quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Renato Imbroisi realiza mostra no museu A CASA


A CASA museu do objeto brasileiro apresenta
exposição DESENHO DE FIBRA
exposição retrospectiva de Renato Imbroisi
abertura: 1 de setembro, das 19h30 às 22h30
visitação: de 2 de setembro a 18 de novembro de 2011

A CASA museu do objeto brasileiro apresenta a exposição Desenho de Fibra do designer  Renato Imbroisi, com uma retrospectiva de 25 anos de trabalho dedicado ao universo têxtil. Na ocasião serão destacadas cinco regiões do Brasil, focando suas técnicas básicas: tecelagem, rendas,  cestarias, bordado e crochê, onde cada peça será representada na mostra que acontece de 1 de setembro a 18 de novembro de 2011.

Esta exposição é baseada no conteúdo do livro “Desenho de Fibra – Artesanato Têxtil no Brasil”, escrito por Maria Emilia Kubrusly e Renato Imbroisi, lançado pela editora Senac em 2011. Apresenta um resumo da trajetória do designer Renato Imbroisi em 30 projetos de criação.

A exposição “Desenho de Fibra” traz um resumo da trajetória de Renato Imbroisi e a descrição de como desenvolveu, um método de trabalho conjunto com artesãos têxteis. Dos 140 projetos em que já trabalhou no Brasil, foram selecionados cerca de 35 peças, por serem exemplos de parcerias bem sucedidas entre o designer e os artesãos que deram continuidade à produção com profissionalismo, chegando, em muitos casos, a constituir empresas, formar associações, exportar e conquistar autossuficiência criativa, comercial e financeira.

O resultado de todo este processo é revelado aqui numa seleção de peças representativas, utilizando técnicas de tecelagem, bordado, crochê, costura e rendas. Uma rara oportunidade de conhecer o trabalho deste importante designer brasileiro.

QUEM É RENATO IMBROISI
Renato Imbroisi é tecelão e designer. Desenvolve peças de artesanato com design desde 1987; a partir de 1996, atua também como consultor, diretor de projetos e parceiro de artesãos no desenvolvimento e na criação de novos produtos, resgatando técnicas, tradições e evidenciando a identidade cultural local.
Trabalha em todas as regiões do Brasil, em Moçambique, São Tomé e Príncipe, e já atuou no Japão e na Itália. 

SERVIÇO
Exposição DESENHO DE FIBRA de Renato Imbroisi
Abertura: 1 de setembro das 19h30 às 22h30
Visitação: de 2 de setembro a 18 de novembro de 2011
De seg a sexta das 10h às 19h
A CASA museu do objeto brasileiro | Rua Cunha Gago, 807 | São Paulo SP
Informações | T + 55 11 3814 9711 | acasa@acasa.org.br | www.acasa.org.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA | Solange Viana

  
FICHA TÉCNICA
Direção geral | Renata Mellão
Curadoria | Renato Imbroisi
Projeto expográfico | Tina e Lui Design
Coordenação e produção | Jaine Silva
Assistência de produção e divulgação | Daniel Casquel de Tomasi
Desenvolvimento de conteúdo | Daniel Douek
Consultoria de projetos | Cláudia Vendramini
Assessoria de imprensa | Solange Viana
Secretaria | Cleide Lopes
Manutenção e montagem | Alex Belarmino e José Mendes de Araújo
Realização | A CASA museu do objeto brasileiro
            

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cama Patente é destaque na CASA VOGUE

"Cama Patente: memória e imaginário" que acontece no SESC Araraquara até 18 de setembro, é destaque na CASA VOGUE é só clicar aqui para ler a metéria.

Cama Patente: memória e imaginário no Sesc Araraquara

SESC Araraquara apresenta a exposição
“Cama Patente: Memória e Imaginário”
Um resgate ao passado do mobiliário nacional
Visitação até 18 de setembro de 2011
O SESC Araraquara apresenta uma rara oportunidade de se conhecer um pouco da história do mobiliário nacional. Destaca-se a valorização da memória da cidade de Araraquara e seus bens culturais, com a realização da exposição “Cama Patente: memória e imaginário” que trata da concepção da Cama Patente, peça do mobiliário surgida na cidade em 1915 e cuja história é parte fundamental do processo de modernização do design de mobiliário no Brasil. 
A exposição que acontece até 18 de setembro é inédita e está divida em quatro partes: Origens, Carrera, Indústria e Referências, que narram a história da criação da Cama Patente desde a produção artesanal de Celso Martinez Carrera, passando pelo processo de industrialização impulsionado por Luiz Lício, até a releitura realizada nos anos 80 pelo designer Fernando Jaeger. 
 Releitura de Fernando Jaeger
Com um acervo de 19 peças originais, documentos, fotos entre outros materiais resultantes da minuciosa pesquisa de Angélica Santi, também curadora da exposição, a mostra, reúne um material nunca antes apresentado ao público, possibilitando um conteúdo inédito, onde é possível verificar padrões de identidade, retratos de uma época, suas técnicas e tecnologias, e suas maneiras de aliar utilidade à estética.
Um pouco da história

A exposição que o SESC Araraquara apresenta traz em destaque o passado mobiliário de Araraquara, que conquistaria todo o país a partir de 1915: a Cama Patente. Projetada pela Fábrica de Móveis Celso Martinez Carrera e a Indústrias Cama Patente - L.Liscio - S.A é resultado das ambições de dois personagens da história que buscaram inovar quanto ao formato e forma de produção de um móvel que tornou-se unanimidade e cujos relatos e memórias também podem ser apreciados na exposição.
 
Celso Carrera, espanhol naturalizado brasileiro, tinha uma forma artesanal de produzir móveis, que impossibilitava a sua reprodução em série; era responsável por criar desenhos bem cuidados e inovadores em seu formato, prezando a praticidade. Já Luiz Liscio, dono de uma visão empreendedora apurada, apesar de valorizar os mesmos quesitos que Carrera na produção de um móvel, buscava a produção em larga escala. Foi dele a idéia de patentear e aperfeiçoar o projeto de uma nova cama, completamente desmontável e feita de madeira criada por seu parceiro. Essa junção de habilidades mudaria a relação entre consumidores e produtores de mobiliário no Brasil para sempre.



A Cama Patente anunciava mudanças na vida social, econômica e política do Brasil, suprindo a carência de exportações durante a Primeira Guerra Mundial, ela podia ser adquirida a um preço acessível e fez sucesso entre a classe média e baixa da época. Com o tempo, a indústria Patente passaria a diversificar sua produção criando novos modelos de cama, além de berços, cadeiras e armários, entre outros. Hoje em dia, todas essas peças adquiriram o status de inegável importância e deixaram marcas notáveis no mobiliário de nosso país.
           
“Cama Patente - Memória e Imaginário” resgata a trajetória dessa criação – e suas derivações - em nosso território. A linha, que se tornou a primeira de móveis brasileiros patenteados, como sugere o nome, revolucionou o design de nosso mobiliário, de forma marcante até os dias de hoje, toda essa importância será evocada através de peças originais, documentos e imagens criadas na época, que reconstroem a atmosfera do século passado e o ambiente efervescente e criativo em questão.

SERVIÇO:
CAMA PATENTE: MEMÓRIA E IMAGINÁRIO
até 18 de setembro de 2011
SESC Araraquara fica na Rua Castro Alves 1315


Visitação 
Os interessados podem visitá-la de terça a sexta, das 13h30 às 21h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, nas Salas de Múltiplo Uso 2 e 3. Grátis! Agendamentos de escolas podem ser realizados na Central de Atendimento pelo telefone (16) 3301 7529.

Informações para imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br – tel (11) 4777.0234

segunda-feira, 18 de julho de 2011

museu A CASA é destaque no caderno CASA do ESTADÃO

A mostra Capim-dourado: costuras e traçados do Jalapão está em cartaz até 12 de agosto no museu A CASA, que fica na Rua Cunha Gago, 807 - Pinheiros - tel. 3814.9711 - Entrada franca.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A CASA é destaque na HOME da Casa Vogue

Leia matéria publicada sobre a exposição Capim-dourado do Jalapão na CASA VOGUE, que acontece na A CASA museu do objeto brasileiro - é só clicar aqui!

Capim-dourado é a proxima exposição do museu

A CASA museu do objeto brasileiro e PROMOART+CULTURA trazem para São Paulo o artesanato de Capim Dourado do Jalapão
Abertura, 14 de julho, quinta-feira, das 19h30 às 22h30
Visitação: de 15 de julho a 12 de agosto de 2011

atenção! mesa-redonda: CAPIM DOURADO - costuras e trançados do Jalapão
16 de julho de 2011 | sábado | das 16h às 18h | 50 vagas - GRATUITO
com: Renato Imbroisi, Ana Cláudia Matos Silva, Eliane Damasceno, Carla Arouca Belas com mediação de Daniel Douek  


A CASA museu do objeto brasileiro recebe, a partir de 14 de julho, quinta-feira, a exposição Capim dourado: costuras e trançados do Jalapão; uma oportunidade para o público de São Paulo apreciar e adquirir peças artesanais produzidas com esta espécie vegetal por artesãos de 5 comunidades dos municípios de Ponte Alta, São Félix, Mateiros e Novo Acordo, situados na região do Jalapão, no estado do Tocantins.

A exposição é uma realização do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) e do Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) e Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), que contam com a parceria de A CASA museu do objeto brasileiro.

O capim dourado é uma “sempre-viva” da família das Eriocauláceas, a syngonanthus nitens, que significa “brilho”, e originados dele estarão expostos os mais variados tipos de objetos – potes, jarros, fruteiras, porta-pratos, bolsas, bijuterias, entre outros – confeccionados por meio de técnica artesanal herdada dos índios Xerente e repassada aos moradores do povoado de Mumbuca há cerca de 80 anos.

O capim dourado, ou capim de vereda, como era chamado antigamente, é uma matéria-prima típica da região do Jalapão e vem sendo alvo da biopirataria, contrabandeada em outras áreas do Brasil central e promovida por meio da concorrência ilegal sobre a espécie.  Por ser uma alternativa de sustento para a população local, produtores e artesãos do Jalapão buscam obter junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a proteção ao capim dourado pela Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Indicação de Procedência. O processo de pedido de IG já está em tramitação no INPI, que enfatiza que “além de proteger os produtores e artesãos locais, o intuito é criar um diferencial, garantindo a qualidade e a competitividade do produto”(fonte: www.inpi.gov.br).

O município de Mateiros, a 324 quilômetros da capital Palmas, com destaque para a comunidade de Mumbuca, constitui um dos núcleos iniciais dessa produção artesanal que, em virtude da crescente demanda de mercado, se expande por outros municípios da região, como São Félix, Ponte Alta e Novo Acordo.

A comercialização do artesanato feito com o capim dourado concorreu para a melhoria das condições de vida das famílias dessas localidades, segundo relato de moradores. Ainda hoje, mesmo com a redução das vendas provocada pela concorrência da expansão da produção artesanal para outros municípios da região, o capim dourado continua sendo uma das principais fontes de renda para os moradores das comunidades produtoras no Jalapão. Com o reconhecimento da matéria-prima e da produção artesanal do capim dourado, grandes artistas do design brasileiro já trabalharam com estas comunidades, agregando novos valores ao produto.
De um modo geral, o artesanato com o capim dourado é produzido por homens, mulheres e crianças a partir dos 10 anos de idade. A dedicação de cada um varia de acordo com os afazeres referentes a seus papéis sociais. Homens e mulheres dividem a produção artesanal com as atividades domésticas ou na roça, e com os serviços externos prestados à Prefeitura, às escolas etc.

Para costurar as hastes do capim dourado, os artesãos usam a “seda” do buriti, palmeira que nasce nas veredas e nas matas ciliares da região. A “seda” é obtida pela extração da fibra encontrada no interior do “olho” ou “folha flecha”, o talo de uma folha nova do buriti. O processo da costura do capim dourado exige muita paciência, atenção e cuidado. O material, embora flexível, é frágil, quebrando com facilidade durante o manuseio. Além disso, para garantir a uniformidade visual das peças, o artesão deve estar constantemente preocupado em manter as mesmas proporções da linha e do capim do início ao fim da confecção de um produto. Atualmente, alguns artesãos incrementam suas peças com materiais mais modernos como fios coloridos, sementes, miçangas e até linhas douradas importadas da China.

Serviço
Exposição Capim dourado: costuras e trançados do Jalapão
Inauguração: 14 de julho, quinta-feira,  das 19h30 às 22h30 (manobristas no local)
Visitação: de 15 de julho a 12 de agosto, de segunda a sexta, das 10h às 19h.
A CASA museu do objeto brasileiro - Rua Cunha Gago, 807, Pinheiros I 05421 001 São Paulo – SP
+ 55 11 3814 9711 –
acasa@acasa.org.brwww.acasa.org.brtwitter.com/museuacasa

Realização
Promoart+Cultura
Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro
Centro Nacional de Cultura Popular / IPHAN / Ministério da Cultura

Parceria
A CASA museu do objeto brasileiro
Assessoria de imprensa: Solange Viana e Janaina Paixão


Sobre o Promoart
O Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) foi criado para apoiar grupos produtores de artesanato tradicional, buscando o desenvolvimento deste setor da cultura brasileira. Integrado ao Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, pretende destacar a qualidade e a importância dos saberes tradicionais específicos dos quais o artesão é portador. Seu objetivo é proporcionar condições dignas de sobrevivência aos artesãos e estímulo a sua arte, bem como a formação de mercado que reconheça o valor do artesanato no mundo contemporâneo.

Realizado pela Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), por meio de convênio firmado com o Ministério da Cultura, o Promoart conta com a gestão conceitual e metodológica do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) do Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan. Em sua fase de implantação, abrange 65 polos de todas as regiões do país, estratégicos para o desenvolvimento de uma política nacional para o artesanato.

Sobre A CASA
A CASA Museu do Objeto Brasileiro tem o objetivo de contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento do artesanato e do design brasileiros, incrementando a percepção consciente a respeito do nosso produto brasileiro.

Nossa forma de atuação está em coletar, pesquisar, selecionar, documentar e conservar produtos e referências culturais; comunicar, difundir e disponibilizar informação e conhecimento a respeito desses produtos e referências, por meio de exposições físicas e virtuais, publicações, vídeos, debates, ações educativas, entre outros; promover e instituir mediações, atuando como rede que interliga iniciativas e pessoas envolvidas e interessadas na expressão cultural brasileira; estimular a reflexão crítica sobre a expressão cultural brasileira, por meio da realização de encontros, seminários, conferências, cursos, etc.; instituir critérios de avaliação de iniciativas relacionadas ao design e artesanato, estabelecendo parâmetros quanto à ética e qualidade dos projetos; promover a capacitação dos agentes culturais envolvidos.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vernissage AVA all visual arts

No último sábado, 02 de julho, foi inaugurada uma nova Galeria de Arte em Pinheiros, a AVA all visual arts, que abriu suas portas com a exposição de desenhos: 5 + 1  s/ papel, com curadoria do querido Enock Sacramento. 

A exposição tem em comum o traço dos artistas: Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus e fica aberta até 15 de agosto. Vale uma visita. A AVA fica na Rua Mateus Grou, 513A, e funciona de  seg a sexta, das 10h às 19h, sábados das 10h às 17h (durante exposição), o telefone lá é (11)  3031.2181. Veja algumas fotos de quem passou por lá no vernissage. Mais infos: www.avaonline.com.br.
  
artistas, o curador, Enock Sacramento e equipe AVA

segunda-feira, 4 de julho de 2011

"5 + 1 s/papel" é destaque no Vitruvius

Exposição que inaugurou a nova galeria de arte AVA all visual arts, é destaque no Portal Vitruvius.
É só clicar aqui para ler a matéria.

AVA all visual arts é destaque no Arte Ref

Leia matéria da exposição "5 + 1 s/papel" que inaugurou nova galeria arte em Pinheiros.
É só clicar aqui para ler a matéria.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Abre nova galeria de arte em Pinheiros

AVA – All visual arts apresenta “5 + 1 – sobre papel” exposição coletiva com seis artistas e inaugura novo espaço cultural em Pinheiros
Abertura, 2 de julho, sábado, das 11h às 17h.
Visitação de 04 de julho a 15 de agosto de 2011
Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus
Um novo espaço cultural nasce em São Paulo. É a AVA – All visual arts. Localizado à Rua Mateus Grou, 513-A, no bairro de Pinheiros, será inaugurado no próximo dia 2 de junho, sábado, a partir das 11 horas, com a mostra “5 + 1 / Sobre Papel” com a qual abre seu programa de exposições temporárias. A mostra, que tem curadoria do critico de arte Enock Sacramento,  reúne obras sobre papel de autoria de Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus e permanece até 15 agosto.
Ale Skaff, arquiteto e urbanista pelo Mackenzie e fotógrafo pelo SENAC, com atuação no campo da cenografia,  apresenta quatro técnicas mistas criadas com carvão, pastel e aquarela. Cassiano Reis, ilustrador com atuação em diversos jornais e revistas de São Paulo, entre os quais Folha de S. Paulo,  Vida Simples, Superinteressante, Alfa, Vital e Joyce Pascovitich, mostra dois desenhos realizados com sumiê referenciados em memórias familiares. Fernando Ekman,  recentemente premiado no Salão de Arte Contemporânea de Santo André e com exposição aberta no Museu de Arte de Goiânia, apresenta aquarelas recentes em que recria objetos diversos em aquarela (ventilador, rádio de pilha, máquina fotográfica) e em aquarela e nanquim (máquina de escrever, velocípede). O escultor Israel Kislansky participa da mostra com desenhos aquarelados que ele normalmente realiza a partir da modelo posada para ser servir de referência para a criação de uma escultura, numa espécie de ritual de aproximação e conhecimento de formas e volumes.

A arquiteta, cenógrafa e ilustradora Laura Stankus, que participa no momento da Quadrienal de Cenografia de Praga, integra a mostra com uma série de obras de pequenos formatos realizadas com nanquim sobre papel na qual a figura da mulher e um toque surrealista são recorrentes. Para completar o time, Paulo Sayeg  integra a mostra com uma obra poderosa, instigante e vital, na linha das que o projetaram como um dos maiores desenhistas de sua geração no Brasil.
A  AVA – Al visual arts foi criada pela economista  Cristina Carvalho Oliveira, empresária oriunda da área financeira,  e é gerenciada por Maria Fernanda Calil Angelini.  Sua abertura oficial vem reforçar a representatividade do bairro de Pinheiros no contexto cultural da cidade de São Paulo. Sediando mais de 10 galerias de arte com programação ativa, localizadas sobretudo nas ruas Mateus Grou, Virgílio de Carvalho Pinto, Arthur de Azevedo, João Moura e Ferreira de Araújo, o bairro de Pinheiros abriga ainda importantes instituições culturais da cidade tais como o Instituto Tomie Ohtake, o SESC Pinheiros e o Centro Brasileiro Britânico.

Para o crítico de arte e curador desta coletiva, Enock Sacramento, “trata-se de seis artistas com linguagens diferentes, mas com um traço em comum: a obstinação pela qualidade.” Vale conferir.

SERVIÇO:
5+1 sobre papel
Obras sobre papel
Exposição coletiva com Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus
Curadoria: Enock Sacramento
Abertura, 2 de julho, sábado, das 11h às 17h.
Visitação de 04 de julho a 15 de agosto de 2011
AVA All visual arts
Rua Mateus Grou, 513-A, Pinheiros
Tel  11  3031.2181

Assessoria de imprensa: Solange Viana | T + 11 47770234 | solange.viana@uol.com.br | http://solangeviana.blogspot.com

sexta-feira, 10 de junho de 2011

César Romero no Lugar Pantemporâneo

A exposição de César Romero, que abriu ontem no Lugar Pantemporâneo, fica em cartaz até 15 de julho. Para quem quiser ver um pouco é só assistir este filme.

Denise Milan é destaque no Arte | Ref

Com exposição "Quartzteca - a linguagem escondida das pedras"  exposição individual de Denise Milan, abre amanhã, 11/06, na Galeria Virgilio. Veja matéria no ARTE | REF clicando aqui.