Uma ótima nota no Glamurama, por Joyce Pascowitch. Clique aqui e vá lá ver.
abre hoje, às 20h.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Alex Cerveny - Paraguai e Outras Pinturas
Casa Triângulo apresenta: Alex Cerveny – Paraguai e Outras Pinturas
Individual apresentada em toda a galeria
Abertura: 26 de novembro das 20h às 23hvisitação: 27 de novembro a 19 de dezembro de 2009
Para fechar o ano a Casa Triângulo apresenta trabalhos de um único artista: Alex Cerveny, Paraguai e Outras Pinturas – com uma seleção de desenhos, pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos. Abre no dia 26 de novembro, quinta-feira e segue até 19 de dezembro. Desde 2007 Cerveny não apresenta uma individual.
Alex Cerveny tem uma trajetória de mais de 20 anos e uma produção sólida e dinâmica que transita entre vários suportes como escultura, gravura, pintura, aquarela, bordado e desenho. Nessa exposição Paraguai e Outras Pinturas, temos mais uma vez a presença de um imaginário que vai do mítico ao cômico, do surreal ao esotérico, da violência ao bucólico, evidenciando a riqueza de repertório de uma artista que só se amplifica.
Autodidata, Alex sempre preferiu se manter livre das amarras acadêmicas e dar vazão a um universo de influências inusitadas aversas à hierarquias sociais. Sendo assim, ciência, história da arte, televisão e religiosidade convivem sem conflitos no espaço harmônico de sua obra, seja lá qual for o suporte escolhido.
A pintura, Paraguai, que empresta seu nome à exposição e onde, expo-graficamente, está centrada toda a mostra, nos apresenta um sonho ou um delírio, de um deserto a beira mar, com o nome do país vizinho numa revelação imaginária.
Segundo o crítico Giancarlo Hannud “estamos aqui lidando com um artista que se serve de uma linguagem que se não é propriamente arcaica, é inegavelmente arcaizante. No sistema estético Cerveniano encontramos motivos patentemente contemporâneos que nos são apresentados envoltos em um véu imemorial, em um não sei quê de secular. Nesse sistema, o que interessa são as características fundamentais; nele o contemporâneo é tratado de forma prototípica e para compreendê-lo (seria isso realmente desejável?) teríamos que nos aproximar antes da razão dos mitógrafos do que a dos sociólogos.”
É a última exposição do ano na Casa Triângulo. Venha comemorar conosco!
SERVIÇO:
Alex Cerveny – Paraguai e Outras Pinturas
desenhos e pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos
abertura: 26 de novembro, quinta-feira, das 20h às 23h
visitação: 27 de novembro a 19 de dezembro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: http://www.casatriângulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
A Casa Triângulo fecha de 20 de dezembro de 2009 a 05 de janeiro de 2010.
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sposati & Segall
São destaque na Agenda Cultural de Notícias do novo Portal da Rede Record, o R7. Nem bem nasceu e já é um sucesso! Confira. É só clicar aqui!
Berliner na mídia
O artista, representado pela Casa Triângulo, é notícia na revista DASARTES, clique aqui para ler a matéria.
O vernissage de Alberto Teixeira
Aconteceu na Galeria Berenice Arvani, a abertura da Mostra antológica de Alberto Teixeira. Se você ainda não viu, não deixe de ver, esta retrospectiva das obras de Alberto Teixeira, um dos fundadores do Ateliê Abstração, juntamente com Samson Flexor. Veja quem passou por lá e vá!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Alberto Teixeira é destaque no Vitruvius
No vitruvius, você poderá ver, além de ótimas notícias, a matéria da maravilhosa e antológica exposição de Alberto Teixeira, que acontece até 27 de novembro na Galeria Berenice Arvani. Clique aqui para ler a matéria. Boa leitura.
Veja também na coluna Sonia Racy
O caderno 2 do Estado de São Paulo, na coluna Direto da Fonte, da Sonia Racy, também você poderá ver quem esteve no vernissage de Camila Sposati & Felippe Segall, na Casa Triângulo. É só clicar aqui! Em tempo as individuais simultâneas permanecem em cartaz até 21 de novembro. Vale conferir!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
The Museum of Fine Arts, Houston
Houston — Com o compromisso de partilhar sua celebrada coleção Adolpho Leirner com exibições internacionais, The Museum of Fine Arts, Houston, enviará a coleção para Zurique para sua estréia na Europa, na Haus Konstruktiv, em novembro próximo, na Suíça. A coleção Leirner é a montagem de maior gabarito de arte brasileira — posterior à segunda guerra mundial — incluindo os melhores exemplares de abstração geométrica em pinturas, construções, desenhos, cartazes e materiais gráficos pelos principais artistas brasileiros, fornecendo uma visão singular na história do modernismo internacional. Ao adquirir a coleção completa, em 2007, o MFAH organizou “Dimensões da Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner”, uma inovadora e abrangente exposição do acervo. Após uma bem sucedida exibição americana, o MFAH enviará a exposição para a Haus Konstruktiv a partir de 19 de novembro de 2009 até 21 de fevereiro de 2010, onde a coleção será instalada sob a direção da diretora da Haus Konstruktiv, Dorothea Strauss.
“A Coleção Leirner representa um capítulo vital do modernismo que, de modo geral, tem estado historicamente indisponível para apresentações internacionais e para estudiosos,” disse o diretor do MFAH, Dr. Peter C. Marzio. “Quando nós adquirimos essa coleção tão exclusiva, em 2007, assumimos o compromisso de compartilhar essas obras com diversos museus. Ficamos muito felizes em colaborar com a Haus Konstruktiv para introduzir a coleção ao público suíço, no país de nascimento de Max Bill e outros artistas concretos cujo trabalho e idéias estiveram intimamente ligados aos vanguardistas no Brasil.”
Concebida por Mari Carmen Ramírez, a curadora Wortham de arte latino-americana no MFAH, “Dimensões de Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner” traçou o desenvolvimento da arte construtiva brasileira desde os primeiros experimentos em abstração geométrica feitos por Cícero Dias (1907-2003), além do influente professor Samson Flexor (1907-1971), através dos mais inovadores artistas e grupos da vanguarda dos anos 50: O grupo ruptura em São Paulo, e Grupo Frente no Rio de Janeiro. Os artistas representados na coleção incluem Waldemar Cordeiro (1925-1973), Mauricio Nogueira Lima, os irmãos César (1939-) e Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1929-2004). O movimento neo-concreto é explorado, também, através de obras de Lygia Clark (1920-1988), sem deixar de focalizar os artistas independentes — Alfredo Volpi (1896-1988), Mira Schendel (1919-1988), e Sergio Camargo (1930-1990), entre outros.
A dita apresentação é um grande marco no compromisso ao longo prazo do MFAH em partilhar a coleção com diversos públicos internacionais. Algumas obras avulsas têm sido apresentadas ocasionalmente na Europa, mas, em novembro próximo, será a primeira vez em que a coleção completa se apresentará fora do Brasil ou dos Estados Unidos. A Haus Konstruktiv é o lar da Fundação para Arte Construtiva e Concreta, que é a única instituição museológica e uma das primeiras na Europa a promover a arte e o design construtivo, concreto e conceitual.
O Colecionador
Filho de imigrantes judeus poloneses que chegaram ao Brasil nos anos 30, Adolpho Leirner nasceu em 1935 na cidade de São Paulo. Em 1953, ele foi para a Inglaterra para estudar engenharia têxtil e design. Durante os quatro anos de sua estadia, lá, ele teve contato com o legado dos movimentos construtivistas internacionais da primeira metade do século XX. De imediato, ele desenvolveu uma paixão por arquitetura e pelo design. Quando retornou ao Brasil, em final dos anos 50, Leirner focou sua atenção em artes decorativas e arte contemporânea brasileira. Em 1961, ele comprou a primeira obra que mais tarde constituiria sua coleção exclusiva: Em vermelho (1958) do artista Milton Dacosta (1915-1988). Naturalmente atraído para o construtivismo brasileiro, ele notou seu desaparecimento da atenção do público nos anos 60, com o surgimento de novas tendências figurativas como o florescimento da Arte Pop. Naquele momento, Leirner decidiu concentrar seus esforços de coleção em abstrações geométricas brasileiras. Basicamente através de seu contato direto com artistas e influentes comerciantes, ele conseguiu juntar sistematicamente trabalhos desses principais movimentos em seu país.
Coleções do MFAH
Fundado em 1900, The Museum of Fine Arts, Houston, é o maior museu dos Estados Unidos. (Ao sul de Chicago, ao oeste de Washington, D.C., e ao leste de Los Angeles). A coleção enciclopédica do MFAH conta mais de 57.000 peças e inclui arte deste a antiguidade até o presente. São mostrados os melhores exemplares de trabalhos artísticos das principais civilizações da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul, e África. Pinturas renascentistas italianas, obras impressionistas francesas, fotografia, arte decorativa americana e européia, ouro africano e pré-colombiano, arte americana e européia, além de pinturas e esculturas americanas do pós-1945, fazem parte de suas principais obras. Recentes aquisições para as coleções incluem Rembrandt van Rijn’s “Portrait of a Young Woman” [Retrato de uma jovem mulher] (1633), a Coleção Heiting de Fotografia, um conjunto pictórico chave de Gerhard Richter, um grupo de importantes obras de Jasper Johns, uma rara peça de bronze helênica do século II, Cabeça de Poseidon / Antígonos Doson, notáveis telas dos pintores do século XIX, Gustave Courbet e J.M.W. Turner, trabalhos seletos de artistas latino-americanos do séculos XX e XXI, além da mencionada Coleção Adolpho Leirner de Arte Construtiva Brasileira.
Informações no Brasil: Solange Viana – solange.viana@uol.com.br
“A Coleção Leirner representa um capítulo vital do modernismo que, de modo geral, tem estado historicamente indisponível para apresentações internacionais e para estudiosos,” disse o diretor do MFAH, Dr. Peter C. Marzio. “Quando nós adquirimos essa coleção tão exclusiva, em 2007, assumimos o compromisso de compartilhar essas obras com diversos museus. Ficamos muito felizes em colaborar com a Haus Konstruktiv para introduzir a coleção ao público suíço, no país de nascimento de Max Bill e outros artistas concretos cujo trabalho e idéias estiveram intimamente ligados aos vanguardistas no Brasil.”
Concebida por Mari Carmen Ramírez, a curadora Wortham de arte latino-americana no MFAH, “Dimensões de Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner” traçou o desenvolvimento da arte construtiva brasileira desde os primeiros experimentos em abstração geométrica feitos por Cícero Dias (1907-2003), além do influente professor Samson Flexor (1907-1971), através dos mais inovadores artistas e grupos da vanguarda dos anos 50: O grupo ruptura em São Paulo, e Grupo Frente no Rio de Janeiro. Os artistas representados na coleção incluem Waldemar Cordeiro (1925-1973), Mauricio Nogueira Lima, os irmãos César (1939-) e Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1929-2004). O movimento neo-concreto é explorado, também, através de obras de Lygia Clark (1920-1988), sem deixar de focalizar os artistas independentes — Alfredo Volpi (1896-1988), Mira Schendel (1919-1988), e Sergio Camargo (1930-1990), entre outros.
A dita apresentação é um grande marco no compromisso ao longo prazo do MFAH em partilhar a coleção com diversos públicos internacionais. Algumas obras avulsas têm sido apresentadas ocasionalmente na Europa, mas, em novembro próximo, será a primeira vez em que a coleção completa se apresentará fora do Brasil ou dos Estados Unidos. A Haus Konstruktiv é o lar da Fundação para Arte Construtiva e Concreta, que é a única instituição museológica e uma das primeiras na Europa a promover a arte e o design construtivo, concreto e conceitual.
O Colecionador
Filho de imigrantes judeus poloneses que chegaram ao Brasil nos anos 30, Adolpho Leirner nasceu em 1935 na cidade de São Paulo. Em 1953, ele foi para a Inglaterra para estudar engenharia têxtil e design. Durante os quatro anos de sua estadia, lá, ele teve contato com o legado dos movimentos construtivistas internacionais da primeira metade do século XX. De imediato, ele desenvolveu uma paixão por arquitetura e pelo design. Quando retornou ao Brasil, em final dos anos 50, Leirner focou sua atenção em artes decorativas e arte contemporânea brasileira. Em 1961, ele comprou a primeira obra que mais tarde constituiria sua coleção exclusiva: Em vermelho (1958) do artista Milton Dacosta (1915-1988). Naturalmente atraído para o construtivismo brasileiro, ele notou seu desaparecimento da atenção do público nos anos 60, com o surgimento de novas tendências figurativas como o florescimento da Arte Pop. Naquele momento, Leirner decidiu concentrar seus esforços de coleção em abstrações geométricas brasileiras. Basicamente através de seu contato direto com artistas e influentes comerciantes, ele conseguiu juntar sistematicamente trabalhos desses principais movimentos em seu país.
Coleções do MFAH
Fundado em 1900, The Museum of Fine Arts, Houston, é o maior museu dos Estados Unidos. (Ao sul de Chicago, ao oeste de Washington, D.C., e ao leste de Los Angeles). A coleção enciclopédica do MFAH conta mais de 57.000 peças e inclui arte deste a antiguidade até o presente. São mostrados os melhores exemplares de trabalhos artísticos das principais civilizações da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul, e África. Pinturas renascentistas italianas, obras impressionistas francesas, fotografia, arte decorativa americana e européia, ouro africano e pré-colombiano, arte americana e européia, além de pinturas e esculturas americanas do pós-1945, fazem parte de suas principais obras. Recentes aquisições para as coleções incluem Rembrandt van Rijn’s “Portrait of a Young Woman” [Retrato de uma jovem mulher] (1633), a Coleção Heiting de Fotografia, um conjunto pictórico chave de Gerhard Richter, um grupo de importantes obras de Jasper Johns, uma rara peça de bronze helênica do século II, Cabeça de Poseidon / Antígonos Doson, notáveis telas dos pintores do século XIX, Gustave Courbet e J.M.W. Turner, trabalhos seletos de artistas latino-americanos do séculos XX e XXI, além da mencionada Coleção Adolpho Leirner de Arte Construtiva Brasileira.
Informações no Brasil: Solange Viana – solange.viana@uol.com.br
Vernissage Casa Triângulo no Glamurama
Foi um sucesso! Em pleno feriado vários artistas e amigos, passaram no vernissage das exposições simultâneas de Camila Sposati & Felippe Segall.
Clique aqui para ver quem esteve lá.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Camila Sposati e Felippe Segall na Casa Triângulo
Camila Sposati em Nucleação – térreo (foto acima)
Felippe Segall em Arquitetura da Memória - mezanino
abertura: 31 de outubro das 12h às 17h - convidados
visitação: de 03 a 21 de novembro de 2009
Camila Sposati e Felippe Segall serão os próximos artistas a se apresentarem na Casa Triângulo. Com abertura em 31 de outubro, sábado, as individuais simultâneas, acontecem até 21 de novembro, com entrada franca.
No espaço térreo, Camila Sposati, apresenta fotos, desenhos e uma retro-projeção em sua primeira exposição individual na Casa Triângulo, intitulada Nucleação, processo de desenvolvimento de camadas de cristais, relacionando assim as áreas de geologia, mineralogia e química com as artes plásticas.
Em Nucleação, parte da pesquisa sobre crescimento de cristais feita no departamento de química da University College of London e na Loughborough University, Camila Sposati apresenta desenhos que são esculpidos ou descamados: uma série feita em blocos de 50 folhas de papel, compõe uma forma completa do desenho. Assim como no cristal, o desenho cresce em sobreposições que vemos, não pela transparência, mas sim pela "descamação" dessas folhas de papel, que, num princípio geológico-artístico, remove estas camadas para revelar a imagem abstrata final.
As fotografias da série Cristais Psicodélicos de 2009, aproximam-se de experimentos hedonísticos dos anos sessenta e da contra cultura. E na série Giza, também de 2009, remetem - mesmo que só visualmente - a aspectos arcaicos das origens das civilizações.
Na retro-projeção dos cristais, podemos apreciar o processo que a artista desenvolveu com o mineral e suas camadas de crescimento, como um cientista.
Camila Sposati é mestre em Artes Visuais pela Goldsmiths College em Londres. Realiza sua primeira individual na galeria Casa Triangulo. Recentemente recebeu o prêmio no meio de carreira no 8º Premio de Arte Sergio Motta de Arte e Tecnologia e está na 7º Bienal do MERCOSUL em Porto Alegre na curadoria de Artur Lescher.
Já Felippe Segall (foto acima) apresenta no mezanino da Casa Triângulo, uma série de fotos na sua primeira exposição individual, chamada de Arquitetura da Memória.
Nesta série de fotos Felippe Segall estabelece diálogos espaciais onde acontecem oposições, contraposições, diferenças. Esse diálogo se apresenta entrecortado, selecionado e sobreposto, evidenciando assim, os registros de tempos diferentes acontecidos num mesmo espaço, vistos num distanciamento de cliques da câmera, se assemelhando assim, aos mecanismos de nossa memória.
O desejo de lembrar está presente, na tentativa de fazer do ato fotográfico um ponto de partida adotado como parte da impossibilidade de representação de certas vivências associadas ao espaço familiar, problematizando-as enquanto fundadoras de identidade.
É importante saber que estas fotos foram feitas durante a desmontagem do apartamento em que cresceu, após a morte de seu pai, importa também notar que a imagem do apartamento vazio não é apresentada como mera metáfora de um vazio emocional provocado pela perda. É antes a representação de um espaço interior de formação, que inclui a condição imagética da fotografia, mas que não deixa de fora a especificidade do espaço como lugar de experiência.
Geometria de massas, grafismo e contraste são imbuídos de uma carga emocional. A articulação de contraposições desdobram-se em pares tensos entre corpo e espaço, positivo e negativo, ajustando estes opostos e abrindo espaço para a memória, que vai retomando terreno, deixando seus rastros pelos cômodos do espaço que está prestes a desaparecer. Enquanto um plano se ilumina para produzir registro, um outro se escurece e volta a constituir memória. E é esta alternância que potencializa os dois opostos.
Deste movimento econômico nasce às imagens expostas agora na galeria Casa Triângulo. Situam-se entre um cinema do mínimo e uma fotografia desdobrada, mas realizam-se, para além deste interstício, como uma arquitetura da memória.
SERVIÇO:
Camila Sposati & Felippe Segall
abertura: 31 de outubro das 12h às 17h
visitação: de 03 a 21 de novembro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: www.casatriângulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Assista matéria do Pazé
É na TV Cultura. É no meu programa/revista preferido: o METROPOLIS!
Pazé acaba a exposição hoje, na Triângulo arrasando, bem para quem não viu e mesmo para quem viu e quer rever é só clicar aqui!
Bom programa.
Pazé acaba a exposição hoje, na Triângulo arrasando, bem para quem não viu e mesmo para quem viu e quer rever é só clicar aqui!
Bom programa.
Tem brasileiro na Coleção da Saatchi
Eduardo Berliner, artista representado pela Casa Triângulo, agora faz parte da Coleção de Charles Saatchi.
A sétima edição da Frieze Art Fair, que aconteceu de 15 a 18 deste mês, em Londres, foi um sucesso para os brasileiros, em especial para a Casa Triângulo de Ricardo Trevisan, que conseguiu um fato inédito: Eduardo Berliner é o primeiro artista brasileiro a fazer parte da coleção de Charles Saatchi - famoso colecionador britânico.
Ricardo Trevisan comemorou a conquista: "Vendemos hoje três trabalhos para a galeria Saatchi. Eduardo Berliner vai ser o primeiro artista brasileiro a fazer parte da coleção de Charles Saatchi", conta.
As obras de Berliner são, segundo Daniela Labra, em texto sobre o artista: “Anestesiados pelas já banais imagens sangrentas que circulam nos veículos de comunicação, nossos sentidos, diante das pinturas de Eduardo Berliner sucumbem a uma armadilha de desconforto e se crispam em reação imediata. Longe do mecanismo midiático espetacular, seus trabalhos conseguem nos causar reações como surpresa, estupor e incômodo. Construídas com fragmentos narrativos e retalhos imagéticos do arquivo do autor, as obras nos oferecem cenas indecifráveis que roçam o grotesco e o violento, deixando-nos um sabor angustiado diante de pedaços de estórias cujos personagens são detectados, mas não são reconhecidos em sua integridade”, diz.
EDUARDO BERLINER, nasceu no Rio de Janeiro em 1978, onde mora e trabalha. É formado em Desenho Industrial / Comunicação Visual na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/Brasil e estudou Mestrado em Tipografia na University of Reading, Reading/Reino Unido.
O trabalho de Berliner tem tido projeção nacional e internacional desde que ganhou o Prêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça, cuja intinerância levará suas pinturas a diferentes cidades do Brasil. Sua primeira exposição coletiva aconteceu em 2001 e sua primeira exposição individual, em 2005.
Entre as coleções públicas que adquiriram o trabalho de Eduardo Berliner estão Coleção Gilberto Chateaubriand/Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro-MAM/Brasil, Blake Collection, Nova Iorque/EUA, T. Decker Collection, Phoenix, Arizona/EUA e agora a Coleção Saatchi, Londres/Reino Unido. Atualmente Eduardo Berliner é um dos professores do Programa de Arte Dynamic Encounters – International Art Workshops, organizado pelo Professor Charles Watson.
foto acima: Eduardo Berliner - Mulher com cachorro , 2009
óleo sobre tela - ed única -200 x 150 cmAssessoria de imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br
terça-feira, 13 de outubro de 2009
crítica de Jorge Coli no Mais! Folha de São Paulo
A exposição do Pazé na Casa Triângulo acaba dia 17/10, no próximo sábado. Leia a belíssima crítica de Jorge Coli para o caderno Mais de domingo.
É só clikar aqui!
Boa Leitura.
É só clikar aqui!
Boa Leitura.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Alberto Teixeira é a próxima exposição
GALERIA BERENICE ARVANI apresenta: ALBERTO TEIXEIRA
abertura: 27 de outubro, terça-feira, às 19h - convidados, você!!
visitação: de 28 de outubro a 27 de novembro de 2009
Alberto Teixeira é a próxima exposição que abre no dia 27 de outubro, terça-feira, na Galeria Berenice Arvani. Uma mostra antológica com obras dos anos 50 aos anos recentes e fica em cartaz até 27 de novembro. Serão apresentadas 40 obras: cerca de 20 em papel dos anos 50 em pequenos formatos - todas abstratas geométricas, e 20 das décadas de 60 a 2000, essas em grandes formatos - abstratas líricas informais, com curadoria do jornalista e crítico de arte, Celso Fioravante.
Teixeira participou ativamente do Atelier Abstração, primeiro grupo de artistas do Brasil a adotar a linguagem abstrata geométrica e que era conduzido por Samson Flexor, que se tornou seu amigo. Teixeira volta agora à Galeria Berenice Arvani, 60 anos depois de sua estréia nas artes, ainda em Portugal, e 50 anos depois de sua primeira mostra individual, já em São Paulo.
Teixeira possui um trabalho que se caracteriza por uma busca interior. Assim, o artista escolheu o desenho e a pintura, pois estas linguagens lhe serviam como registro psicológico. Ao refletir sobre a arte, disse o artista: “A arte, como a vida, é um caminhar para um mar desconhecido, um mar de surpresas, de deslumbramentos e de perigos. Desse mar desconhecido ilumina ou desvenda o artista pedaços, pois o artista é um iluminador, um desvendador. Ele traz à luz o que estava na obscuridade, torna conhecido o que era desconhecido do imenso desconhecido real que nunca é totalmente desvendado. A arte representa uma das facetas da luta para desvendá-lo e, por isso, é multiforme e em incessante evolução, em sempre renovados esforços para apreender a sua fugidia e complexa verdade, uma verdade que não está e não está nas aparências e que diz respeito a algo que é ao mesmo tempo visível e invisível, material e espiritual”
Naturalizado brasileiro nasceu em Portugal, em São João do Estoril, em 1925. Estudou na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, de 1947 a 1950. Nesta época, sua obra era figurativa, fauvista e expressionista. Mudou-se para São Paulo em 1950, após uma viagem pela Espanha e França, vivendo nesta cidade até 1973, quando se transferiu para Campinas (SP). Participou do Atelier Abstração entre 1953 e 1956, participando de mostras coletivas do grupo. Na época, influenciado por Samson Flexor, seu mestre e amigo, se tornou abstracionista geométrico. Entre 1956 e 1958, viveu na Europa, onde teve contato com o abstracionismo lírico que, segundo Teixeira, correspondia mais à sua índole de artista, e que iria marcar todo o seu trabalho posterior.
No início dos anos setenta se dedicou ao ensino, em diversas instituições, e aos estudos teóricos. Voltou a produzir nos últimos anos desta década, com alguns desenhos a lápis sobre folhas de jornal, unindo seu mundo interior à realidade histórica das notícias. Ao mesmo tempo, fazia desenhos mesclando o bico de pena à aquarela. Esta fase possui, segundo Mário Schenberg, a musicalidade de seu período abstrato geométrico, ao mesmo tempo em que mantém o mistério cósmico de suas obras abstratas expressionistas.
O artista participou das II, III, V, VII e VIII Bienais de São Paulo, e recebeu o 1º Prêmio Esso de Pintura, e o 2º Prêmio Leirner de Pintura.
SERVIÇO:
ALBERTO TEIXEIRA
abertura: 27 de outubro, terça-feira, às 19h
visitação: de 28 de outubro a 27 de novembro de 2009
ocal: galeria berenice arvani
rua oscar freire, 540 (jardins) / são paulo/sp
tels: 11 3088.2843 /3082.1927
galeria@galeriaberenicearvani.com
http://www.galeriaberenicearvani.com/
funcionamento: de segunda a sexta das 10h às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br
abertura: 27 de outubro, terça-feira, às 19h - convidados, você!!
visitação: de 28 de outubro a 27 de novembro de 2009
Alberto Teixeira é a próxima exposição que abre no dia 27 de outubro, terça-feira, na Galeria Berenice Arvani. Uma mostra antológica com obras dos anos 50 aos anos recentes e fica em cartaz até 27 de novembro. Serão apresentadas 40 obras: cerca de 20 em papel dos anos 50 em pequenos formatos - todas abstratas geométricas, e 20 das décadas de 60 a 2000, essas em grandes formatos - abstratas líricas informais, com curadoria do jornalista e crítico de arte, Celso Fioravante.
Teixeira participou ativamente do Atelier Abstração, primeiro grupo de artistas do Brasil a adotar a linguagem abstrata geométrica e que era conduzido por Samson Flexor, que se tornou seu amigo. Teixeira volta agora à Galeria Berenice Arvani, 60 anos depois de sua estréia nas artes, ainda em Portugal, e 50 anos depois de sua primeira mostra individual, já em São Paulo.
Teixeira possui um trabalho que se caracteriza por uma busca interior. Assim, o artista escolheu o desenho e a pintura, pois estas linguagens lhe serviam como registro psicológico. Ao refletir sobre a arte, disse o artista: “A arte, como a vida, é um caminhar para um mar desconhecido, um mar de surpresas, de deslumbramentos e de perigos. Desse mar desconhecido ilumina ou desvenda o artista pedaços, pois o artista é um iluminador, um desvendador. Ele traz à luz o que estava na obscuridade, torna conhecido o que era desconhecido do imenso desconhecido real que nunca é totalmente desvendado. A arte representa uma das facetas da luta para desvendá-lo e, por isso, é multiforme e em incessante evolução, em sempre renovados esforços para apreender a sua fugidia e complexa verdade, uma verdade que não está e não está nas aparências e que diz respeito a algo que é ao mesmo tempo visível e invisível, material e espiritual”
Naturalizado brasileiro nasceu em Portugal, em São João do Estoril, em 1925. Estudou na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, de 1947 a 1950. Nesta época, sua obra era figurativa, fauvista e expressionista. Mudou-se para São Paulo em 1950, após uma viagem pela Espanha e França, vivendo nesta cidade até 1973, quando se transferiu para Campinas (SP). Participou do Atelier Abstração entre 1953 e 1956, participando de mostras coletivas do grupo. Na época, influenciado por Samson Flexor, seu mestre e amigo, se tornou abstracionista geométrico. Entre 1956 e 1958, viveu na Europa, onde teve contato com o abstracionismo lírico que, segundo Teixeira, correspondia mais à sua índole de artista, e que iria marcar todo o seu trabalho posterior.
No início dos anos setenta se dedicou ao ensino, em diversas instituições, e aos estudos teóricos. Voltou a produzir nos últimos anos desta década, com alguns desenhos a lápis sobre folhas de jornal, unindo seu mundo interior à realidade histórica das notícias. Ao mesmo tempo, fazia desenhos mesclando o bico de pena à aquarela. Esta fase possui, segundo Mário Schenberg, a musicalidade de seu período abstrato geométrico, ao mesmo tempo em que mantém o mistério cósmico de suas obras abstratas expressionistas.
O artista participou das II, III, V, VII e VIII Bienais de São Paulo, e recebeu o 1º Prêmio Esso de Pintura, e o 2º Prêmio Leirner de Pintura.
SERVIÇO:
ALBERTO TEIXEIRA
abertura: 27 de outubro, terça-feira, às 19h
visitação: de 28 de outubro a 27 de novembro de 2009
ocal: galeria berenice arvani
rua oscar freire, 540 (jardins) / são paulo/sp
tels: 11 3088.2843 /3082.1927
galeria@galeriaberenicearvani.com
http://www.galeriaberenicearvani.com/
funcionamento: de segunda a sexta das 10h às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Vernissage do Pazé
Veja quem passou pelo vernissage do PAZÉ, em A Coleção, que fica até 17 de outubro na Casa Triângulo.
É só clicar aqui!!
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Pazé é destaque no Caderno 2 de hoje!
Leia hoje no ESTADO DE SÃO PAULO, caderno 2, matéria realizada por Maria Hirszman.
É só clicar aqui!!
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Artist in Residence - Brazil
ARTIST RESIDENCE WITH STUDIO TO RENT IN BRAZIL
To all museums, galeries, and institutions who would like to support their artists:
Studio to let for short or long term for artists wishing to work in Brazil – artist in residence.
A great place to work and develop projects. It has 210m² of studio space with a 6m ceiling to floor height plus off studio bedroom, kitchen, bathroom and stock room.
A great place to work and develop projects. It has 210m² of studio space with a 6m ceiling to floor height plus off studio bedroom, kitchen, bathroom and stock room.
Located 30km from the center of Sao Paulo with easy access to all major highways.
The location can also be used for an exhibition of the work.
For mor information contact: Solange Viana – solangeviana@uol.com.br
Dez Mais! da Folha de São Paulo
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Os Dez+
Uma seleção de livros e eventos culturais indicados pelo caderno +
Instalação
A Coleção
Abre nesta quinta-feira, às 19h, exposição em que o artista Pazé forra as paredes da galeria Casa Triângulo (tel. 0/ xx/11/ 3167-5621) com um adesivo em que figuram pinturas de domínio público. Em cada quadro reproduzido, pelo menos um personagem tem o olhar fixo no espectador.
Texto Anterior: Leia abaixo narrativas inéditas do artista, parte de uma coletânea em preparação
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assessoria de imprensa: solange viana – solange.viana@uol.com.br
Os Dez+
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Instalação
A Coleção
Abre nesta quinta-feira, às 19h, exposição em que o artista Pazé forra as paredes da galeria Casa Triângulo (tel. 0/ xx/11/ 3167-5621) com um adesivo em que figuram pinturas de domínio público. Em cada quadro reproduzido, pelo menos um personagem tem o olhar fixo no espectador.
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assessoria de imprensa: solange viana – solange.viana@uol.com.br
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Pazé em "A Coleção" é a próxima parada
Abertura: 24 de setembro, quinta-feira, às 19h, para convidados (você é) na Casa Triângulo
Rua Paes de Barros, 77 - visitação: de 24 de setembro a 17 de outubro de 2009
O artista Pazé é a próxima exposição da Casa Triângulo, que abre sua individual "A Coleção", em 24 de setembro, quinta-feira a partir das 19h. Desde 2005 Pazé não realiza uma individual. Em 2008 ele participou do "Panorama dos Panoramas" no Museu de Arte Moderna de São Paulo. "A Coleção" é uma obra que transforma a galeria em um gabinete de pintura reproduzido ao infinito. Para criar a instalação, o artista cobre inteiramente às quatro paredes principais da Casa Triângulo com o adesivo de uma imagem de uma galeria de quadros. A exposição permanece até 17 de outubro.
Ao escolher as pinturas, Pazé estabelece dois critérios: todas as imagens devem ser de domínio público e, em cada quadro, ao menos um dos personagens retratados deve estar olhando fixamente para o espectador.
Cada pintura apresenta-se em duas versões: na sua forma original e, na parede oposta, em sua forma invertida. O resultado é um encadeamento de pares assemelhados. Os dois tipos de imagem estão embaralhados: pinturas originais estão dispostas lado a lado com cópias espelhadas.
Para a crítica de arte, Magnólia Costa, “nesta mostra, Pazé traz uma coleção, não de obras de arte, mas de imagens de pinturas célebres que, destituídas da qualidade de serem bens raros e únicos, ganham a efemeridade do adesivo vinílico em que são impressas e vistas no breve lapso de tempo desta exposição. A efemeridade dessas imagens têm algo de virtual, apresentando-se ao olhar em evidente alusão à imagem especular. Nenhum espelho real reflete a imagem desta coleção, no entanto, ela se mostra duplicada em paredes opostas da galeria, e, em sua duplicidade, esvai-se o sentido do que deveria ser observado diretamente, em correspondência com o visto nas pinturas reais, e do que se mostra revertido em relação a elas”.
O entulhamento de personagens, com olhares fixos no visitante – acentua a idéia de claustro, evidenciado por uma galeria recoberta de paredes, corredores e portas irreais. Vale conferir.
SERVIÇO:
Pazé em “A Coleção”
Instalação em toda a galeria
abertura: 24 de setembro das 19h às 23h
visitação: de 24 de setembro a 17 de outubro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090 - tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: http://www.casatriângulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
Rua Paes de Barros, 77 - visitação: de 24 de setembro a 17 de outubro de 2009
O artista Pazé é a próxima exposição da Casa Triângulo, que abre sua individual "A Coleção", em 24 de setembro, quinta-feira a partir das 19h. Desde 2005 Pazé não realiza uma individual. Em 2008 ele participou do "Panorama dos Panoramas" no Museu de Arte Moderna de São Paulo. "A Coleção" é uma obra que transforma a galeria em um gabinete de pintura reproduzido ao infinito. Para criar a instalação, o artista cobre inteiramente às quatro paredes principais da Casa Triângulo com o adesivo de uma imagem de uma galeria de quadros. A exposição permanece até 17 de outubro.
Ao escolher as pinturas, Pazé estabelece dois critérios: todas as imagens devem ser de domínio público e, em cada quadro, ao menos um dos personagens retratados deve estar olhando fixamente para o espectador.
Cada pintura apresenta-se em duas versões: na sua forma original e, na parede oposta, em sua forma invertida. O resultado é um encadeamento de pares assemelhados. Os dois tipos de imagem estão embaralhados: pinturas originais estão dispostas lado a lado com cópias espelhadas.
Para a crítica de arte, Magnólia Costa, “nesta mostra, Pazé traz uma coleção, não de obras de arte, mas de imagens de pinturas célebres que, destituídas da qualidade de serem bens raros e únicos, ganham a efemeridade do adesivo vinílico em que são impressas e vistas no breve lapso de tempo desta exposição. A efemeridade dessas imagens têm algo de virtual, apresentando-se ao olhar em evidente alusão à imagem especular. Nenhum espelho real reflete a imagem desta coleção, no entanto, ela se mostra duplicada em paredes opostas da galeria, e, em sua duplicidade, esvai-se o sentido do que deveria ser observado diretamente, em correspondência com o visto nas pinturas reais, e do que se mostra revertido em relação a elas”.
O entulhamento de personagens, com olhares fixos no visitante – acentua a idéia de claustro, evidenciado por uma galeria recoberta de paredes, corredores e portas irreais. Vale conferir.
SERVIÇO:
Pazé em “A Coleção”
Instalação em toda a galeria
abertura: 24 de setembro das 19h às 23h
visitação: de 24 de setembro a 17 de outubro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090 - tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: http://www.casatriângulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Trevisan, 50
Ricardo Trevisan, diretor geral da Casa Triângulo, completou 50 anos em 30 de maio. Para quem perdeu a festa, segue fotos publicadas na Coluna do Cesar Giobbi no Portal Onne. Foi uma ótima e divertida festa.
Veja mais aqui.
fotos: renata jubran - (ricardo trevisan e solange viana)
fotos: fabio zanzeri - (trevisan e rodrigo )
Veja mais aqui.
fotos: renata jubran - (ricardo trevisan e solange viana)
fotos: fabio zanzeri - (trevisan e rodrigo )
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