sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pintura Contemporânea com Teresa Viana

Teresa Viana realiza cursos de arte contemporânea
Início: 03 de março de 2010 – Inscrições abertas

É sempre bom começar o ano com novas possibilidades. Uma delas é estudar pintura contemporânea. Não precisa ter experiência nenhuma, só vontade. Está é a proposta do curso que a artista carioca Teresa Viana está ministrando em seu Ateliê. Com turmas iniciando em três de março, o curso acontece na Vila Madalena, São Paulo e as inscrições já estão abertas.

Com ênfase na cor, o curso tem como objetivo atrair o público iniciante em arte, estudantes, artistas jovens em processo de formação e interessados em ter maior contato com a cor na pintura contemporânea. As aulas são livres, numa dinâmica de ateliê, com orientação individual, exercícios e conversas sobre a História da Pintura.

Teresa Viana ministra aulas há 17 anos, onde já realizou cursos livres na FAAP, SESC- Pinheiros, Pompéia, Santana, Oficinas Oswald de Andrade, MUBE, entre outros e em seu ateliê ha mais de oito anos.

As aulas serão ministradas às quartas-feiras, das 10h30 às 13h30 e das 14h30 às 17h30, e das 19h às 22h. Serão 07 vagas para cada turma. Os interessados poderão fazer suas inscrições mesmo com o curso já em andamento, pois as aulas são individualizadas.

A mensalidade custa R$ 250,00, e a inscrição poderá ser feita enquanto houver vagas disponíveis.
SERVIÇO:
Curso de Pintura Contemporânea
Orientação: Teresa Viana
Quando:
1ª turma - quarta-feira, das 10:30h às 13:30h
2ª turma - quarta-feira, das 14:30h às 17:30h
3ª turma - quarta-feira, das 19:00h às 22:00h
Local: Ateliê Teresa Viana
Endereço: Rua Fidalga, 575 / casa 3 - Vila Madalena
Preço: R$ 250,00 (mensal)
www.teresaviana.com.br
Inscrições:
tel: (11) 3034-5940 / 9525.4764
terviana@gmail.com
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234
solange.viana@uol.com.br

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Jornal novo na Praça

Pois é! Depois de duas semanas corridas, enfim o jornal GRANJA NEWS está pronto e rodando pela região. Ainda estou colhendo as impressões do povo. O impresso ficou bem legal.
Caso queira, confira a 3ª edição clicando aqui. Mande sugestões!!
E espero que goste e leia!
Boa leitura, SV.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Granja News

Boa notícia!
A partir de agora sou, entre outras coisas, editora do jornal GRANJA NEWS. Um jornal mensal, com tiragem de 10 mil exemplares que circula aqui na Granja Viana e região.
Acabo de fechar o jornal inteiro sozinha. São oito páginas por enquanto, com previsão de chegar a 12.
Sugestões são bem-vindas!
Críticas também. Tudo é válido.
Aguardem o resultado.
Ótimo 2010 à todos que me seguem por aqui.
Abraços, SV.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Veja Alex Cerveny na Bolsa de Arte - RJ

Paraguai e Outras Pinturas de Alex Cerveny na Casa Triângulo

ou clique aqui para ver!

Para fechar o ano a Casa Triângulo, Itaim Bibi, São Paulo,SP, apresenta trabalhos de um único artista: Alex Cerveny, Paraguai e Outras Pinturas – com uma seleção de desenhos, pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos. Desde 2007 Cerveny não apresenta uma individual. Alex Cerveny tem uma trajetória de mais de 20 anos e uma produção sólida e dinâmica que transita entre vários suportes como escultura, gravura, pintura, aquarela, bordado e desenho. Nessa exposição "Paraguai e Outras Pinturas", temos mais uma vez a presença de um imaginário que vai do mítico ao cômico, do surreal ao esotérico, da violência ao bucólico, evidenciando a riqueza de repertório de uma artista que só se amplifica. Autodidata, Alex sempre preferiu se manter livre das amarras acadêmicas e dar vazão a um universo de influências inusitadas aversas à hierarquias sociais. Sendo assim, ciência, história da arte, televisão e religiosidade convivem sem conflitos no espaço harmônico de sua obra, seja lá qual for o suporte escolhido. Até 19 de dezembro.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Alberto Teixeira é destaque na Veja São Paulo e outros

A exposição do Alberto Teixeira na Galeria Berenice Arvani foi um sucesso! Prorrogada até 04 de dezembro, a galeria obteve alto indíce de visitação. Veja matéria publicada no Panorama Brasil. É só clicar aqui.. Essa exposição também ganhou destaque na revista Veja São Paulo e revista KAZA de novembro.

Dorazio no Panorama Brasil

É sempre bom ler os trabalhos de nossos artistas em outros sítios.
Leia e pretegie, Rosângela Dorazio em Pelas Paredes. Ela é destaque no Panorama Brasil.
Em cartaz até 30 de dezembro no Dconcept na Al. Lorena, 1257 - G1.
Leia aqui! E vá lá.

Cerveny é destaque no Vitruvius e outros

Visite a exposição: Paraguai e outras pinturas de Alex Cerveny que acontece até 19 de dezembro, na Casa Triângulo. Alguns destaques:
Leia a matéria do Vitruvius aqui!! No Arte Referência: aqui.
No  Mapa das Artes. Também no Canal Contemporâneo. E se vc quiser conhecer o artista, clique aqui.
Boa leitura.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Rosângela Dorazio no DEZ+ da Folha de São Paulo

São Paulo, domingo, 06 de dezembro de 2009

Os Dez +

Uma seleção de livros e eventos culturais indicados pelo caderno


+ Pintura
Rosângela Dorazio

A exposição da artista mineira na galeria Dconcept (tel. 0/xx/ 11/3085-5006) tem cerca de 20 obras com a descrição técnica "óleo sobre mala direta". Ao pintar sobre material impresso, Dorazio busca uma maneira de "subjetivar a propaganda", como se escrevesse um diário pictórico e uma crítica do cotidiano.
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assessoria de imprensa: solange viana
solange.viana@uol.com.br

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Rosângela Dorazio apresenta pinturas expressionistas em São Paulo

Rosângela Dorazio apresenta “PELAS PAREDES” no DConcept
Artista transforma a correspondência recebida em obra de arte


Abertura, 02 de dezembro, quarta-feira, das 18h às 22h
Visitação: de 03 a 31 de dezembro de 2009 – das 14h às 19h

A mineira Rosângela Dorazio, não apresenta uma individual na cidade desde 2005, quando participou do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo. Desta vez Dorazio faz um passeio pelas correspondências que recebe. Intitulada “Pelas Paredes”, Rosângela recria o que lhe foi jogado por debaixo da porta. Meticulosa reconstrução de uma realidade dada. Imagens que seriam meros motivos de fetiche – estampado, padronizado – ganham a cada pincelada novas formas, cores e texturas. A pintura surge como uma necessidade vital, dessacralizada sobre o papel. A individual que abre na próxima quarta-feira, 02 de dezembro, permanece até dia 31, com entrada franca.

As malas diretas adentram em nossas casas como se fossem nossas melhores amigas. Invadem sem chamado. Dizem em que investir, o que vestir, para onde ir. Fazem de conta que nos conhecem e, como as cartas que há muito deixamos de receber, se travestem de intimidade. Em vez de atirá-las contra a lata de lixo ou aceitá-las passivamente, Rosângela Dorazio presta atenção ao que recebe sem pedir. Colhe o que lhe chama atenção e nos devolve agora na forma inversa da publicidade, convidando-nos a sua intimidade, seus desejos, sua poesia.
 Não somos meros receptores, diz a artista em sua nova série. Tem alguém ali detrás da porta. Alguém que chora, que sonha, que trabalha, que dorme, que existe para além das etiquetas impressas em off-set. E é ela, com o pincel melado de tinta, roçando as mãos inquietas sobre os postais multiplicados, quem inscreve sua condição humana.

Como relatos pessoais, cenas despontam fragmentadas, sobrepondo-se aos verbos imperativos da publicidade, às ilustrações enviadas pelo correio. Peitos, braços, pernas, pés e rostos lânguidos, quase todos femininos, emergem da superfície para revelar o terreno da privacidade. Esse que a propaganda tenta surrupiar artificialmente.

Nesse jogo de recortes criativos, a artista deixa transparecer intencionalmente alguns elementos das peças publicitárias, a fim de que travem um diálogo sorrateiro com suas figuras de carne e osso. O verbo passar por cima aqui não quer dizer apagar, mas sobrepor com certa imposição artística o gestual das mãos e das tintas sem esconder alguns pontos visuais que lhe captaram a retina nos papéis impressos.

Nas palavras de Dorazio: “PELAS PAREDES é o nome que escolhi para esta série de pinturas feitas com tinta à óleo sobre papel impresso. Há muito tempo observo como meu trabalho de arte parece tímido e impotente frente à força da comunicação da publicidade. Ela está em todos os lugares: Imagens de Out Doors nas ruas, ônibus, televisão, cinema, jornais e revistas. Abusando de cores, brilho e força, contendo mensagens sempre tão seguras e imperativas. Enquanto isto, falo das minhas incapacidades, das minhas inseguranças, pequenas felicidades, que expresso para poucos que se dispõem a apreciar imagens.

Acho curioso como as malas diretas me conhecem. Elas chegam por debaixo da porta sem nenhum convite. Estes papéis maravilhosos, sedutores e brilhantes avisam o que devo ter ou fazer ou comprar para finalmente ser feliz e de preferência linda. Passei a colecionar este material inútil e lindo para me valer dele no meu trabalho. Encontro uma diversidade enorme de papéis, sem me interessar por seus nomes nem vernizes de impressão. Não encontraria esta fartura na vizinha loja de materiais artísticos. Pinto sobre este suporte, incorporando o que já me é dado. Às vezes aproveito as imagens, às vezes quase apago tudo com a pintura. O destino deste material muda.
 
Agora sou remetente desta mala direta, que torna ao mundo com outras mensagens, outras idéias, e destinada a quem se interessar a olhar”, conta a artista.

release baseado em texto de Olívia Mindêlo
Abaixo texto de Ricardo Rezende

SERVIÇO:
Rosângela Dorazio em “Pelas Paredes”
Dconcept Escritório de Arte: Alameda Lorena, 1257 G1 – Vila Flavio de Carvalho
Abertura, 02 de dezembro, quarta-feira, das 18h às 22h
Visitação: 03 a 31 de dezembro de 2009 – das 14h às 19h
http://www.dconcept.net/
info@dconcept.net
N° de obras: 20 em pequenos formatos – óleo s/ mala-direta
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel. (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

PELAS PAREDES - óleo s/mala direta A série de pinturas sobre papel apresentadas por Rosângela Dorazio nesta individual no Espaço D-Concept, não trata de uma arte engajada ou politicamente correta, embora seja uma crítica clara ao consumismo, tema contemporâneo que faz parte do nosso cotidiano, principalmente daqueles que vivem nos grandes centros urbanos. O que a artista nos mostra está mais para um experimento da linguagem pictórica.

Somos comumente bombardeados com uma quantidade enorme de imagens e informação voltadas para o consumo e que são entregues ou deixadas em nossas casas. Uma quantidade imensa de papel e gastos com postagem nesta operação de marketing. Este material habitualmente de custo elevado, é imediatamente descartado na forma de um desperdício diante de sua inutilidade. Em um gesto provocativo, quase que de irritação (algo que acomete a todos os cidadãos conscientes) ao ver sua correspondência invadida por uma quantidade cada vez maior deste tipo de propaganda e convites de toda sorte que, em sua maioria, não são solicitados, portanto, uma correspondência indesejada que a artista, poeticamente, começou a usar como matéria para seu trabalho de arte, dando-lhe um outro sentido como suporte para suas pinturas.

O que se vê sobre as imagens que este material gráfico carrega, muitas vezes são parte de seu próprio corpo observado na intimidade do seu ateliê, que dilui o que antes se via, criando uma imagem híbrida que mistura as duas linguagens, a fotografia e a pintura. O que ela nos apresenta é uma pintura expressionista de cores intensas e pinceladas fortes, que resultam em um figurativismo denso e dramático. Nada mais do que um registro poético de sua presença e passagem pelo mundo diante dos nossos conflitos existenciais.

Ricardo Rezende
Critico de Arte

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Alex Cerveny - Paraguai e Outras Pinturas


Casa Triângulo apresenta: Alex Cerveny – Paraguai e Outras Pinturas
Individual apresentada em toda a galeria
Abertura: 26 de novembro das 20h às 23h
visitação: 27 de novembro a 19 de dezembro de 2009

Para fechar o ano a Casa Triângulo apresenta trabalhos de um único artista: Alex Cerveny, Paraguai e Outras Pinturas – com uma seleção de desenhos, pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos. Abre no dia 26 de novembro, quinta-feira e segue até 19 de dezembro. Desde 2007 Cerveny não apresenta uma individual.


Alex Cerveny tem uma trajetória de mais de 20 anos e uma produção sólida e dinâmica que transita entre vários suportes como escultura, gravura, pintura, aquarela, bordado e desenho. Nessa exposição Paraguai e Outras Pinturas, temos mais uma vez a presença de um imaginário que vai do mítico ao cômico, do surreal ao esotérico, da violência ao bucólico, evidenciando a riqueza de repertório de uma artista que só se amplifica.

Autodidata, Alex sempre preferiu se manter livre das amarras acadêmicas e dar vazão a um universo de influências inusitadas aversas à hierarquias sociais. Sendo assim, ciência, história da arte, televisão e religiosidade convivem sem conflitos no espaço harmônico de sua obra, seja lá qual for o suporte escolhido.

A pintura, Paraguai, que empresta seu nome à exposição e onde, expo-graficamente, está centrada toda a mostra, nos apresenta um sonho ou um delírio, de um deserto a beira mar, com o nome do país vizinho numa revelação imaginária.

Segundo o crítico Giancarlo Hannud “estamos aqui lidando com um artista que se serve de uma linguagem que se não é propriamente arcaica, é inegavelmente arcaizante. No sistema estético Cerveniano encontramos motivos patentemente contemporâneos que nos são apresentados envoltos em um véu imemorial, em um não sei quê de secular. Nesse sistema, o que interessa são as características fundamentais; nele o contemporâneo é tratado de forma prototípica e para compreendê-lo (seria isso realmente desejável?) teríamos que nos aproximar antes da razão dos mitógrafos do que a dos sociólogos.”

É a última exposição do ano na Casa Triângulo. Venha comemorar conosco!

SERVIÇO:
Alex Cerveny – Paraguai e Outras Pinturas
desenhos e pinturas recentes e inéditas, em pequenos e médios formatos
abertura: 26 de novembro, quinta-feira, das 20h às 23h
visitação: 27 de novembro a 19 de dezembro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: http://www.casatriângulo.com/
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
A Casa Triângulo fecha de 20 de dezembro de 2009 a 05 de janeiro de 2010.

Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Sposati & Segall

São destaque na Agenda Cultural de Notícias do novo Portal da Rede Record, o R7. Nem bem nasceu e já é um sucesso! Confira. É só clicar aqui!

Berliner na mídia

O artista, representado pela Casa Triângulo, é notícia na revista DASARTES, clique aqui para ler a matéria.

O vernissage de Alberto Teixeira


Aconteceu na Galeria Berenice Arvani, a abertura da Mostra antológica de Alberto Teixeira. Se você ainda não viu, não deixe de ver, esta retrospectiva das obras de Alberto Teixeira, um dos fundadores do Ateliê Abstração, juntamente com Samson Flexor. Veja quem passou por lá e vá!



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Alberto Teixeira é destaque no Vitruvius

No vitruvius, você poderá ver, além de ótimas notícias, a matéria da maravilhosa e antológica exposição de Alberto Teixeira, que acontece até 27 de novembro na Galeria Berenice Arvani. Clique aqui para ler a matéria. Boa leitura.

Veja também na coluna Sonia Racy

O caderno 2 do Estado de São Paulo, na coluna Direto da Fonte, da Sonia Racy, também você poderá ver quem esteve no vernissage de Camila Sposati & Felippe Segall, na Casa Triângulo. É só clicar aqui! Em tempo as individuais simultâneas permanecem em cartaz até 21 de novembro. Vale conferir!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

The Museum of Fine Arts, Houston

Houston Com o compromisso de partilhar sua celebrada coleção Adolpho Leirner com exibições internacionais, The Museum of Fine Arts, Houston, enviará a coleção para Zurique para sua estréia na Europa, na Haus Konstruktiv, em novembro próximo, na Suíça. A coleção Leirner é a montagem de maior gabarito de arte brasileira — posterior à segunda guerra mundial — incluindo os melhores exemplares de abstração geométrica em pinturas, construções, desenhos, cartazes e materiais gráficos pelos principais artistas brasileiros, fornecendo uma visão singular na história do modernismo internacional. Ao adquirir a coleção completa, em 2007, o MFAH organizou “Dimensões da Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner”, uma inovadora e abrangente exposição do acervo. Após uma bem sucedida exibição americana, o MFAH enviará a exposição para a Haus Konstruktiv a partir de 19 de novembro de 2009 até 21 de fevereiro de 2010, onde a coleção será instalada sob a direção da diretora da Haus Konstruktiv, Dorothea Strauss.

A Coleção Leirner representa um capítulo vital do modernismo que, de modo geral, tem estado historicamente indisponível para apresentações internacionais e para estudiosos,” disse o diretor do MFAH, Dr. Peter C. Marzio. “Quando nós adquirimos essa coleção tão exclusiva, em 2007, assumimos o compromisso de compartilhar essas obras com diversos museus. Ficamos muito felizes em colaborar com a Haus Konstruktiv para introduzir a coleção ao público suíço, no país de nascimento de Max Bill e outros artistas concretos cujo trabalho e idéias estiveram intimamente ligados aos vanguardistas no Brasil.”

Concebida por Mari Carmen Ramírez, a curadora Wortham de arte latino-americana no MFAH, “Dimensões de Arte Construtiva no Brasil: A Coleção Adolpho Leirner” traçou o desenvolvimento da arte construtiva brasileira desde os primeiros experimentos em abstração geométrica feitos por Cícero Dias (1907-2003), além do influente professor Samson Flexor (1907-1971), através dos mais inovadores artistas e grupos da vanguarda dos anos 50: O grupo ruptura em São Paulo, e Grupo Frente no Rio de Janeiro. Os artistas representados na coleção incluem Waldemar Cordeiro (1925-1973), Mauricio Nogueira Lima, os irmãos César (1939-) e Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1929-2004). O movimento neo-concreto é explorado, também, através de obras de Lygia Clark (1920-1988), sem deixar de focalizar os artistas independentes — Alfredo Volpi (1896-1988), Mira Schendel (1919-1988), e Sergio Camargo (1930-1990), entre outros.

A dita apresentação é um grande marco no compromisso ao longo prazo do MFAH em partilhar a coleção com diversos públicos internacionais. Algumas obras avulsas têm sido apresentadas ocasionalmente na Europa, mas, em novembro próximo, será a primeira vez em que a coleção completa se apresentará fora do Brasil ou dos Estados Unidos. A Haus Konstruktiv é o lar da Fundação para Arte Construtiva e Concreta, que é a única instituição museológica e uma das primeiras na Europa a promover a arte e o design construtivo, concreto e conceitual.

O Colecionador

Filho de imigrantes judeus poloneses que chegaram ao Brasil nos anos 30, Adolpho Leirner nasceu em 1935 na cidade de São Paulo. Em 1953, ele foi para a Inglaterra para estudar engenharia têxtil e design. Durante os quatro anos de sua estadia, lá, ele teve contato com o legado dos movimentos construtivistas internacionais da primeira metade do século XX. De imediato, ele desenvolveu uma paixão por arquitetura e pelo design. Quando retornou ao Brasil, em final dos anos 50, Leirner focou sua atenção em artes decorativas e arte contemporânea brasileira. Em 1961, ele comprou a primeira obra que mais tarde constituiria sua coleção exclusiva: Em vermelho (1958) do artista Milton Dacosta (1915-1988). Naturalmente atraído para o construtivismo brasileiro, ele notou seu desaparecimento da atenção do público nos anos 60, com o surgimento de novas tendências figurativas como o florescimento da Arte Pop. Naquele momento, Leirner decidiu concentrar seus esforços de coleção em abstrações geométricas brasileiras. Basicamente através de seu contato direto com artistas e influentes comerciantes, ele conseguiu juntar sistematicamente trabalhos desses principais movimentos em seu país.

Coleções do MFAH

Fundado em 1900, The Museum of Fine Arts, Houston, é o maior museu dos Estados Unidos. (Ao sul de Chicago, ao oeste de Washington, D.C., e ao leste de Los Angeles). A coleção enciclopédica do MFAH conta mais de 57.000 peças e inclui arte deste a antiguidade até o presente. São mostrados os melhores exemplares de trabalhos artísticos das principais civilizações da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul, e África. Pinturas renascentistas italianas, obras impressionistas francesas, fotografia, arte decorativa americana e européia, ouro africano e pré-colombiano, arte americana e européia, além de pinturas e esculturas americanas do pós-1945, fazem parte de suas principais obras. Recentes aquisições para as coleções incluem Rembrandt van Rijn’s “Portrait of a Young Woman” [Retrato de uma jovem mulher] (1633), a Coleção Heiting de Fotografia, um conjunto pictórico chave de Gerhard Richter, um grupo de importantes obras de Jasper Johns, uma rara peça de bronze helênica do século II, Cabeça de Poseidon / Antígonos Doson, notáveis telas dos pintores do século XIX, Gustave Courbet e J.M.W. Turner, trabalhos seletos de artistas latino-americanos do séculos XX e XXI, além da mencionada Coleção Adolpho Leirner de Arte Construtiva Brasileira.

Informações no Brasil: Solange Viana – solange.viana@uol.com.br

Vernissage Casa Triângulo no Glamurama

Foi um sucesso! Em pleno feriado vários artistas e amigos, passaram no vernissage das exposições simultâneas de Camila Sposati & Felippe Segall.
Clique aqui para ver quem esteve lá.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Camila Sposati e Felippe Segall na Casa Triângulo


Camila Sposati em Nucleação – térreo (foto acima)
Felippe Segall em Arquitetura da Memória - mezanino
abertura: 31 de outubro das 12h às 17h - convidados
visitação: de 03 a 21 de novembro de 2009

Camila Sposati e Felippe Segall serão os próximos artistas a se apresentarem na Casa Triângulo. Com abertura em 31 de outubro, sábado, as individuais simultâneas, acontecem até 21 de novembro, com entrada franca.

No espaço térreo, Camila Sposati, apresenta fotos, desenhos e uma retro-projeção em sua primeira exposição individual na Casa Triângulo, intitulada Nucleação, processo de desenvolvimento de camadas de cristais, relacionando assim as áreas de geologia, mineralogia e química com as artes plásticas.

Em Nucleação, parte da pesquisa sobre crescimento de cristais feita no departamento de química da University College of London e na Loughborough University, Camila Sposati apresenta desenhos que são esculpidos ou descamados: uma série feita em blocos de 50 folhas de papel, compõe uma forma completa do desenho. Assim como no cristal, o desenho cresce em sobreposições que vemos, não pela transparência, mas sim pela "descamação" dessas folhas de papel, que, num princípio geológico-artístico, remove estas camadas para revelar a imagem abstrata final.

As fotografias da série Cristais Psicodélicos de 2009, aproximam-se de experimentos hedonísticos dos anos sessenta e da contra cultura. E na série Giza, também de 2009, remetem - mesmo que só visualmente - a aspectos arcaicos das origens das civilizações.

Na retro-projeção dos cristais, podemos apreciar o processo que a artista desenvolveu com o mineral e suas camadas de crescimento, como um cientista.

Camila Sposati é mestre em Artes Visuais pela Goldsmiths College em Londres. Realiza sua primeira individual na galeria Casa Triangulo. Recentemente recebeu o prêmio no meio de carreira no 8º Premio de Arte Sergio Motta de Arte e Tecnologia e está na 7º Bienal do MERCOSUL em Porto Alegre na curadoria de Artur Lescher.


Já Felippe Segall (foto acima) apresenta no mezanino da Casa Triângulo, uma série de fotos na sua primeira exposição individual, chamada de Arquitetura da Memória.

Nesta série de fotos Felippe Segall estabelece diálogos espaciais onde acontecem oposições, contraposições, diferenças. Esse diálogo se apresenta entrecortado, selecionado e sobreposto, evidenciando assim, os registros de tempos diferentes acontecidos num mesmo espaço, vistos num distanciamento de cliques da câmera, se assemelhando assim, aos mecanismos de nossa memória.

O desejo de lembrar está presente, na tentativa de fazer do ato fotográfico um ponto de partida adotado como parte da impossibilidade de representação de certas vivências associadas ao espaço familiar, problematizando-as enquanto fundadoras de identidade.

É importante saber que estas fotos foram feitas durante a desmontagem do apartamento em que cresceu, após a morte de seu pai, importa também notar que a imagem do apartamento vazio não é apresentada como mera metáfora de um vazio emocional provocado pela perda. É antes a representação de um espaço interior de formação, que inclui a condição imagética da fotografia, mas que não deixa de fora a especificidade do espaço como lugar de experiência.

Geometria de massas, grafismo e contraste são imbuídos de uma carga emocional. A articulação de contraposições desdobram-se em pares tensos entre corpo e espaço, positivo e negativo, ajustando estes opostos e abrindo espaço para a memória, que vai retomando terreno, deixando seus rastros pelos cômodos do espaço que está prestes a desaparecer. Enquanto um plano se ilumina para produzir registro, um outro se escurece e volta a constituir memória. E é esta alternância que potencializa os dois opostos.

Deste movimento econômico nasce às imagens expostas agora na galeria Casa Triângulo. Situam-se entre um cinema do mínimo e uma fotografia desdobrada, mas realizam-se, para além deste interstício, como uma arquitetura da memória.

SERVIÇO:
Camila Sposati & Felippe Segall
abertura: 31 de outubro das 12h às 17h
visitação: de 03 a 21 de novembro de 2009
local: casa triângulo
endereço: rua paes de araujo 77 (itaim bibi)
são paulo/sp 04531-090
tel: 11 31675621
info@casatriangulo.com
visite nosso site: www.casatriângulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de imprensa: Solange Viana
tel (11) 4777.0234 – solange.viana@uol.com.br
skype: sol.viana

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Assista matéria do Pazé

É na TV Cultura. É no meu programa/revista preferido: o METROPOLIS!
Pazé acaba a exposição hoje, na Triângulo arrasando, bem para quem não viu e mesmo para quem viu e quer rever é só clicar aqui!
Bom programa.