quarta-feira, 13 de julho de 2011

A CASA é destaque na HOME da Casa Vogue

Leia matéria publicada sobre a exposição Capim-dourado do Jalapão na CASA VOGUE, que acontece na A CASA museu do objeto brasileiro - é só clicar aqui!

Capim-dourado é a proxima exposição do museu

A CASA museu do objeto brasileiro e PROMOART+CULTURA trazem para São Paulo o artesanato de Capim Dourado do Jalapão
Abertura, 14 de julho, quinta-feira, das 19h30 às 22h30
Visitação: de 15 de julho a 12 de agosto de 2011

atenção! mesa-redonda: CAPIM DOURADO - costuras e trançados do Jalapão
16 de julho de 2011 | sábado | das 16h às 18h | 50 vagas - GRATUITO
com: Renato Imbroisi, Ana Cláudia Matos Silva, Eliane Damasceno, Carla Arouca Belas com mediação de Daniel Douek  


A CASA museu do objeto brasileiro recebe, a partir de 14 de julho, quinta-feira, a exposição Capim dourado: costuras e trançados do Jalapão; uma oportunidade para o público de São Paulo apreciar e adquirir peças artesanais produzidas com esta espécie vegetal por artesãos de 5 comunidades dos municípios de Ponte Alta, São Félix, Mateiros e Novo Acordo, situados na região do Jalapão, no estado do Tocantins.

A exposição é uma realização do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) e do Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) e Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), que contam com a parceria de A CASA museu do objeto brasileiro.

O capim dourado é uma “sempre-viva” da família das Eriocauláceas, a syngonanthus nitens, que significa “brilho”, e originados dele estarão expostos os mais variados tipos de objetos – potes, jarros, fruteiras, porta-pratos, bolsas, bijuterias, entre outros – confeccionados por meio de técnica artesanal herdada dos índios Xerente e repassada aos moradores do povoado de Mumbuca há cerca de 80 anos.

O capim dourado, ou capim de vereda, como era chamado antigamente, é uma matéria-prima típica da região do Jalapão e vem sendo alvo da biopirataria, contrabandeada em outras áreas do Brasil central e promovida por meio da concorrência ilegal sobre a espécie.  Por ser uma alternativa de sustento para a população local, produtores e artesãos do Jalapão buscam obter junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a proteção ao capim dourado pela Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Indicação de Procedência. O processo de pedido de IG já está em tramitação no INPI, que enfatiza que “além de proteger os produtores e artesãos locais, o intuito é criar um diferencial, garantindo a qualidade e a competitividade do produto”(fonte: www.inpi.gov.br).

O município de Mateiros, a 324 quilômetros da capital Palmas, com destaque para a comunidade de Mumbuca, constitui um dos núcleos iniciais dessa produção artesanal que, em virtude da crescente demanda de mercado, se expande por outros municípios da região, como São Félix, Ponte Alta e Novo Acordo.

A comercialização do artesanato feito com o capim dourado concorreu para a melhoria das condições de vida das famílias dessas localidades, segundo relato de moradores. Ainda hoje, mesmo com a redução das vendas provocada pela concorrência da expansão da produção artesanal para outros municípios da região, o capim dourado continua sendo uma das principais fontes de renda para os moradores das comunidades produtoras no Jalapão. Com o reconhecimento da matéria-prima e da produção artesanal do capim dourado, grandes artistas do design brasileiro já trabalharam com estas comunidades, agregando novos valores ao produto.
De um modo geral, o artesanato com o capim dourado é produzido por homens, mulheres e crianças a partir dos 10 anos de idade. A dedicação de cada um varia de acordo com os afazeres referentes a seus papéis sociais. Homens e mulheres dividem a produção artesanal com as atividades domésticas ou na roça, e com os serviços externos prestados à Prefeitura, às escolas etc.

Para costurar as hastes do capim dourado, os artesãos usam a “seda” do buriti, palmeira que nasce nas veredas e nas matas ciliares da região. A “seda” é obtida pela extração da fibra encontrada no interior do “olho” ou “folha flecha”, o talo de uma folha nova do buriti. O processo da costura do capim dourado exige muita paciência, atenção e cuidado. O material, embora flexível, é frágil, quebrando com facilidade durante o manuseio. Além disso, para garantir a uniformidade visual das peças, o artesão deve estar constantemente preocupado em manter as mesmas proporções da linha e do capim do início ao fim da confecção de um produto. Atualmente, alguns artesãos incrementam suas peças com materiais mais modernos como fios coloridos, sementes, miçangas e até linhas douradas importadas da China.

Serviço
Exposição Capim dourado: costuras e trançados do Jalapão
Inauguração: 14 de julho, quinta-feira,  das 19h30 às 22h30 (manobristas no local)
Visitação: de 15 de julho a 12 de agosto, de segunda a sexta, das 10h às 19h.
A CASA museu do objeto brasileiro - Rua Cunha Gago, 807, Pinheiros I 05421 001 São Paulo – SP
+ 55 11 3814 9711 –
acasa@acasa.org.brwww.acasa.org.brtwitter.com/museuacasa

Realização
Promoart+Cultura
Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro
Centro Nacional de Cultura Popular / IPHAN / Ministério da Cultura

Parceria
A CASA museu do objeto brasileiro
Assessoria de imprensa: Solange Viana e Janaina Paixão


Sobre o Promoart
O Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) foi criado para apoiar grupos produtores de artesanato tradicional, buscando o desenvolvimento deste setor da cultura brasileira. Integrado ao Programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, pretende destacar a qualidade e a importância dos saberes tradicionais específicos dos quais o artesão é portador. Seu objetivo é proporcionar condições dignas de sobrevivência aos artesãos e estímulo a sua arte, bem como a formação de mercado que reconheça o valor do artesanato no mundo contemporâneo.

Realizado pela Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), por meio de convênio firmado com o Ministério da Cultura, o Promoart conta com a gestão conceitual e metodológica do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) do Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan. Em sua fase de implantação, abrange 65 polos de todas as regiões do país, estratégicos para o desenvolvimento de uma política nacional para o artesanato.

Sobre A CASA
A CASA Museu do Objeto Brasileiro tem o objetivo de contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento do artesanato e do design brasileiros, incrementando a percepção consciente a respeito do nosso produto brasileiro.

Nossa forma de atuação está em coletar, pesquisar, selecionar, documentar e conservar produtos e referências culturais; comunicar, difundir e disponibilizar informação e conhecimento a respeito desses produtos e referências, por meio de exposições físicas e virtuais, publicações, vídeos, debates, ações educativas, entre outros; promover e instituir mediações, atuando como rede que interliga iniciativas e pessoas envolvidas e interessadas na expressão cultural brasileira; estimular a reflexão crítica sobre a expressão cultural brasileira, por meio da realização de encontros, seminários, conferências, cursos, etc.; instituir critérios de avaliação de iniciativas relacionadas ao design e artesanato, estabelecendo parâmetros quanto à ética e qualidade dos projetos; promover a capacitação dos agentes culturais envolvidos.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vernissage AVA all visual arts

No último sábado, 02 de julho, foi inaugurada uma nova Galeria de Arte em Pinheiros, a AVA all visual arts, que abriu suas portas com a exposição de desenhos: 5 + 1  s/ papel, com curadoria do querido Enock Sacramento. 

A exposição tem em comum o traço dos artistas: Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus e fica aberta até 15 de agosto. Vale uma visita. A AVA fica na Rua Mateus Grou, 513A, e funciona de  seg a sexta, das 10h às 19h, sábados das 10h às 17h (durante exposição), o telefone lá é (11)  3031.2181. Veja algumas fotos de quem passou por lá no vernissage. Mais infos: www.avaonline.com.br.
  
artistas, o curador, Enock Sacramento e equipe AVA

segunda-feira, 4 de julho de 2011

"5 + 1 s/papel" é destaque no Vitruvius

Exposição que inaugurou a nova galeria de arte AVA all visual arts, é destaque no Portal Vitruvius.
É só clicar aqui para ler a matéria.

AVA all visual arts é destaque no Arte Ref

Leia matéria da exposição "5 + 1 s/papel" que inaugurou nova galeria arte em Pinheiros.
É só clicar aqui para ler a matéria.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Abre nova galeria de arte em Pinheiros

AVA – All visual arts apresenta “5 + 1 – sobre papel” exposição coletiva com seis artistas e inaugura novo espaço cultural em Pinheiros
Abertura, 2 de julho, sábado, das 11h às 17h.
Visitação de 04 de julho a 15 de agosto de 2011
Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus
Um novo espaço cultural nasce em São Paulo. É a AVA – All visual arts. Localizado à Rua Mateus Grou, 513-A, no bairro de Pinheiros, será inaugurado no próximo dia 2 de junho, sábado, a partir das 11 horas, com a mostra “5 + 1 / Sobre Papel” com a qual abre seu programa de exposições temporárias. A mostra, que tem curadoria do critico de arte Enock Sacramento,  reúne obras sobre papel de autoria de Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus e permanece até 15 agosto.
Ale Skaff, arquiteto e urbanista pelo Mackenzie e fotógrafo pelo SENAC, com atuação no campo da cenografia,  apresenta quatro técnicas mistas criadas com carvão, pastel e aquarela. Cassiano Reis, ilustrador com atuação em diversos jornais e revistas de São Paulo, entre os quais Folha de S. Paulo,  Vida Simples, Superinteressante, Alfa, Vital e Joyce Pascovitich, mostra dois desenhos realizados com sumiê referenciados em memórias familiares. Fernando Ekman,  recentemente premiado no Salão de Arte Contemporânea de Santo André e com exposição aberta no Museu de Arte de Goiânia, apresenta aquarelas recentes em que recria objetos diversos em aquarela (ventilador, rádio de pilha, máquina fotográfica) e em aquarela e nanquim (máquina de escrever, velocípede). O escultor Israel Kislansky participa da mostra com desenhos aquarelados que ele normalmente realiza a partir da modelo posada para ser servir de referência para a criação de uma escultura, numa espécie de ritual de aproximação e conhecimento de formas e volumes.

A arquiteta, cenógrafa e ilustradora Laura Stankus, que participa no momento da Quadrienal de Cenografia de Praga, integra a mostra com uma série de obras de pequenos formatos realizadas com nanquim sobre papel na qual a figura da mulher e um toque surrealista são recorrentes. Para completar o time, Paulo Sayeg  integra a mostra com uma obra poderosa, instigante e vital, na linha das que o projetaram como um dos maiores desenhistas de sua geração no Brasil.
A  AVA – Al visual arts foi criada pela economista  Cristina Carvalho Oliveira, empresária oriunda da área financeira,  e é gerenciada por Maria Fernanda Calil Angelini.  Sua abertura oficial vem reforçar a representatividade do bairro de Pinheiros no contexto cultural da cidade de São Paulo. Sediando mais de 10 galerias de arte com programação ativa, localizadas sobretudo nas ruas Mateus Grou, Virgílio de Carvalho Pinto, Arthur de Azevedo, João Moura e Ferreira de Araújo, o bairro de Pinheiros abriga ainda importantes instituições culturais da cidade tais como o Instituto Tomie Ohtake, o SESC Pinheiros e o Centro Brasileiro Britânico.

Para o crítico de arte e curador desta coletiva, Enock Sacramento, “trata-se de seis artistas com linguagens diferentes, mas com um traço em comum: a obstinação pela qualidade.” Vale conferir.

SERVIÇO:
5+1 sobre papel
Obras sobre papel
Exposição coletiva com Ale Skaff, Cassiano Reis, Fernando Ekman, Israel Kislansky, Paulo Sayeg e Laura Stankus
Curadoria: Enock Sacramento
Abertura, 2 de julho, sábado, das 11h às 17h.
Visitação de 04 de julho a 15 de agosto de 2011
AVA All visual arts
Rua Mateus Grou, 513-A, Pinheiros
Tel  11  3031.2181

Assessoria de imprensa: Solange Viana | T + 11 47770234 | solange.viana@uol.com.br | http://solangeviana.blogspot.com

sexta-feira, 10 de junho de 2011

César Romero no Lugar Pantemporâneo

A exposição de César Romero, que abriu ontem no Lugar Pantemporâneo, fica em cartaz até 15 de julho. Para quem quiser ver um pouco é só assistir este filme.

Denise Milan é destaque no Arte | Ref

Com exposição "Quartzteca - a linguagem escondida das pedras"  exposição individual de Denise Milan, abre amanhã, 11/06, na Galeria Virgilio. Veja matéria no ARTE | REF clicando aqui.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A linguagem das pedras, por Denise Milan

DENISE MILAN apresenta
Quartzoteca | A Linguagem Escondida das Pedras
Na Galeria Virgilio
Abertura: 11 de junho, às 11h
Visitação: 11 de junho a 15 de julho
A proposta da mostra de Denise Milan, que será apresentada pela Galeria Virgilio na exposição Quartzoteca – A Linguagem Escondida das Pedras, é “um convite à decifração”, como observou o historiador e crítico de arte Jorge Coli.

A mostra individual da artista reúne 25 obras inéditas que não se permite classificar em gêneros como esculturas ou instalações, apesar de se aproximarem dessas linguagens pelo fato de serem relevos em pedras, elemento fundamental na obra da Denise Milan. Os trabalhos da artista não negam sua matéria para transformá-la em uma forma. Ao contrário, revelam a natureza dessa matéria que é a pedra. Em 2012, a mostra irá para o Chicago Cultural Center, nos Estados Unidos, com curadoria de Nathan Mason.

Na exposição, há um vídeo com depoimentos sobre o trabalho de Denise do ex-diretor do Museu do Louvre, Jean Galard, do poeta concretista Haroldo de Campos e do crítico Jorge Coli.

A busca por uma linguagem universal, contida nos minerais, e comum a todos nós, é a chave para a decifração que Denise nos instiga. “Como na época da Babilônia, quando havia uma língua comum, o quartzo, por estar presente em 90% da crosta da terra, é um mineral comum. Ao decodificar seus códigos estou criando uma linguagem comum e ao mesmo tempo universal, pois são signos que seguem as leis de evolução do nosso universo”, diz Denise Milan. “Também hoje, através de minerais, podemos nos conectar com todos os continentes, atravessar todas as fronteiras conhecidas e desconhecidas. O quartzo é ressignificado como uma língua que unifica todos os povos e raças numa única e flexível rede de humanos”.

A série Quartzografias apresenta na exposição pedras que se transformam em livros para exibir outras pedras em situações complexas, diversas, delicadas e misteriosas. “É melhor, inclusive, nem tentar explicar muito em detalhes e deixar que flua esse princípio de um mistério contido num livro de pedras, portanto que eu não posso virar as páginas e ler, mas que me convida a decifração”, diz Jorge Coli. Na mesma sala estará a série Tablets da Terra, pedras que deixaram seu rastro no bronze e, pelo aspecto fossilizado, nos remetem à origem remota do mito de fundação da linguagem quartza.
O Fóssil e Olhar Quartzideral fazem um duplo jogo com o espectador - de observador, ele passa a ser o observado. Somos nós olhando para Terra e a Terra olhando para nós, em um único movimento de integração. A união entre nós, homens culturais, e o mundo, natureza criadora, é colocada como relação indissociável. Nas palavras de Denise, “a Terra é uma grande pedra viva”.

Denise Milan também criou para exposição os Códigos Quartzos, estrutura baseada no processo de formação da pedra quartza. Assim como as palavras, a obra mostra os menores signos que constroem essa linguagem escondida. Já a Quartzoteca, biblioteca de quartzos que dá nome à exposição, surge como um arquivo vivo onde os quartzos, ao invés de recontarem sempre as mesmas histórias, se apresentam ao espectador à procura de uma nova experiência perceptiva que nos encaminhe para a linguagem, não mais tão secreta, das pedras. 
Denise Milan
Denise Milan (São Paulo, 1954) é escultora e artista multidisciplinar. Uma das articuladoras do movimento de Arte Pública no Brasil, é ativista na sua difusão, em seu país e internacionalmente. Tem a pedra como o eixo de seu trabalho. Seus trabalhos já foram expostos em renomadas instituições, como a Bienal Internacional de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu de Arte Moderna – MAM, Museu de Arte Contemporânea – MAC, Barbican Centre (Londres), Art in General (Nova York), PS1 MoMA (Nova York), EXPO 2000 (Hannover), EXPO 90 (Osaka), Hakon Open-Air Museum (Hakone-Town, Kanagawa), Contemporary Art Museum, Art Institute, Cultural Center (Chicago), Kennedy Art Center (Washington) e Galérie D’Architecture (Paris). Denise Milan também publicou diversos livros, entre os quais Cadumbra, com metapoemas de Haroldo de Campos, Améfrica, poemas de Denise Milan e textos de Olgária Matos e Greg Cameron. - www.denisemilan.art.br

SERVIÇO:
Exposição: Denise Milan - Quartzoteca | A Linguagem Escondida das Pedras
Abertura: sábado, 11 de junho, às 11h
Visitação
: de 11 de junho a 15 de julho, seg a sexta, das 10 às 19h,
sábados e feriados, das 10 às 17h
Aberta ao público
Local: Galeria Virgilio
Endereço: Rua Dr. Virgilio de Carvalho Pinto, 426 Pinheiros SP
Tel. (11) 2373-2999   www.galeriavirgilio.com.br
Acesso a portadores de deficiência
Estacionamento: WR, ao lado, R$ 15,00

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel. (11) 4777.0234 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Facebook promove encontro que resulta em exposição

TENET EXPÕE DIÁLOGO SOBRE ARTE TÊXTIL CONTEMPORÂNEA
Exposição na A CASA museu do objeto brasileiro reúne obras de artistas de todo o país
Abertura: 9 de junho, quinta-feira, das 19h30 às 22h
Visitação: de 10 de junho a 8 de julho de 2011

“TENET – Tecendo na Net”, exposição que A CASA museu do objeto brasileiro abre no próximo dia 9 de junho, em São Paulo, apresenta trabalhos em arte têxtil de 50 designers, artesãos e artistas plásticos de todo o país, reunidos por meio de um reencontro proporcionado pelas redes sociais. A foto de um grupo postada no Facebook no final de 2010, despertou lembranças de mais de duas décadas e iniciou um diálogo sobre a arte têxtil contemporânea no Brasil. A imagem trazia estudantes de artes têxteis durante o evento “Tecendo na Rua”, organizado pelo designer e tecelão Renato Imbroisi em 1989.
A partir do reencontro virtual, surgiu a ideia de produzir um trabalho que expressasse a diversidade de experiências e formações do grupo, buscando retomar o mesmo entusiasmo de 1989. Novamente com a orientação de Renato Imbroisi, decidiram montar um kit com materiais de tecelagem que pudesse ser enviado aos 50 artistas reunidos pela internet, com o qual poderiam desenvolver intervenções que refletisse a leitura de cada um deles sobre o material.

O fio condutor da exposição é revelar qual o olhar contemporâneo de cada artista que esteve no evento de 1989 sobre a tecelagem, e qual o impacto da trajetória pessoal de cada um nestes 22 anos na sua relação com a arte têxtil. “Em nosso diálogo por e-mail e nas redes sociais, percebemos uma diversidade de percursos e de expressões que cada um de nós desenvolveu e que revela, de certo modo, os caminhos dessa expressão artística no Brasil nestas duas décadas”, afirma Juan Ojea, um dos articuladores do grupo.

O kit, com três bobinas de fios de diferentes espessuras, cinco novelos para bordados e três cortes de tecido, todos brancos, foi enviado para cada participante com o compromisso de que eles deveriam usar no mínimo 80% do material em suas criações. Tecelagem, pintura em tecido, estamparia e modelagem foram alguns dos suportes utilizados pelo grupo, resultando em esculturas têxteis, estampas, tapeçarias, pinturas e peças de figurino que serão exibidas na exposição.  

Entre os artistas, há nomes com perfis e carreiras tão diversos quanto Eva Soban, Marina Lafer, Goya Lopes, Juan Ojea, Marta Meyer e RossanaCilento. “Os participantes formam um mosaico das influências, estilos e produções em arte têxtil em cenas como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina”, afirma Ojea.
SERVIÇO:
TENET – Tecendo na Net
Exposição com 50 artistas
Abertura: 9 de junho, quinta-feira, às 19h30
Visitação: de 10 de junho a 8de julho
De segunda a sexta, das 10h às 19h, com entrada franca
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
R. Cunha Gago, 807, Pinheiros
Tel. (11) 3814-9711

Assessoria de imprensa: Solange Viana | T + 11 47770234 | solange.viana@uol.com.br | http://solangeviana.blogspot.com

Artistas participantes:
Alexandre Heberte/Baby Gras/Beth Thomé/Bia Cunha/Circe Bernardes/Cláudia Araújo/Clarice Borian/Claudia Azeredo/Cris Barreto/Cristina Sant’Anna/Cyra Lobo/Eva Soban/Eber Lopes Ferreira/Gabriela Ricca/Goya Lopes/Glaucia Amaral/Gustavo A. Serpa Rocha/Helena Carvalhosa/Helena Watanabe/HedvaMegged/Hisako Kawakami/IvoneRigobello/Jac Bara/João Vilares/Juan Ojea/Liana Bloisi/Liliam Barboza/Malu Vianna/Manuel Guglielmo/Maria Eugênia Nobre/Maria Luiza Coimbra/Maria Carmen Von Linsingen/Maria Rita Webster/Marilena Novo/Mara Doratiotto/Marina Lafer/Marta Meyer/Mayumi Ito/Mercedes Montero/MuckiSkowronski/Paola Abiko/Paula Yne/Renato Imbroisi/RossanaCilento/Rosana Ebini/Renata Meirelles/Sylvia Ribeiro de Almeida/Tânia Stahl/TherezaCorbettGarcez/TiyokoTomikawa/ZoraviaBettiol

Com apoio da KRP Relações Públicas| T + 11 3086-3550  r.212 -
Marco Gondim| T + 11 9163 8854 | marco.gondim@krpnet.com.br