sábado, 1 de maio de 2010

SP Arte bombando!!

 Matéria publica hoje na Ilustrada/Folha de São Paulo, por Silas Martí, relata como andam as vendas da SP Arte 2010. Crise? Imagina. Palavra totalmente desconhecida dos galeristas, que totalizam 80, e é previsto bater o record de vendas: 15 milhões, em 2009, ual. São boas notícias!!
Na matéria, Ricardo Trevisan conta o desempenho da galeria Casa Triângulo , sucesso total de público e de crítica. Mariana Palma (fotos obras acima), uma das artistas representadas por ele, arrasa cada vez mais. Jovem artista, tem uma pintura vibrante que te hipnotiza. Promete.  Já Eduardo Berliner, por onde passa deixa rastros, pois suas obras são de impacto, ninguém passa desapercebida por elas. Obras de ambos artistas foram vendidas antes mesmo de abrir a feira. (SV)

Leia matéria abaixo ou clique aqui para ler na íntegra na Ilusatrada On-line.

São Paulo, sábado, 01 de maio de 2010

SP Arte atesta ebulição do mercado

Principais galerias comemoram "saldo azulzíssimo" com vendas de pelo menos 80% das obras nos primeiros dias da feira

Com 2.500 obras, evento vai até domingo no pavilhão da Bienal; vendas podem bater marca do ano passado, que foi de cerca de R$ 15 milhões
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SILAS MARTÍ
DA REPORTAGEM LOCAL

Podiam ser fogos de artifício o espocar das rolhas de prosecco, espécie de trilha sonora desta edição da SP Arte. "Deu uma sensação dos tempos áureos, está bombando em todos os sentidos", diz Ricardo Trevisan, da galeria Casa Triângulo, que entrou na feira com metade de suas obras já vendidas. "É um saldo azul, azulzíssimo."

Desde que abriu as portas na última quarta, a feira de arte no pavilhão da Bienal tem levado hordas de colecionadores ao Ibirapuera. Chegaram a se dividir em turnos para fazer compras nas 80 galerias representadas ali. Do primeiro para o segundo dia, Fortes Vilaça, Vermelho, Nara Roesler, Luciana Brito e Casa Triângulo já tinham esgotado pelo menos 80% das obras que levaram.

Na ressaca da abertura, galeristas correram para reabastecer seus estandes. A Fortes Vilaça mandou trazer obras da dupla Osgemeos direto do ateliê dos artistas -foram vendidas menos de duas horas depois de chegar ao pavilhão. Na Leme, uma série de Felipe Cama esgotou também na primeira noite e mandaram emoldurar mais obras às pressas.

"Vendeu tudo e colocamos edições no lugar", conta Eduardo Brandão, da Vermelho. "Por causa disso, vendemos também até o que está na galeria."

Uma obra de Julio Le Parc, vendida por 300 mil na Nara Roesler, já cedeu lugar a outra peça do artista, ainda mais cara. No mesmo estande, uma série inteira de Marcos Chaves foi comprada por R$ 425 mil. Só na abertura, a galeria avalia ter movimentado cerca de R$ 2,5 milhões -no ano passado, o faturamento total da feira, com 79 galerias, foi R$ 15 milhões.

Mas é difícil fazer as contas. Muitos valores não são declarados por medo de assaltos e sequestros e receio de fiscalização tributária, já que esse é um mercado de grande informalidade e, dependendo da origem da obra, impostos podem chegar a até 42% de seu valor.

Talvez por isso, não foram vendidas as obras mais caras da feira. "Puerto Metafísico", tela do uruguaio Joaquín Torres-García avaliada em US$ 3,5 milhões, "Tamba Tajá", obra de Maria Martins com etiqueta de R$ 1,5 milhão, "Morto", de R$ 1,1 milhão, de Portinari, e "Ruína e Charque - Porto", peça de Adriana Varejão com valor estimado em cerca de R$ 1 milhão, estão sem comprador.

Enquanto isso, obras de valor menor, como as pinturas de Mariana Palma e Eduardo Berliner, na Casa Triângulo, têm fila de espera de interessados.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Granja News já nas bancas!!

Leia o jornal GRANJA NEWS, jornal que circula na Granja Viana e região com 10 mil exemplares.
Clique aqui e veja edição completa.
Boa leitura, SV.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

cursos gratuitos na Loja Estética

Para quem conhece a Loja Estética sabe que lá o cliente encontra tudo para a mente e corpo. E para completar a loja estará oferecendo vários cursos gratuitos durante o mês de maio, para interessados em aprimorar seus conhecimentos. Veja a programação abaixo:

Dia 04 de maio: Fórum de Discussão entre Profissionais de Estética
Horário: 9h às 12h
Palestrante: Cristiano dos Santos, fundador da Loja Estética.
Programação: Debate de Assuntos Importantes como: Estratégias Para conquistar novos Clientes. - Concorrência desleal. - Aprimoramento Profissional. - Como Lidar com clientes Difíceis - Como fazer os clientes Respeitar o Horário Marcado. Networking

Informações: Fórum Para os profissionais trocarem Experiências e Fazer o seu Networking.

Dia 18 de maio: Usando o marketing para lotar a agenda de sua clínica de estética
Horário: 9h às 12h
Palestrante: Cristiano dos Santos, fundador da Loja Estética.
Programação:Estratégias Para Conquistar Novos Clientes. - Estratégias Para Manter Os Clientes Conquistados - Marketing Boca a Boca - Marketing Pessoal - Parcerias como estratégia. Usando o Marketing para Lidar com a Sazonalidade. Como usar o Marketing Para Alavancar A sua Clinica de Estética, Home Care, etc.

Informações:
Loja Estética:
Local: Rua Dr. Olavo Egidio, 274 - Santana - São Paulo - SP
Inscrições gratuitas: (11) 2959-2775
Horário: Segunda à sexta das 9h às 18h
Sábados das 9h às 14h
Assistas aos vídeos clicando aqui!
Visite a Loja Virtual
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br

"na cabeça"

Clique aqui e veja as fotos da mostra de chapéus "na cabeça", da designer Silvia Lucchi que acontece a partir de 26 de maio na A CASA museu do objeto brasileiro.
Tem que ir!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Próxima exposição é Albano Afonso, imperdível

albano afonso é a próxima exposição da casa triângulo.
“o jardim – faço nele a volta ao infinito parte 2 – a noite”
abertura: 24 de abril, sábado, das 12 às 17 horas
visitação: de 27 de abril a 22 de maio de 2010

Um dos principais artistas da atualidade, Albano Alfonso, abre no próximo dia 24 de abril, na Casa Triângulo a individual intitulada “O Jardim-Faço Nele a Volta ao Infinito Parte 2 – A Noite”, que acontece até 22 de maio..

Ao partir do conceito de jardim como representação do paraíso, o artista busca em parques e nos próprios jardins, observar e registrar como as pessoas se relacionam e interagem numa natureza idealizada.

Originária da observação à distância, as narrativas construídas tentam compreender o indivíduo e a natureza a sua frente, como numa expedição de reconhecimento. As imagens captadas pelo ato fotográfico são posteriormente catalogadas e organizadas.

Através do registro de vários aspectos da mesma cena, o artista captura no tempo/espaço aquilo que escapa aos nossos 'olhos'. Os fatos que ocorrem nos locais escolhidos como que estabelecem uma narrativa. Por fim, as imagens de desconhecidos se transformam em não lugares que reafirmam a impossibilidade destes paraísos e a domesticação das paisagens idealizadas.

Na mostra "O Jardim - Faço nele a volta ao infinito parte 02 – A Noite", Albano Afonso apresenta uma nova série de fotografias, instalações de luz e vídeos pensados para o espaço expositivo da galeria Casa Triângulo. A exposição, trata da construção do imaginário e da relação do homem com a natureza.

Albano Afonso (São Paulo, 1964) participa da mostra Fiat Lux, de 15 de abril a 04 de setembro, no MACUF-Museo de Arte Contemporáneo A Coruña/Espanha, com a presença de importantíssimos nomes tais Bruce Nauman, Christian Boltanski, Joseph Kosuth, Julio Le Park, Félix Gonzáles-Torres, Regina Silveira, entre outros. Realizou recentemente as mostras individuais O Jardim – Faço, Nele, a Volta do Infinito, Galeria Artur Fidalgo, Rio de Janeiro/Brasil (2010); A Natureza da Luz, PhotoEspaña2009, Galeria Fernando Pradilla, Madri, Espanha; O Retrato, Fotográfica Bogotá 2009 III Encuentro Internacional de Fotografia; En Faisant des Étoiles, Espace Beaujon, curadoria de Josué Mattos, Paris, França; Nave – Através do Universo, Carpe Diem, Lisboa, Portugal; Natureza-morta, Igreja de São Tiago de Óbidos, curadoria de Paulo Reis, Óbidos, Portugal e A Natureza, Galeria Graça Brandão, Lisboa, Portugal (2009). Exposições coletivas recentes: PhotoFidalga, Carpe Diem, Lisboa, Portugal; Entre Tempos, Carpe Diem, Lisboa, Portugal; XV Bienal de Cerveira, curadoria de Fátima Lambert, Cerveira, Portugal; Memorial 20 Anos Revisitado, curadoria de Angela Barbour e Fernando Calvozo, Memorial da America Latina, São Paulo, Brasil; Loosing My Religion, curadoria de Paulo Reis, Ermida Nossa Senhora da Conceição, Belém, Portugal (2009); Tangled Up In You Connecting, Coexisting, and Conceiving Identity, 21c Museum Foundation’s, Louisville, Kentucky, USA; Parangolé, Fragmentos desde los 90, Museo de Arte Contemporáneo Español, Valladolid, Espanha; Japan Brazil: Creative Art Session 2008, Kawasaki City Museum, Kawasaki, Japão; Natureza - Olhar de Artista, Museu de Arte Contemporânea, São Paulo, Brasil; IV Mostra Latino Americana Vento Sul, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil e Lumen - Intervenções Luminosas na Cidade do Rio de Janeiro, obra pública, Rio de Janeiro, Brasil (2008).

SERVIÇO:
albano afonso
o jardim – faço nele a volta ao infinito parte 2 – a noite
nº de obras:
valor: de R$6.000,00 a R$32.000,00.
abertura: 24 de abril das 12 às 17 horas
período da exposição: de 27 de abril a 22 de maio de 2010
local: casa triangulo
endereço: rua paes de araujo 77 (Itaim bibi)
tel: 11 31675621
e-mail: info@casatriangulo.com
site: http://www.casatriangulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br

Leia matérias exposição " na cabeça"

Várias notas já saíram na mídia, e vem mais por ai!
"Na cabeça" de Silvia Lucch abre dia 26 de maio.

Leia no Chics! Por Glória Kalil clicando aqui.
Para ler no Glamurama, por Joyce Pascowitch, clique aqui.
E também no Mapa das Artes. Aqui.

terça-feira, 13 de abril de 2010

"na cabeça" exposição de chapéus de silvia lucchi


A CASA museu do objeto brasileiro inaugura no dia 26 de maio, quarta-feira, uma exposição de chapéus irreverente: “Na cabeça”, uma mostra da artista e designer, Silvia Lucchi

Ao entrar no espaço expositivo, o visitante terá uma noção de como é elaborado e construído o trabalho de Silvia. As criações da designer geralmente não nascem no papel, no desenho, mas muitas vezes a partir do material, os fios que viram tramas que viram imagem. Pilotos que trazem outras idéias e mais pilotos num processo intuitivo, como uma evolução constante, onde a melhor idéia prevalece. Silvia cria chapéus compulsivamente, obsessivamente.

Na sua vida profissional Silvia Lucchi mostra um verdadeiro amor pelas peças pilotos, estas peças únicas que logo após nascer já cedem espaço para uma outra peça irmã. Provocativa, Silvia começou cedo.

O trabalho de Silvia Lucchi é conhecido no Brasil especialmente na década de 80, quando trabalhava para ZOOMP e Fiorucci onde realizou criações de peças únicas. Mas foi um convite de Paulo Borges para o Look of the Year que Silvia pode realizar chapéus em escala teatral. Há 10 anos, Lucchi mudou-se para Europa, é só agora volta para o Brasil.

Mas desde sempre Silvia demonstrava sua uma paixão pelo experimento, pela ousadia, e uma incrível obsessão pelas texturas, cores e materiais. Cada pedaço de restos de materiais caídos no chão podem servir de inspiração para novos materiais ou formas.

O começo

Silvia Lucchi estudou em diversas escolas. Passou cinco anos em Florença. Depois se mudou para Milão, para estudar moda na academia Domus, sob a direção de Gianfranco Ferré. Em 1987 completou o masters degree com uma tese sobre o busto feminino. O projeto procura transformar conceitos e idéias em produtos, e na realidade é a primeira pesquisa séria que envolve chapéus.

No Brasil realizou e apresentou 150 peças únicas de roupa na Galeria Simultânea, onde nasceu o primeiro chapéu, modelado em feltro, mimetizando o penteado masculino, ondulado e dividido de lado.

É um pouco disso tudo que o visitante irá conhecer nesta exposição.

Serviço:
“Na Cabeça” exposição de chapéus de Silvia Lucchi
Abertura: 26 de maio de 2010, às 20h
Visitação: 27 de maio a 27 de agosto de 2010
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
Rua Cunha Gago, 807 - Pinheiros -Tel. (+5511) 3814-9711
Horário: segunda a sexta - 10h às 19h
Entrada franca

Ficha Técnica:
Idealização: Renata Mellão e Marcelo Kahns
Coordenação: Marcelo Kahns
Design da Exposição: Luis Fernando Rocco
Imagem: Fernando Velázquéz
Iluminação: Lincoln Lucchi
Produção: Superlimão Stúdio
Produção executiva: Jaine Silva

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel (+5511) 4777.0234
solange.viana@uol.com.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

Aula aberta gratuita com Teresa Viana

Dia 14 de abril das 14h30 às 17h30
Inscrições abertas gratuita 

A artista plástica Teresa Viana abre seu ateliê para uma aula aberta gratuita. Será dia 14 de abril, quarta-feira, das 14h30 às 17h30. O objetivo da aula é para que o interessado conheça a dinâmica de trabalho da artista e tenha uma convivência em seu ateliê. Não é necessário ter experiência e sim disposição para aprender. Inscrições são necessárias.

Teresa Viana ministra aulas há 17 anos, onde já realizou cursos livres na FAAP, SESC- Pinheiros, Pompéia, Santana, Oficinas Oswald de Andrade, MUBE, entre outros e em seu ateliê ha mais de oito anos.

SERVIÇO:
Aula Aberta Gratuita com Teresa Viana
Quando: 14 de abril, quarta-feira, das 14h30 às 17h30 - GRÁTIS
Local: Ateliê Teresa Viana
Endereço: Rua Fidalga, 575 / casa 3 - Vila Madalena
Inscrições: tel: (11) 3034-5940 / 9525.4764
terviana@gmail.com
visite o site: http://www.teresaviana.com.br/

Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234
solange.viana@uol.com.br

Queridos leitores!!

Obrigada pela visita!!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Granja News já está nas bancas

Em sua 5ª edição, o Granja News já é sucesso absoluto na região.
Com 10 mil exemplares, o jornal circula na Granja Viana, Cotia e circuito.
Leia. Participe. Deixe sua opinião.
Veja a edição on-line. É só clicar aqui!
Boa leitura.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vânia Mignone é destaque no GUIA da FSP


VÂNIA MIGNONE Doze pinturas da artista campineira são apresentadas. Os trabalhos retratam indivíduos solitários em paisagens desoladoras e espaços domésticos fechados. Casa Triângulo - r. Pais de Araújo, 77, Itaim Bibi, região oeste, tel. 3167-5621. Ter. a sáb.: 11h às 19h. Abertura 30/3. Até 17/4. Livre. Estac. grátis (três vagas).
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solange viana notícias sc ltda
 "ONDE A ARTE É NOTÍCIA"
solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana
solangê viana

segunda-feira, 22 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

Casa Triângulo abre exposição de Vânia Mignone


Casa Triângulo apresenta: Individual de Vânia Mignone

Depois de participar da Arco'10 - Feira de Arte Contemporânea, em Madrid, Espanha, em fevereiro último, a Casa Triângulo abre seu calendário de exposições no próximo dia 27 de março, sábado. Será a primeira do ano, e Ricardo Trevisan escolheu a artista Vânia Mignone que apresenta pinturas inéditas e recentes, em grandes e médios formatos, realizadas, em sua maioria, entre 2009 e 2010. Será uma rápida passagem, somente até 17 de abril.


A beleza simples das pinturas lânguidas de Vânia Mignone é sustentada por uma doçura tingida de melancolia. As cenas recortadas revelam desejos incompletos. A artista usa grandes quantidades de cores ralas, delineadas por linhas pretas grossas. Os trabalhos retratam indivíduos solitários em paisagens desoladoras e espaços domésticos fechados. O tríptico Falar, por exemplo, é uma justaposição de espaços reclusos: o silêncio é quase palpável, e o discurso – assunto do trabalho – impossível. As composições se dão em estranhas armadilhas, incorporações oníricas dessas meditações existenciais sobre a inevitável diferença em relação ao outro, o perigo da comunicação e da ação e, no cerne de tudo, a pulsante fragilidade humana. (Frieze Yearbook, 2009/2010)

Os polípticos, em acrílica sobre MDF, construídos em dimensões múltiplas são apresentados na mostra, revelam que para a artista o que interessa é devolver à imagem alguma inadequação, algum incômodo, desnaturalizando a percepção. A referência não é a história da arte, mas um mundo saturado de imagens que não tem tempo para ver e se deixar surpreender. Suas cenas e personagens, apesar de banais e comuns, recuperam uma estranheza que sinaliza para um território fronteiriço entre o sonho e a realidade, melancolia e gravidade. A presença de palavras e números rabiscados, assim como a montagem articulada, ressalta um diálogo produtivo com a sensibilidade fragmentária e dispersiva do mundo atual.

Vânia Mignone (Campinas, 1967) participou recentemente das mostras Nova Arte Nova, CCBB/São Paulo e CCBB/Rio de Janeiro; Moving Horizons – The UBS Art Collection, National Art Museum of China/Beijing; MAM60, MAM/São Paulo; Contraditório – Panorama da Arte Brasileira/Madrid (em 2008) e MAM/São Paulo; Itaú Contemporâneo – Arte no Brasil 1981-2006, Itaú Cultural/São Paulo (em 2007) e teve suas obras apresentadas na Frieze Art Fair/Londres e Art Basel Miami Beach/Miami (em 2009).

SERVIÇO:
Individual Vânia Mignone
Número de obras: 11 obras em grandes e médios formatos
abertura: 27 de março das 12 às 17 horas
visitação: de 30 de março a 17 de abril de 2010
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: http://www.casatriângulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

sexta-feira, 5 de março de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Arte Ambiental em destaque!!

Vale a pena ver!
O jornal DESTAK publicou uma matéria de capa! O projeto "pulseira ver a árvore" de Renatinha Mellão já é sucesso absoluto.
Veja uma nota também aqui, no site "100% positivo", tudo a ver com a proposta.

Granja News já está nas bancas!

Confira a edição número 04 do GRANJA NEWS. O jornal que circula na Granja Viana e região. São 10 mil exemplares. É só acessar aqui! Boa leitura.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cenas de um Parque

Desde sábado, 06 de fevereiro, o Parque Ibirapuera recebe uma intervenção bem legal. Trata-se uma atração diferenciada para os usuários do espaço, com o objetivo de estimular a população no contato com a natureza. A novidade é resultado do trabalho da artista ambiental Renata Mellão, que selecionou sete árvores do parque para uma ação de aprendizado - as espécies receberam uma pulseira de látex com uma lente de aumento, para que o público observe o que acontece minuciosamente em cada tronco selecionado.

A escolha das espécies foi realizada em conjunto com a administração do Parque Ibirapuera e com a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, que apóiam a ação. Segundo a artista, a intervenção faz com que os visitantes enxerguem sua casca em amplas dimensões, proporcionando a contemplação da árvore em toda a sua riqueza de detalhes. “É um mundo novo. Uma descoberta. Quando olhamos a superfície de uma árvore, de perto outra dimensão aparece. O que é macro torna-se micro e vice-versa", conta Renata.













Para o diretor Administrativo do Parque Ibirapuera, Heraldo Guiaro, esse tipo de parceria é fundamental para estimular a população a ver outras coisas que acontecem no espaço. "Esse tipo de ação faz com que as pessoas tenham outra percepção, vejam as árvores de uma maneira diferente. Elas percebem que existe vida no tronco, revela-se o microcosmo, estimula a perceber o ambiente ao redor, fazendo até com que o individuo pense antes de desenhar ou marcar uma árvore, por exemplo," explica Guiaro.


As pulseiras foram desenvolvidas de modo a serem fixadas cuidadosamente com terminais de borracha que agem sob pressão poupando a árvore de qualquer possibilidade de danificá-la.

SERVIÇO:
ARTE AMBIENTAL: PULSEIRA VER A ÁRVORE
De 06 a 21 de fevereiro
Local: Parque Ibirapuera, atrás do Museu de Arte Moderna (MAM)
Assessoria de imprensa: Solange Viana - 4777.0234
solange.viana@uol.com.br

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pulseira Ver a Árvore é destaque no Portal Onne

A artista ambiental, Renata Mellão, apresenta neste sábado, 06 de fevereiro, a partir das 12h, uma intervenção no Parque Ibirapuera. Intitulada "Pulseira Ver a Árvore" está ação leva o público a observar o que acontece minuciosamente em cada tronco selecionado.

Serão sete árvores que receberão a pulseira. A escolha das espécies foi realizada em conjunto com a administração do Parque Ibirapuera e com a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, que apóiam a ação. Segundo a artista, a intervenção faz com que os visitantes enxerguem sua casca em amplas dimensões, proporcionando a contemplação da árvore em toda a sua riqueza de detalhes. “É um mundo novo. Uma descoberta. Quando olhamos a superfície de uma árvore, de perto outra dimensão aparece. O que é macro torna-se micro e vice-versa", conta Renata. Leia mais no Portal Onne, por Cesar Giobbi.

Revista Marcelina: participe

Essa é uma dica da curadora independente e docente da Faculdade Santa Marcelina, Lisette Lagnado. Vale conferir!

A revista marcelina é a publicação semestral do programa de pós-graduação em artes visuais da Faculdade Santa Marcelina (FASM). Estamos preparando os nº 4 e 5, após marcelina [antropofágica], marcelina [ficções]e marcelina [eu-você, etc.].

O objetivo dessa publicação consiste em divulgar pesquisas acadêmicas em andamento nas universidades e faculdades brasileiras, a fim de agilizar a troca de ideias e debate em todos os Estados, permitindo acolher reflexões que não têm um espaço próprio para manifestar seu ponto de vista.

Ainda que de caráter científico, marcelina publica também artigos com uma linguagem menos formal (relatos de experiências de ensino, por exemplo) e contempla atividades culturais já inseridas no circuito de consumo, preservando o espírito crítico.

A conversa dialógica com um curador já configurou uma seção fixa na qual tenta-se delinear as premisas, tarefas e estratégias de uma prática experimental em busca de um pensamento curatorial.

Outra sessão fixa publica uma arguição em destaque, como estímulo à produção de pensamento durante a defesa do mestrado que geralmente fica restrita entre paredes.

Lembre-se que somente trabalhos inéditos em território nacional serão analisados e que o rigor das citações e das fontes é indispensável para garantir a qualidade da leitura oferecida.

Para mais informações clique aqui ou para enviar artigo ou dúvidas:
Secretaria do Mestrado em Artes Visuais:
Marina Noguti: pos-graduacao@fasm.edu.br
Coordenação do Mestrado: Profª Drª Mirtes Marins de Oliveira: mirtes.oliveira@fasm.edu.br
Faculdade Santa Marcelina – Unidade Perdizes
Rua Dr. Emilio Ribas, 89
CEP 05006-020
São Paulo - SP

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Arte Ambiental no Parque Ibirapuera: embarque nesta viagem

Parque Ibirapuera recebe projeto ambiental
"Pulseira Ver A Árvore"

No próximo sábado, 06 de fevereiro, o Parque Ibirapuera contará com mais uma atração para os usuários do espaço, com o objetivo de estimular a população no contato com a natureza. A novidade é resultado do trabalho da artista ambiental Renata Mellão, que selecionou cerca de sete árvores do parque para uma ação de aprendizado - as espécies receberão uma pulseira de látex com uma lente de aumento, para que o público observe o que acontece minuciosamente em cada tronco selecionado.

A escolha das espécies foi realizada em conjunto com a administração do Parque Ibirapuera e com a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, que apóiam a ação. Segundo a artista, a intervenção faz com que os visitantes enxerguem sua casca em amplas dimensões, proporcionando a contemplação da árvore em toda a sua riqueza de detalhes. "É um mundo novo. Uma descoberta.Quando olhamos a superfície de uma árvore de perto, outra dimensão aparece. O que é macro torna-se micro e vice-versa", conta Renata.

Para o diretor Administrativo do Parque Ibirapuera, Heraldo Guiaro, esse tipo de parceria é fundamental para estimular a população a ver outras coisas que acontecem no espaço. "Esse tipo de ação faz com que as pessoas tenham outra percepção, vejam as árvores de uma maneira diferente. Elas percebem que existe vida no tronco, revela-se o microcosmo, estimula a perceber o ambiente ao redor, fazendo até com que o individuo pense antes de desenhar ou marcar uma árvore, por exemplo," explica Guiaro.

As pulseiras foram desenvolvidas de modo a serem fixadas cuidadosamente com terminais de borracha que agem sob pressão poupando a árvore de qualquer possibilidade de danificá-la.

SERVIÇO:
ARTE AMBIENTAL PULSEIRA VER A ÁRVORE
Data: 06/02/2010
Horário: A partir das 12h
Local: Parque Ibirapuera, atrás do Museu de Arte Moderna (MAM)
Assessoria de imprensa: Solange Viana - (11) 4777.0234
solange.viana@uol.com.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pintura Contemporânea com Teresa Viana

Teresa Viana realiza cursos de arte contemporânea
Início: 03 de março de 2010 – Inscrições abertas

É sempre bom começar o ano com novas possibilidades. Uma delas é estudar pintura contemporânea. Não precisa ter experiência nenhuma, só vontade. Está é a proposta do curso que a artista carioca Teresa Viana está ministrando em seu Ateliê. Com turmas iniciando em três de março, o curso acontece na Vila Madalena, São Paulo e as inscrições já estão abertas.

Com ênfase na cor, o curso tem como objetivo atrair o público iniciante em arte, estudantes, artistas jovens em processo de formação e interessados em ter maior contato com a cor na pintura contemporânea. As aulas são livres, numa dinâmica de ateliê, com orientação individual, exercícios e conversas sobre a História da Pintura.

Teresa Viana ministra aulas há 17 anos, onde já realizou cursos livres na FAAP, SESC- Pinheiros, Pompéia, Santana, Oficinas Oswald de Andrade, MUBE, entre outros e em seu ateliê ha mais de oito anos.

As aulas serão ministradas às quartas-feiras, das 10h30 às 13h30 e das 14h30 às 17h30, e das 19h às 22h. Serão 07 vagas para cada turma. Os interessados poderão fazer suas inscrições mesmo com o curso já em andamento, pois as aulas são individualizadas.

A mensalidade custa R$ 250,00, e a inscrição poderá ser feita enquanto houver vagas disponíveis.
SERVIÇO:
Curso de Pintura Contemporânea
Orientação: Teresa Viana
Quando:
1ª turma - quarta-feira, das 10:30h às 13:30h
2ª turma - quarta-feira, das 14:30h às 17:30h
3ª turma - quarta-feira, das 19:00h às 22:00h
Local: Ateliê Teresa Viana
Endereço: Rua Fidalga, 575 / casa 3 - Vila Madalena
Preço: R$ 250,00 (mensal)
www.teresaviana.com.br
Inscrições:
tel: (11) 3034-5940 / 9525.4764
terviana@gmail.com
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234
solange.viana@uol.com.br

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Jornal novo na Praça

Pois é! Depois de duas semanas corridas, enfim o jornal GRANJA NEWS está pronto e rodando pela região. Ainda estou colhendo as impressões do povo. O impresso ficou bem legal.
Caso queira, confira a 3ª edição clicando aqui. Mande sugestões!!
E espero que goste e leia!
Boa leitura, SV.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Granja News

Boa notícia!
A partir de agora sou, entre outras coisas, editora do jornal GRANJA NEWS. Um jornal mensal, com tiragem de 10 mil exemplares que circula aqui na Granja Viana e região.
Acabo de fechar o jornal inteiro sozinha. São oito páginas por enquanto, com previsão de chegar a 12.
Sugestões são bem-vindas!
Críticas também. Tudo é válido.
Aguardem o resultado.
Ótimo 2010 à todos que me seguem por aqui.
Abraços, SV.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Veja Alex Cerveny na Bolsa de Arte - RJ

Paraguai e Outras Pinturas de Alex Cerveny na Casa Triângulo

ou clique aqui para ver!

Para fechar o ano a Casa Triângulo, Itaim Bibi, São Paulo,SP, apresenta trabalhos de um único artista: Alex Cerveny, Paraguai e Outras Pinturas – com uma seleção de desenhos, pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos. Desde 2007 Cerveny não apresenta uma individual. Alex Cerveny tem uma trajetória de mais de 20 anos e uma produção sólida e dinâmica que transita entre vários suportes como escultura, gravura, pintura, aquarela, bordado e desenho. Nessa exposição "Paraguai e Outras Pinturas", temos mais uma vez a presença de um imaginário que vai do mítico ao cômico, do surreal ao esotérico, da violência ao bucólico, evidenciando a riqueza de repertório de uma artista que só se amplifica. Autodidata, Alex sempre preferiu se manter livre das amarras acadêmicas e dar vazão a um universo de influências inusitadas aversas à hierarquias sociais. Sendo assim, ciência, história da arte, televisão e religiosidade convivem sem conflitos no espaço harmônico de sua obra, seja lá qual for o suporte escolhido. Até 19 de dezembro.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Alberto Teixeira é destaque na Veja São Paulo e outros

A exposição do Alberto Teixeira na Galeria Berenice Arvani foi um sucesso! Prorrogada até 04 de dezembro, a galeria obteve alto indíce de visitação. Veja matéria publicada no Panorama Brasil. É só clicar aqui.. Essa exposição também ganhou destaque na revista Veja São Paulo e revista KAZA de novembro.

Dorazio no Panorama Brasil

É sempre bom ler os trabalhos de nossos artistas em outros sítios.
Leia e pretegie, Rosângela Dorazio em Pelas Paredes. Ela é destaque no Panorama Brasil.
Em cartaz até 30 de dezembro no Dconcept na Al. Lorena, 1257 - G1.
Leia aqui! E vá lá.

Cerveny é destaque no Vitruvius e outros

Visite a exposição: Paraguai e outras pinturas de Alex Cerveny que acontece até 19 de dezembro, na Casa Triângulo. Alguns destaques:
Leia a matéria do Vitruvius aqui!! No Arte Referência: aqui.
No  Mapa das Artes. Também no Canal Contemporâneo. E se vc quiser conhecer o artista, clique aqui.
Boa leitura.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Rosângela Dorazio no DEZ+ da Folha de São Paulo

São Paulo, domingo, 06 de dezembro de 2009

Os Dez +

Uma seleção de livros e eventos culturais indicados pelo caderno


+ Pintura
Rosângela Dorazio

A exposição da artista mineira na galeria Dconcept (tel. 0/xx/ 11/3085-5006) tem cerca de 20 obras com a descrição técnica "óleo sobre mala direta". Ao pintar sobre material impresso, Dorazio busca uma maneira de "subjetivar a propaganda", como se escrevesse um diário pictórico e uma crítica do cotidiano.
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assessoria de imprensa: solange viana
solange.viana@uol.com.br

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Rosângela Dorazio apresenta pinturas expressionistas em São Paulo

Rosângela Dorazio apresenta “PELAS PAREDES” no DConcept
Artista transforma a correspondência recebida em obra de arte


Abertura, 02 de dezembro, quarta-feira, das 18h às 22h
Visitação: de 03 a 31 de dezembro de 2009 – das 14h às 19h

A mineira Rosângela Dorazio, não apresenta uma individual na cidade desde 2005, quando participou do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo. Desta vez Dorazio faz um passeio pelas correspondências que recebe. Intitulada “Pelas Paredes”, Rosângela recria o que lhe foi jogado por debaixo da porta. Meticulosa reconstrução de uma realidade dada. Imagens que seriam meros motivos de fetiche – estampado, padronizado – ganham a cada pincelada novas formas, cores e texturas. A pintura surge como uma necessidade vital, dessacralizada sobre o papel. A individual que abre na próxima quarta-feira, 02 de dezembro, permanece até dia 31, com entrada franca.

As malas diretas adentram em nossas casas como se fossem nossas melhores amigas. Invadem sem chamado. Dizem em que investir, o que vestir, para onde ir. Fazem de conta que nos conhecem e, como as cartas que há muito deixamos de receber, se travestem de intimidade. Em vez de atirá-las contra a lata de lixo ou aceitá-las passivamente, Rosângela Dorazio presta atenção ao que recebe sem pedir. Colhe o que lhe chama atenção e nos devolve agora na forma inversa da publicidade, convidando-nos a sua intimidade, seus desejos, sua poesia.
 Não somos meros receptores, diz a artista em sua nova série. Tem alguém ali detrás da porta. Alguém que chora, que sonha, que trabalha, que dorme, que existe para além das etiquetas impressas em off-set. E é ela, com o pincel melado de tinta, roçando as mãos inquietas sobre os postais multiplicados, quem inscreve sua condição humana.

Como relatos pessoais, cenas despontam fragmentadas, sobrepondo-se aos verbos imperativos da publicidade, às ilustrações enviadas pelo correio. Peitos, braços, pernas, pés e rostos lânguidos, quase todos femininos, emergem da superfície para revelar o terreno da privacidade. Esse que a propaganda tenta surrupiar artificialmente.

Nesse jogo de recortes criativos, a artista deixa transparecer intencionalmente alguns elementos das peças publicitárias, a fim de que travem um diálogo sorrateiro com suas figuras de carne e osso. O verbo passar por cima aqui não quer dizer apagar, mas sobrepor com certa imposição artística o gestual das mãos e das tintas sem esconder alguns pontos visuais que lhe captaram a retina nos papéis impressos.

Nas palavras de Dorazio: “PELAS PAREDES é o nome que escolhi para esta série de pinturas feitas com tinta à óleo sobre papel impresso. Há muito tempo observo como meu trabalho de arte parece tímido e impotente frente à força da comunicação da publicidade. Ela está em todos os lugares: Imagens de Out Doors nas ruas, ônibus, televisão, cinema, jornais e revistas. Abusando de cores, brilho e força, contendo mensagens sempre tão seguras e imperativas. Enquanto isto, falo das minhas incapacidades, das minhas inseguranças, pequenas felicidades, que expresso para poucos que se dispõem a apreciar imagens.

Acho curioso como as malas diretas me conhecem. Elas chegam por debaixo da porta sem nenhum convite. Estes papéis maravilhosos, sedutores e brilhantes avisam o que devo ter ou fazer ou comprar para finalmente ser feliz e de preferência linda. Passei a colecionar este material inútil e lindo para me valer dele no meu trabalho. Encontro uma diversidade enorme de papéis, sem me interessar por seus nomes nem vernizes de impressão. Não encontraria esta fartura na vizinha loja de materiais artísticos. Pinto sobre este suporte, incorporando o que já me é dado. Às vezes aproveito as imagens, às vezes quase apago tudo com a pintura. O destino deste material muda.
 
Agora sou remetente desta mala direta, que torna ao mundo com outras mensagens, outras idéias, e destinada a quem se interessar a olhar”, conta a artista.

release baseado em texto de Olívia Mindêlo
Abaixo texto de Ricardo Rezende

SERVIÇO:
Rosângela Dorazio em “Pelas Paredes”
Dconcept Escritório de Arte: Alameda Lorena, 1257 G1 – Vila Flavio de Carvalho
Abertura, 02 de dezembro, quarta-feira, das 18h às 22h
Visitação: 03 a 31 de dezembro de 2009 – das 14h às 19h
http://www.dconcept.net/
info@dconcept.net
N° de obras: 20 em pequenos formatos – óleo s/ mala-direta
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel. (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

PELAS PAREDES - óleo s/mala direta A série de pinturas sobre papel apresentadas por Rosângela Dorazio nesta individual no Espaço D-Concept, não trata de uma arte engajada ou politicamente correta, embora seja uma crítica clara ao consumismo, tema contemporâneo que faz parte do nosso cotidiano, principalmente daqueles que vivem nos grandes centros urbanos. O que a artista nos mostra está mais para um experimento da linguagem pictórica.

Somos comumente bombardeados com uma quantidade enorme de imagens e informação voltadas para o consumo e que são entregues ou deixadas em nossas casas. Uma quantidade imensa de papel e gastos com postagem nesta operação de marketing. Este material habitualmente de custo elevado, é imediatamente descartado na forma de um desperdício diante de sua inutilidade. Em um gesto provocativo, quase que de irritação (algo que acomete a todos os cidadãos conscientes) ao ver sua correspondência invadida por uma quantidade cada vez maior deste tipo de propaganda e convites de toda sorte que, em sua maioria, não são solicitados, portanto, uma correspondência indesejada que a artista, poeticamente, começou a usar como matéria para seu trabalho de arte, dando-lhe um outro sentido como suporte para suas pinturas.

O que se vê sobre as imagens que este material gráfico carrega, muitas vezes são parte de seu próprio corpo observado na intimidade do seu ateliê, que dilui o que antes se via, criando uma imagem híbrida que mistura as duas linguagens, a fotografia e a pintura. O que ela nos apresenta é uma pintura expressionista de cores intensas e pinceladas fortes, que resultam em um figurativismo denso e dramático. Nada mais do que um registro poético de sua presença e passagem pelo mundo diante dos nossos conflitos existenciais.

Ricardo Rezende
Critico de Arte

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Alex Cerveny - Paraguai e Outras Pinturas


Casa Triângulo apresenta: Alex Cerveny – Paraguai e Outras Pinturas
Individual apresentada em toda a galeria
Abertura: 26 de novembro das 20h às 23h
visitação: 27 de novembro a 19 de dezembro de 2009

Para fechar o ano a Casa Triângulo apresenta trabalhos de um único artista: Alex Cerveny, Paraguai e Outras Pinturas – com uma seleção de desenhos, pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos. Abre no dia 26 de novembro, quinta-feira e segue até 19 de dezembro. Desde 2007 Cerveny não apresenta uma individual.


Alex Cerveny tem uma trajetória de mais de 20 anos e uma produção sólida e dinâmica que transita entre vários suportes como escultura, gravura, pintura, aquarela, bordado e desenho. Nessa exposição Paraguai e Outras Pinturas, temos mais uma vez a presença de um imaginário que vai do mítico ao cômico, do surreal ao esotérico, da violência ao bucólico, evidenciando a riqueza de repertório de uma artista que só se amplifica.

Autodidata, Alex sempre preferiu se manter livre das amarras acadêmicas e dar vazão a um universo de influências inusitadas aversas à hierarquias sociais. Sendo assim, ciência, história da arte, televisão e religiosidade convivem sem conflitos no espaço harmônico de sua obra, seja lá qual for o suporte escolhido.

A pintura, Paraguai, que empresta seu nome à exposição e onde, expo-graficamente, está centrada toda a mostra, nos apresenta um sonho ou um delírio, de um deserto a beira mar, com o nome do país vizinho numa revelação imaginária.

Segundo o crítico Giancarlo Hannud “estamos aqui lidando com um artista que se serve de uma linguagem que se não é propriamente arcaica, é inegavelmente arcaizante. No sistema estético Cerveniano encontramos motivos patentemente contemporâneos que nos são apresentados envoltos em um véu imemorial, em um não sei quê de secular. Nesse sistema, o que interessa são as características fundamentais; nele o contemporâneo é tratado de forma prototípica e para compreendê-lo (seria isso realmente desejável?) teríamos que nos aproximar antes da razão dos mitógrafos do que a dos sociólogos.”

É a última exposição do ano na Casa Triângulo. Venha comemorar conosco!

SERVIÇO:
Alex Cerveny – Paraguai e Outras Pinturas
desenhos e pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos
abertura: 26 de novembro, quinta-feira, das 20h às 23h
visitação: 27 de novembro a 19 de dezembro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: http://www.casatriângulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
A Casa Triângulo fecha de 20 de dezembro de 2009 a 05 de janeiro de 2010.

Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Sposati & Segall

São destaque na Agenda Cultural de Notícias do novo Portal da Rede Record, o R7. Nem bem nasceu e já é um sucesso! Confira. É só clicar aqui!

Berliner na mídia

O artista, representado pela Casa Triângulo, é notícia na revista DASARTES, clique aqui para ler a matéria.

O vernissage de Alberto Teixeira


Aconteceu na Galeria Berenice Arvani, a abertura da Mostra antológica de Alberto Teixeira. Se você ainda não viu, não deixe de ver, esta retrospectiva das obras de Alberto Teixeira, um dos fundadores do Ateliê Abstração, juntamente com Samson Flexor. Veja quem passou por lá e vá!



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Alberto Teixeira é destaque no Vitruvius

No vitruvius, você poderá ver, além de ótimas notícias, a matéria da maravilhosa e antológica exposição de Alberto Teixeira, que acontece até 27 de novembro na Galeria Berenice Arvani. Clique aqui para ler a matéria. Boa leitura.

Veja também na coluna Sonia Racy

O caderno 2 do Estado de São Paulo, na coluna Direto da Fonte, da Sonia Racy, também você poderá ver quem esteve no vernissage de Camila Sposati & Felippe Segall, na Casa Triângulo. É só clicar aqui! Em tempo as individuais simultâneas permanecem em cartaz até 21 de novembro. Vale conferir!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

The Museum of Fine Arts, Houston

Houston Com o compromisso de partilhar sua celebrada coleção Adolpho Leirner com exibições internacionais, The Museum of Fine Arts, Houston, enviará a coleção para Zurique para sua estréia na Europa, na Haus Konstruktiv, em novembro próximo, na Suíça. A coleção Leirner é a montagem de maior gabarito de arte brasileira — posterior à segunda guerra mundial — incluindo os melhores exemplares de abstração geométrica em pinturas, construções, desenhos, cartazes e materiais gráficos pelos principais artistas brasileiros, fornecendo uma visão singular na história do modernismo internacional. Ao adquirir a coleção completa, em 2007, o MFAH organizou “Dimensões da Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner”, uma inovadora e abrangente exposição do acervo. Após uma bem sucedida exibição americana, o MFAH enviará a exposição para a Haus Konstruktiv a partir de 19 de novembro de 2009 até 21 de fevereiro de 2010, onde a coleção será instalada sob a direção da diretora da Haus Konstruktiv, Dorothea Strauss.

A Coleção Leirner representa um capítulo vital do modernismo que, de modo geral, tem estado historicamente indisponível para apresentações internacionais e para estudiosos,” disse o diretor do MFAH, Dr. Peter C. Marzio. “Quando nós adquirimos essa coleção tão exclusiva, em 2007, assumimos o compromisso de compartilhar essas obras com diversos museus. Ficamos muito felizes em colaborar com a Haus Konstruktiv para introduzir a coleção ao público suíço, no país de nascimento de Max Bill e outros artistas concretos cujo trabalho e idéias estiveram intimamente ligados aos vanguardistas no Brasil.”

Concebida por Mari Carmen Ramírez, a curadora Wortham de arte latino-americana no MFAH, “Dimensões de Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner” traçou o desenvolvimento da arte construtiva brasileira desde os primeiros experimentos em abstração geométrica feitos por Cícero Dias (1907-2003), além do influente professor Samson Flexor (1907-1971), através dos mais inovadores artistas e grupos da vanguarda dos anos 50: O grupo ruptura em São Paulo, e Grupo Frente no Rio de Janeiro. Os artistas representados na coleção incluem Waldemar Cordeiro (1925-1973), Mauricio Nogueira Lima, os irmãos César (1939-) e Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1929-2004). O movimento neo-concreto é explorado, também, através de obras de Lygia Clark (1920-1988), sem deixar de focalizar os artistas independentes — Alfredo Volpi (1896-1988), Mira Schendel (1919-1988), e Sergio Camargo (1930-1990), entre outros.

A dita apresentação é um grande marco no compromisso ao longo prazo do MFAH em partilhar a coleção com diversos públicos internacionais. Algumas obras avulsas têm sido apresentadas ocasionalmente na Europa, mas, em novembro próximo, será a primeira vez em que a coleção completa se apresentará fora do Brasil ou dos Estados Unidos. A Haus Konstruktiv é o lar da Fundação para Arte Construtiva e Concreta, que é a única instituição museológica e uma das primeiras na Europa a promover a arte e o design construtivo, concreto e conceitual.

O Colecionador

Filho de imigrantes judeus poloneses que chegaram ao Brasil nos anos 30, Adolpho Leirner nasceu em 1935 na cidade de São Paulo. Em 1953, ele foi para a Inglaterra para estudar engenharia têxtil e design. Durante os quatro anos de sua estadia, lá, ele teve contato com o legado dos movimentos construtivistas internacionais da primeira metade do século XX. De imediato, ele desenvolveu uma paixão por arquitetura e pelo design. Quando retornou ao Brasil, em final dos anos 50, Leirner focou sua atenção em artes decorativas e arte contemporânea brasileira. Em 1961, ele comprou a primeira obra que mais tarde constituiria sua coleção exclusiva: Em vermelho (1958) do artista Milton Dacosta (1915-1988). Naturalmente atraído para o construtivismo brasileiro, ele notou seu desaparecimento da atenção do público nos anos 60, com o surgimento de novas tendências figurativas como o florescimento da Arte Pop. Naquele momento, Leirner decidiu concentrar seus esforços de coleção em abstrações geométricas brasileiras. Basicamente através de seu contato direto com artistas e influentes comerciantes, ele conseguiu juntar sistematicamente trabalhos desses principais movimentos em seu país.

Coleções do MFAH

Fundado em 1900, The Museum of Fine Arts, Houston, é o maior museu dos Estados Unidos. (Ao sul de Chicago, ao oeste de Washington, D.C., e ao leste de Los Angeles). A coleção enciclopédica do MFAH conta mais de 57.000 peças e inclui arte deste a antiguidade até o presente. São mostrados os melhores exemplares de trabalhos artísticos das principais civilizações da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul, e África. Pinturas renascentistas italianas, obras impressionistas francesas, fotografia, arte decorativa americana e européia, ouro africano e pré-colombiano, arte americana e européia, além de pinturas e esculturas americanas do pós-1945, fazem parte de suas principais obras. Recentes aquisições para as coleções incluem Rembrandt van Rijn’s “Portrait of a Young Woman” [Retrato de uma jovem mulher] (1633), a Coleção Heiting de Fotografia, um conjunto pictórico chave de Gerhard Richter, um grupo de importantes obras de Jasper Johns, uma rara peça de bronze helênica do século II, Cabeça de Poseidon / Antígonos Doson, notáveis telas dos pintores do século XIX, Gustave Courbet e J.M.W. Turner, trabalhos seletos de artistas latino-americanos do séculos XX e XXI, além da mencionada Coleção Adolpho Leirner de Arte Construtiva Brasileira.

Informações no Brasil: Solange Viana – solange.viana@uol.com.br

Vernissage Casa Triângulo no Glamurama

Foi um sucesso! Em pleno feriado vários artistas e amigos, passaram no vernissage das exposições simultâneas de Camila Sposati & Felippe Segall.
Clique aqui para ver quem esteve lá.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Camila Sposati e Felippe Segall na Casa Triângulo


Camila Sposati em Nucleação – térreo (foto acima)
Felippe Segall em Arquitetura da Memória - mezanino
abertura: 31 de outubro das 12h às 17h - convidados
visitação: de 03 a 21 de novembro de 2009

Camila Sposati e Felippe Segall serão os próximos artistas a se apresentarem na Casa Triângulo. Com abertura em 31 de outubro, sábado, as individuais simultâneas, acontecem até 21 de novembro, com entrada franca.

No espaço térreo, Camila Sposati, apresenta fotos, desenhos e uma retro-projeção em sua primeira exposição individual na Casa Triângulo, intitulada Nucleação, processo de desenvolvimento de camadas de cristais, relacionando assim as áreas de geologia, mineralogia e química com as artes plásticas.

Em Nucleação, parte da pesquisa sobre crescimento de cristais feita no departamento de química da University College of London e na Loughborough University, Camila Sposati apresenta desenhos que são esculpidos ou descamados: uma série feita em blocos de 50 folhas de papel, compõe uma forma completa do desenho. Assim como no cristal, o desenho cresce em sobreposições que vemos, não pela transparência, mas sim pela "descamação" dessas folhas de papel, que, num princípio geológico-artístico, remove estas camadas para revelar a imagem abstrata final.

As fotografias da série Cristais Psicodélicos de 2009, aproximam-se de experimentos hedonísticos dos anos sessenta e da contra cultura. E na série Giza, também de 2009, remetem - mesmo que só visualmente - a aspectos arcaicos das origens das civilizações.

Na retro-projeção dos cristais, podemos apreciar o processo que a artista desenvolveu com o mineral e suas camadas de crescimento, como um cientista.

Camila Sposati é mestre em Artes Visuais pela Goldsmiths College em Londres. Realiza sua primeira individual na galeria Casa Triangulo. Recentemente recebeu o prêmio no meio de carreira no 8º Premio de Arte Sergio Motta de Arte e Tecnologia e está na 7º Bienal do MERCOSUL em Porto Alegre na curadoria de Artur Lescher.


Já Felippe Segall (foto acima) apresenta no mezanino da Casa Triângulo, uma série de fotos na sua primeira exposição individual, chamada de Arquitetura da Memória.

Nesta série de fotos Felippe Segall estabelece diálogos espaciais onde acontecem oposições, contraposições, diferenças. Esse diálogo se apresenta entrecortado, selecionado e sobreposto, evidenciando assim, os registros de tempos diferentes acontecidos num mesmo espaço, vistos num distanciamento de cliques da câmera, se assemelhando assim, aos mecanismos de nossa memória.

O desejo de lembrar está presente, na tentativa de fazer do ato fotográfico um ponto de partida adotado como parte da impossibilidade de representação de certas vivências associadas ao espaço familiar, problematizando-as enquanto fundadoras de identidade.

É importante saber que estas fotos foram feitas durante a desmontagem do apartamento em que cresceu, após a morte de seu pai, importa também notar que a imagem do apartamento vazio não é apresentada como mera metáfora de um vazio emocional provocado pela perda. É antes a representação de um espaço interior de formação, que inclui a condição imagética da fotografia, mas que não deixa de fora a especificidade do espaço como lugar de experiência.

Geometria de massas, grafismo e contraste são imbuídos de uma carga emocional. A articulação de contraposições desdobram-se em pares tensos entre corpo e espaço, positivo e negativo, ajustando estes opostos e abrindo espaço para a memória, que vai retomando terreno, deixando seus rastros pelos cômodos do espaço que está prestes a desaparecer. Enquanto um plano se ilumina para produzir registro, um outro se escurece e volta a constituir memória. E é esta alternância que potencializa os dois opostos.

Deste movimento econômico nasce às imagens expostas agora na galeria Casa Triângulo. Situam-se entre um cinema do mínimo e uma fotografia desdobrada, mas realizam-se, para além deste interstício, como uma arquitetura da memória.

SERVIÇO:
Camila Sposati & Felippe Segall
abertura: 31 de outubro das 12h às 17h
visitação: de 03 a 21 de novembro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: www.casatriângulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Assista matéria do Pazé

É na TV Cultura. É no meu programa/revista preferido: o METROPOLIS!
Pazé acaba a exposição hoje, na Triângulo arrasando, bem para quem não viu e mesmo para quem viu e quer rever é só clicar aqui!
Bom programa.

Tem brasileiro na Coleção da Saatchi


Eduardo Berliner, artista representado pela Casa Triângulo, agora faz parte da Coleção de Charles Saatchi.

A sétima edição da Frieze Art Fair, que aconteceu de 15 a 18 deste mês, em Londres, foi um sucesso para os brasileiros, em especial para a Casa Triângulo de Ricardo Trevisan, que conseguiu um fato inédito: Eduardo Berliner é o primeiro artista brasileiro a fazer parte da coleção de Charles Saatchi - famoso colecionador britânico.

Ricardo Trevisan comemorou a conquista: "Vendemos hoje três trabalhos para a galeria Saatchi. Eduardo Berliner vai ser o primeiro artista brasileiro a fazer parte da coleção de Charles Saatchi", conta.

As obras de Berliner são, segundo Daniela Labra, em texto sobre o artista: “Anestesiados pelas já banais imagens sangrentas que circulam nos veículos de comunicação, nossos sentidos, diante das pinturas de Eduardo Berliner sucumbem a uma armadilha de desconforto e se crispam em reação imediata. Longe do mecanismo midiático espetacular, seus trabalhos conseguem nos causar reações como surpresa, estupor e incômodo. Construídas com fragmentos narrativos e retalhos imagéticos do arquivo do autor, as obras nos oferecem cenas indecifráveis que roçam o grotesco e o violento, deixando-nos um sabor angustiado diante de pedaços de estórias cujos personagens são detectados, mas não são reconhecidos em sua integridade”, diz.

EDUARDO BERLINER, nasceu no Rio de Janeiro em 1978, onde mora e trabalha. É formado em Desenho Industrial / Comunicação Visual na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/Brasil e estudou Mestrado em Tipografia na University of Reading, Reading/Reino Unido.

O trabalho de Berliner tem tido projeção nacional e internacional desde que ganhou o Prêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça, cuja intinerância levará suas pinturas a diferentes cidades do Brasil. Sua primeira exposição coletiva aconteceu em 2001 e sua primeira exposição individual, em 2005.

Entre as coleções públicas que adquiriram o trabalho de Eduardo Berliner estão Coleção Gilberto Chateaubriand/Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro-MAM/Brasil, Blake Collection, Nova Iorque/EUA, T. Decker Collection, Phoenix, Arizona/EUA e agora a Coleção Saatchi, Londres/Reino Unido. Atualmente Eduardo Berliner é um dos professores do Programa de Arte Dynamic Encounters – International Art Workshops, organizado pelo Professor Charles Watson.

foto acima: Eduardo Berliner - Mulher com cachorro , 2009
óleo sobre tela - ed única -200 x 150 cm

Assessoria de imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br

terça-feira, 13 de outubro de 2009

crítica de Jorge Coli no Mais! Folha de São Paulo


A exposição do Pazé na Casa Triângulo acaba dia 17/10, no próximo sábado. Leia a belíssima crítica de Jorge Coli para o caderno Mais de domingo.
É só clikar aqui!
Boa Leitura.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Alberto Teixeira é a próxima exposição


GALERIA BERENICE ARVANI apresenta: ALBERTO TEIXEIRA

abertura: 27 de outubro, terça-feira, às 19h - convidados, você!!
visitação: de 28 de outubro a 27 de novembro de 2009

Alberto Teixeira é a próxima exposição que abre no dia 27 de outubro, terça-feira, na Galeria Berenice Arvani. Uma mostra antológica com obras dos anos 50 aos anos recentes e fica em cartaz até 27 de novembro. Serão apresentadas 40 obras: cerca de 20 em papel dos anos 50 em pequenos formatos - todas abstratas geométricas, e 20 das décadas de 60 a 2000, essas em grandes formatos - abstratas líricas informais, com curadoria do jornalista e crítico de arte, Celso Fioravante.

Teixeira participou ativamente do Atelier Abstração, primeiro grupo de artistas do Brasil a adotar a linguagem abstrata geométrica e que era conduzido por Samson Flexor, que se tornou seu amigo. Teixeira volta agora à Galeria Berenice Arvani, 60 anos depois de sua estréia nas artes, ainda em Portugal, e 50 anos depois de sua primeira mostra individual, já em São Paulo.


Teixeira possui um trabalho que se caracteriza por uma busca interior. Assim, o artista escolheu o desenho e a pintura, pois estas linguagens lhe serviam como registro psicológico. Ao refletir sobre a arte, disse o artista: “A arte, como a vida, é um caminhar para um mar desconhecido, um mar de surpresas, de deslumbramentos e de perigos. Desse mar desconhecido ilumina ou desvenda o artista pedaços, pois o artista é um iluminador, um desvendador. Ele traz à luz o que estava na obscuridade, torna conhecido o que era desconhecido do imenso desconhecido real que nunca é totalmente desvendado. A arte representa uma das facetas da luta para desvendá-lo e, por isso, é multiforme e em incessante evolução, em sempre renovados esforços para apreender a sua fugidia e complexa verdade, uma verdade que não está e não está nas aparências e que diz respeito a algo que é ao mesmo tempo visível e invisível, material e espiritual”

Naturalizado brasileiro nasceu em Portugal, em São João do Estoril, em 1925. Estudou na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, de 1947 a 1950. Nesta época, sua obra era figurativa, fauvista e expressionista. Mudou-se para São Paulo em 1950, após uma viagem pela Espanha e França, vivendo nesta cidade até 1973, quando se transferiu para Campinas (SP). Participou do Atelier Abstração entre 1953 e 1956, participando de mostras coletivas do grupo. Na época, influenciado por Samson Flexor, seu mestre e amigo, se tornou abstracionista geométrico. Entre 1956 e 1958, viveu na Europa, onde teve contato com o abstracionismo lírico que, segundo Teixeira, correspondia mais à sua índole de artista, e que iria marcar todo o seu trabalho posterior.

No início dos anos setenta se dedicou ao ensino, em diversas instituições, e aos estudos teóricos. Voltou a produzir nos últimos anos desta década, com alguns desenhos a lápis sobre folhas de jornal, unindo seu mundo interior à realidade histórica das notícias. Ao mesmo tempo, fazia desenhos mesclando o bico de pena à aquarela. Esta fase possui, segundo Mário Schenberg, a musicalidade de seu período abstrato geométrico, ao mesmo tempo em que mantém o mistério cósmico de suas obras abstratas expressionistas.

O artista participou das II, III, V, VII e VIII Bienais de São Paulo, e recebeu o 1º Prêmio Esso de Pintura, e o 2º Prêmio Leirner de Pintura.

SERVIÇO:
ALBERTO TEIXEIRA
abertura: 27 de outubro, terça-feira, às 19h
visitação: de 28 de outubro a 27 de novembro de 2009
ocal: galeria berenice arvani
rua oscar freire, 540 (jardins) / são paulo/sp
tels: 11 3088.2843 /3082.1927
galeria@galeriaberenicearvani.com
http://www.galeriaberenicearvani.com/
funcionamento: de segunda a sexta das 10h às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Vernissage do Pazé

Veja quem passou pelo vernissage do PAZÉ, em A Coleção, que fica até 17 de outubro na Casa Triângulo.
É só clicar aqui!!

Pazé é destaque no Caderno 2 de hoje!

Leia hoje no ESTADO DE SÃO PAULO, caderno 2, matéria realizada por Maria Hirszman.
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