quarta-feira, 19 de outubro de 2011

AVA all visual arts abre nova exposição

AVA – all visual arts apresenta “memoriar - narrações imaginárias de um cotidiano” de Márcia Gadioli
Abertura, 18 de outubro, terça-feira, das 19h às 23h
Visitação: de 19 de outubro a 02 de novembro de 2011
      No próximo dia 18 de outubro, terça-feira, o espaço AVA all visual arts recebe por duas semanas a exposição “memoriar – narrações imaginárias de um cotidiano” com fotografia e outros trabalhos desenvolvidos em parafina abordando questões antagônicas como fragilidade e resistência, efemeridade e perenidade da artista visual Márcia Gadioli, e que permanece até 2 de novembro.
         Ao partir de imagens de jornais, a artista busca transitar na memória coletiva. Essa mídia, de produção rápida é tanto efêmera por ser descartada todos os dias, ou durável por trazer notícias e dados importantes que muitas vezes queremos manter, armazenar, arquivar. A artista então transfere estas imagens para a parafina. Nessa condição, se a placa de parafina tivesse grande espessura, se tornaria muito resistente e a imagem impregnada, duradoura.  Porém, ela usa uma espessura muito fina, tornando o resultado extremamente frágil.
O visitante ficará encantado com a delicada forma como a artista aborda a fragilidade da imagem, da memória e mesmo da importância das coisas.  O espectador é convidado a participar ativamente, vivenciando esta fragilidade e completando o significado da obra ao poder manusear as lâminas que ficarão empilhadas sobre a mesa.
É provável que, mesmo os mais cuidadosos, não consigam manter as imagens e nem todas permaneçam em cima da mesa durante o período expositivo, o que pode gerar ao fim da exposição somente fragmentos... de memórias.
A artista trará também obras em parafina emolduradas e fotografias preto e branco reveladas e ampliadas manualmente e com tratamento museológico. Vale conferir.

Marcia Gadioli
Brasileira, nascida em 12 de maio de 1965. Vive e trabalha em São Paulo. Pesquisa a memória e a passagem do tempo representados nas alterações urbanas através da fotografia. Membro do grupo de estudos e pesquisa issotudoégrupo desde de julho de 2008. Criou e dirige, juntamente com Marcelo Salles, a Casa Contemporânea espaço de atelier, exposições e debates desde 2009.

SERVIÇO:
“MEMORIAR narrações imaginárias de um cotidiano" de Márcia Gadioli
Abertura, 18 de outubro, terça-feira, das 19h às 23h
Visitação: de 19 de outubro a 02 de novembro de 2011
A galeria estará aberta no feriado de 02 de novembro.

AVA all visual arts
Rua Mateus Grou, 513-A  .  Pinheiros  .  São Paulo
Tel.: 11. 3031.2181 .  11.30978443
De segunda à sexta das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 17h.

Assessoria de imprensa: Solange Viana


Um comentário:

  1. O PRIMEIRO CONTATO
    Certa vez, na ânsia de concluir um trabalho escolar, cercado de publicações dos mais variados autores e temas, e sem saber por onde começar despertei-me com um clique da minha esferográfica.
    Eis que, como um “Deja Vu”, deparei-me com um antigo livro de contos em péssimas condições. O papel amarelado pelo tempo, perfurado por traças, empoeirado e suas páginas mal cheirosas.

    A tinta usada em sua impressão ainda mantinha um bom contraste, o que o tornava legível.

    Então, no volver furtivo e detalhado de cada página, eu descobri algo novo: textos envolventes com assuntos, embora de séculos atrás, tão atuais e familiares que passavam não só a mim, mas a quem quer que os lesse (leiam) uma profunda intimidade com o autor.

    Agora eu já podia empunhar aquela, cujo clique não mais soava irritante, mas frugal.

    Tudo era simples, evidente e claro. Eu não precisava mais daquela pilha de publicações, pois tudo estava ali, em cada cor, som, ou lembrança. Daquela ponta esferográfica, as palavras fluíram com naturalidade e deitavam em cada pauta com a suavidade de uma pétala que pousava sobre a relva.

    Eu compunha com mais idéias, indeterminado, mais livre. Não havia motivo para se preocupar com “Lapsus Linguae”... Sim era minha primeira crônica. Agora eu sabia que poderia escrever sobre qualquer coisa.

    *Cassius Barra Mansa é cronista machadense

    Lapus Linguae = erros de linguagem
    ATRAÇÃO DOS MOLEKES

    (pagode com malícia mineira)

    Influenciados pelo, Exalta Samba, Revelação, o grupo se apresentou pela primeira vez em 2006 na Praça Antônio Carlos (Machado-MG), durante as comemorações do 7 de setembro.. No mesmo mês, eles abriram o show do Face Racial no salão da Dismabe, evento organizado pelo DJ Brown. O próximo passo será a gravação do primeiro CD com 12 músicas, entre elas (É hora de curti) Contatos: João ou Diogo (35) 3295-4031 (Machado-MG).

    Blog: http://atracaodosmolekes.blogspot.com/

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