quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A CASA é destaque no Blog da Mona Dorf
A exposição de obras de Louça morena do povoado de Poxica, uma das mais importantes regiões brasileiras de tradição popular na produção e comercialização de louças de barro, localizada no município de Itabaianinha, em Sergipe, que fica até 18 de março na A CASA museu do objeto brasileiro, é destaque no Blog da Mona Dorf, no Ig.
É só clicar aqui para ler a matéria.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Veja quem foi ao vernissage
Exposição "outras perspectivas"
Em dia ensolarado, ao som do badalado DJ Felipe Venâncio, a TexPrima brindou seus convidados com um brunch delicioso e muito prosseco!
Veja quem passsou por lá.
Em dia ensolarado, ao som do badalado DJ Felipe Venâncio, a TexPrima brindou seus convidados com um brunch delicioso e muito prosseco!
Veja quem passsou por lá.
Fotos Juan Guerra
Os artistas e suas obras especialmente realizadas para o espaço da fábrica
Fernando Limberger
Rosângela Dorazio
detalhe obra de Estela Sokol
A exposição segue até 27 de fevereiro no Espaço TexPrima - Rua Carandai, 597 - Casa Verde - de seg a sexta das 10h às 18h - domingos das 10h às 16h - Entrada Franca
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Eólices - experimento de Renata Mellão
Acontece no Parque Ibirapuera, próximo ao Portão 07, até meados de março/2011.
Visite. Eólices - experimento ambiental criado por Renata Mellão
Marta Machado em entrevista ao Zoom
"Tudo o que vc gostaria de saber sobre comercialização..." e-book realizado pela produtora Marta Machado é destaque no Programa Zoom da TV Cultura. É só clicar aqui para assistir a matéria.
Exposição "Outras Perspectivas" em festa
TexPrima, empresa que atua na área têxtil há mais de 20 anos, hoje considerada uma das melhores opções no ramo de tecidos, agregando trabalho de criação e pesquisa de tendências no segmento da moda, realiza festa/vernissage da exposição OUTRAS PERSPECTIVAS.
Será no domingo, 30/01, das 11h às 15h, um brunch com o DJ Felipe Venâncio. Venha participar.
Confirmações com Solange Viana - solange.viana@uol.com.br ou pelo tel (11) 4777.0234.
Outras Perspectivas é uma exposição coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio. A curadoria é de Teresa Berlinck.
Vale conferir! É grátis. Até 27 de fevereiro de 2011. Rua Carandaí, 597. Casa Verde.
Será no domingo, 30/01, das 11h às 15h, um brunch com o DJ Felipe Venâncio. Venha participar.
Confirmações com Solange Viana - solange.viana@uol.com.br ou pelo tel (11) 4777.0234.
Outras Perspectivas é uma exposição coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio. A curadoria é de Teresa Berlinck.
Vale conferir! É grátis. Até 27 de fevereiro de 2011. Rua Carandaí, 597. Casa Verde.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Saiu no ClubeOnline
Muito legal a exposição "outras perspectivas" ter saído no CLUBE ONLINE, dirigido pela competente Laís Prado, é um dos sites mais visitados e comentados no meio da comunicação & marketing.
Vale conferir é só clicar aqui!
Vale conferir é só clicar aqui!
Leia tb no Diário do Grande ABC
"Outras Perspectivas" saiu no DIÁRIO DO GRANDE ABC, principal jornal que circula no ABC Paulista. Saiu em 09/01/11, domingo, dia de maior circulação do jornal.
Leia aqui!
Leia aqui!
"Outras Perspectivas" é destaque no Arte Ref
Exposição Coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio com curadoria de Teresa Berlinck. aqui!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Outras Perspectivas: exposição coletiva
TexPrima apresenta:
O QUE CADA ARTISTA IRÁ APRESENTAR
TexPrima: atua na área têxtil há mais de 20 anos, é hoje considerada uma das melhores opções no ramo de tecidos, agregando um grande trabalho de criação e pesquisa de tendências no segmento da moda.
release elaborado a partir de texto de Teresa Berlinck / Curadora.
SERVIÇO:
Exposição: Outras Perspectivas com os artistas Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio
Data: de 11 de janeiro a 27 de fevereiro de 2011
Endereço: Rua Candarai, 589 – Casa Verde
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, exceto aos sábados.
Curadoria: Teresa Berlinck
Realização e Produção: Calina Projetos Culturais e Sociais
Arquitetura e Montagem: NA1 Arquitetura
Projeto: TexPrima
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 - solange.viana@uol.com.br ou solangeviana80@gmail.com
Mais notícias no Blog: http://solangeviana.blogspot.com/
Outras Perspectivas, exposição coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio, curadoria de Teresa Berlinck
Visitação: de 12 de janeiro a 27 de fevereiro de 2011
A exposição Outras Perspectivas surgiu do desejo de articular sentidos e destacar algumas relações entre arte contemporânea e tendências da moda. Os artistas Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio foram convidados a elaborar trabalhos para representar um conjunto de aspirações atuais. As obras apresentadas destacam diferentes aspectos do discurso contemporâneo: espaços da cor, implantação de jardins, fotografia em colagem digital, redesenho da paisagem, relatos do cotidiano, fragmentos da memória. Essa iniciativa é da TexPrima, que pretende realizar ao menos duas exposições ao ano, fomentando assim, um espaço expositivo fora do circuito comercial.
Planejar um ambiente com obras de arte implantadas ao ar livre e organizadas num percurso de diferentes percepções, inevitavelmente evoca a idéia da construção do jardim. Paisagem fabricada pela vontade humana, o jardim sugere a oposição entre cultura e natureza selvagem. Símbolo do paraíso terrestre e do paraíso celeste, o jardim também é sonho e representação do mundo.
O arquiteto Nahum H. Levin iniciou a ocupação do terreno sede da mostra pelo traçado de um circuito. Definido por uma passarela que atravessa tubos de concreto, esse desenho sugere a noção de fluidez e propõe pontos de vista, perspectivas e pontos de fuga ao observador.
A interferência dos artistas converteu os tubos, previamente destinados a abrigar as obras, em ferramenta de transformação do espaço, potencializando sentidos e revelando significados singulares para o redesenho desse quintal urbano.
Como resultado desse processo, formas distintas de perceber e de estar no mundo se revelaram nos trabalhos e na ocupação do ambiente. Ao longo do canteiro de proposições e questionamentos, algo se anuncia sempre mais adiante. E essa experiência não é só fruto do trabalho dos artistas, do arquiteto ou do público visitante, mas de todos e de cada um, configurando uma atualidade na busca de outras perspectivas.
O QUE CADA ARTISTA IRÁ APRESENTAR
O trabalho de Estela Sokol reproduz a experiência de percepção da cor. Sua prática lembra e ensina que vemos as cores por meio do reflexo da luz. A artista combina materiais sólidos pintados e a reverberação de sua cor luz nas superfícies, para construir objetos e instalações. Tons luminosos, aplicados em áreas ocultas aos olhos do observador, são emitidos no ambiente para completar a conformação do espaço ocupado pelas peças. Ao eleger tonalidades quentes como vermelhos, laranjas e amarelos, Estela promove a reflexão das cores em efeito luminoso que chama de fervilhamento. Em Aurora, Sokol converte a maneira de usar os dutos de concreto que compõem a exposição. A artista tomba, empilha e pinta de branco os módulos que formam o tubo, transformando o túnel de passagem em cilindro que se projeta verticalmente. A cor luz, característica do trabalho da artista, é revelada ao observador refletida na parede interna da forma circular. E esse alaranjado que fervilha na superfície da peça atenua o sentido monolítico da estrutura, diluindo seu contorno, subtraindo seu peso. Ao pulsar, clara, a escultura cintila como a luz da alvorada que anuncia o dia: dissolve formas e dá lugar à experiência.
Em seu processo artístico, Fernando Limberger amplia o sentido e a percepção do ambiente articulando formas geométricas, jogos cromáticos e a incorporação do espaço tridimensional como ferramenta de trabalho. Essa prática aproxima suas intervenções das bases da arte abstrata internacional e das experiências de Hélio Oiticica, atualizando procedimentos e meios dessa tradição artística. Círculo do amor é um jardim composto de areia tingida de cor-de-rosa e cactos redondos, conhecidos como cacto-bola. O círculo de areia implantado no terreno de cascalho, entremeado de cactos verdes, evoca a simplicidade precisa e calculada do jardim japonês tradicional. Entretanto, a explosão de contrastes sugerida pelo trabalho converte o que poderia ser uma experiência contemplativa e interiorizada em piscadela de ironia pop, um respiro para além das disciplinas do silêncio. Na alegria do verde e rosa, esse jardim, que como todo jardim é também um símbolo do paraíso terrestre, rasga a fantasia e cai no samba. E o círculo rosado de Limberger abraça e acolhe pequenas famílias de pompons verdes, celebrando a união e a alegria do amor. Só que as graciosas bolotas são também espinhudas. Como no amor, o contato pode machucar.
No trabalho de Julia Kater o céu representa o tempo, a não permanência, a possibilidade de mudança. Inicialmente, a artista fotografa lugares e paisagens que fazem parte de seu passado e de suas lembranças. As fotografias, ampliadas em papel, são então submetidas a cortes de tesoura e estilete. Dessas incisões surgem manchas azuis, trechos do céu/tempo invadindo a realidade documentada. Em forma de gotas, o azul se transforma em líquido e tenciona a imagem até transbordar. Transbordar e vazar, invadindo a cena para revelar uma outra realidade, antes oculta pela camada aparente. Mas a imagem que resulta da sobreposição desse estrato oculto ─ agora sobre a superfície da foto ─ não se completa. O céu escorrido anula o sentido documental do registro e, ao dissipar essa realidade, introduz um prenúncio de transformação. O azul derramado manifesta sua força, anunciando sentimentos que reverberam por trás das emoções.
A fotografia é o ponto de partida da prática de Laura Gorski. Nas imagens captadas por sua câmera, a artista procura espaços vazios e neles as formas geradas pela ausência de matéria. Esses vazios são então preenchidos com tinta preta e o desenho da paisagem é formado pelo fundo, o branco não pintado do suporte. Deslocadas de seu contexto original e aplicadas em muros e paredes, as paisagens resultantes desse processo reinventam o local em que são instaladas. Para a artista, desenhar na parede é devolver as imagens ao mundo em uma nova relação contextual, trabalhando com variações de escala e inversões de ponto de vista, e sugerindo conexões possíveis entre elementos reais e inventados. Palmeira azul integra a experiência atual da artista de construir imagens pela sobreposição de camadas. Nesse trabalho, silhuetas de palmas foram estampadas em tecido translúcido por meio de impressão digital. A imagem surge então em várias tonalidades de preto, resultado das velaturas originadas pela soma das camadas de tecido. E a leve folhagem gráfica balança oriental, movida pela brisa que sopra para lembrar o haikai do poeta curitibano.
O trabalho de Rosângela Dorazio parte da rememoração. A artista seleciona lembranças do dia a dia e submete-as a processos de fragmentação e desgaste, em meios como gravura, fotografia, vídeo e instalação. Ao alterar seu repertório de mitos íntimos e familiares por meio dessas intervenções, Dorazio configura uma realidade na qual falso e verdadeiro são alternativas paralelas. Se o mundo é real, a realidade não é aquela que cada um constrói para si? Na obra Eu vejo e me lembro: não vi nem tava lá o projeto arquitetônico da mostra é alterado pela artista, que interrompe o percurso do visitante. Duas caixas dispostas no interior de um tubo impedem a passagem e obrigam a uma pausa, quase um contratempo. Dentro das caixas, um presente: cartazes de lambe-lambe em xilogravuras sobre papel rosa. Gravados na nova realidade criada pela artista, esses fragmentos de lembranças convidam o observador a partilhar do exercício de rememoração. Mas ao levantar os olhos dessa pausa, vemos as mesmas imagens que temos nas mãos cobrindo o muro do espaço expositivo. Em obsessiva repetição, elas perdem o sentido de intimidade que guardavam no interior das caixas. E o que antes parecia reservado e particular, torna-se público e universal.
TexPrima: atua na área têxtil há mais de 20 anos, é hoje considerada uma das melhores opções no ramo de tecidos, agregando um grande trabalho de criação e pesquisa de tendências no segmento da moda.
release elaborado a partir de texto de Teresa Berlinck / Curadora.
SERVIÇO:
Exposição: Outras Perspectivas com os artistas Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio
Data: de 11 de janeiro a 27 de fevereiro de 2011
Endereço: Rua Candarai, 589 – Casa Verde
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, exceto aos sábados.
Curadoria: Teresa Berlinck
Realização e Produção: Calina Projetos Culturais e Sociais
Arquitetura e Montagem: NA1 Arquitetura
Projeto: TexPrima
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 - solange.viana@uol.com.br ou solangeviana80@gmail.com
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Agradecimentos
Caros parceiros, amigos e clientes,
2010 foi um ano de muitas lutas e conquistas!
Vamos continuar trabalhando para que nossos desejos sejam alcançados. A Solange Viana Notícias SC Ltda agradece as parcerias realizadas e deseja à todos um Natal com muita paz, carinho e amor e que 2011 seja repleto de excelentes notícias, com muita arte!
Forte abraço, Solange Viana
dez/2011
2010 foi um ano de muitas lutas e conquistas!
Vamos continuar trabalhando para que nossos desejos sejam alcançados. A Solange Viana Notícias SC Ltda agradece as parcerias realizadas e deseja à todos um Natal com muita paz, carinho e amor e que 2011 seja repleto de excelentes notícias, com muita arte!
Forte abraço, Solange Viana
dez/2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
A CASA museu do objeto brasileiro na Monica Bergamo
Leia hoje na coluna MONICA BERGAMO - da Folhade São Paulo:
CURTO-CIRCUITO
- O museu A Casa, de Pinheiros, dedicado ao design, fará até março exposição e venda de louça morena do povoado de Poxica (Sergipe).
CURTO-CIRCUITO
- O museu A Casa, de Pinheiros, dedicado ao design, fará até março exposição e venda de louça morena do povoado de Poxica (Sergipe).
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Leia na Revista Fashion
Louça de Barro de Poxica, que acontece na A CASA museu do objeto brasileiro, é destaque na Revista Fashion, é só clicar aqui para ler/ver a matéria.
Abre quinta-feira, 16/12, a partir das 19h30.
Abre quinta-feira, 16/12, a partir das 19h30.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Ibirapuera recebe experimento ambiental
Intervenção de Renata Mellão no Parque Ibirapuera
Início: 05 de dezembro de 2010 até de 2011
Renata Mellão realiza a partir de 05 de dezembro, uma intervenção no Parque do Ibirapuera. Trata-se de um experimento ambiental, onde um seguimento de 500 varas de bambu formam uma eólice instalada no Parque da Paz (portão 07).
“Este experimento eu já venho trabalhando desde 2005, em outros lugares, agora ele chega ao espaço público mais amplo, onde maior número de pessoas terá acesso à experimentação. É uma alegria ver as eólices neste contexto”, conta entusiasmada Renata Mellão.
Para o Diretor do Parque Ibirapuera, Heraldo Guiaro, esse tipo de intervenção é fundamental para estimular a população a ver outras coisas que acontecem no parque. “Esse tipo de ação faz com que as pessoas tenham outra percepção do Parque”, conta Heraldo.
A ação acontece até meados de janeiro, no Parque do Ibirapuera. O projeto teve apoio da administração da Secretaria Municipal do Verde e Meio.
SERVIÇO:
Eólices Experimento Ambiental
A partir de 05 de dezembro de 2010 (exposição por tempo indeterminado)
No Parque Ibirapuera - próximo a Praça da Paz. (portão 07)
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 - solange.viana@uol.com.br
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Projetos de Arte Ambiental realizados por Renata Mellão
PROJETO VER A ÁRVORE - 2010
PROJETO EOLICES - 2005
PROJETO CALÇAMENTO BRIGADEIRO - 1990
PROJETO INSTALAÇÃO VAGA-LUME - 1989
PROJETO CONSTELAÇÃO - 1987
PROJETO CORREDOR ARCO-ÍRIS - 1986
PROJETO TULIPAS FORTALEZA - 1986
PROJETO TULIPAS MARGINAL PINHEIROS - 1986
PROJETO CRUZAMENTOS - 1985
PROJETO TEIAS COLORIDAS - 1985
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
de 12 a 19 de dezembro das 10h às 20h
Mais de duzentos acessórios exclusivos, esculturas, luminárias e sapatos customizados (em parceria com a marca Lasso) estarão à venda no Ateliê de Paulo Bordhin. É uma ótima oportunidade de conhecer o trabalho deste artista que vem fazendo grande sucesso com seus objetos trabalhados com alumínio e tratados em diversas cores e pedras brasileiras e cristais austríacos.
Bordhin realiza seus acessórios como se fossem verdadeiras obras de arte. Acaba de fazer o cenário para o Prêmio Trip Transformadores (foto acima), e não pára por ai. Seus acessórios fazem tremendo sucesso e estarão a disposição de descolados a partir do próximo domingo, 12, até dia 19 de dezembro com preços especiais de final de ano.
São colares, anéis, pulseiras, braceletes, enfim, uma variedade de deixar qualquer um encantado com suas obras. Vale conferir!
SERVIÇO:
Atelier aberto do artista Paulo Bordhin
De 12 a 19 de dezembro, das 10 às 20hs
Rua Oscar Caravelas, 180 (altura do nº 1800 da Rua Heitor Penteado)
tel (11) 2615 2707 - Aceita cartão Cielo
http://www.paulobordhin.com.br/
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel(11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
Paulo Bordhin é um artista múltiplo , escultor, designer de jóias, instrumentista e compositor. É também ator de teatro, cinema e TV. Em São Paulo, participou de vinte montagens teatrais, 150 filmes publicitários, quatro telenovelas e dois longas-metragens. A sua próxima exposição no início de 2011 será a reedição de ENTREATO, que excursionará por 50 unidades do SESI, durante cinco anos. Esta mostra reúne esculturas em arame de alumínio, além de adereços, cabeças, anéis e colares, com inspiração no universo mítico-teatral e que foram feitas em camarins de teatro, entre atos de peças das quais participou. Com mais de dez exposições em cidades brasileiras e em Nova York, sua última individual “Entreatomos” aconteceu no TU Mercado de Arte em novembro de 2009. Tem obras em exposição permanente na Zona D da Sala São Paulo –OSESP e em seu próprio atelier na Vila Madalena. Em Outubro de 2010, construiu a escultura “Paineira”, com cinco metros de altura, cenário para o Prêmio Trip Transformadores.
Paulo Bordhin é gaucho, nascido em São Luiz Gonzaga (RS) e formou-se em Jornalismo e Artes Cênicas.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
A CASA apresenta nova exposição
A Casa museu do objeto brasileiro recebe da Promoart + Cultura a tradição popular da louça de barro de Poxica
A partir do dia 16 de dezembro, quinta-feira, até 18 de março de 2011, A CASA museu do objeto brasileiro, receberá a exposição e venda de obras de Louça morena do povoado de Poxica, uma das mais importantes regiões brasileiras de tradição popular na produção e comercialização de louças de barro, localizada no município de Itabaianinha, em Sergipe.
A exposição faz parte do projeto Sala do Artista Popular, que é uma realização do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart)/Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) e Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), que contam com a parceria regional de A CASA museu do objeto brasileiro, além da parceria institucional e apoio financeiro do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
Itabaianinha está localizada na região centro-sul do Estado de Sergipe, a 118 km da capital Aracaju, com aproximadamente 38.000 habitantes divididos entre os cerca de cem povoados da região. É referida sempre como a “Princesa das Montanhas”, como a teria batizado o poeta sergipano João Pereira Barreto, por sua localização entre cadeias de montes.
Se a produção cerâmica destinada à construção civil logo se anuncia na paisagem, ao olhar imediato do visitante escapa haver ali uma outra atividade que transforma o barro, dispersa nas oficinas de seus produtores, em geral instaladas no ambiente doméstico. A “louça morena”, como a chamou Cecília Meireles, pode ser encontrada na área urbana ou em diferentes povoados. Fazer peças de barro em Itabaianinha aparece como uma atividade caracteristicamente masculina quando ocorre o uso do torno, mas a produção manual de louça para uso doméstico é de domínio feminino. E é no povoado Poxica, a sete quilômetros de Itabaianinha, que a produção manual da louça de barro está concentrada e adquire expressão.
“É coisa passada de geração”
As louceiras de Poxica modelam mais frequentemente vasilhas arredondadas – passarinhos, caqueiros, pratos e alguidares. Mais recentemente produzem travessas, além de grande variedade de peças introduzidas – lembradas, aprendidas ou inventadas – por dona Valdeci, conhecida por Nem, sejam panelas, xícaras, bules, sopeiras, flores, moringas e tantas mais.
Começaram a aprender crianças ainda, quando, olhando as mães, se distraíam fabricando boizinhos e miniaturas para as brincadeiras. O aprendizado da louça se iniciava com os “passarinhos”, vasilhas pequenas assim chamadas porque nelas se usava deixar água para essas aves coloridas virem beber e se refrescar. À medida que pegavam jeito cresciam as peças, abrindo-as a partir de seu interior e fazendo girar o barro entre as palmas das mãos, como em uma espécie de torno imaginário.
As mulheres do povoado perguntam apreensivas quem irá continuar fazendo a louça quando as que aí estão também deixarem, mas, de pouco em pouco, moças e meninas têm chegado, revelando que dar forma à massa espessa é memória compartilhada e que no fazer do barro pode estar guardado um percurso também para si.
Fonte: ZACCHI, Marina Sallovitz. Catálogo da exposição Louça Morena puxada à mão: o fazer do barro no povoado de Poxica. Novembro de 2010.
Exposição Louça morena do povoado de Poxica
Abertura: 16 de dezembro, quinta-feira, às 19h30
De 17 de dezembro de 2010 a 18 de março de 2011
Dia e horário de funcionamento: de segunda a sexta das 10h às 19h
A CASA museu do objeto brasileiro
R. Cunha Gago, 807, Pinheiros I 05421 001 São Paulo – SP
+ 55 11 3814 9711 – acasa@acasa.org.br – www.acasa.org.br – twitter.com/museuacasa
Realização
Promoart + Cultura (Ministério da Cultura, Iphan, Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro)
Parceria regional
A CASA museu do objeto brasileiro
Parceria institucional e apoio financeiro
BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel 11 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br e solangeviana80@gmail.com
Mais infos: http://solangeviana.blogspot.com/
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Ouça na Rádio Eldorado
O 2º Prêmio do Objeto Brasileiro, realizado pelo museu A CASA, é destaque na coluna de designer por Baba Vacaro na Rádio Eldorado FM. Ouça clicando aqui.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Christian Ullmann para o iG
O designer Christian Ullmann comentou em sua coluna do iG sobre o 2º Prêmio do Objeto Brasileiro.
Sob o título: Artesanato: democracia e diversidade - Cada vez mais valorizado, o trabalho artesanal ganha destaque no Prêmio do Objeto Brasileiro
Vale checar. É só clicar aqui.
Sob o título: Artesanato: democracia e diversidade - Cada vez mais valorizado, o trabalho artesanal ganha destaque no Prêmio do Objeto Brasileiro
Vale checar. É só clicar aqui.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Os premiados do 2º Prêmio do Objeto Brasileiro
A CASA museu do objeto brasileiro, em cerimonia realizada em 20 de outubro, premiou os seguintes concorrentes:
2° PRÊMIO OBJETO BRASILEIRO - LISTA DE PREMIADOS
CATEGORIA OBJETO DE PRODUÇÃO AUTORAL
1º PRÊMIO
Mesa Reverso (Claudia Moreira Salles)
2º PRÊMIO
Coleção Retrós (Nao Yuasa)
CATEGORIA OBJETO DE PRODUÇÃO COLETIVA
1º PRÊMIO
CATEGORIA AÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL
1º PRÊMIO
Projeto ASAS – Artesanato Solidário no Aglomerado da Serra
Universidade FUMEC - Faculdade de Engenharia e Arquitetura e ASAS AGLOMERADAS
2º PRÊMIO
Projeto Experiência Design – Cabanos
Carlos Augusto Souza Alcantarino, Flavia Pagotti, Joana Pessoa, Oio Design, Sincrodesign e SuperLimão Studio
CATEGORIA NOVOS PROJETOS
Revestimento do Projeto Cadeira que Troca de Roupa
Adrienne Rabelo
Projeto SIPROAR – Sistema de Proteção ao Artesanato
Andréia Sales
MENÇÃO HONROSA
Rede Asta
Associação Instituto Realice
A mostra dos finalistas continua até 10 de dezembro no museu localizado a rua cunha gago, 809 - tel 3814.9711 - acasa@acasa.org.br - www.acasa.org.br - de seg a sex das 10h às 19h - entrada franca
assessoria de imprensa: solange viana
solange.viana@uol.com.br
solangeviana80@gmail.com
2° PRÊMIO OBJETO BRASILEIRO - LISTA DE PREMIADOS
CATEGORIA OBJETO DE PRODUÇÃO AUTORAL
1º PRÊMIO
Mesa Reverso (Claudia Moreira Salles)
2º PRÊMIO
Coleção Retrós (Nao Yuasa)
CATEGORIA OBJETO DE PRODUÇÃO COLETIVA
1º PRÊMIO
Fronteiras – Livro em Tipografia e Xilogravura
Xilo CeasaLinha de Almofadas de Crochê com Fibra de Banana
Samira Silva Costa, Maria Depin, Ivone Mathias, Zenita Scharuth Ersching, Mara Christina Klain e Orbitato - Instituto de estudos em arquitetura, moda e design
CATEGORIA AÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL
1º PRÊMIO
Projeto ASAS – Artesanato Solidário no Aglomerado da Serra
Universidade FUMEC - Faculdade de Engenharia e Arquitetura e ASAS AGLOMERADAS
2º PRÊMIO
Projeto Experiência Design – Cabanos
Carlos Augusto Souza Alcantarino, Flavia Pagotti, Joana Pessoa, Oio Design, Sincrodesign e SuperLimão Studio
CATEGORIA NOVOS PROJETOS
Revestimento do Projeto Cadeira que Troca de Roupa
Adrienne Rabelo
Projeto SIPROAR – Sistema de Proteção ao Artesanato
Andréia Sales
MENÇÃO HONROSA
Rede Asta
Associação Instituto Realice
A mostra dos finalistas continua até 10 de dezembro no museu localizado a rua cunha gago, 809 - tel 3814.9711 - acasa@acasa.org.br - www.acasa.org.br - de seg a sex das 10h às 19h - entrada franca
assessoria de imprensa: solange viana
solange.viana@uol.com.br
solangeviana80@gmail.com
A Pipa também é destaque
Leia no Arte Ref matéria sobre a exposição: Desejo de debate: Pintura? que acontece até 10 de dezembro no Ateliê A Pipa. É só clicar aqui.
2º Prêmio do Objeto Brasileiro é destaque no Artref
Leia matéria publicada no Art Ref (arte referência) clicando aqui!
Boa Leitura.
Boa Leitura.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ateliê A Pipa realiza exposição de Pinturas
Ateliê A Pipa apresenta exposição coletiva: Desejo de debate: pintura?
Com trabalhos dos artistas Jeff Chies, Felipe Goes, Jorge Moura e Enzo Ferraz
23/10, sábado, das 14h às 19h
visitação de 25 de outubro a 10 de dezembro de 2010
A Pipa – ateliê dedicado a arte contemporânea e seus questionamentos apresenta, a partir do próximo dia 22 de outubro, a exposição Desejo de debate: pintura? com trabalhos dos artistas Jeff Chies, Felipe Goes, Jorge Moura e Enzo Ferraz, que apresentam suas produções em pintura. Os trabalhos expostos procuram estabelecer um diálogo entre a longa tradição do meio e suas práticas e reflexões contemporâneas, de forma a qustionar afirmações dadas sobre a permanência ou morte da linguagem pictórica e de colocá-la em conexão com as outras possibilidades artísticas contemporâneas. A exposição permanece até 10 de dezembro.
Quais são as demandas por parte dos artistas diante do mundo globalizado e da informação em massa, geralmente sem o crivo crítico? Seriam os lugares institucionalizados – museus, universidades etc. – suficientes para que o artista se prepare para atuar ou existem outros modos de compor e digerir o extenso conhecimento necessário para uma formação? E quais as possibilidades e limites da atuação nos diferentes circuitos que compõem o sistema artístico na contemporaneidade e, em uma cidade como São Paulo?
Para ampliar as ações que constituem uma formação acadêmica para o artista, a proposta do Atelier A Pipa tem como objetivo, entre outros, provocar debates e proporcionar experiências significativas aos interessados no campo artístico e da cultura, entendendo que refletir e criticar são os fundamentos para a constituição do pensamento e da investigação artística.
Para isso, cursos, conversas e exposições são organizadas pelas artistas plásticas, Fernanda Izar e Luciana Felippe, envolvendo artistas com desejo de debate, prontos para expor sua propostas e questionar prováveis e prontas respostas. Venha conferir.
SERVIÇO:
Desejo de debate: pintura?
Jeff Chies (foto 4), Felipe Goes ( foto 2), Jorge Moura (foto 3) e Enzo Ferraz (foto 1)
Abertura: dias 22/10, sexta, a partir das 19h e 23/10, sábado, das 14h às 19h
Visitação: de 25 de outubro a 10 de dezembro de 2010
Local: Atelier A Pipa
Rua Fidalga, 958 - Vila Madalena -(entrada pela rua Rodesia) email: apipa@uol.com.br
8389.9755 | 9131.4280
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
2º Prêmio do Objeto Brasileiro
2ª edição do Prêmio do Objeto Brasileiro
Criado em 2008 o “prêmio do objeto brasileiro”, chega a 2ª edição com 31 selecionados de todo Brasil, sendo 01 da Bahia, 01 do Tocantins, 01 do Espírito Santo, 02 de Minas Gerais, 01 da Paraíba, 01 de Pernambuco, 02 do Rio de Janeiro, 02 do Rio Grande do Sul, 02 de Santa Catarina e 18 selecionados de São Paulo.
abertura – 20 de outubro, quarta-feira, 19h30, convidadosvisitação: de 21 de outubro a 10 de dezembro de 2010
Com total de 281 inscritos e 398 objetos/projetos de 16 estados do país, entre designers, artesãos, associações e instituições, a 2ª edição do Prêmio do Objeto Brasileiro já é um sucesso. O júri coordenado por Christian Ullmann teve como jurados: Baba Vacaro, Jum Nakao, Mara Gama e Renata Mendes, onde 31 artistas foram selecionados para a fase final. A premiação será na abertura da mostra que acontece na A CASA museu do objeto brasileiro, no próximo dia 20 de outubro, quarta-feira, às 19h30 para convidados.
A 2ª edição do Prêmio Objeto Brasileiro vai destacar e premiar o que houve de melhor no encontro entre design e produção artesanal no país a partir de janeiro de 2008. Os prêmios vão de R$1.500 a 10mil reais.
Para diretora d' A CASA, Renata Mellão, “o prêmio vem consolidar o trabalho desenvolvido pelo museu e visa criar referências e incentivar a produção que resulta da união do design com a produção artesanal. Além de destacar objetos bem concebidos com qualidades técnicas e estéticas, o prêmio contribui no sentido de valorizar ações que promovem a consciência ambiental e a geração de renda para os artesãos envolvidos”, explica Renata.
Christian Ullmann, coordenador do júri, acredita que, “Mais uma vez a qualidade e quantidade de participantes do prêmio nos surpreendeu, a produção artesanal segue crescendo, consolidando-se como nicho de mercado e colaborando com comunidades e ONGs o melhor dos dois universos design e artesanato se juntam para desenvolver a nova geração de produtos brasileiros”.
o júri
Baba Vacaro, formou-se em design de produto pela FAAP em 1986. Mantém um escritório próprio em que faz projetos de produtos, presta consultorias e atua em gestão estratégica de design. Tem sido palestrante freqüente em eventos ligados à cultura do design e é articulista convidada de revistas especializadas em design e decoração. Duas vezes por semana, apresenta o boletim Eldorado Design, na rádio Eldorado AM-FM. Responde pela direção de criação das marcas Dominici, Dpot e St.James.
“Acho muito valorosa a iniciativa de se pensar, promover e discutir as interfaces entre artesanato e design. Lina Bo Bardi, há muito tempo atrás, já dizia que o Brasil deveria ter uma indústria a partir das habilidades que estão na mão do povo, para a formação de um desenho original e brasileiro. Depois de tanto tempo, ainda temos esse percurso a trilhar”.
Christian Ullmann, coord. do júri é especialista em design para a sustentabilidade, designer de produto, especialista em desenvolvimento de produtos com a utilização de recursos naturais renováveis, resíduos pré e pós consumo e produção semi-industrial. Consultor para empresas, instituições e governo com ampla atuação no Brasil e Latino America. Recebeu prêmios na Itália, no Brasil e na Argentina com móveis residenciais, de escritório e objetos. Sócio diretor da iT Projetos – escritório de desenvolvimento de produtos e projetos socioambientalmente responsáveis. Professor da Pós-Graduação em Design sustentável da Universidade Mackenzie, São Paulo. Editor da coluna design para a sustentabilidade do Portal iG Casa, Revista ABCDesign, da Rede Latinoamericana de Design e do Portal Design Brasil.
Jum Nakao é estilista e diretor de criação. Realizou em junho de 2004, no São Paulo Fashion Week, a performance a costura do invisível em que modelos rasgaram elaboradas roupas feitas de papel vegetal. Atualmente desenvolve múltiplas atividades como concepção e direção de arte, exposições, aulas, palestras, design de produtos a convite de empresas, fundações, museus e instituições no Brasil e no exterior.
“Acho o prêmio fundamental em um país tão jovem, diverso e rico como o Brasil, por fomentar a alfabetização estética através do design”.
Mara Gama é jornalista formada pela PUC de São Paulo e tem pós-graduação em Design Gráfico. Assina o BlogDesign http://blogdesign.blog.uol.com.br/ com notícias sobre design, interfaces, arquitetura e urbanismo. Em 2009, assinou o texto da exposição "Fragmentos: artefatos populares, o olhar de Lina Bo Bardi ", que reapresentou ao público no Centro Cultural Solar Ferrão, na Bahia, o acervo das grandes exposições da arquiteta Lina Bo Bardi. Foi curadora da exposição Carlos Motta, em 2004, em São Paulo, sobre os 25 anos de carreira do arquiteto e designer, e é autora do livro sobre a obra de Carlos Motta publicado pela editora DBA. Fez parte do júri do prêmio design Museu da Casa Brasileira nas edições de 2006, 2007 e 2008 e integrou o júri do Salão Design MovelSul 2009. Atual diretora de qualidade de conteúdo do UOL, foi ombudsman da empresa por dois mandatos consecutivos, gerente geral de criação e entretenimento e foi parte da equipe que implantou o portal, em 1996. Atuou como repórter das revistas Isto É, Arquitetura e Urbanismo, do jornal Folha de S. Paulo e da MTV Brasil.
“Acho que o conjunto dos competidores deu uma amostra interessante sobre os variados tipos de pensamento sobre design que convivem no país. Além disso, a abordagem diferenciada do prêmio A Casa - que inclui projetos de produção coletiva e ações sócio-ambientais - impôs grande desafio para os julgadores. As discussões foram bastante ricas e mostraram que é preciso evoluir continuamente as ferramentas de avaliação e de comparação objetiva para ações que incluem comunidades”.
Renata Mendes é formada em Desenho Industrial pela FAAP. Desde 2002 atua em projetos de geração de renda para comunidades de produção artesanal. Trabalhou em projetos do SEBRAE na Paraíba, Roraima, São Paulo e Minas. Atualmente faz parte da direção da OSCIP Associação Mundaréu. Teve trabalhos premiados no Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, em 2001, no Prêmio Planeta Casa, em 2007 e no Prêmio Objeto Brasileiro, em 2008. Fora do Brasil, expôs na Feira de Design de Milão, em 2006 e na Diseño con Acento, em Córdoba em 2007. Em 2007 e 2008, fez parte da equipe responsável pelo projeto Designing across Boundaries, realizado em Londres em parceria com o Royal College of Art, com o apoio da TAM, da Embaixada do Brasil em Londres e do British Council.
“Foi uma grata surpresa o grande número de inscritos de diferentes regiões. A diversidade de leituras do fazer artesanal também foi ponto forte dos trabalhos, que utilizaram desde as técnicas mais tradicionais aos recursos tecnológicos, combinando com inspirações bem brasileiras, não necessariamente óbvias. Surgiram alguns bons resultados daí. Muita experimentação também com relação às matérias-primas: invenção de novos usos, combinação de diferentes materiais e reuso de materiais de descarte. No julgamento de produtos, as propostas muito diferentes entre si evidenciaram a capacidade inventiva dos concorrentes. Na categoria dos projetos sociais, a pluralidade também deu o tom. Interessante saber que muitas iniciativas estão buscando somar o design às suas ferramentas para a transformação social. Senti falta dos estudantes! De todas as categorias, foram os inscritos em menor número. Quem sabe falte maior envolvimento das universidades com os prêmios de design”.
As categorias:
• Objeto de Produção Autoral
1º lugar: R$ 5.000,00 e 2º lugar: R$ 2.500,00
• Objeto de Produção Coletiva
1º lugar: R$ 5.000,00 e 2º lugar: R$ 2.500,00
• Ação Sócio-Ambiental
1º lugar: R$ 10.000,00 e 2º lugar: R$ 5.000,00
• Novos Projetos
Nesta categoria, 03 (três) prêmios no valor de R$ 1.500,00 para produção de protótipos.
Saiba a lista completa dos selecionados no site do museu A CASA: http://www.acasa.org.br
* fotos de todos os produtos selecionados estão disponíveis, é só solicitar
SERVIÇO:
Mostra dos selecionados - “2º Prêmio Objeto Brasileiro”
Abertura: 20 de outubro, às 19h30
De 21 de outubro a 10 de dezembro de 2010.
A CASA – museu do objeto brasileiro
Rua Cunha Gago, 807 – Pinheiros -Tel (11) 3814.9711
31 finalistas selecionados - diversos formatos e materiais
De segunda a sexta das 10h às 19h
Entrada franca
http://www.acasa.org.br/
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
A Pipa promove Café Filosófico
Novo ateliê em São Paulo, A Pipa, realiza curso sobre erotismo com o filósofo Contador Borges
Café Filosófico: Erotismo, Beleza e Transgressão
03 encontros – 16, 23 e 30 de setembro
A Pipa, novo ateliê localizado na Vila Madalena, chega a São Paulo com muitas idéias e atitude. Comandado pelas artistas Luciana Felippe e Fernanda Izar, o local pretende ser um ponto de encontro entre artistas e interessados em debater arte entre diversos temas.
Para o mês de setembro A Pipa convida para um “café filosófico” com o professor e mestre, Contador Borges, que durante 03 encontros abordará temas sobre: Erotismo, Beleza e Transgressão. Um bate-papo introdutório gratuito acontece quinta-feira, 02/09, a partir das 19h30, aberto ao público interessado.
Anote na agenda:
16/09 (quinta-feira) – A Dimensão Erótica
- O que é o erotismo
- O erotismo e suas formas
- A experiência
23/09 (quinta-feira) - A Transgressão e a Lei
- a questão do excesso
- a nudez, o sacrifício, o êxtase
- o homem soberano
30/09 (quinta-feira) – A Linguagem do Erotismo
- o erótico na poesia
- o erótico na arte
- a beleza e a feiúra
- o belo e o feio, o feio e o belo
Contador Borges é formado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), onde concluiu mestrado. É professor de filosofia na Escola de Sociologia e Política de São Paulo. É poeta, ensaísta e dramaturgo. Tem diversos livros publicados.
SERVIÇO:
Café Filosófico: Erotismo, Beleza e Transgressão, com Contador Borges
03 encontros – 16, 23 e 30 de setembro
Horário: das 19h às 22h
Local: A Pipa: rua Fidalga, 958 (acesso pela r: Rodesia)
Valor: R$ 150,00 para os 03 encontros
Vagas Limitadas
Inscrições: apipa@uol.com.br – 11 8389.9755 | 9131.4280
Assessoria de imprensa: Solange Viana
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Prorrogado até 03 de setembro: NA CABEÇA
ATÉ 03 DE SETEMBRO - APROVEITE!!
A CASA museu do objeto brasileiro apresenta:
“na cabeça”
Mostra de chapéus de Silvia Lucchi
Até 03 de setembro
Ao entrar no espaço expositivo, o visitante terá uma noção de como é elaborado e construído o trabalho de Silvia. As criações da designer geralmente não nascem no papel, no desenho, mas muitas vezes a partir do material, os fios que viram tramas que viram imagem. Pilotos que trazem outras idéias e mais pilotos num processo intuitivo, como uma evolução constante, onde a melhor idéia prevalece. Silvia cria chapéus compulsivamente, obsessivamente.
Na sua vida profissional Silvia Lucchi mostra um verdadeiro amor pelas peças pilotos, estas peças únicas que logo após nascer já cedem espaço para uma outra peça irmã. Provocativa, Silvia começou cedo.
O trabalho de Silvia Lucchi é conhecido no Brasil especialmente na década de 80, quando trabalhava para ZOOMP e Fiorucci onde realizou criações de peças únicas. Mas foi um convite de Paulo Borges para o Look of the Year que Silvia pode realizar chapéus em escala teatral. Há 10 anos, Lucchi mudou-se para Europa, é só agora volta para o Brasil.
Mas desde sempre Silvia demonstrava sua uma paixão pelo experimento, pela ousadia, e uma incrível obsessão pelas texturas, cores e materiais. Cada pedaço de restos de materiais caídos no chão podem servir de inspiração para novos materiais ou formas.
Silvia Lucchi estudou em diversas escolas. Passou cinco anos em Florença. Depois se mudou para Milão, para estudar moda na academia Domus, sob a direção de Gianfranco Ferré. Em 1987 completou o masters degree com uma tese sobre o busto feminino. O projeto procura transformar conceitos e idéias em produtos, e na realidade é a primeira pesquisa séria que envolve chapéus.
No Brasil realizou e apresentou 150 peças únicas de roupa na Galeria Simultânea, onde nasceu o primeiro chapéu, modelado em feltro, mimetizando o penteado masculino, ondulado e dividido de lado.
Serviço:
“Na Cabeça” exposição de Silvia Lucchi
Abertura: 26 de maio de 2010, às 20h
Visitação: 27 de maio até 03 de setembro de 2010
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
Rua Cunha Gago, 807 - Pinheiros -Tel. (+5511) 3814-9711
http://www.acasa.org.br/
Horário: segunda a sexta - 10h às 19h
Entrada franca
Ficha Técnica:
Idealização: Renata Mellão e Marcelo Kahns
Coordenação: Marcelo Kahns
Design da Exposição: Luis Fernando Rocco
Imagem: Fernando Velázquéz
Iluminação: Lincoln Lucchi
Produção: Superlimão Stúdio
Produção executiva: Jaine Silva
Assessoria de imprensa: Solange Viana
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