quinta-feira, 2 de junho de 2011

Facebook promove encontro que resulta em exposição

TENET EXPÕE DIÁLOGO SOBRE ARTE TÊXTIL CONTEMPORÂNEA
Exposição na A CASA museu do objeto brasileiro reúne obras de artistas de todo o país
Abertura: 9 de junho, quinta-feira, das 19h30 às 22h
Visitação: de 10 de junho a 8 de julho de 2011

“TENET – Tecendo na Net”, exposição que A CASA museu do objeto brasileiro abre no próximo dia 9 de junho, em São Paulo, apresenta trabalhos em arte têxtil de 50 designers, artesãos e artistas plásticos de todo o país, reunidos por meio de um reencontro proporcionado pelas redes sociais. A foto de um grupo postada no Facebook no final de 2010, despertou lembranças de mais de duas décadas e iniciou um diálogo sobre a arte têxtil contemporânea no Brasil. A imagem trazia estudantes de artes têxteis durante o evento “Tecendo na Rua”, organizado pelo designer e tecelão Renato Imbroisi em 1989.
A partir do reencontro virtual, surgiu a ideia de produzir um trabalho que expressasse a diversidade de experiências e formações do grupo, buscando retomar o mesmo entusiasmo de 1989. Novamente com a orientação de Renato Imbroisi, decidiram montar um kit com materiais de tecelagem que pudesse ser enviado aos 50 artistas reunidos pela internet, com o qual poderiam desenvolver intervenções que refletisse a leitura de cada um deles sobre o material.

O fio condutor da exposição é revelar qual o olhar contemporâneo de cada artista que esteve no evento de 1989 sobre a tecelagem, e qual o impacto da trajetória pessoal de cada um nestes 22 anos na sua relação com a arte têxtil. “Em nosso diálogo por e-mail e nas redes sociais, percebemos uma diversidade de percursos e de expressões que cada um de nós desenvolveu e que revela, de certo modo, os caminhos dessa expressão artística no Brasil nestas duas décadas”, afirma Juan Ojea, um dos articuladores do grupo.

O kit, com três bobinas de fios de diferentes espessuras, cinco novelos para bordados e três cortes de tecido, todos brancos, foi enviado para cada participante com o compromisso de que eles deveriam usar no mínimo 80% do material em suas criações. Tecelagem, pintura em tecido, estamparia e modelagem foram alguns dos suportes utilizados pelo grupo, resultando em esculturas têxteis, estampas, tapeçarias, pinturas e peças de figurino que serão exibidas na exposição.  

Entre os artistas, há nomes com perfis e carreiras tão diversos quanto Eva Soban, Marina Lafer, Goya Lopes, Juan Ojea, Marta Meyer e RossanaCilento. “Os participantes formam um mosaico das influências, estilos e produções em arte têxtil em cenas como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina”, afirma Ojea.
SERVIÇO:
TENET – Tecendo na Net
Exposição com 50 artistas
Abertura: 9 de junho, quinta-feira, às 19h30
Visitação: de 10 de junho a 8de julho
De segunda a sexta, das 10h às 19h, com entrada franca
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
R. Cunha Gago, 807, Pinheiros
Tel. (11) 3814-9711

Assessoria de imprensa: Solange Viana | T + 11 47770234 | solange.viana@uol.com.br | http://solangeviana.blogspot.com

Artistas participantes:
Alexandre Heberte/Baby Gras/Beth Thomé/Bia Cunha/Circe Bernardes/Cláudia Araújo/Clarice Borian/Claudia Azeredo/Cris Barreto/Cristina Sant’Anna/Cyra Lobo/Eva Soban/Eber Lopes Ferreira/Gabriela Ricca/Goya Lopes/Glaucia Amaral/Gustavo A. Serpa Rocha/Helena Carvalhosa/Helena Watanabe/HedvaMegged/Hisako Kawakami/IvoneRigobello/Jac Bara/João Vilares/Juan Ojea/Liana Bloisi/Liliam Barboza/Malu Vianna/Manuel Guglielmo/Maria Eugênia Nobre/Maria Luiza Coimbra/Maria Carmen Von Linsingen/Maria Rita Webster/Marilena Novo/Mara Doratiotto/Marina Lafer/Marta Meyer/Mayumi Ito/Mercedes Montero/MuckiSkowronski/Paola Abiko/Paula Yne/Renato Imbroisi/RossanaCilento/Rosana Ebini/Renata Meirelles/Sylvia Ribeiro de Almeida/Tânia Stahl/TherezaCorbettGarcez/TiyokoTomikawa/ZoraviaBettiol

Com apoio da KRP Relações Públicas| T + 11 3086-3550  r.212 -
Marco Gondim| T + 11 9163 8854 | marco.gondim@krpnet.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Urdiduras é destaque no PANORAMA BRASIL

Leia matéria publicada no PANORAMA BRASIL sobre a exposição de César Romero que será inaugurada no próxima dia 9 de junho no Lugar Pantemporâneo.
É só clicar aqui!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Urdiduras de Cesar Romero é a próxima exposição

“Urdiduras” exposição individual de César Romero chega ao Lugar Pantemporâneo
Abertura: 9 de junho, quinta-feira, das 19h às 22h
Visitação: de 10 de junho a 16 de julho de 2011
Considerado pela crítica nacional como um dos mais importantes coloristas brasileiros, César Romero, artista baiano, radicado em Salvador, traduz a cultura popular de forma erudita em seus trabalhos. Criador de linguagem própria, autoral, o artista é um pesquisador de formas e símbolos representativos da brasilidade.
- Urdiduras –
Desenhos de César Romero
Os desenhos de César Romero chegam a São Paulo para individual intitulada – Urdiduras – que resgatam a cultura popular brasileira através dos bordados das rendeiras do nordeste. Esta é sua estréia como desenhista, depois de mais de quatro décadas como pintor. A exposição acontece a partir do dia 09 de junho (quinta-feira), 2011 no Lugar Pantemporâneo – Av. Nove de Julho, 3.653 – Jardim Paulista e permanece até 16 de julho.

A mostra consta de 30 desenhos nas dimensões 45 x 33cms e 20 de 90 x 65 cms num total de 50. Ainda serão expostos 10 panos de bandeja originais que serviram como ponto de partida para os trabalhos e fazem parte da coleção do artista, que em 20 anos de pesquisa coletou em todos os estados nordestinos estas peças.
César Romero sempre se debruçou sobre temas brasileiros para criar sua arte. Sabedoria popular “numa interação, trazendo o popular ao plano erudito”.
Nesta mostra o principal cuidado foi com a cor.
O artista é considerado pela crítica especializada como um dos melhores coloristas do País. O tema de Urdiduras é o artesanato popular nordestino, que ele transfigura, converte e transfere a uma outra realidade: obras de arte.
O artesanato popular nordestino é uma forma de expressão cultural, com grande diversidade de matérias-primas, confeccionado com materiais e processos próprios de cada comunidade.
O produto artesanal carrega em seu bojo a identidade cultural da população que o produz. Também a preservação de memórias, inclusão social e sustentabilidade. Uma estratégia de promoção cultural e social de territórios.
A arte popular é um conjunto de atividades sensíveis e expressivas que registram o modo de ser e de viver das pessoas. É a alma do povo simples.
O artesanato popular nordestino é representativo das tradições da Região, e são incorporadas à sua vida cotidiana. Sua produção é de origem em geral familiar, que transfere conhecimentos, técnicas, processos e desenhos concebidos.
Sua importância e seu valor cultural decorrem do fato de ser depositária de um passado, de acompanhar histórias transmitidas de geração em geração, de fazer parte integrante e indissociável dos usos e costumes de um determinado grupo.
Para melhor compreensão do processo que motivou o artista César Romero, a criar Urdiduras, haverá projeção de um documentário de 25 minutos “Rendas e Bordados do Nordeste”, um CD intitulado “Canções de Bordar”, quando se escuta os cantos das bordadeiras em ação.
César Romero enfatiza “esta foi uma das minhas individuais mais bem pensadas. Senti a obrigação de revelar o processo do artesanato popular, como é feito, o produto final e as transfiguração para meu desenhos. Não faço cópias, não sou documentarista, mas me sinto um guardião dos sinais e formas visuais do povo nordestino. É uma forma amorosa, política e intencional de reverenciar, celebrar e qualificar as tradições de um povo”.
Os desenhos têm apenas duas dimensões, médios formatos e são extremamente bem cuidados. Revelam um observar atento, inteligência visual e brasilidade.
Depois da abertura, no sábado dia 11 de junho às 15 horas, haverá visita guiada pelo artista, à sua exposição.
Serviço: 
Exposição individual – Urdiduras – desenhos de César Romero
Local: Lugar Pantemporâneo – Av. Nove de Julho, 3.653 – Jardim Paulista – São Paulo
Abertura: 09 de junho de 2011, das 19 às 22 horas.
Visitação:10 de junho a 16 de julho 2011 (de segunda – feira a sábado das 10 às 18hs, exceto feriado)
Assessoria de imprensa: Solange Viana – (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br – HTTP://solangeviana.blogspot.com
 
César Romero nasceu em Feira de Santana, Bahia, no ano de 1950. Autodidata, iniciou-se em artes plásticas em 1967.
No Brasil participou de mais de 400 coletivas e 37 individuais. No exterior, teve 50 coletivas e 8 individuais. Fez parte dos principais Salões Oficiais realizados no Brasil. Obteve 36 prêmios de pintura, 4 de fotografia, 3 Salas Especiais. Possui trabalhos em 45 museus brasileiros. Há inúmeras referências nacionais e internacionais sobre seus trabalhos em livros, dicionários, revistas e jornais. Sua fortuna crítica consta de 105 textos de especialistas em arte, brasileiros e estrangeiros.

Crítico de arte filiado à ABCA e à AICA, recebeu por duas vezes da ABCA o Prêmio Mario Pedrosa (artista de linguagem contemporânea) em 2001 e 2007. Também da ABCA, por duas vezes, o Prêmio Gonzaga Duque (crítico filiado por atuação no ano), em 2004 e 2010. Tem formação científica em medicina psiquiátrica. Vive e trabalha em Salvador, Bahia.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

texto de Bruno Moreschi para (depois de) antes da queda


Em lugar nenhum
por Bruno Moreschi (*)
Em 1981, aos 22 anos, após o término de um namoro, a fotógrafa norte-americana Francesca Woodman jogou-se da janela de seu apartamento. Como legado, deixou mais de 100 fotografias, a maioria até então ignorada pelos galeristas de Nova York.
Uma dessas imagens é certamente um dos mais fantásticos autoretratos já produzidos por um artista. Aos trezes anos, Francesca abusou da longa exposição da câmera e clicou a si mesma. Sentada num banco, vestia um suéter de lã com detalhes em autorelevo e segurava um pedaço de madeira, o responsável por acionar o clique da máquina. O registro foi de seu rosto inteiramente tampado por longos fios de cabelo.
Pouco anos antes de sua morte, Francesca escutou de um crítico de arte algo sobre essa imagem que lhe agradou muito. O de que esse autoretrato que se nega em expor o rosto da fotografada seja uma síntese interessante da posição dúbia que a mulher ocupa no mundo contemporâneo.
Por alguma razão, que assumo não ser capacitado em precisar, a luta por direitos e deveres iguais entre homens e mulheres desvirtuou-se para uma busca perversa entre a igualdade dos gêneros. Como se feminino fosse masculino.
Por medo de serem taxados de misóginos, poucos se atrevem a questionar essa absurda simplificação. O diretor de cinema dinamarquês Lars von Trier mostrou em seu terror Anticristo as forças telúricas que atuam sobre a mulher. E recebeu severas críticas, em grande parte curiosamente vindas da platéia feminina.
(depois de) Antes da queda possui uma coragem semelhante – com o mérito de não ter apelado para o misticismo juvenil de bruxas e lobos falantes utilizados por von Trier em sua película. A diretora e coreógrafa Juliana Moraes preferiu movimentos mais sutis e, certamente, mais complexos. Nos cenários e nos movimentos das criadoras-intérpretes Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye, estão as cadeiras, as mãos retorcidas e os fios de cabelo emaranhados tão presentes nas fotografias de Francesca Woodman.
"Trabalhamos uma dramaturgia que se constrói por repetições de imagens que vão se diferenciando de si mesmas a cada nova vez que reaparecem, através de distorções, deslocamentos e condensações. Buscamos a repetição na diferença e isso vai dando forma temporal e espacial ao trabalho. No momento, chamo isso de 'dramaturgia do inconsciente'", diz Juliana.
Ela completa que "no início, aprendemos uma a uma todas as formas do corpo da Francesca. Depois desse começo árduo, quando as poses demoravam pra chegar do cérebro para o corpo, elas acabaram por se tornar nossa segunda natureza e pudemos manipulá-las livremente, juntando duas ou três numa mesma ação e imaginando desdobramentos para além das imagens sugeridas pela artista."
A música composta por Jonas Tatit utiliza os barulhos de talheres, de móveis se arrastando e de portas se abrindo numa alusão ao apartamento quase vazio em que a fotógrafa costumava trabalhar. A fotógrafa Cris Lyra registrou os ensaios numa série de imagens branco e preto, enquanto o iluminador André Boll usa como inspiração pinturas surrealistas e renascentistas para criar a luz colorida do espetáculo, dialogando com os elegantes figurinos de Paulo Babboni. A produção é coordenada por Stella Marini. A artista plástica Marcia de Moraes assistiu a alguns ensaios do espetáculo e produziu um conjunto de desenhos de poucos e leves traços que ilustram esse material de divulgação. Como na peça, a sugestão prevalece.
O título do espetáculo é uma referência assumida dos segundos que antecederam a queda de Adão e Eva, quando essa última mordeu a maçã proibida do paraíso – e, é claro, ao instante antes de Francesca se jogar da janela. O antes de qualquer salto é um confuso instante. Não se está no chão. Nem livre no ar. Uma desordem entre a racionalidade de permanecer na segurança do plano e a instintividade de se deixar levar pela gravidade.
(*) Bruno Moreschi é jornalista especializado em artes plásticas.

Convite (depois de) antes da queda

quarta-feira, 27 de abril de 2011

(depois de) antes da queda - no SESC Pinheiros

Companhia Perdida apresenta: 
(depois de) Antes da Queda
Direção Juliana Moraes
SESC Pinheiros de 10 a 26 de maio de 2011
Terças, quartas e quintas, às 21h

Aos 22 anos a fotógrafa americana Francesca Woodman se suicidou ao final de um relacionamento amoroso. Mesmo com pouca idade, Woodman deixou um legado que só agora vem sendo descoberto. Suas fotografias são marcadas por desejos, frustrações, medos e fantasias. Desde material deixado pela jovem fotógrafa surge o espetáculo (depois de) Antes da Queda, realizado  pela Companhia Perdida, de dança contemporânea, que chega ao SESC Pinheiros com poucas apresentações.

(depois de) Antes da Queda é formada por um elenco exclusivamente feminino. O espetáculo, de 1h10 de duração, conta com a direção da coreógrafa Juliana Moraes.

Para Juliana, "trabalhamos uma dramaturgia que se constrói por repetições de imagens que vão se diferenciando de si mesmas a cada nova vez que reaparecem, através de distorções, deslocamentos e condensações. Buscamos a repetição na diferença e isso vai dando forma temporal e espacial ao trabalho. No momento, chamo isso de 'dramaturgia do inconsciente”. Ela completa que "no início, aprendemos uma a uma todas as formas do corpo da Francesca. Depois desse começo árduo, quando as poses demoravam a se sedimentar no corpo, elas acabaram por se tornar mais naturais e pudemos manipulá-las livremente, juntando duas ou três numa mesma ação e imaginando desdobramentos para além das imagens sugeridas pela artista."

A Companhia Perdida mergulhou em questionamentos sobre o que constitui o universo feminino, como se fosse emprestada a câmera de Francesca para ensaiar e desafiar faces tradicionalmente associadas a essa categoria.

Para o espetáculo a música foi composta por Jonas Tatit e utiliza os barulhos de talheres, de móveis se arrastando e de portas se abrindo numa alusão ao apartamento quase vazio em que a fotógrafa costumava trabalhar. O iluminador André Boll usa como inspiração pinturas surrealistas e renascentistas para criar a luz colorida do espetáculo, dialogando com os elegantes figurinos de Paulo Babboni. A artista plástica Marcia de Moraes produziu um conjunto de desenhos de poucos e leves traços que ilustram o material de divulgação.

Em texto para o espetáculo, o jornalista Bruno Moreschi ressalta que “o título é uma referência assumida dos segundos que antecederam a queda de Adão e Eva, quando essa última mordeu a maçã proibida do paraíso – e, é claro, ao instante antes de Francesca se jogar da janela. O antes de qualquer salto é um confuso instante. Não se está no chão. Nem livre no ar. Uma desordem entre a racionalidade de permanecer na segurança do plano e a instintividade de se deixar levar pela gravidade”, conclui.

A Companhia Perdida
 
Foi criada pela bailarina e coreógrafa Juliana Moraes na intenção de abrir um espaço para incursões de trabalho em grupo. Anteriormente, a artista havia se consolidado na criação de solos e duetos. No momento, integram o grupo as criadoras-interpretes Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye. A produção é coordenada por César Ramos.

Um pouco de Francesca Woodman

Francesca Woodman nasceu em 1958 em Denver, Colorado, numa família de artistas. Estudou na Rhode Island School of Design, em Providence, entre 1975 e 1979. Entre 1977 e 1978 passou um ano de intercâmbio em Roma, onde costumava freqüentar a galeria-livraria Maldoror, especializada em Surrealismo e Futurismo. Foi lá, no porão da Maldoror, que Francesca fez sua primeira exposição.

De volta aos EUA, mudou-se para Nova York. Em janeiro de 1981 foi lançado “Some Disordered Interior Geometry”, único livro de seu trabalho publicado em vida. No dia 19 desse mesmo mês ela se jogou da janela de seu loft no East Village. Francesca começou a fotografar aos 13 anos de idade e continuou até sua morte prematura, aos 22. Em suas imagens o corpo, geralmente feminino, coloca-se em processo de apagamento. Como ela mesma disse: “I show you what you do not see – the inner force of the body.” Para Philippe Sollers, que escreveu um dos capítulos de um belo livro sobre a artista, Francesca pode ser comparada a uma feiticeira (sorceress), um anjo provocador e irônico, que “não mostra piedade para o que é deformado, monstruoso ou doente”. Como uma jovem e bela feiticeira, Woodman atravessa o espelho (objeto recorrente em seus trabalhos), brinca de esconde-esconde com a câmera, transforma um homem em coelho, flerta com a morte ao esconder um peixe morto entre as pernas ou usar uma pequena raposa como colar. Ela é inteligente, faceira, má, criança, mulher e velha ao mesmo tempo. Seu corpo nu é de uma nudez insuportavelmente profunda.

SERVIÇO:
(Depois de) Antes da Queda
Espetáculo de dança com Companhia Perdida
De 10 a 26 de maio de 2011
Terças, quartas e quintas, às 21h
Ingresso R$ 7,50; 3,50 e 1,75
60 lugares
SESC Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – 2º and. 30 min. de antecedência
Pinheiros – tel (11) 3095.9400

Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 - solange.viana@uol.com.br
Mais notícias no Blog: http://solangeviana.blogspot.com

Ficha técnica

Concepção, direção e criação: Juliana Moraes
Criação e interpretação: Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Maristela Estrela*, Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye.
Trilha sonora: Jonas Tatit
Figurinos: Paulo Babboni
Projeto de luz: André Boll 
Cenário: Marcia de Moraes, Stella Marini e Juliana Moraes
Técnico de luz e som: Thiago dos Santos
Projeto visual: Marcia de Moraes 
Fotos: Cris Lyra
website: Gustavo Sol
Produção: César Ramos
*agradecemos pelo trabalho no processo de criação
Para saber mais:

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Veja matéria Jóias Contemporâneas

Matéria realizada por Mona Dorf para Ig. Jóias Contemporânea que acontece até 3 de junho de 2011 na A CASA museu do objeto brasileiro.
Produção Ana Paula Ziglio.
Assista o vídeo e vá visitar a exposição.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Jóia Contemporânea Brasileira no museu

A CASA museu do objeto brasileiro apresenta:
Exposição Jóia Contemporânea Brasileira
Curadoria: Miriam Mirna Korolkovas
Abertura: 6 de abril, quarta-feira, 19h30
Visitação: de 7 de abril a 3de junho de 2011

A jóia possui como suporte o corpo humano. E é isso que a partir de 6 de abril A CASA museu do objeto brasileiro pretende mostrar com as obras realizadas por 12 artistas que farão parte da exposição Jóia Contemporânea Brasileira que permanece até 3 de junho, com curadoria da artista, Miriam Mirna Korolkovas.

A CASA museu do objeto brasileiro acolhe a joalheria, como expressão artística de nosso povo, seja ele graduado nas academias ou não, abarcando todos que trabalham com a tridimensionalidade numa escala confortável que se adéqua ao corpo humano, incluindo as cooperativas de artesãos e os índios. Agregará também outras atividades artísticas: música, dança, artes visuais e áudio visual.

Cada etnia que habitou e que habita este planeta já produziu uma jóia. Os artistas desta mostra não possuem preconceito quanto ao uso de materiais que não seja o ouro ou a prata. Usam todos eles, inclusive os descartáveis como, por exemplo, a Mana Bernardes que usa em sua produção garrafas PET. O ouro assim como o ferro, a madeira, a fibra de buriti, são produtos da terra e interdependentes num sistema equilibrado. Diante da diversidade de materiais a jóia como expressão artística não se prende ao que é entendido como luxo pelos consumidores vorazes. A jóia produzida pelo artista não se prende à matéria que se entende como sendo nobre por alguns.

É um pouco disso que o visitante irá encontrar nesta mostra. Para Miriam Mirna: “A CASA Museu do Objeto Brasileiro está nos proporcionando gritar e mostrar o que existe aqui nesse País de tão belo e rico. É mesmo cansativo nadar contra a maré. Estamos participando de um momento histórico, de coragem em apresentar para todos o nosso trabalho que se manteve escondido”, completa.

A intenção da exposição jóia contemporânea brasileira é mostrar a jóia de hoje, que é confeccionada e construída com desenho pensado, inventado. É projetada, contem idéias. As jóias contemporâneas não se apegam ao material mais caro, como o ouro. Todos os materiais são preciosos, são da terra.

A jóia contemporânea carrega a pesquisa de formas, de material, de intenção. Ela não acontece por acaso, ela tem projeto e é isso que o visitante encontrará no museu A CASA.

Fotos ilustração release: 1.  Bettina Terepins – 2. Mirla Fernandes - 3. anéis

SERVIÇO:
JÓIA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA
Abertura: 6 de abril, quarta-feira, 19h30
Visitação: de 7 de abril a 3 de junho de 2011
12 artistas artesãos com 36 peças no total
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
Rua Cunha Gago, 814 – tel 3814.9711
acasa@acasa.org.br – http://www.acasa.org.br/
De seg a sexta das 10h às 19h
Entrada Franca

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel 11 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
Mais informações: http://solangeviana.blogspot.com/

Ficha Técnica
Direção geral: Renata Mellão
Curadoria, cenografia e coreografia: Miriam Mirna Korolkovas
Coordenação: Cláudia Vendramini e Jaine Silva
Produção: Jaine Silva
Assistência de produção e divulgação: Daniel Casquel de Tomasi
Assistência de curadoria: Roberta Nese
Artistas: Aglaize Damasceno, Alice Ursini, André Lasmar, Audrey Girotto, Bettina Terepins, Carolina Pedroso, Cooperativa Lã Pura, Gabriela de Rolt, Henna Lee, Krahôs, Mana Bernades e Mirla Fernandes

Ensaio musical: Julia Pedron Peres (Flauta transversal) | Micaela Marcondes (Violino)
Ensaio corporal: Larissa Korolkovas Buitron
Música : Choro do Rio de Caito Marcondes, Chovendo na Roseira de Tom Jobim com arranjo de Daniel Amorim e Sons de Carrilhões de João Teixeira Guimarães com arranjo de Daniel Amorin
Figurino : Flavia Aranha
Projeto gráfico : Ana Paula Prado
Fotografia : Tomas Kolisch Jr.
Áudio visual : Carlos Iglesias e Lina Lopes
Secretaria : Cleide Lopes
Manutenção e montagem: Alex Belarmino e José Mendes de Araújo
Apoio: Flávia Aranha
Realização : A CASA museu do objeto brasileiro

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Eólices em vídeo

Assista ao vídeo do experimento ambiental que acontece no Parque Ibirapuera, EÓLICES, por Renata Mellão.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Louça Morena é destaque em várias mídias

Leia alguns destaques:

Um vídeo no  UOL

Agenda Cesar Giobbi

No Agenda 29horas - SP - veja aqui.

No  Tudo Oeste.

Na Babel das Artes.

Louça Morena do Povoado de Poxica

É destaque no Portal Terra. Clique aqui para ler a matéria.

Louça Morena do Povoado de Poxica - Cerâmica

De 17/12 a 18/03 - Seg, Ter, Qua, Qui e Sex
Horário: das 10h às 19h

A Casa - Museu do Objeto Brasileiro
Rua Cunha Gago - 807 - Pinheiros  - Fone: 3814 9711

A exposição, que integra o Projeto Sala do Artista Popular, apresenta objetos de louça que fazem parte da história de Poxica, localizada no município de Itabaianinha, em Sergipe.

No DCI

Mais uma: Revista 7 dias com você

Outras Perspectivas no Estadão, por Valéria França

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A CASA é destaque no Blog da Mona Dorf

A exposição de obras de Louça morena do povoado de Poxica, uma das mais importantes regiões brasileiras de tradição popular na produção e comercialização de louças de barro, localizada no município de Itabaianinha, em Sergipe, que fica até 18 de março na A CASA museu do objeto brasileiro, é destaque no Blog da Mona Dorf, no Ig.

É só clicar aqui para ler a matéria.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Veja quem foi ao vernissage

Exposição "outras perspectivas"
Em dia ensolarado, ao som do badalado DJ Felipe Venâncio, a TexPrima brindou seus convidados com um brunch delicioso e muito prosseco!
Veja quem passsou por lá.
Fotos Juan Guerra

Os artistas e suas obras especialmente realizadas para o espaço da fábrica

Fernando Limberger

Rosângela Dorazio

Laura Gorski


detalhe obra de Estela Sokol

A exposição segue até 27 de fevereiro no Espaço TexPrima - Rua Carandai, 597 - Casa Verde - de seg a sexta das 10h às 18h - domingos das 10h às 16h - Entrada Franca


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Eólices - experimento de Renata Mellão

Acontece no Parque Ibirapuera, próximo ao Portão 07, até meados de março/2011.
Visite. Eólices - experimento ambiental criado por Renata Mellão

Marta Machado em entrevista ao Zoom

"Tudo o que vc gostaria de saber sobre comercialização..." e-book realizado pela produtora Marta Machado é destaque no Programa Zoom da TV Cultura. É só clicar aqui para assistir a matéria.

Convite Tex Prima

Exposição "Outras Perspectivas" em festa

TexPrima, empresa que atua na área têxtil há mais de 20 anos, hoje considerada uma das melhores opções no ramo de tecidos, agregando trabalho de criação e pesquisa de tendências no segmento da moda, realiza festa/vernissage da exposição OUTRAS PERSPECTIVAS.

Será no domingo, 30/01, das 11h às 15h, um brunch com o DJ Felipe Venâncio. Venha participar.
Confirmações com Solange Viana - solange.viana@uol.com.br ou pelo tel (11) 4777.0234.

Outras Perspectivas é uma exposição coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio. A curadoria é de Teresa Berlinck.

Vale conferir! É grátis. Até 27 de fevereiro de 2011. Rua Carandaí, 597. Casa Verde.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Saiu no ClubeOnline

Muito legal a exposição "outras perspectivas" ter saído no CLUBE ONLINE, dirigido pela competente Laís Prado, é um dos sites mais visitados e comentados no meio da comunicação & marketing.
Vale conferir é só clicar aqui!

Leia tb no Diário do Grande ABC

"Outras Perspectivas" saiu no DIÁRIO DO GRANDE ABC, principal jornal que circula no ABC Paulista. Saiu em 09/01/11, domingo, dia de maior circulação do jornal.
Leia aqui!

"Outras Perspectivas" é destaque no Arte Ref

Exposição Coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio com curadoria de Teresa Berlinck. aqui!