileiros terão seu espaço garantido. “Por isso a exposição parece diferente em cada cidade que visita”, comenta o curador, que acredita que a indústria de design local e holandesa podem se beneficiar de uma melhor compreensão dos respectivos processos criativos.

Dutch design

A famosa Knotted Chair (Cadeira de Nós), de Marcel Wanders, por exemplo, estará na mostra. A obra combina a arte tradicional de macramê (técnica de tecelagem manual) com know-how e materiais contemporâneos, como a resina epóxi. E o design do avião Flying Lite propõe mudanças radicais para as viagens aéreas. A cabine do avião em forma de asa se expande e contrai; em sua concepção,  os  cientistas da Delft University of Technology usaram os conceitos de aerodinâmica, que também ajudou a determinar a forma do guarda-chuva ‘Senz’.

A invenção ‘Senz’ foi desenvolvida pelo estudante de desenho industrial Gerwin Hoogendoorn. Frustrado com a má qualidade dos guarda-chuvas existentes, ele decidiu fazer um que poderia resistir a uma tempestade. Hoje, vende o ‘Senz’ para clientes de todo o mundo. Da mesma forma, a estilista Monique van Heist canalizou a frustração com o ritmo frenético do sistema de moda sazonal para a criação de uma abordagem diferente: ela acrescenta roupas à coleção hellofashion de forma irregular e as mantém disponíveis indefinidamente.

A mostra é um projeto do Instituto Premsela e conta com parceria do Netherlands Architecture Institute (Instituto de Arquitetura da Holanda) e Capital D, a associação de design da região de Eindhoven Brainport. A exposição faz parte do programa holandês de Arquitetura, Moda e Design.

Exposição “Connecting Concepts - Design Holandês e Processos de Criação” 
Período:                   De 21 de novembro/12 a 20 de janeiro/13
Horário:                   De terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h00
Aos sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00
(Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado)
Local:                      MAB-FAAP              
Endereço:                Rua Alagoas, 903 - Higienópolis
Informações:           (11) 3662-7198         
Visitas Educativas: (11) 3662-7200

Sobre o Premsela

O Premsela, Netherlands Institute for Design and Fashion, cria oportunidades para o crescimento do design holandês. Organiza palestras, debates e exposições na Holanda e no exterior. Suas atividades são destinadas a designers, estudantes, clientes, produtores e todos os demais interessados no valor do design e da moda. www.premsela.org

Sobre o MAB-FAAP
Em 10 de agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB-FAAP) abriu suas portas ao público pela primeira vez. Desde então, tem abrigado exposições marcantes para a história da cultura do País. Sempre gratuitas, as mostras ressaltam tanto a arte e a cultura brasileira, como a arte internacional através de grandes exposições trazidas dos principais museus do mundo.  Desde 1995, a FAAP também realiza exposições em Brasília em parceria com importantes instituições, como a Presidência da República, o Ministério das Relações Exteriores, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF), a Escola Superior do Ministério Público (ESMPU) e o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
O Museu tem um acervo próprio de arte brasileira, que conta com cerca de 2.800 obras de arte a partir do final do século XIX, de autoria de 573 artistas, entre eles Anita Malfatti, Brecheret, Di Cavalcanti, Goeldi, Lasar Segall, Pancetti, Portinari, Volpi, Cícero Dias, Tomie Ohtake, Arcângelo Ianelli, Lygia Clark, Burle-Marx, entre outros. Um painel de vitrais de 230 metros quadrados também integra o acervo de obras do MAB-FAAP.
O Museu já foi contemplado com importantes prêmios do setor. O mais recente foi concedido em 2010 pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) às exposições ‘Memórias Reveladas’ e ‘Tékhne’.

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br
Mais informações: http://solangeviana.blogspot.com