segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Diários de Cheiros: Teto de Vidro, nova exposição da artista multimídia, Josely Carvalho, que acontece a partir de 3 de março no MAC USP. Venha sentir diversos cheiros e sensações.
Todos convidados.


Informações para imprensa: Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | tel.11 4777.0234

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

DIÁRIOS DE CHEIROS: TETO DE VIDRO, DE JOSELY CARVALHO, ABRE EM 3 DE MARÇO NO MAC USP

Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta:
DIÁRIOS DE CHEIROS: TETO DE VIDRO, por Josely Carvalho

Uma experiência Olfativa

Abertura: 3 de março, sábado, às 11h
Visitação: de 3 de março a 6 de maio de 2018

 

Instalação | Escultura | Fotografia | Vídeo

O Museu de Arte Contemporânea da USP, apresenta a partir de 3 de março, sábado, às 11h, a exposição Diários de Cheiros: Teto de Vidro da artista radicada em Nova York, Josely Carvalho. A mostra é um desdobramento do Diário de Imagens que compreende a sua obra desde 1970, e se apresenta de forma multimídia, incorporando uma infinidade de suportes, do desenho e objeto, às instalações olfativas do presente. Nesta exposição, o olfato, nosso primeiro sentido, torna-se o veículo de resgate da memória individual e coletiva.

A mostra consta de duas instalações, sendo a primeira Estilhaços, taças de vinho que se quebradas que contêm as memórias olfativas. Delas foram elaborados seis cheiros: Prazer, Ilusão, Persistência, Vazio, Ausência e do Afetivo, originados de textos de seis escritores, convidados pela artista. Para a instalação seguinte, Resiliência, a artista criou seis cheiros: Pimenta, Lacrimae, Anóxia, Barricada, Poeira Dama da Noite, inspirados nos estilhaços de vidros das manifestações que ocorreram no Rio de Janeiro em 2013 e que ocorrem globalmente. Para a artista, “os cheiros fortes nos remetem a sensação de perigo, instabilidade, intimidação e fragilidade, com exceção da Dama da Noite, cheiro puro da flor noturna, cheiro inebriante e narcótico que pode chegar a mascarar ou potencializar os outros odores”, conta. Cheiro dos Estilhaços será sentido através do toque. Nanocápsulas são produzidas pela empresa Ananse e serão incorporadas na fotografia impressa em voil transparente.

Para a curadora do MAC, Katia Canton, “a artista nutre-se da experiência pessoal e dos fatos sócio-políticos que mobilizam o mundo, sobretudo, aqueles que tocam a condição do feminino para criar uma teia híbrida, onde costura a relação tempo/espaço de maneira espiralada e contínua, assimilando em seus fluxos imagens, sons, lembranças e, cada vez mais, cheiros retirados de seu cotidiano e de suas histórias de vida”, diz Canton em seu texto de apresentação da exposição.
 

A intenção da artista é quebrar a santidade da obra de arte sendo a interatividade, parte integral da exposição. O público é convidado a tocar, cheirar, ouvir e ver. O sentir permite a abertura da memória. Ao segurar em suas mãos as esculturas levando-a ao nariz, consequentemente os sentidos do olfato e do tato são ativados. O mito de que uma obra de arte não pode ser tocada é quebrado nesta exposição.
  
A exposição conta com 13 cheiros originais produzidos em parceria com a Givaudan do Brasil; nano cápsulas de cheiro produzidos pela Ananse, livro de artista, seis esculturas de vidro soprado, vídeo e som para 4 canais e seis crayons olfativos a serem experimentados em uma parede da sala expositiva.

Foto ilustração release: 1. Frame do vídeo “memória do vidro”, 2. Escultura de vidro, foto por Allan Wiener, 3. Estilhaços, Josely Carvalho.

SERVIÇO:
DIÁRIOS DE CHEIROS: TETO DE VIDRO, exposição individual de Josely Carvalho
Instalação, escultura, fotografia, vídeo
Abertura: sábado, 3 de março de 2018 às 11h.
Visitação: de 3 de março a 6 de maio de 2018.

Funcionamento: Terças das 10 às 21 horas, de quarta a domingo das 10 às 18 horas. Segunda-feira fechado.
Local: MAC USP – Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301
Telefone: 11 2648.0254 | Entrada gratuita | www.mac.usp.br

Assessoria de imprensa: Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | tel. 4777.0234 | @solangeviana |http://solangeviana.blogspot.com
Assessoria de imprensa MAC USP: Sergio Miranda | 11 2648.0299 | smiranda@usp.br

 
QUEM É JOSELY CARVALHO
 
Josely Carvalho é artista plástica e pesquisadora interdisciplinar. Estudou na Escola de Arquitetura da Washington University, St. Louis, MO., tendo lecionadona Faculdade de Arquitetura da Universidad Nacional de Mexico/UNAM e State University of New York/Purchase. Incorpora na sua obra escultura, gravura, pintura, poesia, vídeo, som, livro-arte, fotografia, internet e arte-olfativa em formato de instalações em tempo virtual e real.

Mantem ateliê em Nova York e Rio de Janeiro. Recebeu muitos prêmios de prestigio como: Pollock-Krasner Foundation; Creative Capital Foundation; Rockefeller Foundation, Bellagio International Study Center, Itália; Harvestworks Media Lab Center; New York State Council for the Arts/NYSCA; New York Foundation for the Arts/NYFA; Frans Masereel Printing Center residência, Kasterlee, Bélgica, National Endowment for the Arts/NEA; Art Matters Inc.;Creative Time entre outros.

Seu projeto pioneiro de internet http://www.bookofroofs.com (Book of Roofs/ Livro das Telhas, 1999) além de ser premiado, foi apresentado inúmeras vezes em eventos e exposições no Brasil, Europa e nos Estados Unidos assim como vários arquivos de web art.

Josely Carvalho tem realizado diversas exposições individuais, entre elas: Art/ Science Gallery, Department of Nanotechnology, University of California at Los Angeles (UCLA) 2013-14; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 2010-11; Casarão, Viana, Espírito Santo, 2011; SESC, São Carlos, S.P. 2012; Diary of Smells: Re ections & Digressions, Galerie Drei, Dresden, Germany 2010; Octógono da Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2007; 1816 Galeria, Bretenoux, França, 2009; Centro Cultural da Caixa, Brasília, 2005; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, 2000; Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, 1995 e 2009; ISEA/2002, Nagoya, Japão; Art in General, Nova York, 1994; Centro Cultural da Caixa, Brasília; 2005; SESC Flamengo, Rio de Janeiro, 2004; Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, 2003; Des Lee Gallery, Wildwood Press em St. Louis, MO., 2002; VIPER International Festival of Film/ Video and New Media, Basel, Suíça; File 2002, São Paulo; Intar Gallery, Nova York, 1995; Casa de Las Americas, Havana, Cuba; Museu de Arte de São Paulo/MASP; Museu de Arte Contemporânea do Paraná; Tyler Gallery, Tyler School of Art, Philadelphia; Gallery North, Miami Dade College, Miami; Olin Gallery, Kenyon College, Ohio; Instituto de Arte da Universidade de Brasília; Hillwood Museum, N.Y.; Paço das Artes, São Paulo .

Entre suas exposições coletivas encontram-se: Center for Book Arts, New York, 2016; Casa da America Latina/UNB, 2016; IFPDA INK Miami Art Fair, Art Basel Miami, 2015; Centro Cultural São Paulo, Tendências do Livro de Artista no Brasil:30 anos depois – 2015/2016; IFPDA INK Miami Art Fair, Art Basel Miami, 2014;St. Louis University Museum of Art, Mark Making/Prints from Wildwood Press2012; A Printer’s Spotlight, 15 Years of Wildwood Press, Gallery 210, University of Missouri St Louis, 2011; Prints from Wildwood Press, Faulconer Gallery, Grinnell College, Iowa, 2008; Wildwood Press: Ten Years, Usdan Gallery, Bennington College, Vermont, 2007; Decade Show, New Museum of Contemporary Art; Bienal Internacional de Pintura, Cuenca; Mexican Museum, San Francisco; Korean Museum, Los Angeles; Museo del Barrio, N.Y.; Museu de Arte Moderna (MOMA), N.Y.; Franklin Furnace, N. Y.; Museo de Bellas Artes, Caracas; Bronx Museum of Art, N.Y.; Cuenca Bienal de Pintura, Cuenca, Ecuador.

Entre suas obras públicas: Memorial Armênia, Estação Armênia, instalação permanente no Metrô de São Paulo, 1995-2005; Turtle News I, painel eletrônico, Times Square, Public Art Fund, New York. 1988; Noticiário da Tartaruga , painel eletrônico, III Eletromídia da Arte, Brasil, 1999; http://www.bookofroofs.com webwork.

Suas obras estão em coleções privadas e públicas como: Museum of Contemporary Art, Jacksonville, Florida; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte do Rio de Janeiro/MAR, Rio de Janeiro, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; Itau Cultural São Paulo; Museo de Bellas Artes, Caracas, Venezuela; Bronx Museum of the Arts, New York City; Museum of Modern Art(MOMA) New York City; Brooklyn Museum, New York; Seguros Sociais, Mexico; Museo de Arte Moderna da Bahia, Brasil; Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo; Museu de Arte Contemporânea (MAC), São Paulo; Museu da Gravura, Curitiba, Brasil; Metropolitano de São Paulo, Subway System, Brasil.



solange viana
tel 11 4777.0234
#feliz18

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Somos destaque na ILUSTRADA | FSP

A exposição ÁGUA, com curadoria de Adelina von Fürstenberg, que acontece até 18 de fevereiro de 2018, é destaque na Ilustrada | FSP, por Isabella Menon.
Seja notícia, contrate uma assessoria de imprensa especializada em ARTE.
#arte #exposição #mostra #artistas #instalações #vídeos #assessoriadeimprensaecomunicação
#assessoriadeimpresa #comunicação #imprensa #mídia #solangeviananotícias #solangeviana

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Quem são os artistas participantes da exposição ÁGUA, de Adelina von Fürstenberg

BIO DOS ARTISTAS APRESENTADOS NA EXPOSIÇÃO ÁGUA, que acontece de 22 de novembro de 2017 (abertura) até 18 de fevereiro de 2018, no Sesc Belenzinho. A curadoria é de Adelina von Fúrstenberg



NIGOL BEZJIAN
Nascido em 1955 em Alepo, Síria. Mora e trabalha em Beirute, Líbano.

Me, Water, Life (Eu, Água, Vida),  2017
O filme é uma jornada poética no mundo de refugiados sírios no Líbano e a terrível situação deles ao tratar da água em sua vida cotidiana, para higiene, esgoto, agricultura etc. Como “water” (“água”) é vida, e “life” (“vida”) é um ser, quando não consegue encontrar água, a pessoa fica incapaz de declarar “me” (“eu”). O filme consiste de imagens e sons que captam os vários momentos da vida nos campos ou assentamentos de refugiados, formados por estruturas inadequadas para uso humano.

Filmografia selecionada
Temple of Light 2016 | After This Day 2015 | Thank You Ladies and Gentlemen 2014 | The Same Gate 2014 | I Left My Shoes in Istanbul 2013 | Milk, Carnation and a Godly Song 2013 | Home/Land 2008 | Beautiful Armenians 2005 | Verve 2013 | Roads Full of Apricots 2001 | Muron 2001 | Chickpeas 1992 | Cycle Carmen 1981

Seus filmes têm sido projetados em festivais internacionais de cinema e recebido inúmeros prêmios. 

CLEMENTE BICOCCHI
Nascido em 1973 em Florença, Itália. Mora e trabalha em Basel, Suíça, e Florença, Itália.

Notturno  2016

Notturno é um curta-metragem rodado em uma baía remota de uma ilha jônica, mas poderia ser em qualquer outro lugar do universo. O som das ondas é encoberto aos poucos pelo barulho de um rebanho de cabras. As cabras surgem do nada, como fantasmas, e chegam mais perto. Depois que passam, pode-se ouvir de novo o som da água, mas, agora, impregnado de um significado diferente devido à narrativa imaginária de ficção científica que reforça essas imagens (inspirada por Nightfall – Anoitecer, romance curto de Isaac Asimov), que dá uma sensação de urgência e, ao mesmo tempo, um destino inevitável.

Filmografia selecionada
Notturno 2016 | Educazione Affettiva, com Federico Bondi 2013 | Black Africa White Marble/Africa Nera Marmo Bianco 2012 | 60 Anni 2006 | Qualcosa di Insolito 2004 | Motion Control 2004 | Non È Colpa Mia 2003


STEFANO BOCCALINI  
Nascido em 1963 em Milão, Itália, onde mora e trabalha.

Palavras, 2017
Por um lado, a palavra tem assumido um papel de primeira importância no interior do sistema social e
econômico, tornando-se um verdadeiro e adequado instrumento de produção e de captação de valor; por outro, cada vez mais ela tende a esvaziar-se do próprio significado, tornando-se quase um fator estético.
A água está cada vez mais no centro de conflitos em uma sociedade em que o lucro regula os relacionamentos sociais e onde os “bens da comunidade” atraem a atenção de quem quer tirar proveito de tudo, até mesmo da própria vida. Associei à água uma série de palavras com seus contrários, criando um “espaço” dentro do qual se pode mover e onde qualquer um de nós pode e deve assumir a responsabilidade de escolher de que lado está.

Obras selecionadas
Civico Mercato in Civica Terra, obra permanente, Iglesias, Itália 2017 | Aqua, Artistas Contemporâneos e Questões da Água, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Gangcity, 15ª Bienal de Arquitetura em Veneza, Itália 2016 | a coleção do Prêmio Milão Brera do Rotary Club, Galeria Lampertico, Milão, Itália 2016 | PubblicaPrivata, Aperto_Arte na Fronteira, obra permanente, Temù, Itália 2015 | Parole, Studio Dabbeni, Lugano, Suíça 2014 | Food, Museu MuCEM, Marselha, França 2014


BENJI BOYADGIAN
Nascido em 1983 em Jerusalém, Israel, onde mora e trabalha.

Still Waters (Águas Paradas),  2017
Clogged (Entupido),  2017

O vídeo e os desenhos retratam um passeio durante a estação de chuvas em Jerusalém ao longo da rota do antigo aqueduto romano. Essa travessia reorienta a cidade em seu eixo de crescimento, como uma aglomeração contínua, porém fragmentada. Um tecido ininterrupto de construções liga dois tanques obsoletos no começo e no fim do vídeo; do distrito de Belém à cidade velha, cruzando limites e temporalidades, sugerindo uma ficção para a ruína desse aqueduto, que foi o principal fornecedor de água para Jerusalém durante uns poucos séculos.

Obras selecionadas
The Mount Analogue, 1ª edição de Standart – Trienal da Armênia, Museu Merkurov, Guiumri, Armênia 2017 | Merkurov Museum, Gyumri 2017 | Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | The Jerusalem Show VIII: Before and After Origins, Fundação Al Ma’mal para Arte Contemporânea, Jerusalém, Israel 2016 | De Lova de Oss en Skola, de Lovade en Simhall, Skånes Konstförening, Lund, Suécia 2016 | Lines of Passage (in Media Res), Galeria Municipal de Arte, Lesbos, Grécia 2016 | Shared Religious Places, MuCEM, Marselha, França 2015 | Spinning on an Axis, Mario Mauroner Contemporary Art, Viena, Áustria 2014


SHEBA CHHACHHI
Nascida em 1958 em Harar, Etiópia. Mora e trabalha em Nova Délhi, Índia.

O vídeo The Water Diviner (Adivinhador de Águas) é parte de uma grande instalação multimídia com o mesmo título. Como protagonista, tem um elefante boiando – ícone profundamente enraizado na cultura indiana. Baseia-se no conceito de encharcar para a lembrança da água. Transparências e imagens fixas são usadas para criar um ambiente de imersão, onde cada observador é convidado a se tornar um adivinho da água.

Obras selecionadas
Citizen, Tate Modern, Reino Unido 2017 | Landscape as Evidence: Artist as Witness, Clube Constitution da Índia, Nova Délhi, Índia 2017 | Diary Entries, Galerie Espace, Nova Délhi, Índia 2016 | The Water Diviner in Difficult Loves, Museu Kiran Nadar, Saket, Nova Délhi, Índia 2013 | Record/Resist, 9ª Bienal de Gwangju, Gwangju, Coreia do Sul 2012 | Bhogi/Rogi (Consumption/Disease in India! Side by Side), Centro Cultural Banco do Brasil, Brasil 2012 | Winged Pilgrims: A Chronicle from Asia in Chimera, The Collectors Show, Museu de Arte de Singapura, Singapura 2012 | Evoking the Pause, Museu Dr. BhauDajiLad, Mumbai, Índia 2011 | Luminarium, exposição individual, Galeria Volte Mumbai, Mumbai, Índia 2011


JONATHAS DE ANDRADE
Nascido em 1982 em Maceió, Alagoas, Brasil. Mora e trabalha em Recife, Pernambuco, Brasil.

Maré (Tide),  2014
A obra é formada por 111 gravuras em tinta UV sobre madeira de bordo, mostrando imagens de um velho iate clube de Maceió, estado de Alagoas (onde Jonathas nasceu). O Iate Clube em Maceió é onde os homens circulam de carro procurando sexo sem compromisso. A obra fala de um relacionamento e uma influência que se intersectam entre a lua, o volume da água e o desejo em uma ruína perto do mar. A obra cria uma espécie de tabela, mostrando quantos homens estavam presentes durante o período de 28 dias – um ciclo lunar.

Bienal Sharjah 13, Emirados Árabes Unidos 2017 | Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017  | Jonathas de Andrade: O Peixe, New Museum, Nova York, EUA 2017  | On Fishes, Horses and Man, The Power Plant, Toronto, Canadá 2017  | Convocatória para um Mobiliário Brasileiro, Museu de Arte de São Paulo – Masp, São Paulo, Brasil 2016 | Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil 2016 | O Caseiro, Galeria Vermelho, São Paulo, Brasil 2016 | Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil 2016 | Performa 15, Nova York, EUA 2015 | 3ª Bienal de Arte Industrial dos Urais, Rússia 2015 | Museu do Homem do Nordeste, Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, Brasil 2014 | 11ª Bienal Dak’ART, Dacar, Senegal 2014 


MICHEL FAVRE
Nascido em 1964 em Genebra, Suíça. Mora e trabalha entre Genebra, Suíça, e São Paulo, Brasil

Superpositions (Sobreposições),  2014
Seguindo o local da revitalização do canal do Aire em Genebra, o vídeo propõe uma experiência sensorial do rio que está sendo reconstruído. Vagando nesse pequeno pedaço de terra genebrino, Superpositions reativa as sensações do rio e a inversão do fluxo de água através das estações. Um vagar, sem palavras, por trás das cenas da natureza e dos homens que lhe dão forma.

Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | IImmaterial, Sesc Belenzinho, São Paulo, Brasil 2015 | Eternal Tour à São Paulo, Sesc Consolação, São Paulo, Brasil 2012 | Bienal Biwako, Japão 2010 | Home, Galeria Luciana Brito, São Paulo, Brasil 2009 | Ultra – Nonstop, Assab One, Milão, Itália 2008 | Mão Dupla, Sesc Pinheiros, São Paulo, Brasil 2008 | Espacio Abierto, Buenos Aires, Argentina 2006 | 1ª Bienal das Canárias, Las Palmas, Grã-Canária, Espanha 2006 | Stopover, Fri-Art, Friburgo, Suíça 2006 | Auto Psi – The Women Edition, ART for The World, FluxLab Carouge, Genebra, Suíça 2005


NORITOSHI HIRAKAWA
Nascido em Fukuoka, Japão. Mora e trabalha em Nova York, EUA.

Harukasakura 2017
Harukasakura mostra duas meninas gêmeas, Sakura e Haruka, que moram a 22 quilômetros da Usina Nuclear Daiichi Fukushima, em Hirono, a cidade mais próxima da usina. Sakura é o anjo da água, e Haruka, o anjo da humanidade, ambos procurando uma harmonia renovada em nosso planeta.

Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Shikijo: Eroticism in Japanese Photography, Blindspot Gallery, Wong Chuk Hang, Hong Kong 2016 | Infinite Dance, Chi-Wen Gallery, Taipei, Taiwan 2014 | House of Ourselves, Galeria VER, Bangcoc, Tailândia 2013 | Consciousness, Reality, Galeria Fabienne Leclerc, Paris, França 2012 | Beyond the Sunbeam through Trees, Centro Yamaguchi de Artes e Mídia, Yamaguchi, Japão 2011 | The Returning of the Sun, Blum & Poe Gallery, Los Angeles, EUA 2010 | Seeking a Light, Galeria Fabienne Leclerc, Paris, França 2009 | An Attribute of Living, Chi-Wen Gallery, Taipei, Taiwan 2009 | An Attribute of Living, HAM Gallery, Nagoya, Japão 2009 | Cringe, Dean Project, Long Island City, EUA 2008


ISEULT LABOTE KARAMAOUNAS
Nascida em 1959 em Genebra, Suíça, onde mora e trabalha.

Série La Chaudière (A Caldeira),  2005
Os “sentôs”, banhos públicos japoneses, surgiram no século 8. Hoje, embora seu número esteja diminuindo, eles formam uma ilhota democrática mista em que o jovem e o velho, o gerente e o operário, o empregado e o aposentado purificam seu corpo e sua alma. Pelo visor, o olhar do artista tem o privilégio de não existir para o outro. E, apesar do constrangimento que brota à primeira vista, o que é mais extraordinário do que aquilo que é dado ver: a intimidade de uma civilização. Intrigada por esses banhos públicos inexistentes em seu país, ela procura captar sua essência, sua função primária.

Obras selecionadas
Exodes, Galeria Andata.Ritorno, Genebra, Suíça 2017 | Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Die Welt Retten/Ex-Voto, Projektraum M54, Basel, Suíça 2015 | Automne Contemporary Collection, Shine Gallery e Albemarie Gallery, Londres, Reino Unido 2015 | Swiss Photo, Galeria Artvera’s, Genebra, Suíça 2014 | 4ª Bienal de Tessalônica, Tessalônica, Grécia 2013 | KMA92 Fotos de Arte Urbana Contemporânea, Berlim, Alemanha 2013

GUTO LACAZ
Nasceu e trabalha em São Paulo.

Ondas d'Água,  2010
Conjunto cinético para o lago da praça do Sesc Belenzinho-SP

Ondas d’Água foi especialmente criado para o lago da praça do Sesc Belenzinho, a convite de sua curadoria. Trata-se de um conjunto de quatro monjolos estilizados na forma de ondas e um tubo inox de 2 polegadas por 1 metro de comprimento a 1 metro de altura do piso. Nos eixos encontram-se núcleos vedados de náilon que permitem a entrada da água sob pressão em seu interior na horizontal e sua liberação a 45 graus. Assim, a cada tempo um dos monjolos entra em movimento, despejando suavemente a água de volta ao lago. Ora ou outra, o conjunto entra em sintonia. Construído em aço inox e náilon, tem suas bases pintadas de preto eletrostático para se mesclar à cor do fundo do lago. Cada onda é alimentada por uma mangueira. O monjolo é uma máquina milenar, feita para moer grãos, vista em várias culturas, sob diferentes formas. Ondas d’Água é um resgate contemporâneo desse curioso engenho.

1974 Graduação em arquitetura
1978 Prêmio Objeto Inusitado – Arte Aplicada
1982 Ideias Modernas, primeira individual
1983 Eletro Performance e 18a Bienal
1986 Eletro Esfero Espaço na exposição A Trama do Gosto
1989 Auditório para Questões Delicadas e Cosmos – Um Passeio no Infinito
1994 Periscópio
1995 Bolsa Guggenheim
1999 Espetáculo Máquinas III
2003 Doze serigrafias Pequenas Grandes Ações
2006 Exposição Santos = Dumont Designer
2007 Mostra Gráfica e prêmio APCA
2010  Ondas d’Água
2011 Objeto Flutuante Não Identificado Ofni Paranoá
2012 Claudio, Leonardo e Orlando Villas Boas e exposições Eletro Livros e Ofnis
2014 III Bienal da Bahia com Saravá e segunda escultura em espaço público: Ulysses, o Elefante Biruta
2015 Escultura Cinética Pororoca na exposição As Margens dos Mares, intervenção urbana Alex Alex e performance Ludo Voo

Livros publicados:
Desculpe a Letra
Gráfica
Omemhobjeto
80 Desenhos

Edições do autor:
Arte É Energia IOK
Contas Anacíclicas
Inveja
Futuro
Ouvi e Ri
O Roubo do Monumento às Bandeiras

Colaboração em revistas:
Caros Amigos
Ocas
Ottica


SALOMÉ LAMAS 
Nascida em 1987 em Lisboa, Portugal, onde mora e trabalha.

Theatrum Orbis Terrarum (O Teatro do Mundo),  2013 
O Theatrum Orbis Terrarum (O Teatro do Mundo), de 1570, é o primeiro atlas moderno do mundo. O vídeo
Theatrum Orbis Terrarum cria um território onde se pode imaginar outro tipo de geografia, formada pelo acaso e pela imprevisibilidade, com marinheiros no solo e terras à deriva. Pode ser considerado como uma exploração em filme, uma jornada sensorial, uma história vertiginosa, mas, certamente, como uma história de aventura. “Quando olho muito tempo para o mar, perco o interesse pelo que acontece em terra.”

Obras selecionadas
Suas obras têm sido projetadas em muitos eventos de arte e festivais de cinema, incluindo:
Anthology Film Archive, Nova York, EUA 2017 | Tate Modern, Londres, Reino Unido 2017 | Centro de Arte Contemporânea de Genebra, Genebra, Suíça 2016 | Museu de Arte Moderna, Nova York, EUA 2016 | Museum of Moving Images, Nova York, EUA 2016 | The Jewish Museum, Sight & Sound, Nova York, EUA 2016 | Festival de Cinema de Hong Kong, Hong Kong 2016 | Visions du Réel, Festival Internacional de Cinema de Nyon, Nyon, Suíça 2015 | Bozar, Palácio de Belas-Artes, Bruxelas, Bélgica 2015 | Berlinale, Internationale Filmfestspiele, Berlim, Alemanha 2014 | Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha 2014 | Bafici, Festival Internacional de Cinema Independente de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina 2014


MARCELLO MALOBERTI
Nascido em 1966 em Codogno, Itália. Mora e trabalha em Milão, Itália.

Tellina Tenuis,  2017
Alguns caramujos grandes serão oferecidos ao público pela equipe, dando a oportunidade de ouvir o som das ondas e do mar diretamente de suas mãos. Esse é um gesto simples, familiar para todos nós; um presente que nos traz de volta a uma memória comum, a um som íntimo de um elemento presente e facilmente reconhecido mas não visível: a água.

Obras selecionadas
Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Bienal de Pune, Pune, Índia 2016 | 16ª edição da Quadrienal de Arte, Roma, Itália 2016 | Ennesima/Umpteenth. An Exhibition of Seven Exhibitions of Italian Art, Trienal de Milão, Milão, Itália 2015 | Marcello, Galeria Raffaella Cortese, Milão, Itália 2014 | Food, MuCEM, Marselha, França 2015 | Soleil Politique, Il Museo Tra Luce e Ombra, Museion, Bolzano, Itália 2014 | Il Ritratto dell’Artista da Giovane, Castelo de Rivoli, Turim, Itália 2014 | I Baci Più Dolci del Vino, Fundação Zegna, Trivero, Itália 2013 | Blitz, Macro, Roma, Itália 2012 | Embassy Goes Contemporary, Junge Kunst der Sammlung-Museion, Embaixada Italiana em Berlim, Berlim, Alemanha 2012 | Food: Reflections on Mother Earth, Agriculture and Nutrition, Ariana Museum, Genebra, Suíça 2012


CARLOS MONTANI
Nascido em 1965 em Buenos Aires, Argentina, onde mora e trabalha.

Aqua Planetae (Água do Planeta), 2012 – em andamento
Aqua Planetae é uma coleção de amostras de água de diferentes partes do mundo, guardadas como um tesouro em uma obra de arte, preservadas como um legado para as gerações futuras. Desde seu começo, em 22 de março de 2012, esta obra em andamento recolheu cerca de 1.700 amostras de 53 países nos seis continentes. Em 22 de março de 2017, Dia Mundial da Água, Aqua Planetae participou da Conferência Internacional Watershed e, por anos, tomou parte em vários eventos relacionados à sustentabilidade e aos cuidados com a vida e o ambiente.

Obras selecionadas
Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Watershed, Congresso Internacional da Água, Cidade do Vaticano, Itália 2017 | Museu da Água, Palacio de Aguas Corrientes, Buenos Aires, Argentina 2016 | Museu Sivori, Buenos Aires, Argentina 2016 | TEDxUCA, Buenos Aires, Argentina 2015 | Universidade Católica Argentina, Buenos Aires, Argentina 2015 | ArteRo, Contemporary Art Exhibition, Rosario, Argentina 2015 | Affordable Art Fair Mexico, Cidade do México, México 2014 | Terceiro Congresso Internacional da Água, San Luis, Argentina 2014 | United Nations Program for the International Day of the Environment 2013/14 and “Water Decade” 2013

MARCELO MOSCHETA
Nascido em São José do Rio Preto, Brasil, em 1976. Mora e trabalha em Campinas, Brasil.

Arrasto, 2015
O artista realizou uma expedição pelo rio mais importante de São Paulo, o Rio Tietê, que a cidade aprendeu a odiar. Ele coletou pedras, argila, areia e vários minerais, documentando e classificando os elementos encontrados nas margens e compondo um depósito de lembranças, relatos para um pequeno museu de curiosidades, cada uma compartilhando seu lado do leito fluido. Colocado no meio, um grande desenho da cachoeira do Rio Tietê submersa pelas águas da nova represa Avanhandava. Arrumados lado a lado em estantes, o desenho e as pedras criam um diálogo tenso entre a representação e a própria paisagem deslocada na obra.

 Obras selecionadas
Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Sete Quedas, Galeria Vermelho, São Paulo, Brasil 2016 The Drawing Centre – Open Sessions Programme, Nova York, EUA 2016  | 218 a.C., Galeria Riccardo Crespi, Milão, Itália 2015 | Everything You Are I Am Not, Mana Contemporary, Miami, EUA 2015 | Frestas Trienal de Arte Contemporânea, Sesc, Sorocaba/Brasília, Brasil 2014 | Crossing Borders, Bienal de Vancouver, Vancouver, Canadá 2014 | Magnectic North, Artists and the Arctic Circle, Edifício UBS, Nova York, EUA 2014


ROSANA PALAZYAN
Nascida em 1963, Rio de Janeiro, Brasil, onde mora e trabalha.

…Uma História que Eu Nunca Esqueci…/…A Story I Never Forgot…, 2013/2015
Nesta videoinstalação, o filme, produzido de maneira “artesanal”, não pretende alcançar nenhuma excelência técnica, mas sim reordenar e organizar a memória fragmentada do genocídio armênio (de cerca de 1915 a 1920), baseado nas histórias que a artista ouviu desde criança. Esquecê-lo significaria esquecer a própria existência. Um lenço bordado pela avó da artista quando estava refugiada em Tessalônica perpassa toda a narrativa. Transformado em cada episódio, o objeto cobre a história de suas origens em Konya, Turquia, sua vida na Grécia, a imigração e a travessia do oceano até a chegada ao Rio de Janeiro, Brasil, e sua nova vida.

Obras selecionadas
The Mount Analogue, 1ª edição de Standart – Trienal da Armênia, Museu das Irmãs Aslamazyan, Guiumri, Armênia 2017 | Travessias 5: Emergência – Arte Contemporânea na Maré, Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, Brasil 2017 | Aquilo que Nos Une, Caixa Cultural São Paulo, São Paulo, Brasil 2017 | Linguagens do Corpo Carioca [A Vertigem do Rio], Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil 2016 | Armenity, 56ª Bienal Internacional de Arte de Veneza, Veneza, Itália 2015 | 4ª Bienal de Tessalônica, Tessalônica, Grécia 2014.


LUCA PANCRAZZI
Nascido em 1961 em Figline Valdarno, ltália. Mora e trabalha em Milão, ltália.

Fuori Registro (3.000 Metri) (Fora de Registro – 3.000 Metros),  2014
Fuori Registro (Maloja) (Fora de Registro – Maloja),  2015
Com estas pinturas, o artista nos lembra que a água é onipresente. Ela flui na terra, em canos, rios, lagos e mares. Ao mesmo tempo, a água nos domina, como nas magníficas e impressionantes nuvens de altitude que ele retrata, resultado de uma pesquisa de dois anos nas montanhas e nos vales da região de Engadine, na Suíça. O artista retrata sua majestade com toneladas de branco, incorporando sutis sombras e gradações de luz.

Obras selecionadas
Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Io. Noi. Voi... Museo d’Inverno, Siena, Itália 2017 | Come Sempre Dove Sai, Galeria Francesco Pantaleone, Palermo, Itália 2016 | Cosmic Connections, Totah, Nova York, EUA 2016 | Occidente Esotico, Galeria Andrea Caratsch, St. Moritz, Suíça 2015 | Fuori Registro, Inner Room, Siena, Itália 2015 | Pit Stop St. Moritz, Forum Paracelse, St. Moritz, Suíça 2015 | Madeinfilandia2015, Madeinfilandia, Pieve a Presciano, Itália 2015 | Autovelox, Media Museum Communications, Arezzo, Itália 2014 | Mi Disperdo e Proseguo Lasciandomi Indietro un Passo Dopo l’Altro, Assab One, Milão, Itália 2014 | Mira, Zoo Zone Art Forum, Roma, Itália 2014

DAN PERJOVSCHI  
Nascido em 1961 em Sibiu, Romênia, onde mora e trabalha.

Notes and Postcards on Water (Notas e Postais sobre Água),   2017
Usando sua típica ferramenta de expressão – desenhos nas paredes baseados em tópicos políticos, sociais e culturais –, o artista fala sobre questões da água em nossa vida cotidiana, inserindo páginas ou anúncios do jornal Novas. Além disso, apresenta uma coleção de postais encontrados em lojas para turistas e bazares de lugares que ele visitou. Os que incluem elementos aquáticos como lagos, rios e fontes foram enviados diretamente para São Paulo pelo Correio.

Obras selecionadas
Dan Perjovschi: Atrações Mundiais, Combinatul Fondului Plastic, Bucareste, Romênia 2017 | 4ª Bienal do Projeto D-0 ARK Underground, Bunker de Tito, Konjic, Bósnia e Herzegovina 2017 | Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Dan Perjovschi: The Hard Drawing, Dortmunder U, Dortmund, Alemanha 2016 | The Dakar Drawing, Raw Material Company, Dacar, Senegal 2016 | Loose Lips Save Ships, Museu MOT – Tóquio de Arte Contemporânea, Tóquio, Japão 2016 | Cubo Não Tão Branco, Museu de Arte Contemporânea de Belgrado, Belgrado, Sérvia 2016 | Dan Perjovschi: The OFF Drawing, OFF-Bienal de Budapeste, Budapeste, Hungria 2015 | Time Specific, Rupert Vilnius (com Lia Perjovschi), Lituânia 2014 | Food, MuCEM, Marselha, França 2014


DORIAN SARI
Nascido em 1989 em Izmir, Turquia. Mora e trabalha em Basel, Suíça.

Welcome! (Bem-Vindo!),  2015
Este vídeo, baseado na situação dos refugiados e nas observações e experiências que o artista teve na Europa ao longo dos anos, é uma espécie de autorretrato que almeja, talvez de modo ingênuo, acautelar os outros. A água tem poder de purificação e de transparência. Ela limpa e transforma pessoas, mas, ao mesmo tempo instável e insegura, ela pode matar. Ela nos lembra simbolicamente, através de suas ondas que se estendem pelos rios, das ondas de imigração e de refugiados, contando as histórias da realidade do dia a dia.

Obras selecionadas
The X Show, Atelier Mondial, Basel, Suíça 2017 | In My Garden, FABRIKculture, Hegenheim, França 2017 | Voices, Galeria de Arte Bärtschi & Cie, Genebra, Suíça 2017 | Meeting with the Tank Family, Der Tank – Institut Kunst, Basel, Suíça 2017 | Fondation Act on Your Future, Genebra, Suíça 2016 | Malakoff Mon Amour, Maison des Arts de Malakoff, Paris, França 2016 | Nouvelles Vagues, Villa Bernasconi, Genebra, Suíça 2016 | Museum, International Red Cross Museum, Genebra, Suíça 2015 | La Ballade du Crime, Lausanne, Suíça 2015 | Exposição de Fotografias em Le Cabinet, Genebra, Suíça 2015 | Army of Me, Ação no Festival de Villa Bernasconi, Genebra, Suíça 2015


EDUARDO SRUR
Nascido em 1974 em São Paulo, Brasil, onde mora e trabalha.

Pintado, 2017
O vídeo retrata a intervenção urbana itinerante realizada pelo artista no poluído Rio Pinheiros, em São Paulo. Suas águas paradas e insalubres cruzam parte importante da metrópole, onde uma escultura inflável monumental na forma de um peixe navegou por diversos pontos da cidade, resgatando uma das espécies nativas da região antes da contaminação absoluta. A provocação visual da obra com a boca aberta em busca de oxigênio representa a insatisfação do artista e da sociedade em relação ao problema evidente do estado terminal das águas sem vida e à destruição da paisagem urbana.

Obras selecionadas
Bienal Internacional de Arte contemporânea da América do Sul, Argentina 2017 | Pintado, São Paulo, Brasil 2017 | Aqua, Genebra, Suíça 2017 | Pintado, São Paulo, Brasil 2017 | Aqua, Genebra, Suíça 2017 | A Croquer, Le Radar, Bayeux, França 2017 | Welcome Guanabara, Rio de Janeiro, Brasil 2016 | Yaguaretes, Cordilheira dos Andes, Argentina 2016 | Mercado, São Paulo, Brasil 2016 | Trampolim, Sesc Santo Amaro, São Paulo, Brasil 2016 | Árvore Caída, Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil 2015 | Labirinto, Parque Arautos da Paz, Campinas, Brasil 2015 | Food, MuCEM, Marselha, França 2014 | Food, MuCEM, Marselha, França 2014 | Food, Sesc Pinheiros, São Paulo, Brasil 2014 | Farol, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, Brasil 2014.


MARIA TSAGKARI
Nascida em 1981 em Pireu, Grécia. Mora e trabalha em Atenas, Grécia.

One More Garden, One More Circle
(Mais um Jardim, Mais um Círculo), 2013
Esta instalação feita de cinzas consiste em umas 800 flores de 70 espécies que correm perigo por excesso de cuidados, mais do que pela falta deles. Apresentada como um locus, uma intersecção entre tangível e intangível, cópia e realidade, eterno e degradável. Um jardim que quase recusa compartilhar a alegria de sua existência. Não é preciso água, não é preciso cuidar – o papel do jardineiro deixa de existir. No fim da mostra, a cinza é varrida e guardada em potes de vidro para ser reutilizada na próxima instalação, permitindo que sua natureza imaterial conserve as memórias.

Obras selecionadas
The Mount Analogue, 1ª Edição de Standart – Trienal da Armênia, Museu Merkurov, Guiumri, Armênia 2017 | Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Part Two/The Expectation, associação HYam, Ilha de Hidra, Grécia 2016 | Remember the Present, Le Lait – Centro de Arte Contemporânea, França 2016 | War Party, Museu Real Militar, Bruxelas, Bélgica 2016 | Erotimatiko, prêmio HYam, Artcurial, Paris, França 2016 | Antallaxima, Sin, Mansão Georgiadis, Ilha de Lesbos, Grécia 2015 |  A Fresh, A New Generation of Greek Artists, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Atenas, Grécia 2014


LAURA VINCI 
Nascida em 1962 em São Paulo, onde mora e trabalha.

Mona Lisa,  2001
Bacias feitas de vidro, inspiradas em uma lembrança de brincadeiras de infância, quando a artista costumava
se divertir com bacias de lata. Resistores elétricos, feitos de cobre, estão ligados às bacias; quando os resistores esquentam, fazem evaporar a água, que tem de ser completada todo dia. Os tubos de cobre são conduítes que levam fios elétricos e fazem desenhos possíveis no ar. Tudo isso poderia ser confuso, mas o arranjo é sereno. Alguma coisa acontece, mas não se sabe o que é. Lembra uma experiência científica. O vapor é como neblina na paisagem de um lago.

Obras selecionadas
Morro Mundo, Galeria Marcelo Guarnieri, Ribeirão Preto, Brasil 2017 | Pedra do no Céu, Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo, Brasil 2017 | Desenho de Cena, Sesc Pinheiros, São Paulo, Brasil 2016 | Paisagens Fugidias: No Ar, Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo, Brasil 2016 | Em Espera, Museu de Arte Contemporânea de Campinas – Macc, Campinas, Brasil 2016 | O Ovo e o Voo, Sesc Pompeia, São Paulo, Brasil 2016 | O Espírito de Cada Época, Instituto Figueiredo Ferraz – IFF, Ribeirão Preto, Brasil 2015 | Untitled (da série Papéis Avulsos), ArtCenter/South Florida, Miami, EUA 2014

VELU VISWANADHAN
Nascido em 1940 em Kadavoor Kollam, Índia. Mora e trabalha em Paris, França.

L’Eau - Ganga, 1985
L’Eau – Ganga é um poema visual sobre “o” rio indiano, o Ganges. “Ganga” significa água em sânscrito, etimologicamente: “O que flui rápido”. Essa palavra indica o movimento da vida, mas também se refere a um movimento na direção da morte. Na civilização indiana – “a vida vem da água e vai de volta à água” –, ela encarna uma matéria essencial. Uma tomada do filme em especial transmite esse poder: uma senhora idosa, enquanto reza, pega água do Ganges com um vaso e a derrama de volta ao rio, repetidas vezes. Ela imita a passagem da vida e da morte, um ato de purificação.

Obras selecionadas
Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Experience and Energy Viswanadhan, Galeria Nature Morte, Nova Délhi, Índia 2016 Velu Viswanadhan, Galeria Pascaline Mulliez, Paris, França 2013 | Celebrating 48 Years, Artworld Sarala Art Centre, Chennai, Índia 2013 | Quadro, Galeria Fernand Léger, Ivry-sur-Seine, França 2012 | Bienal Kochi-Muziris, Índia 2012 | Manifestations 5, Galeria Delhi Art, Nova Délhi, Índia 2011 | Besides Paris, Academia Birla de Arte e Cultura, Calcutá, Índia 2010

VASILIS ZOGRAFOS
Nascido em 1965 em Mitilene, Grécia. Mora e trabalha em Tessalônica, Grécia.

Untitled (sem título), 2010-2017
Começando com a ideia de água, o artista propõe pinturas em que a água determina alegoricamente tudo o que ela representa para ele. Peixes, corais e espécies que vivem em um ambiente líquido apresentam ritmos móveis e estáticos. O ser humano, nascido na água, relembra essa alegre certeza, um desejo absoluto de se reconciliar com seu primeiro contato fluido.

Obras selecionadas
Phryctoria, Galeria espace_L, Genebra, Suíça 2017 | Aqua, Contemporary Artists and Water Issues, Castelo de Penthes, Genebra, Suíça 2017 | Under the Spell of Greek Costume, Costa Navarino, Pilos, Grécia 2017 | Back to Basics: Uncanny, Galeria Enia, Pireu, Grécia 2016 | Mind the Gap, Action Field Kodra, Kalamaria Thessaloniki, Gréci 2016 | Fournos, Githio Lacônia, Grécia 2016 | Multiples, Galeria Eleftheria Tseliou, Atenas, Grécia 2016 | Missing, Galeria Eleftheria Tseliou, Atenas, Grécia 2015 | Huile sur Toile, Galeria espace_L, Genebra, Suíça 2015 | Food, MuCEM, Marselha, França 2014 | 6+6 Steps to the White House, Casa Bianca, Tessalônica, Grécia 2014



Mais informações, entrevistas, fotos: Assessoria de Imprensa: Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | t 11 4777.0234
@solangeviana