quarta-feira, 27 de abril de 2011

(depois de) antes da queda - no SESC Pinheiros

Companhia Perdida apresenta: 
(depois de) Antes da Queda
Direção Juliana Moraes
SESC Pinheiros de 10 a 26 de maio de 2011
Terças, quartas e quintas, às 21h

Aos 22 anos a fotógrafa americana Francesca Woodman se suicidou ao final de um relacionamento amoroso. Mesmo com pouca idade, Woodman deixou um legado que só agora vem sendo descoberto. Suas fotografias são marcadas por desejos, frustrações, medos e fantasias. Desde material deixado pela jovem fotógrafa surge o espetáculo (depois de) Antes da Queda, realizado  pela Companhia Perdida, de dança contemporânea, que chega ao SESC Pinheiros com poucas apresentações.

(depois de) Antes da Queda é formada por um elenco exclusivamente feminino. O espetáculo, de 1h10 de duração, conta com a direção da coreógrafa Juliana Moraes.

Para Juliana, "trabalhamos uma dramaturgia que se constrói por repetições de imagens que vão se diferenciando de si mesmas a cada nova vez que reaparecem, através de distorções, deslocamentos e condensações. Buscamos a repetição na diferença e isso vai dando forma temporal e espacial ao trabalho. No momento, chamo isso de 'dramaturgia do inconsciente”. Ela completa que "no início, aprendemos uma a uma todas as formas do corpo da Francesca. Depois desse começo árduo, quando as poses demoravam a se sedimentar no corpo, elas acabaram por se tornar mais naturais e pudemos manipulá-las livremente, juntando duas ou três numa mesma ação e imaginando desdobramentos para além das imagens sugeridas pela artista."

A Companhia Perdida mergulhou em questionamentos sobre o que constitui o universo feminino, como se fosse emprestada a câmera de Francesca para ensaiar e desafiar faces tradicionalmente associadas a essa categoria.

Para o espetáculo a música foi composta por Jonas Tatit e utiliza os barulhos de talheres, de móveis se arrastando e de portas se abrindo numa alusão ao apartamento quase vazio em que a fotógrafa costumava trabalhar. O iluminador André Boll usa como inspiração pinturas surrealistas e renascentistas para criar a luz colorida do espetáculo, dialogando com os elegantes figurinos de Paulo Babboni. A artista plástica Marcia de Moraes produziu um conjunto de desenhos de poucos e leves traços que ilustram o material de divulgação.

Em texto para o espetáculo, o jornalista Bruno Moreschi ressalta que “o título é uma referência assumida dos segundos que antecederam a queda de Adão e Eva, quando essa última mordeu a maçã proibida do paraíso – e, é claro, ao instante antes de Francesca se jogar da janela. O antes de qualquer salto é um confuso instante. Não se está no chão. Nem livre no ar. Uma desordem entre a racionalidade de permanecer na segurança do plano e a instintividade de se deixar levar pela gravidade”, conclui.

A Companhia Perdida
 
Foi criada pela bailarina e coreógrafa Juliana Moraes na intenção de abrir um espaço para incursões de trabalho em grupo. Anteriormente, a artista havia se consolidado na criação de solos e duetos. No momento, integram o grupo as criadoras-interpretes Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye. A produção é coordenada por César Ramos.

Um pouco de Francesca Woodman

Francesca Woodman nasceu em 1958 em Denver, Colorado, numa família de artistas. Estudou na Rhode Island School of Design, em Providence, entre 1975 e 1979. Entre 1977 e 1978 passou um ano de intercâmbio em Roma, onde costumava freqüentar a galeria-livraria Maldoror, especializada em Surrealismo e Futurismo. Foi lá, no porão da Maldoror, que Francesca fez sua primeira exposição.

De volta aos EUA, mudou-se para Nova York. Em janeiro de 1981 foi lançado “Some Disordered Interior Geometry”, único livro de seu trabalho publicado em vida. No dia 19 desse mesmo mês ela se jogou da janela de seu loft no East Village. Francesca começou a fotografar aos 13 anos de idade e continuou até sua morte prematura, aos 22. Em suas imagens o corpo, geralmente feminino, coloca-se em processo de apagamento. Como ela mesma disse: “I show you what you do not see – the inner force of the body.” Para Philippe Sollers, que escreveu um dos capítulos de um belo livro sobre a artista, Francesca pode ser comparada a uma feiticeira (sorceress), um anjo provocador e irônico, que “não mostra piedade para o que é deformado, monstruoso ou doente”. Como uma jovem e bela feiticeira, Woodman atravessa o espelho (objeto recorrente em seus trabalhos), brinca de esconde-esconde com a câmera, transforma um homem em coelho, flerta com a morte ao esconder um peixe morto entre as pernas ou usar uma pequena raposa como colar. Ela é inteligente, faceira, má, criança, mulher e velha ao mesmo tempo. Seu corpo nu é de uma nudez insuportavelmente profunda.

SERVIÇO:
(Depois de) Antes da Queda
Espetáculo de dança com Companhia Perdida
De 10 a 26 de maio de 2011
Terças, quartas e quintas, às 21h
Ingresso R$ 7,50; 3,50 e 1,75
60 lugares
SESC Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – 2º and. 30 min. de antecedência
Pinheiros – tel (11) 3095.9400

Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 - solange.viana@uol.com.br
Mais notícias no Blog: http://solangeviana.blogspot.com

Ficha técnica

Concepção, direção e criação: Juliana Moraes
Criação e interpretação: Carolina Callegaro, Isabel Monteiro, Maristela Estrela*, Érica Tessarolo, Beatriz Sano e Flávia Scheye.
Trilha sonora: Jonas Tatit
Figurinos: Paulo Babboni
Projeto de luz: André Boll 
Cenário: Marcia de Moraes, Stella Marini e Juliana Moraes
Técnico de luz e som: Thiago dos Santos
Projeto visual: Marcia de Moraes 
Fotos: Cris Lyra
website: Gustavo Sol
Produção: César Ramos
*agradecemos pelo trabalho no processo de criação
Para saber mais:

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Veja matéria Jóias Contemporâneas

Matéria realizada por Mona Dorf para Ig. Jóias Contemporânea que acontece até 3 de junho de 2011 na A CASA museu do objeto brasileiro.
Produção Ana Paula Ziglio.
Assista o vídeo e vá visitar a exposição.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Jóia Contemporânea Brasileira no museu

A CASA museu do objeto brasileiro apresenta:
Exposição Jóia Contemporânea Brasileira
Curadoria: Miriam Mirna Korolkovas
Abertura: 6 de abril, quarta-feira, 19h30
Visitação: de 7 de abril a 3de junho de 2011

A jóia possui como suporte o corpo humano. E é isso que a partir de 6 de abril A CASA museu do objeto brasileiro pretende mostrar com as obras realizadas por 12 artistas que farão parte da exposição Jóia Contemporânea Brasileira que permanece até 3 de junho, com curadoria da artista, Miriam Mirna Korolkovas.

A CASA museu do objeto brasileiro acolhe a joalheria, como expressão artística de nosso povo, seja ele graduado nas academias ou não, abarcando todos que trabalham com a tridimensionalidade numa escala confortável que se adéqua ao corpo humano, incluindo as cooperativas de artesãos e os índios. Agregará também outras atividades artísticas: música, dança, artes visuais e áudio visual.

Cada etnia que habitou e que habita este planeta já produziu uma jóia. Os artistas desta mostra não possuem preconceito quanto ao uso de materiais que não seja o ouro ou a prata. Usam todos eles, inclusive os descartáveis como, por exemplo, a Mana Bernardes que usa em sua produção garrafas PET. O ouro assim como o ferro, a madeira, a fibra de buriti, são produtos da terra e interdependentes num sistema equilibrado. Diante da diversidade de materiais a jóia como expressão artística não se prende ao que é entendido como luxo pelos consumidores vorazes. A jóia produzida pelo artista não se prende à matéria que se entende como sendo nobre por alguns.

É um pouco disso que o visitante irá encontrar nesta mostra. Para Miriam Mirna: “A CASA Museu do Objeto Brasileiro está nos proporcionando gritar e mostrar o que existe aqui nesse País de tão belo e rico. É mesmo cansativo nadar contra a maré. Estamos participando de um momento histórico, de coragem em apresentar para todos o nosso trabalho que se manteve escondido”, completa.

A intenção da exposição jóia contemporânea brasileira é mostrar a jóia de hoje, que é confeccionada e construída com desenho pensado, inventado. É projetada, contem idéias. As jóias contemporâneas não se apegam ao material mais caro, como o ouro. Todos os materiais são preciosos, são da terra.

A jóia contemporânea carrega a pesquisa de formas, de material, de intenção. Ela não acontece por acaso, ela tem projeto e é isso que o visitante encontrará no museu A CASA.

Fotos ilustração release: 1.  Bettina Terepins – 2. Mirla Fernandes - 3. anéis

SERVIÇO:
JÓIA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA
Abertura: 6 de abril, quarta-feira, 19h30
Visitação: de 7 de abril a 3 de junho de 2011
12 artistas artesãos com 36 peças no total
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
Rua Cunha Gago, 814 – tel 3814.9711
acasa@acasa.org.brhttp://www.acasa.org.br/
De seg a sexta das 10h às 19h
Entrada Franca

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel 11 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
Mais informações: http://solangeviana.blogspot.com/

Ficha Técnica
Direção geral: Renata Mellão
Curadoria, cenografia e coreografia: Miriam Mirna Korolkovas
Coordenação: Cláudia Vendramini e Jaine Silva
Produção: Jaine Silva
Assistência de produção e divulgação: Daniel Casquel de Tomasi
Assistência de curadoria: Roberta Nese
Artistas: Aglaize Damasceno, Alice Ursini, André Lasmar, Audrey Girotto, Bettina Terepins, Carolina Pedroso, Cooperativa Lã Pura, Gabriela de Rolt, Henna Lee, Krahôs, Mana Bernades e Mirla Fernandes

Ensaio musical: Julia Pedron Peres (Flauta transversal) | Micaela Marcondes (Violino)
Ensaio corporal: Larissa Korolkovas Buitron
Música : Choro do Rio de Caito Marcondes, Chovendo na Roseira de Tom Jobim com arranjo de Daniel Amorim e Sons de Carrilhões de João Teixeira Guimarães com arranjo de Daniel Amorin
Figurino : Flavia Aranha
Projeto gráfico : Ana Paula Prado
Fotografia : Tomas Kolisch Jr.
Áudio visual : Carlos Iglesias e Lina Lopes
Secretaria : Cleide Lopes
Manutenção e montagem: Alex Belarmino e José Mendes de Araújo
Apoio: Flávia Aranha
Realização : A CASA museu do objeto brasileiro

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Eólices em vídeo

Assista ao vídeo do experimento ambiental que acontece no Parque Ibirapuera, EÓLICES, por Renata Mellão.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Louça Morena é destaque em várias mídias

Leia alguns destaques:

Um vídeo no  UOL

Agenda Cesar Giobbi

No Agenda 29horas - SP - veja aqui.

No  Tudo Oeste.

Na Babel das Artes.

Louça Morena do Povoado de Poxica

É destaque no Portal Terra. Clique aqui para ler a matéria.

Louça Morena do Povoado de Poxica - Cerâmica

De 17/12 a 18/03 - Seg, Ter, Qua, Qui e Sex
Horário: das 10h às 19h

A Casa - Museu do Objeto Brasileiro
Rua Cunha Gago - 807 - Pinheiros  - Fone: 3814 9711

A exposição, que integra o Projeto Sala do Artista Popular, apresenta objetos de louça que fazem parte da história de Poxica, localizada no município de Itabaianinha, em Sergipe.

No DCI

Mais uma: Revista 7 dias com você

Outras Perspectivas no Estadão, por Valéria França

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A CASA é destaque no Blog da Mona Dorf

A exposição de obras de Louça morena do povoado de Poxica, uma das mais importantes regiões brasileiras de tradição popular na produção e comercialização de louças de barro, localizada no município de Itabaianinha, em Sergipe, que fica até 18 de março na A CASA museu do objeto brasileiro, é destaque no Blog da Mona Dorf, no Ig.

É só clicar aqui para ler a matéria.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Veja quem foi ao vernissage

Exposição "outras perspectivas"
Em dia ensolarado, ao som do badalado DJ Felipe Venâncio, a TexPrima brindou seus convidados com um brunch delicioso e muito prosseco!
Veja quem passsou por lá.
Fotos Juan Guerra

Os artistas e suas obras especialmente realizadas para o espaço da fábrica

Fernando Limberger

Rosângela Dorazio

Laura Gorski


detalhe obra de Estela Sokol

A exposição segue até 27 de fevereiro no Espaço TexPrima - Rua Carandai, 597 - Casa Verde - de seg a sexta das 10h às 18h - domingos das 10h às 16h - Entrada Franca


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Eólices - experimento de Renata Mellão

Acontece no Parque Ibirapuera, próximo ao Portão 07, até meados de março/2011.
Visite. Eólices - experimento ambiental criado por Renata Mellão

Marta Machado em entrevista ao Zoom

"Tudo o que vc gostaria de saber sobre comercialização..." e-book realizado pela produtora Marta Machado é destaque no Programa Zoom da TV Cultura. É só clicar aqui para assistir a matéria.

Convite Tex Prima

Exposição "Outras Perspectivas" em festa

TexPrima, empresa que atua na área têxtil há mais de 20 anos, hoje considerada uma das melhores opções no ramo de tecidos, agregando trabalho de criação e pesquisa de tendências no segmento da moda, realiza festa/vernissage da exposição OUTRAS PERSPECTIVAS.

Será no domingo, 30/01, das 11h às 15h, um brunch com o DJ Felipe Venâncio. Venha participar.
Confirmações com Solange Viana - solange.viana@uol.com.br ou pelo tel (11) 4777.0234.

Outras Perspectivas é uma exposição coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio. A curadoria é de Teresa Berlinck.

Vale conferir! É grátis. Até 27 de fevereiro de 2011. Rua Carandaí, 597. Casa Verde.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Saiu no ClubeOnline

Muito legal a exposição "outras perspectivas" ter saído no CLUBE ONLINE, dirigido pela competente Laís Prado, é um dos sites mais visitados e comentados no meio da comunicação & marketing.
Vale conferir é só clicar aqui!

Leia tb no Diário do Grande ABC

"Outras Perspectivas" saiu no DIÁRIO DO GRANDE ABC, principal jornal que circula no ABC Paulista. Saiu em 09/01/11, domingo, dia de maior circulação do jornal.
Leia aqui!

"Outras Perspectivas" é destaque no Arte Ref

Exposição Coletiva com os artistas: Estela Sokol, Fernando Limberger, Julia Kater, Laura Gorski e Rosângela Dorazio com curadoria de Teresa Berlinck. aqui!