quarta-feira, 26 de outubro de 2011

G. Fogaça é a próxima exposição do AVA all visual arts

AVA – All visual arts apresenta a mostra “Intenções Urbanas”
do artista goiano G. Fogaça
Abertura, 8 de novembro, terça-feira, das 19h às 22h30
Visitação: de 8 de novembro a 10 de dezembro de 2011
Para a sua segunda exposição, o espaço AVA all visual artsescolheu o artista G. Fogaça, que apresenta uma série de obras inéditas, intitulada Intenções Urbanas que é composta de 16 obras óleo sobre tela e óleo sobre cartão em formatos variados, retratando o caos urbano, sobretudo provocado pelo excesso de veículos automotores e a solidão do homem contemporâneo. A exposição permanece até 10 de dezembro.

Nascido na cidade de Goiás em 1967. Vive e trabalha em Goiânia, GO. Autodidata, iniciou sua carreira como pintor em 1985, quando participou do Salão Vintém de Cobre, em Goiás. A partir de então tem participado de numerosas individuais e coletivas no Brasil, Chile, Bolívia, Bélgica, Argentina, Espanha, França e Cuba.
Em Goiânia, possui várias obras públicas entre elas “A Praça das Artes”, no Jardim Goiás e o monumento à Bossa Nova, tendo ainda realizado intervenção em ponte na Marginal Botafogo.
O artista vem desenvolvendo carreira internacional mediante exposições individuais em vários países, as quais ensejaram a publicação de artigos em importantes revistas de arte tais como Florilège, França, La Cigogne, Bélgica, Mallorca Fórum, Espanha, além de prefácios em catálogos assinados por críticos de arte do Brasil, Cuba, Chile e França.

Sobra a obra de G. Fogaça, a francesa, Nathalie Lescop-Boeswillwald , Doutora em História da Arte, escreveu: “...O traço é rápido, preciso; a cor é crua, audaciosa; a linha é afiada, angular, para melhor estruturar o desenho... Fogaça domina sobremaneira a arte de colocar os sujeitos e os elementos em situações reais, sabendo compor com a descrição dos acontecimentos e o lado banal da Unidade urbana, para re-criar cenas de rua extremamente realistas e “falantes”... Pois a pintura de Fogaça, ao mesmo tempo em que  ilustra a megalópole moderna com suas cadências trepidantes, nos interpela... Sublinhando o anonimato do indivíduo no coração da multidão... Solidão e grandes conjuntos, notívagos e temporalidade efetiva... Tudo aqui convive na indiferença própria ao exagero das grandes cidades...Fogaça é o pintor da vida comum que materializa o espectro da cidade desumanizada. Testemunha da sua época, ele relata mais do que denuncia a cidade como ela é, lançando, através do seu talento e da acuidade do seu olhar, uma luz sobre aquilo que as pessoas se recusam a enxergar! “, conclui. Vale conferir. O AVA fica na Rua Matheus Grou, 513A.

SERVIÇO:
“Intenções Urbanas” de G. Fogaça
 16 obras - óleo s/tela e s/cartão em diversos formatos
Abertura, 8 de novembro, terça-feira, das 19h às 22h30
Visitação: de 8 de novembro a 10 de dezembro de 2011
AVA All visual arts
Rua Mateus Grou, 513-A, Pinheiros
Tel  11  3031.2181

Assessoria de imprensa: Solange Viana | T + 11 47770234 | solange.viana@uol.com.br |http://solangeviana.blogspot.com

SOBRE G FOGAÇA
PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

2011
Galeria “A Hebraica”, São Paulo, Brasil
Galeria Luz y Ofícios – Centro Provincial de Artes Plásticas y Diseño de la  Ciudad de Habana, Cuba
Espace Ocktogen, Saint-Ghislain, Bélgica
Sala Amanda Labarca – Santiago, Chile
2010
Galeria Portinari – Buenos Aires, Argentina
Instituto Cultural de Providência, Santiago, Chile
2008
Fundação Jaime Câmara, Goiânia, Brasil
Galeria de Arte da UNICAMP, Campinas, São Paulo, Brasil
2007
L´espace d´exposition de Guaran, Lectoure, França
Galeria La Ronda, Palma de Mallorca, Espanha
Sala Entel, La Paz, Bolívia            
2006
Galeria de Arte Casa Thomas Jefferson, Brasília, Brasil
Sala Amanda Labarca – UTEM – Santiago, Chile
Faculdades Alfa, Goiânia, Brasil
Pontificia Universidad Catolica de Temuco, Chile
2004
         Pontificia Universidad Católica de Goiás, Goiânia, Brasil

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

AVA all visual arts abre nova exposição

AVA – all visual arts apresenta “memoriar - narrações imaginárias de um cotidiano” de Márcia Gadioli
Abertura, 18 de outubro, terça-feira, das 19h às 23h
Visitação: de 19 de outubro a 02 de novembro de 2011
      No próximo dia 18 de outubro, terça-feira, o espaço AVA all visual arts recebe por duas semanas a exposição “memoriar – narrações imaginárias de um cotidiano” com fotografia e outros trabalhos desenvolvidos em parafina abordando questões antagônicas como fragilidade e resistência, efemeridade e perenidade da artista visual Márcia Gadioli, e que permanece até 2 de novembro.
         Ao partir de imagens de jornais, a artista busca transitar na memória coletiva. Essa mídia, de produção rápida é tanto efêmera por ser descartada todos os dias, ou durável por trazer notícias e dados importantes que muitas vezes queremos manter, armazenar, arquivar. A artista então transfere estas imagens para a parafina. Nessa condição, se a placa de parafina tivesse grande espessura, se tornaria muito resistente e a imagem impregnada, duradoura.  Porém, ela usa uma espessura muito fina, tornando o resultado extremamente frágil.
O visitante ficará encantado com a delicada forma como a artista aborda a fragilidade da imagem, da memória e mesmo da importância das coisas.  O espectador é convidado a participar ativamente, vivenciando esta fragilidade e completando o significado da obra ao poder manusear as lâminas que ficarão empilhadas sobre a mesa.
É provável que, mesmo os mais cuidadosos, não consigam manter as imagens e nem todas permaneçam em cima da mesa durante o período expositivo, o que pode gerar ao fim da exposição somente fragmentos... de memórias.
A artista trará também obras em parafina emolduradas e fotografias preto e branco reveladas e ampliadas manualmente e com tratamento museológico. Vale conferir.

Marcia Gadioli
Brasileira, nascida em 12 de maio de 1965. Vive e trabalha em São Paulo. Pesquisa a memória e a passagem do tempo representados nas alterações urbanas através da fotografia. Membro do grupo de estudos e pesquisa issotudoégrupo desde de julho de 2008. Criou e dirige, juntamente com Marcelo Salles, a Casa Contemporânea espaço de atelier, exposições e debates desde 2009.

SERVIÇO:
“MEMORIAR narrações imaginárias de um cotidiano" de Márcia Gadioli
Abertura, 18 de outubro, terça-feira, das 19h às 23h
Visitação: de 19 de outubro a 02 de novembro de 2011
A galeria estará aberta no feriado de 02 de novembro.

AVA all visual arts
Rua Mateus Grou, 513-A  .  Pinheiros  .  São Paulo
Tel.: 11. 3031.2181 .  11.30978443
De segunda à sexta das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 17h.

Assessoria de imprensa: Solange Viana


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

AVA all visual arts promove "Diálogos sobre Arte"


AVA – all visual arts apresenta 
DIÁLOGOS SOBRE ARTE
O espaço cultural AVA all visual arts apresenta, durante os meses de setembro e outubro, uma vasta programação de cursos sobre arte com curadoria do jornalista Bruno Moreschi
Arte brasileira, leitura de portfólio, arte moderna e contemporânea, fotografia
                                              
Durante os meses de setembro e outubro, o AVA all visual arts apresenta uma vasta programação de cursos sobre arte contemporânea. Sob curadoria do jornalista Bruno Moreschi e organização da empresária, Cristina Oliveira, que dirige o AVA, serão apresentados diversos cursos sob o título: Diálogos sobre Arte, que conta ainda com as participações da jornalista Gisele Kato, da curadora Fernanda Lopes, da artista plástica, Márcia de Moraes, do crítico e doutor em artes, Carlos GH e do artista plástico Nelson Screnci.

O AVA all visual arts além de ser um entreposto de exibição e orientação de aquisição de obras de arte é também um espaço de convívio e diálogo da arte com o público.  Foi pensando nisso que foi organizado uma temporada de Diálogos sobre Arte, que tem a intenção de possibilitar encontros e a aproximação do público com artistas e agentes culturais, tornando acessível a troca de informações, conceitos e entendimentos que regem o pensamento e o fazer artístico. Veja a programação completa abaixo!

Arte Brasileira, anos 1950, 1960 e 1970: uma discussão a partir da Experiência Rex 
Sobre o curso: Formado por Geraldo de Barros, Nelson Leirner, Wesley Duke Lee, Carlos Fajardo, Frederico Nasser e José Resende em 1966, o Grupo Rex foi fundamental para a arte brasileira. Este curso pretende discutir a atuação do grupo, seu impacto para o cenário artístico da época e usar esse movimento para apresentar um panorama da arte brasileira nos anos 1950, 1960 e 1970.

Sobre Fernanda Lopes: Fernanda Lopes é curadora associada do Centro Cultural São Paulo, jornalista e pesquisadora. É mestre em História e Crítica de Arte pela EBA/UFRJ, pós-graduada pela PUC-RJ em História da Arte e Arquitetura no Brasil e graduada em Comunicação Social pela PUC-RJ.
Datas: 12 e 14 de setembro, das 19h às 22h.
Duração: 2 encontros de 3 horas.
Público: Geral interessado.
Valor:R$ 120,00
Vagas: 15 pessoas

Leitura de portfólio: Encontros individuais
Sobre o curso: A proposta desse curso é oferecer um espaço individual para que artistas de todas as idades mostrem sua produção artística. Além de analisar as obras dos participantes, os coordenadores irão sugerir referências teóricas e visuais, como trechos de livros, trabalhos de outros artistas, filmes, entre outros materiais. Cada artista terá um horário marcado anteriormente de, aproximadamente, meia hora com os coordenadores. Serão analisados a maneira com que o artista apresenta suas obras; como é montado formalmente o portfólio, entre outras questões que podem enriquecer sua produção artística.

Sobre Marcia de Moraes: Márcia de Moraes é mestre em Artes Plásticas pela Unicamp. Realizou individuais no Centro Universitário Maria Antonia, em 2009, e na Galeria Leme, SP, em 2010. Recentemente, fez residência artística na cidade de La Roche-en-Brenil, França.

Sobre Bruno Moreschi: Bruno Moreschi é jornalista formado na Universidade Federal de Santa Catarina, mestrando em Artes Plásticas pela Unicamp e artista plástico. Escreve para publicações como piauí, Bravo! e ffwMag.
Datas: 17, 24 de setembro e 1 de outubro, das 14h às 16h, sábados
Duração: 30 minutos por pessoa.
Público: Artistas                
Valor: R$ 170,00
Vagas: 16 pessoas (4 vagas por sábado)

Introdução a Fotografia Contemporânea
Sobre o curso: O curso pretende discutir noções introdutórias a respeito da fotografia e também analisar o papel da fotografia hoje num mundo tão visual. Além disso, os encontros irão apresentar trabalhos importantes de fotógrafos contemporâneos e conceitos teóricos de estudiosos como Susan Sontag.

Sobre Carlos G.H.: Carlos G.H. é doutor em artes pela Universidade Federal de Santa Catarina e pela Universidade de Glasgow, Reino Unido. Também já exibiu suas fotografias em exposições no Brasil e no exterior.
Datas: 20 e 22 de setembro, das 19 às 22h.
Duração: 2 encontros de 3 horas.
Público: Geral interessado.
Valor:R$ 120,00
Vagas: 15 pessoas

Arte Moderna  e  Arte contemporânea: rupturas e continuidades.
Sobre o curso: Apresentação de uma síntese dos principais movimentos dos séculos XX e XXI, e proposta de discussão sobre as possíveis fronteiras.
Sobre Nelson Screnci: Nelson Screnci é Artista Plástico, Professor de Artes Visuais e de História da Arte. Formado em Artes Plásticas na FAAP em 1982, recebeu no ano seguinte o Prêmio Pirelli-Masp e em 2011, o Prêmio Interações Estéticas/Funarte.
Data: 27 de setembro, das 19 às 22h.
Duração: 1 encontro de 2 horas.
Público: Geral interessado.
Valor: R$ 120,00
Vagas: 15 pessoas

Introdução a arte contemporânea: uma seleção dos mais importantes artistas da atualidade
Sobre o curso: Nos encontros, os participantes terão a oportunidade de conhecerem as biografias e as obras mais importantes dos principais artistas visuais da arte contemporânea. Além disso, o curso irá mostrar um panorama das vertentes da arte contemporânea e uma vasta quantidade de imagens de obras, trechos de filmes e textos teóricos. 

Sobre Gisele Kato: Gisele Kato é editora de artes visuais da revista Bravo! desde 2008. Possui graduação na Escola de Comunicação e Artes na USP e pós-graduação em História da Arte na Faap.
Sobre Bruno Moreschi: Bruno Moreschi é jornalista formado na Universidade Federal de Santa Catarina, mestrando em Artes Plásticas pela Unicamp e artista plástico. Escreve para publicações como piauí, Bravo! e ffwMag.

Datas: 24, 26 e 31 de outubro, das 19 às 22h. 
Duração: 3 encontros de 3 horas.
Público: Geral interessado.
Valor:R$ 250,00
Vagas: 15 pessoas

Inscrições: pelos telefones 30312181/ 30978443 ou via e-mail: ava@avaonline.com.br

SERVIÇO:
Diálogos sobre Arte, com Bruno Moreschi, Gisele Kato, Fernanda Lopes, Márcia de Moraes, Carlos GH e Nelson Screnci
AVA – all visual arts
Rua Mateus Grou, 513-A, Pinheiros
Tel  11  3031.2181
Mais informações: www.avaonline.com.br

Informações para imprensa: Solange Viana |
 T + 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

"Cama Patente" é destaque no Vitruvius

A exposição "cama patente - memória e imaginário" que acontece no SESC Araraquara é destaque no Vitruvius, Portal de Arquitetura. É só clicar aqui.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

AVA all visual arts promove venda especial de OBRAS DE ARTE

AVA all visual arts oferece
Obras de Arte a preços acessíveis
Ótima dica para o Dia dos Pais
Helcio de Barros, Joji Kussunoki, Laura Stankus e MariluTrevisan
AVA all visual arts é um novo espaço cultural que acaba de ser inaugurado em São Paulo e oferece uma ótima oportunidade de acesso a obra de arte. Uma opção chique e primorosa que pode ser um presente de qualidade para o Dia dos Pais.

Com obras de artistas contemporâneos a galeria AVA oferece desenhos, gravuras, xilogravuras, acrílicas s/tecidos a preços que vão de R$ 175 a R$ 680,00. Uma rara oportunidade de se adquirir uma obra de arte. Veja a tabela de preços das obras abaixo.


Helcio de Barros, Sem Título, Acrílica Sobre Tecido,  18 x 15 cm   R$ 320
Helcio de Barros, Acrílica Sobre Tecido, 20 x 15 cm, 2010    R$ 320
Joji Kussunoki,Horto Florestal, Aquarela sobre Papel, 16 x 20,5 cm, 2011   R$ 630
Joji Kussunoki ,Ibirapuera,  Aquarela sobre Papel, 16 x 20,5 cm, 2011   R$ 630
Joji Kussunoki ,Zinia, Aquarela sobre Papel, 16 x 20,5 cm, 2010    R$ 630
Joji Kussunoki ,Estrelitízia,  Aquarela sobre Papel, 19 x 15  cm, 2010      R$ 680
Laura Stankus,AMAR.elo, Nanquim sobre papel, Série Umas Brasileiras, 25x18 cm, 2009    R$ 320
Laura Stankus ,Na mala, Nanquim sobre papel, Série Umas Brasileiras, 16 x 22 cm, 2007    R$ 320
Laura Stankus ,Berliner, Nanquim sobre papel, Série Umas Brasileiras, 16 x 22 cm, 2007    R$ 320
Laura Stankus,Manequim, Nanquim sobre papel, 32 x 17 cm, 2007    R$ 500
Laura Stankus ,Fogo, Nanquim sobre papel , 28 x 20 cm, 2008    R$ 500
Marilu Trevisan ,Sem Título, Isogravura sobre Cerâmica, Dimensões Irregulares, 2010   R$ 585
Marilu Trevisan ,Divino, Xilogravura, 27x25cm, 2009   R$ 200
Marilu Trevisan ,Sem Título, Xilogravura, Série: PA, 23x23 cm, 2009    R$175

O AVA - All Visual Arts é um espaço dedicado a arte contemporânea que tem como  objetivo aproximar o artista de seu público. Dirigido pela empresária Cristina Carvalho Oliveira, funciona como um entreposto de exibição de obras de arte e objetos de design únicos e realizados em séries limitadas.

O grupo de artistas representados pelo AVA é eclético, abrangendo jovens artistas, em seus mais diversos suportes e designers contemporâneos. O acervo é constituído por papéis, fotos, telas e esculturas.

A proposta do AVA é mediar à aquisição das obras de forma respeitosa, observando clientes e artistas. Ao inserir a arte no cotidiano de seus clientes, o AVA proporciona leveza, sensibilidade e cultura para qualquer ambiente, seja uma residência ou um escritório
SERVIÇO:
AVA – all visual arts

Rua Mateus Grou, 513-A, Pinheiros
Tel  11  3031.2181
Mais informações: www.avaonline.com.br

Informações para imprensa: Solange Viana |
 T + 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br |
solangeviana.blogspot.com     

Renato Imbroisi realiza mostra no museu A CASA


A CASA museu do objeto brasileiro apresenta
exposição DESENHO DE FIBRA
exposição retrospectiva de Renato Imbroisi
abertura: 1 de setembro, das 19h30 às 22h30
visitação: de 2 de setembro a 18 de novembro de 2011

A CASA museu do objeto brasileiro apresenta a exposição Desenho de Fibra do designer  Renato Imbroisi, com uma retrospectiva de 25 anos de trabalho dedicado ao universo têxtil. Na ocasião serão destacadas cinco regiões do Brasil, focando suas técnicas básicas: tecelagem, rendas,  cestarias, bordado e crochê, onde cada peça será representada na mostra que acontece de 1 de setembro a 18 de novembro de 2011.

Esta exposição é baseada no conteúdo do livro “Desenho de Fibra – Artesanato Têxtil no Brasil”, escrito por Maria Emilia Kubrusly e Renato Imbroisi, lançado pela editora Senac em 2011. Apresenta um resumo da trajetória do designer Renato Imbroisi em 30 projetos de criação.

A exposição “Desenho de Fibra” traz um resumo da trajetória de Renato Imbroisi e a descrição de como desenvolveu, um método de trabalho conjunto com artesãos têxteis. Dos 140 projetos em que já trabalhou no Brasil, foram selecionados cerca de 35 peças, por serem exemplos de parcerias bem sucedidas entre o designer e os artesãos que deram continuidade à produção com profissionalismo, chegando, em muitos casos, a constituir empresas, formar associações, exportar e conquistar autossuficiência criativa, comercial e financeira.

O resultado de todo este processo é revelado aqui numa seleção de peças representativas, utilizando técnicas de tecelagem, bordado, crochê, costura e rendas. Uma rara oportunidade de conhecer o trabalho deste importante designer brasileiro.

QUEM É RENATO IMBROISI
Renato Imbroisi é tecelão e designer. Desenvolve peças de artesanato com design desde 1987; a partir de 1996, atua também como consultor, diretor de projetos e parceiro de artesãos no desenvolvimento e na criação de novos produtos, resgatando técnicas, tradições e evidenciando a identidade cultural local.
Trabalha em todas as regiões do Brasil, em Moçambique, São Tomé e Príncipe, e já atuou no Japão e na Itália. 

SERVIÇO
Exposição DESENHO DE FIBRA de Renato Imbroisi
Abertura: 1 de setembro das 19h30 às 22h30
Visitação: de 2 de setembro a 18 de novembro de 2011
De seg a sexta das 10h às 19h
A CASA museu do objeto brasileiro | Rua Cunha Gago, 807 | São Paulo SP
Informações | T + 55 11 3814 9711 | acasa@acasa.org.br | www.acasa.org.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA | Solange Viana

  
FICHA TÉCNICA
Direção geral | Renata Mellão
Curadoria | Renato Imbroisi
Projeto expográfico | Tina e Lui Design
Coordenação e produção | Jaine Silva
Assistência de produção e divulgação | Daniel Casquel de Tomasi
Desenvolvimento de conteúdo | Daniel Douek
Consultoria de projetos | Cláudia Vendramini
Assessoria de imprensa | Solange Viana
Secretaria | Cleide Lopes
Manutenção e montagem | Alex Belarmino e José Mendes de Araújo
Realização | A CASA museu do objeto brasileiro
            

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cama Patente é destaque na CASA VOGUE

"Cama Patente: memória e imaginário" que acontece no SESC Araraquara até 18 de setembro, é destaque na CASA VOGUE é só clicar aqui para ler a metéria.

Cama Patente: memória e imaginário no Sesc Araraquara

SESC Araraquara apresenta a exposição
“Cama Patente: Memória e Imaginário”
Um resgate ao passado do mobiliário nacional
Visitação até 18 de setembro de 2011
O SESC Araraquara apresenta uma rara oportunidade de se conhecer um pouco da história do mobiliário nacional. Destaca-se a valorização da memória da cidade de Araraquara e seus bens culturais, com a realização da exposição “Cama Patente: memória e imaginário” que trata da concepção da Cama Patente, peça do mobiliário surgida na cidade em 1915 e cuja história é parte fundamental do processo de modernização do design de mobiliário no Brasil. 
A exposição que acontece até 18 de setembro é inédita e está divida em quatro partes: Origens, Carrera, Indústria e Referências, que narram a história da criação da Cama Patente desde a produção artesanal de Celso Martinez Carrera, passando pelo processo de industrialização impulsionado por Luiz Lício, até a releitura realizada nos anos 80 pelo designer Fernando Jaeger. 
 Releitura de Fernando Jaeger
Com um acervo de 19 peças originais, documentos, fotos entre outros materiais resultantes da minuciosa pesquisa de Angélica Santi, também curadora da exposição, a mostra, reúne um material nunca antes apresentado ao público, possibilitando um conteúdo inédito, onde é possível verificar padrões de identidade, retratos de uma época, suas técnicas e tecnologias, e suas maneiras de aliar utilidade à estética.
Um pouco da história

A exposição que o SESC Araraquara apresenta traz em destaque o passado mobiliário de Araraquara, que conquistaria todo o país a partir de 1915: a Cama Patente. Projetada pela Fábrica de Móveis Celso Martinez Carrera e a Indústrias Cama Patente - L.Liscio - S.A é resultado das ambições de dois personagens da história que buscaram inovar quanto ao formato e forma de produção de um móvel que tornou-se unanimidade e cujos relatos e memórias também podem ser apreciados na exposição.
 
Celso Carrera, espanhol naturalizado brasileiro, tinha uma forma artesanal de produzir móveis, que impossibilitava a sua reprodução em série; era responsável por criar desenhos bem cuidados e inovadores em seu formato, prezando a praticidade. Já Luiz Liscio, dono de uma visão empreendedora apurada, apesar de valorizar os mesmos quesitos que Carrera na produção de um móvel, buscava a produção em larga escala. Foi dele a idéia de patentear e aperfeiçoar o projeto de uma nova cama, completamente desmontável e feita de madeira criada por seu parceiro. Essa junção de habilidades mudaria a relação entre consumidores e produtores de mobiliário no Brasil para sempre.



A Cama Patente anunciava mudanças na vida social, econômica e política do Brasil, suprindo a carência de exportações durante a Primeira Guerra Mundial, ela podia ser adquirida a um preço acessível e fez sucesso entre a classe média e baixa da época. Com o tempo, a indústria Patente passaria a diversificar sua produção criando novos modelos de cama, além de berços, cadeiras e armários, entre outros. Hoje em dia, todas essas peças adquiriram o status de inegável importância e deixaram marcas notáveis no mobiliário de nosso país.
           
“Cama Patente - Memória e Imaginário” resgata a trajetória dessa criação – e suas derivações - em nosso território. A linha, que se tornou a primeira de móveis brasileiros patenteados, como sugere o nome, revolucionou o design de nosso mobiliário, de forma marcante até os dias de hoje, toda essa importância será evocada através de peças originais, documentos e imagens criadas na época, que reconstroem a atmosfera do século passado e o ambiente efervescente e criativo em questão.

SERVIÇO:
CAMA PATENTE: MEMÓRIA E IMAGINÁRIO
até 18 de setembro de 2011
SESC Araraquara fica na Rua Castro Alves 1315


Visitação 
Os interessados podem visitá-la de terça a sexta, das 13h30 às 21h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, nas Salas de Múltiplo Uso 2 e 3. Grátis! Agendamentos de escolas podem ser realizados na Central de Atendimento pelo telefone (16) 3301 7529.

Informações para imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br – tel (11) 4777.0234

segunda-feira, 18 de julho de 2011

museu A CASA é destaque no caderno CASA do ESTADÃO

A mostra Capim-dourado: costuras e traçados do Jalapão está em cartaz até 12 de agosto no museu A CASA, que fica na Rua Cunha Gago, 807 - Pinheiros - tel. 3814.9711 - Entrada franca.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A CASA é destaque na HOME da Casa Vogue

Leia matéria publicada sobre a exposição Capim-dourado do Jalapão na CASA VOGUE, que acontece na A CASA museu do objeto brasileiro - é só clicar aqui!

Capim-dourado é a proxima exposição do museu

A CASA museu do objeto brasileiro e PROMOART+CULTURA trazem para São Paulo o artesanato de Capim Dourado do Jalapão
Abertura, 14 de julho, quinta-feira, das 19h30 às 22h30
Visitação: de 15 de julho a 12 de agosto de 2011

atenção! mesa-redonda: CAPIM DOURADO - costuras e trançados do Jalapão
16 de julho de 2011 | sábado | das 16h às 18h | 50 vagas - GRATUITO
com: Renato Imbroisi, Ana Cláudia Matos Silva, Eliane Damasceno, Carla Arouca Belas com mediação de Daniel Douek  


A CASA museu do objeto brasileiro recebe, a partir de 14 de julho, quinta-feira, a exposição Capim dourado: costuras e trançados do Jalapão; uma oportunidade para o público de São Paulo apreciar e adquirir peças artesanais produzidas com esta espécie vegetal por artesãos de 5 comunidades dos municípios de Ponte Alta, São Félix, Mateiros e Novo Acordo, situados na região do Jalapão, no estado do Tocantins.

A exposição é uma realização do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) e do Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) e Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), que contam com a parceria de A CASA museu do objeto brasileiro.

O capim dourado é uma “sempre-viva” da família das Eriocauláceas, a syngonanthus nitens, que significa “brilho”, e originados dele estarão expostos os mais variados tipos de objetos – potes, jarros, fruteiras, porta-pratos, bolsas, bijuterias, entre outros – confeccionados por meio de técnica artesanal herdada dos índios Xerente e repassada aos moradores do povoado de Mumbuca há cerca de 80 anos.

O capim dourado, ou capim de vereda, como era chamado antigamente, é uma matéria-prima típica da região do Jalapão e vem sendo alvo da biopirataria, contrabandeada em outras áreas do Brasil central e promovida por meio da concorrência ilegal sobre a espécie.  Por ser uma alternativa de sustento para a população local, produtores e artesãos do Jalapão buscam obter junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a proteção ao capim dourado pela Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Indicação de Procedência. O processo de pedido de IG já está em tramitação no INPI, que enfatiza que “além de proteger os produtores e artesãos locais, o intuito é criar um diferencial, garantindo a qualidade e a competitividade do produto”(fonte: www.inpi.gov.br).

O município de Mateiros, a 324 quilômetros da capital Palmas, com destaque para a comunidade de Mumbuca, constitui um dos núcleos iniciais dessa produção artesanal que, em virtude da crescente demanda de mercado, se expande por outros municípios da região, como São Félix, Ponte Alta e Novo Acordo.

A comercialização do artesanato feito com o capim dourado concorreu para a melhoria das condições de vida das famílias dessas localidades, segundo relato de moradores. Ainda hoje, mesmo com a redução das vendas provocada pela concorrência da expansão da produção artesanal para outros municípios da região, o capim dourado continua sendo uma das principais fontes de renda para os moradores das comunidades produtoras no Jalapão. Com o reconhecimento da matéria-prima e da produção artesanal do capim dourado, grandes artistas do design brasileiro já trabalharam com estas comunidades, agregando novos valores ao produto.
De um modo geral, o artesanato com o capim dourado é produzido por homens, mulheres e crianças a partir dos 10 anos de idade. A dedicação de cada um varia de acordo com os afazeres referentes a seus papéis sociais. Homens e mulheres dividem a produção artesanal com as atividades domésticas ou na roça, e com os serviços externos prestados à Prefeitura, às escolas etc.

Para costurar as hastes do capim dourado, os artesãos usam a “seda” do buriti, palmeira que nasce nas veredas e nas matas ciliares da região. A “seda” é obtida pela extração da fibra encontrada no interior do “olho” ou “folha flecha”, o talo de uma folha nova do buriti. O processo da costura do capim dourado exige muita paciência, atenção e cuidado. O material, embora flexível, é frágil, quebrando com facilidade durante o manuseio. Além disso, para garantir a uniformidade visual das peças, o artesão deve estar constantemente preocupado em manter as mesmas proporções da linha e do capim do início ao fim da confecção de um produto. Atualmente, alguns artesãos incrementam suas peças com materiais mais modernos como fios coloridos, sementes, miçangas e até linhas douradas importadas da China.

Serviço
Exposição Capim dourado: costuras e trançados do Jalapão
Inauguração: 14 de julho, quinta-feira,  das 19h30 às 22h30 (manobristas no local)
Visitação: de 15 de julho a 12 de agosto, de segunda a sexta, das 10h às 19h.
A CASA museu do objeto brasileiro - Rua Cunha Gago, 807, Pinheiros I 05421 001 São Paulo – SP
+ 55 11 3814 9711 –
acasa@acasa.org.brwww.acasa.org.brtwitter.com/museuacasa

Realização
Promoart+Cultura
Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro
Centro Nacional de Cultura Popular / IPHAN / Ministério da Cultura

Parceria
A CASA museu do objeto brasileiro
Assessoria de imprensa: Solange Viana e Janaina Paixão


Sobre o Promoart
O Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) foi criado para apoiar grupos produtores de artesanato tradicional, buscando o desenvolvimento deste setor da cultura brasileira. Integrado ao Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, pretende destacar a qualidade e a importância dos saberes tradicionais específicos dos quais o artesão é portador. Seu objetivo é proporcionar condições dignas de sobrevivência aos artesãos e estímulo a sua arte, bem como a formação de mercado que reconheça o valor do artesanato no mundo contemporâneo.

Realizado pela Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), por meio de convênio firmado com o Ministério da Cultura, o Promoart conta com a gestão conceitual e metodológica do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) do Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan. Em sua fase de implantação, abrange 65 polos de todas as regiões do país, estratégicos para o desenvolvimento de uma política nacional para o artesanato.

Sobre A CASA
A CASA Museu do Objeto Brasileiro tem o objetivo de contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento do artesanato e do design brasileiros, incrementando a percepção consciente a respeito do nosso produto brasileiro.

Nossa forma de atuação está em coletar, pesquisar, selecionar, documentar e conservar produtos e referências culturais; comunicar, difundir e disponibilizar informação e conhecimento a respeito desses produtos e referências, por meio de exposições físicas e virtuais, publicações, vídeos, debates, ações educativas, entre outros; promover e instituir mediações, atuando como rede que interliga iniciativas e pessoas envolvidas e interessadas na expressão cultural brasileira; estimular a reflexão crítica sobre a expressão cultural brasileira, por meio da realização de encontros, seminários, conferências, cursos, etc.; instituir critérios de avaliação de iniciativas relacionadas ao design e artesanato, estabelecendo parâmetros quanto à ética e qualidade dos projetos; promover a capacitação dos agentes culturais envolvidos.