sexta-feira, 4 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Sandra Cinto abre individual na Casa Triângulo
Casa Triângulo
apresenta: pausa.
individual de sandra cinto
abertura: 08
de outubro, terça-feira, das 19 às 22 horas
visitação: de
09 de outubro a 09 de novembro de 2013
Sandra Cinto apresenta
obras inéditas na Casa Triângulo
Desde
2006 com Construção, que
Sandra Cinto não realiza uma mostra individual na Casa Triângulo. Artista premiada e
reconhecida internacionalmente, Sandra Cinto apresenta Pausa., com obras inéditas, a partir do dia 8 de outubro, terça-feira,
ocupando todos os espaços da galeria. O texto de apresentação é do curador
Moacir dos Anjos e a exposição permanece até 9 de novembro com entrada franca.
Atualmente a artista está realizando diversas mostras
individuais: A Casa das Fontes, na Casa do Sertanista [até 30 de
novembro], São Paulo; Encounter with Waters, no Olympic Sculpture
Park Pavilion do Seattle Art Museum, no Seattle Art Museum [até 17 de
fevereiro de 2014] e das mostras coletivas: 3am: wonder, paranoia and
the restless night, com curadoria de Angela Kingston, no Bluecoat, em
Liverpool [com abertura no último dia 28 de setembro] e Analogias, no
Museu Brasileiro da FAAP, São Paulo [até 13 de outubro].
Para Moacir, “Ao criar essa
cadência visual de aproximação e de afastamento dos traços que formam as
pautas, a artista sugere truncar a capacidade da música de marcar os momentos
que passam. Faz que o desenho – expressão muda – demande a suspensão impossível
do tempo que, ao fim e ao cabo, sempre corre”, explica em texto que segue completo
abaixo.
Até a altura em que a vista consegue discernir algo,
as paredes da sala – pintadas em cor próxima à de papel gasto – estão todas
cobertas de finos traços horizontais e paralelos. A lembrança de pautas
musicais é imediata, ainda que agigantadas e sem acolher qualquer notação de
sons articulados. Abrigando somente o silêncio e a pausa, elas paradoxalmente
evocam, por meio de sua ostensiva presença, o fato de serem lugares onde se
marca, por meio da música, o inevitável fluir do tempo. Há algo, contudo, que
perturba essa aproximação entre os campos visual e sonoro que Sandra Cinto
promove. Em vez de regulares, como seria esperado desses suportes de escrita
musical, os espaços entre as linhas riscadas nas paredes vão gradualmente se
reduzindo desde cima e a partir de baixo, de modo que, em um dado ponto, quase
se confundem em uma única linha mais grossa. Ao criar essa cadência visual de
aproximação e de afastamento dos traços que formam as pautas, a artista sugere
truncar a capacidade da música de marcar os momentos que passam. Faz que o
desenho – expressão muda – demande a suspensão impossível do tempo que, ao fim
e ao cabo, sempre corre.
Nessa mesma sala
grande, Sandra Cinto ajunta ainda outros tantos índices da música que está
ausente das pautas desenhadas. Instrumentos diversos – violoncelo, contrabaixo,
violinos, flautas – são fixados ou apoiados na parede ou sobre o piso, sempre
destituídos de sua função de emitir os sons que lhes são próprios. Alguns são
mesmo combinados entre si ou com outros objetos para formar algo inédito, como
se aproximados em cópulas que anulam seus atributos singulares. Outros, por
terem sido de alguma maneira modificados ou por deles faltarem partes,
tornam-se igualmente impossíveis de ser tocados. Os instrumentos feitos de
madeira são pintados da mesma tonalidade das paredes, como se ecoassem, para
além daquela superfície plana, o silêncio que emana delas. Sobre as superfícies
sinuosas desses objetos de tocar, a artista faz desenhos que são, todavia, em
tudo diversos das linhas regulares que cobrem os muros da sala: imagens de
paisagens inventadas de montes ou mares, todos feitos de traços curvos e
delgados. De novo, a evocação da música é aqui feita somente para pausá-la,
como se os breves intervalos de silêncio entre sons que a tornam possível
fossem fixados e alongados por duração incerta.
Na sala menor, aonde se vai subindo escada, a pauta
desenhada nas paredes vira quase somente rodapé, como se até a já silenciosa
remissão à música feita na outra sala não pudesse alcançar esse espaço. No
centro de ambiente que convida à voz baixa e ao andar devagar, Sandra Cinto
dispõe uma estranha vitrine que está dentro de outra e de mais uma terceira, na
qual se guarda somente um caderno de pautas musicais e uma concha, construção
natural capaz de reproduzir o murmurar do movimento das águas. Assim tão
fechado por detrás de vidro, o livro não serve, contudo, para anotar música;
tampouco é possível levar a concha ao ouvido para ouvir a memória do mar. Outra
vez, uma pausa é criada para escutar, no espaço inventado da sala, o silêncio
que quase o tempo inteiro escapa da vida ordinária.
Há, por fim, mais uma peça que a artista oferece aos
outros, na qual torce e refaz os sentidos que se insinuam nas anteriores. Lá
fora, já afastada do controlado ambiente das salas expositivas, encontra-se uma
mesa feita para aproximar pessoas em torno de conversa calma e da partilha de
qualquer coisa. Uma mesa que recorda, na construção e nos riscos que cobrem seu
tampo, os objetos e as pautas musicais encontrados dentro da galeria, mas que
com o uso incorporam, por meio de inevitáveis marcas e manchas, os rastros da
passagem daqueles que ali sentaram e sentam. Como se nessa mesa Sandra Cinto
finalmente conciliasse a vontade de pausar a vida e o reconhecimento de que
tudo que nela passa provoca ruídos. Como se a mesa fosse música.
Moacir dos Anjos, setembro de 2013.
Sandra Cinto
[Santo André, 1968. Vive e trabalha em São Paulo]. Exposições individuais recentes:
A Casa das Fontes, curadoria de Douglas
de Freitas, Casa do Sertanista, São Paulo [2013]; Encontro das Águas, Olympic Sculpture Park Pavilion,
Seattle Art Museum, Seattle; Intersections Art
Projects, Vradenburg Cafe, The Phillips Collection, Washington
[2012]; Solar, Espaço
Cultural do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, São Paulo; After the Rain, Tanya Bonakdar Gallery, New York, USA
[2011]; Imitação da Água,
curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo,
Brasil [2010]. Exposições coletivas
recentes: 3 am: Wonder, Paranoia and the
Restless Night, curadoria de
Angela Kingston, The Bluecoat, Liverpool; Analogias, curadoria de José
Luis Hernández Alfonso, Museu de Arte Brasileira, Fundação Armando Álvares
Penteado, São Paulo; Limites do
Imaginário, Fundação Vera Chaves Barcellos, Porto Alegre; Circuitos Cruzados: o Centre Pompidou
encontra o MAM, curadoria de Christine Van Assche e Paula Alzugaray,
MAM-São Paulo; MAC 2013: Doações
Recentes,
MAC-USP, São Paulo [2013]; Decade:
Contemporary Collection: 2002-2012,
Albright Knox Art Gallery, New York; Percursos Contemporâneos, Museu
de Arte Contemporânea de Sorocaba; This is Brazil! 1990-2012, Sala
de Exposições Palexco, A Coruña; Obra Viva/Esculturas
Públicas no Parque Ecológico Municipal Estoril–Virgilio Simionatto, São
Bernardo do Campo; 7SP – Sete Artistas de São
Paulo, CAB Art Center, Bruxela [2012]; Doações Recentes, MAC-USP,
Pavilhão Ciccillo Matarazzo, São Paulo; We
are pleased to invited you, Galeria Carlos Carvalho Arte
Contemporanea, Lisboa; Como o tempo passa quando a
gente se diverte, Casa Triângulo, São Paulo; Boîte Invaliden, Invaliden1 Galerie, Berlim; Convivendo com Arte - Diálogos do Moderno ao Contemporâneo,
Espaço Expositivo da Torre Santander, São Paulo; Vestígios Brasilidade, Santander Cultural Recife; Projeto Ideal, Centro Cultural São Paulo, São
Paulo [2011]; Espectral - obras das coleções do CGAC, Centro Galego de Arte
Contemporánea, Santiago de Compostela; Paralela
2010 - A Contemplação do Mundo, curadoria de Paulo Reis, Liceu de
Artes e Ofícios, São Paulo; Paisagem Incompleta, Centro
Cultural Usiminas, Galeria Hideo Kobayashi, Ipatinga,/Palácio das Artes, Belo
Horizonte; Proyecto Ideal, Museu de Arte Contemporânea da
Universidade do Chile, Santiago; Dez
anos do clube de colecionadores, curadoria de Eder Chiodetto,
MAM-São Paulo; Edições, Casa
Triângulo, São Paulo; Photofidalga, Modern
Art Center Kulanshi, Astana, Kazakhstan; Pleasure
Point - Celebrating 25 Years of Contemporary Collectors, Museum of
Contemporary Art San Diego, [2010].
SERVIÇO:
Pausa. Individual de
Sandra Cinto
abertura: 08 de outubro das 19 às 22 horas
período da exposição: de 09 de outubro a 09 de novembro de 2013
local: casa triângulo
endereço: rua pais de araujo 77
[Itaim bibi]
tel: 11 3167-5621
e-mail: info@casatriangulo.com
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Próxima exposição!
O QUE SOBRA
Gravura e desenho s/ fotografia
Rosângela Dorazio apresenta obras
inéditas na Galeria Lourdina Jean Rabieh
Abertura, 25 de
setembro, quarta-feira, das 19h às 22h
Visitação: de 26 de
setembro a 24 de outubro de 2013
“...as imagens
são híbridas, feixes de sentido muitas vezes contraditórios e conflitantes. Ora
vestigiais, ora ainda poluídas de referências, são resíduos de outras imagens,
pré-imagens e pós-imagens de um mundo que não se deixa fixar com clareza, que
resiste, com profunda melancolia, à formalização, incapaz de escapar do
processo de objetualização que o transforma em fetiche.” Fernanda Pitta, crítica de arte
Em sua
primeira individual na galeria paulistana Lourdina Jean Rabieh, a
artista visual Rosângela Dorazio apresenta uma série inédita de fotos,
desenhos, e gravuras - técnica usada todas juntas em seu trabalho, que possui o
sugestivo nome de “O que sobra”. A individual acontece a partir de 25 de setembro, quarta-feira, e permanece até 24 de outubro.
Produzir imagens únicas. Está é a intenção
da artista Rosangela Dorazio, que utiliza a gravura como meio de realizar
imagens que não se repetem, são únicas. A fotografia que ela mesma faz, e
trabalha através da xilogravura. O resultado final são gravuras que não
apresentam imagens explicitas. Tudo o que não é céu e chão, são eliminados.
Surge assim uma nova paisagem, repleta de brancos e cinzas, formada pela
incisão.
Para o renomado
curador e crítico de arte, Agnaldo Farias, “a artista destrói as imagens quase sempre deixando um rastro
delas nos reflexos silenciosos de lagos e poças; as imagens, agora
flutuando em superfícies líquidas, carregam consigo o eco de imagens que não
mais existem, o que serve como demonstração da impossibilidade de reter o
visível, de que toda fotografia fundada na lógica do documento e do registro
acena uma ilusão tão concreta quanto a nitidez das imagens estampadas”, assim
se comporta a obra de Dorazio.
“Rosangela Dorazio tem uma extensa
experiência com a gravura. Domina a arte de subtrair matéria para criar a
matriz, depurar a imagem, produzir o seu duplo. Entretanto, ao contrário de
muitos artistas que se enveredaram por esse campo tradicional, não tem um apego
purista à técnica, não guarda nenhum romantismo com relação ao fazer esmerado
com que frequentemente se associam os guardiães dos procedimentos intrincados
das diversas maneiras de gravar”, descreve a Mestre em Arte, Fernanda Pitta.
E continua “Faz isso não por desconhecimento
ou desprezo, mas porque sua pesquisa a leva a colocar no centro da sua produção
o lugar difícil do fazer artístico e da imagem no tempo em que vivemos. Sabe
que reivindicar para a arte o estatuto de um fazer exemplar, modelo para as
outras ações humanas, nos dias de hoje, é tão problemático quanto acreditar na
capacidade de comunicação direta da imagem. São tempos turvos, em que a ação
humana não são mais capaz de gerar exemplaridade e o meio já deixou há tempos
de ser a mensagem”.
Os trabalhos que a artista reúne nessa
exposição partem da fotografia, luz gravada sobre uma superfície. Mais uma vez
não é a técnica fotográfica que interessa Dorazio. A fotografia comparece não
em suas ricas gradações de luz e sombra, na qualidade do foco ou da composição,
mas sim por certas propriedades generalizantes da imagem produzida por meio
dessa linguagem. No senso comum, fotografias podem ser vistas como registro, em
que o médium passa quase despercebido. Por isso mesmo, a artista parte de fotos
de paisagem banais, genéricas, que guardam -
nas cenas capturadas, nas angulações da lente, no enquadramento, na
luminosidade – algo do caráter inócuo das imagens dos postais ou folhinhas de
calendário.
Pitta conclui: “As intervenções feitas pela
artista sobre as impressões fotográficas explicitam o impasse entre a percepção
e a imaginação, entre a experiência concreta e a projeção idealizada. Retira
das paisagens aquilo que poderia caracterizá-las, indicando precisamente os
vazios desses lugares do desejo irrealizado”.
SERVIÇO:
ROSÂNGELA DORAZIO | O QUE SOBRA
Gravura, desenho s/fotografia
Gravura, desenho s/fotografia
Abertura: 25 de setembro,
quarta-feira, das 19h às 22h
Exposição de 26 de setembro a 24 de outubro de 2013. Segunda a sexta das 10h às 19h | sábados das 11h às 17h.
Galeria
Lourdina Jean Rabieh, Al. Gabriel Monteiro da Silva, 147, SP. tel. 0/xx11/3062.7173 | 0/xx/11/3081.0017
Entrada gratuita.
Entrada gratuita.
Assessoria de imprensa:
Solange Viana
Tel 11
4777.0234 | solange.viana@uol.com.br
Sandra Cinto em destaque na Coluna Mônica Bergamo
Este destaque foi um pedido direto do galerista Ricardo Trevisan, da Casa Triângulo, para exposição individual da Sandra Cinto. Vale reviver! Foi na ilustrada | coluna da Mônica Bergamo.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Rosângela Dorazio em exposição no Chile
Até 2 de setembro a artista plástica, Rosângela Dorazio participa de individual na cidade de Santiago do Chile, na Galeria Artlabbé. Veja algumas fotos.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Voom Potrait | exposição de Bob Wilson foi CAPA da Folha de S. Paulo
Uma das exposições de grande destaque que a solange viana notícias realizou, foi VOOM POTRAITS, de Robert Wilson que aconteceu no Sesc Pinheiros e foi destaque na CAPA principal do jornal Folha de São Paulo, além da CAPA da Ilustrada. Arraso total!
#arte #destaque #solangeviana #assessoriadeimprensa #sescpinheiros
Exposição no museu A CASA é destaque de CAPA do Estadão
Destaque em dose-dupla!
A exposição "Na Cabeça", da chapeleira Silvia Lucchi que aconteceu no museu A CASA, foi destaque tanto na CAPA do jornal O Estado de São Paulo, como no caderno Metrópole (ver abaixo), e também, acredite se quiser, foi destaque no GUIA DO ESTADÃO. Essa divulgação foi show de bola. Imperdível.
A exposição "Na Cabeça", da chapeleira Silvia Lucchi que aconteceu no museu A CASA, foi destaque tanto na CAPA do jornal O Estado de São Paulo, como no caderno Metrópole (ver abaixo), e também, acredite se quiser, foi destaque no GUIA DO ESTADÃO. Essa divulgação foi show de bola. Imperdível.
#arte #destaque #solangeviana #assessoriadeimprensa #acasa
A chapeleira Silvia Lucchi é destaque no caderno Metrópole do Estadão
Um destaque maravilhoso foi da exposição "Na Cabeça" da chapeleira Silvia Lucchi que aconteceu no museu do objeto brasileiro A CASA, e ganhou destaque na capa do Metrópole, do Estadão, além de destaque na CAPA principal.
#arte #destaque #solangeviana #assessoriadeimprensa #acasa
Carlos Fajardo foi destaque no Caderno 2 do Estadão
Trabalho realizado para o artista e educador Carlos Fajardo que na ocasião ofereceu cursos sobre arte contemporânea em seu ateliê e ganhou destaque no Caderno 2 do Estadão em Notas&Breves.
#arte #destaque #solangeviana #assessoriadeimprensa #carlosfajardo
Mais destaque no Caderno Mais!
Um dos trabalhos de divulgação realizados para a galeria Berenice Arvani, foi a segunda individual do artista Pitágoras que ganhou grande destaque na folha Os Dez+ da semana.
#arte #destaque #solangeviana #assessoriadeimprensa
Rosângela Dorazio no Caderno Mais! da Folha de São Paulo
A exposição da artista Rosângela Dorazio, que aconteceu na galeria Dconcept, ganhou destaque na seção Os Dez+ do jornal Folha de S. Paulo. O melhor da semana.
#arte #destaque #solangeviana #assessoriadeimprensa #dconcept
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Espedito Seleiro em matéria especial
Está matéria é tão especial, que eu não posso deixar de publicar, ou seja, re-publicar.
É da Carla Valois, e é sobre a exposição do Espedito Seleiro, que aconteceu no museu A CASA no primeiro semestre de 2013. Sucesso absoluto.
Leia aqui matéria completa, com filmes e muitas fotos! Vale conferir.
Clique aqui para ler.
#espeditoseleiro #solangeviana #imprensa
É da Carla Valois, e é sobre a exposição do Espedito Seleiro, que aconteceu no museu A CASA no primeiro semestre de 2013. Sucesso absoluto.
Leia aqui matéria completa, com filmes e muitas fotos! Vale conferir.
Clique aqui para ler.
#espeditoseleiro #solangeviana #imprensa
Rosângela Dorazio obteve grande destaque na Granja Viana com sua individual
Vejam as matérias que foram destaques abaixo:
#assessoriadeimprensa #jornalismo #notícias #divulgacao #assessoriadeimprensaecomunicacao #arte #cultura #design #arquitetura #solangeviana #granjavianna
Assinar:
Postagens (Atom)
















