quinta-feira, 24 de julho de 2014
Luciana Brito Galeria lança FANZINE da exposição VIVA MARIA
A Luciana Brito Galeria promove neste sábado, 26/07/14, às 11h, lançamento do fanzine que integra a mostra “Viva Maria”, que se encerra na ocasião. A publicação, que reúne contribuições de artistas participantes e design de Caco Neves, é uma espécie de registro poético da mostra, e inclui textos e imagens com um tratamento gráfico diferenciado. O zine será distribuído gratuitamente no evento, que contará com dois percursos pela exposição comentados pela curadora Maria Montero, às 12:30 e às 15:30.
“Viva Maria” apresenta trabalhos que lançam mão de ironia e do cinismo afiado para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta sobre a crítica social na arte a partir das obras de Roberto Traplev, Regina Silveira, Rafael RG, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Gustavo Speridião, e do escocês Michael White.
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Mais informações:
Luciana Brito Galeria
Vila Olímpia: r. Gomes de Carvalho, 842, tels. (11) 3842-0634 / 0635. www.lucianabritogaleria.com.br
Assessoria de imprensa: Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | t. (11) 4777.0234
quarta-feira, 23 de julho de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Viva Maria é a nova exposição da Luciana Brito Galeria
O sarcasmo da arte face à
dúvida
Com 14
artistas a exposição reflete a própria complexidade e indefinição do momento
atual.
Viva Maria,
curadoria de Maria Montero exposta de 7 de junho a 26 de julho, inclui artistas
como Thomaz Farkas, Pablo Lobato (fotos
abaixo),Regina Silveira, Rochelle Costi e Roberto Traplev
Com
título tomado de um dos mais impactantes trabalhos de Waldemar Cordeiro, a
exposição Viva Maria dialoga de
maneira pouco óbvia com o momento presente. Assim como a icônica obra, que
exibe em letras garrafais a palavra “canalha”, os trabalhos que Maria Montero
selecionou são de um escárnio cortante. Em meio ao verdadeiro suspense quanto
aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da
Copa do Mundo, a curadora reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo
de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias.
Se a
obra de Waldemar Cordeiro respondia, em 1966, à profunda crise institucional do
país (que levou ao golpe militar e à ditadura), pode-se dizer que a curadoria
desta Viva Maria se posiciona perante
o debochado e provocativo bordão “imagina na Copa”. Longe de uma abordagem
politicamente comprometida, ou mesmo de qualquer tese cristalizada sobre os
acontecimentos, a seleção de trabalhos reflete a própria complexidade e
indefinição do momento atual. Nas palavras da curadora, o conjunto pode ser
lido como um “reflexo do espírito brasileiro, desgosto e esperança convivendo
juntos e um senso de humor aguçado para driblar a situação”.
A obra
de Waldemar Cordeiro – ironicamente – não compõe a exposição, que inclui
trabalhos de: Tobias Putrih, que reinventa objetos e espaços; Regina Silveira,
com sua fusão entre crítica cultural e investigação da percepção; Fabiana de
Barros & Michel Favre, em fragmentos narrativos que dizem muito sobre a
contemporaneidade; Héctor Zamora e as possibilidades discursivas de elementos
do trabalho e intervenções urbanas; RochelleCosti, que revela a eloquência do
trivial; Ricardo Basbaum, recriando a própria noção de ocupação espacial
humana; Thomaz Farkas, com seu trabalho pioneiro na fusão entre registro e
expressão artística.
No
embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma
reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do
Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por
uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes
dispersas, longe de qualquer unidade.
A
curadoria incluiu, ainda, obras de Roberto Traplev, Rafael RG, Pablo Lobato,
Pedro Victor Brandão, Gustavo Speridião, e do escocês Michael White – que, assim
como o eslovaco Putrih, mostra que o tema local pode ser lido de maneira
interessante e pertinente também pelo olhar estrangeiro.
Sobre a curadora
Maria
Montero é curadora independente, artista, produtora executiva especializada em
exposições e galerista. Cursou ArtPsychotherapy na Goldsmith College em Londres
(1998), atualmente cursa Arte: História, Crítica e Curadoria na PUC-SP.
Trabalhou como Relações Institucionais na Galeria Luciana Brito (2009-2010),
foi curadora da primeira versão do Red Bull HouseofArt (2009) e coordenou o
projeto Abotoados Pela Manga, ao lado de Franz Manata (2010). É fundadora e
gestora do Phosphorus, espaço independente voltado para práticas experimentais,
exposições, residências, workshops e projetos especiais. É também diretora e
fundadora da Sé, galeria de arte localizada no mesmo prédio do Phosphorus.
Exposição Viva Maria
Local Luciana
Brito Galeria
Rua Gomes
de Carvalho, 842 – Vila Olímpia | (11) 3842 0634
Período de 7 de junho a 26 de julho de 2014
Horário de terça a
sábado, das 10 às 19h
Artistas Fabiana de
Barros e Michel Favre, Geraldo de Barros, GustavoSperidião, Héctor Zamora,
Michael White, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Rafael RG, Regina Silveira,
Roberto Traplev, RochelleCosti, Thomaz Farkas, Tiago Tebet e Tobias Putrih
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Caio Reisewitz realiza individual no ICP em NY
Caio Reisewitz ganha retrospectiva no ICP
Centro em NY, um dos mais importantes do mundo, exibe panorama da arte do fotógrafo brasileiro
Organizada pelo curador Christopher Phillips, a primeira grande exposição individual nos EUA do fotógrafo brasileiro Caio Reisewitz poderá ser vista no International Center of Photography (ICP), em Nova York, de 16 de maio a 7 de setembro de 2014. O ICP é uma das principais instituições mundiais dedicadas à fotografia, e agora apresenta uma síntese da última década de produção do artista.
A obra de Caio Reisewitz procura estabelecer relações entre a construção do real e o registro do artificial através da fotografia. O apuro técnico e a eventual placidez de seus trabalhos exigem um olhar detido: passado o instante inicial de deleite estético, nota-se que suas fotografias não obedecem a uma intenção meramente descritiva e, em meio à ausência humana nas imagens, o olhar (do fotógrafo, que se plasma também no olhar do observador) torna-se a instância última de organização visual ou de leitura, revelando assim o que há de cultural no ato que se apreende normalmente como natural.
Também em suas fotomontagens, em que o curador Fernando Cocchiarale identifica vestígios do legado dadaísta de Hausmann e Hannah Höch, o humano pode se fazer presente, mas então seu estatuto surge transfigurado. De maneira transversal e silenciosa, as paisagens de Caio, tão pouco humanas, abordam o humano em um de seus gestos máximos.
Sobre Caio Reisewitz
Nascido em São Paulo em 1967, Reisewitz estudou na Kunstakademie Mainz em Mainz, na Alemanha, antes de retornar ao Brasil para lançar sua carreira fotográfica. Apesar de sua admiração por fotógrafos alemães como Thomas Struth, Candida Höfer e Andreas Gursky ser evidente na precisão meticulosa das suas monumentais fotografias coloridas, Reisewitz desenvolveu uma abordagem própria marcante ao retratar a paisagem e arquitetura do Brasil. Seu trabalho tem sido amplamente exposto na América Latina e na Europa, e ele representou o Brasil na Bienal de Veneza de 2005 com uma exposição solo intitulada Paraíso Ameçado. Suas fotografias foram recentemente apresentadas na exposição América Latina 1960-2013 na Fundação Cartier, em Paris.
No Brasil, Caio Reisewitz é representado pela Luciana Brito Galeria.
SERVIÇO:
CAIO REISEWITZ | Mostra Individual
International Center of Photography (ICP), Nova York.
1133 Avenue of the Americas at 43rd Street New York NY 10036
Preview: 15 de maio de 2014 | das 11:30 -13:30
Visitação: de 16 de maio a 7 de setembro de 2014.
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
Geraldo de Barros realiza primeira individual em NY
Mostra histórica leva legado de Geraldo de Barros a NY
Galeria americana apresenta individual de um dos maiores nomes da arte brasileira
A nova-iorquina Tierney Gardarin Gallery apresenta, de 6 de maio a 21 de junho de 2014, a primeira mostra individual de Geraldo de Barros (1923-1998) na cidade. A exposição histórica apresenta um grupo diversificado de obras que abrangem as diversas fases da carreira impar do artista. Geraldo de Barros: Purity of Form explora uma produção que, em diversas de décadas, movimentos e meios, demonstrou um compromisso obstinado com a experimentação artística e a abstração.
Geraldo de Barros é um dos principais nomes da arte brasileira do século 20. Unindo seus estudos iniciais em pintura e seu interesse posterior pela fotografia, ele investigou os limites do processo fotográfico tradicional, intervindo diretamente nos negativos, expondo o mesmo filme diversas vezes, realizando sobreposições, motagens, cortes e questionando as regras clássicas de composição. Apesar de sua profunda preocupação formal, claramente associada ao construtivismo brasileiro (que teve em Geraldo de Barros um de seus grandes expoentes), Geraldo incluiu questões sociais em seu trabalho, o que o levou a lidar com processos industriais, discutindo coerentemente questões diversas tais como construções geométricas, reprodutibilidade, socialização da arte, Teoria da Forma e design industrial. No Brasil, o artista é representado pela Luciana Brito Galeria.
QUEM É GERALDO DE BARROS
Nasceu em 1923 em Xavantes, Brasil, aos 26 anos o artista participou da criação do laboratório e do curso de fotografia do Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde apresentou a exposição individual Fotoformas, em 1950. Em 1951 ele estudou na HfG - Hoschule für Gestaltung (Escola das Formas) em Ulm, Alemanha. Ele também foi um dos fundadores dos grupos Ruptura (1952) e Rex (1966) e participou da 1ª, 2ª, 9ª, 15ª e 21ª Bienais de São Paulo e da Bienal de Veneza (Itália), em 1986. Seu trabalho faz parte das coleções da Cisneros Fontanals Art Foundation, Fonds d'Art Contemporain de l'Etat de Genève, Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Ludwig, Max Bill Foundation, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo e MoMA, Nova York. Geraldo de Barros morreu em São Paulo, em 1998.
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
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sexta-feira, 21 de março de 2014
Veja a Programação off #sparte
Atente para programação paralela à SP Arte:
Um dos maiores nome da arte contemporânea, Alex Katz, tem
exposição individual na Luciana Brito galeria, com abertura dia 08 de abril
para público, com obras em grandes formatos. Katz acaba de receber uma sala
especial na Tate Modern, Londres, que inaugura em 28 de maio. Leia release
completo aqui!
Já a Casa Triângulo
comemora 25 anos com uma programação especial, apresentando, depois de 6 anos,
Joana Vasconcelos, que acaba de participar da Bienal de Veneza (3 vezes), além
de ter sido a primeira mulher e mais jovem artista a expor em Versailles. Leia
release completo aqui!
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM COMEMORAÇÃO AOS 25 ANOS DE CASA TRIÂNGULO
DURANTE A SEMANA DA SP-ARTE
JOANA VASCONCELOS . CASARÃO
Período da
exposição: 1º de abril a 10 de maio de Local: Casa Triângulo
Rua Pais
de Araujo 77 [Itaim Bibi] São Paulo/SP
Tel.: 55
11 3167-5621
e-mail:
info@casatriângulo.com
site:
www.casatriangulo.com
horário de
funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
04 de
abril às 18 horas
Local:
SP-Arte
Pavilhão
da Bienal, São Paulo
CASA TRIÂNGULO NO PIVÔ
EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DE
25 ANOS DA GALERIA
Abertura: 5 de abril das 10 às 14 horas
Período da
exposição: 8 a 27 de abril de 2014
Local:
Espaço Cultural Pivô | Edifício Copan, São Paulo | Av. Ipiranga, 200
Tel.: 55
11 3255 8703
Horário de
funcionamento: de terça a sexta das 13 às 20 horas,
sábados e
domingos
das 13 às 19 horas
Alex Katz
sp-arte / 2014 :: 3 a 6 de abril
Pavilhão da Bienal ::: Parque do Ibirapuera, Portão 3
quinta
a sábado, das 13 às 21h ::: domingo, das 11 às 19h
R$
40,00 [inteira] ::: R$ 20,00 [meia entrada]
Obras apresentadas:
Untitled Nudes (2013), óleo sobre linho. 222.5 x 378.5 cm
People (2012), óleo sobre linho. 239 x 180.5 cm
Kristen (2011), óleo sobre linho. 167.5 x 122 cm
Luciana Brito Galeria
:: 8 de abril a 31 de maio
R. Gomes de Carvalho 842 ::: São Paulo Brasil ::: CEP
04547-003
(55 11) 3842 0634 ::: terça a sábado, das 10 às 19h :::
entrada gratuita
info@lucianabritogaleria.com.br
Obras apresentadas:
Elizabeth (2014), óleo sobre linho. 213.5 x 152.5 cm
Jamie and Anna (2014), óleo sobre linho. 122 x 274.5 cm
Thor and Elizabeth (2014), óleo sobre linho. 122 x 274.5 cm
Elizabeth (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Jamie (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Anna (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Thor (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
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#solangeviana #assessoriadeimprensa #sparte #art #arte #lucianabrito #casatriangulo #artecontemporanea
segunda-feira, 17 de março de 2014
JOANA VASCONCELOS chega ao Brasil para exposição inédita na Casa Triângulo
CASA
TRIÂNGULO comemora 25 anos com lançamento de livro exposição de JOANA
VASCONCELOS e exposição no espaço Pivô
JOANA VASCONCELOS. CASARÃO
CASA TRIÂNGULO. Abertura: 31 de março,
segunda-feira, das 19h às 22h
Visitação: de 01 de abril a 10 de maio de 2014
Para comemorar 25
anos a Casa Triângulo preparou
uma programação especial. A começar pela exposição Casarão, que marca o
regresso de Joana Vasconcelos à galeria, uma década após a sua última exposição
e do êxito recente de sua participação na Bienal de Veneza. A mais jovem
artista e a primeira mulher a expor em Versailles volta ao Brasil, seis anos
depois de Contaminação, a monumental
intervenção que apresentou na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Casarão propõe a invasão do espaço da galeria por um conjunto de
animais em faiança, desenhados por um dos mais destacados artistas portugueses
do séc. XIX, Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905). Joana Vasconcelos apropria-se
de alguns animais do vasto bestiário Bordaliano e apresenta-os ambiguamente
protegidos, ou aprisionados/domesticados, por uma sensual malha em crochê.
Equipamentos de casa de banho servem as obras
Medusa e Água Viva. A primeira apresenta-se sob a forma de um pequeno
lavatório onde passam e atravessam extensões de invulgares volumes em crochê. Água Viva exibe dois chuveiros
instalados na parede, ligados entre si por festivas mangas têxteis, suspensas
como se escapassem por onde antes veríamos cair água. São talvez as entranhas
da arquitetura ou as vísceras da nossa intimidade doméstica, metamorfoseadas em
têxteis desafiadores da ordem racional do espaço arquitetônico.
Três caixas – Catuaba,
Delícia, e Cravo e Canela – revestidas em azulejo, encontram-se dispostas na
parede, à altura do nosso olhar, tal como pinturas que outrora se assumiam como
janelas abertas ao mundo. Do seu interior, irrompem volumes têxteis abstratos;
formas não reconhecíveis, mas cujos materiais, texturas e técnicas
identificamos.
Sarabande desafia os limites entre pintura e escultura, corpo e
paisagem, o figurativo e o abstrato. Através de uma exuberante moldura, de
inspiração barroca, escapam coloridas formas em crochê que insinuam uma
topografia acidentada, ou os corpos volumosos de um inusitado universo burlesco
de sentido doméstico.
O popular jogo eletrônico Tetris dá nome à série onde se inscreve a obra Aquarela. Os volumes paralelepípedos, revestidos em azulejo, são
atravessados e serpenteados por tubos e protuberâncias em crochê e tecidos
variados. A rigidez da cerâmica é invadida por maleáveis formas orgânicas
têxteis, num feliz encontro de opostos, unidos pela cor.
Casarão oferece-nos o doméstico como espaço de encontro e
confronto entre o privado e o público, masculino e feminino, artesanal e
industrial, cultura popular e cultura erudita. Joana Vasconcelos é a anfitriã
que nos recebe neste seu lugar tão familiar, mas ironicamente desafiador de
todas as rotinas programadas do cotidiano.
SERVIÇO:
JOANA VASCONCELOS . CASARÃO
Abertura:
31 de março das 18 às 21 horas
Período
da exposição: de 01 de abril a 10 de maio de 2014
Local: Casa Triângulo
Rua Pais de Araujo 77 [Itaim
Bibi] São Paulo/SP
Tel.: 55 11 3167-5621
e-mail: info@casatriângulo
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de
terça a sábado das 11 às 19 horas
Assessoria de Imprensa: Solange
Viana
solange.viana@uol.com.br |
t. 4777.0234 | HTTP://solangeviana.blogspot.com
Artistas brasileiros participantes: Albano Afonso [São Paulo], Alex
Cerveny [São Paulo], assume vivid astro
focus [Rio de Janeiro/Paris], Camila
Sposati [São Paulo], Daniel Acosta
[Rio Grande do Sul], Eduardo Berliner
[Rio de Janeiro], Flávio Cerqueira
[São Paulo], Marcia Xavier [Minas
Gerais], Mariana Palma [São Paulo], Nazareth Pacheco [São Paulo], Reginaldo Pereira [São Paulo], Rommulo Vieira Conceição [Bahia], Sandra Cinto [São Paulo], Tony Camargo [Paraná], Valdirlei Dias Nunes [Paraná], Vânia Mignone [São Paulo] e Yuri Firmeza [São Paulo].
Guillermo
Mora, artista jovem espanhol,
mostra a escultura/instalação No consigo:
expansão da obra mostrada em 2011 na
galeria. Uma obra da mesma série, ganhou o prêmio Audemar Piget e foi adquirida pelo Perez Museum de Miami, durante a
ARCOMadrid 2014.
CASA
TRIÂNGULO 2013/1988
LANÇAMENTO DO LIVRO NA SP-ARTE . DIA 04 DE ABRIL |
18h
Livro permeia 25 anos de história da Casa
Triângulo, uma das mais tradicionais da cidade de São Paulo
Os conteúdos produzidos
para a realização do livro Casa Triângulo
2013/1988 configuram um conjunto de informações de caráter enciclopédico
sobre a arte no Brasil nos últimos 25 anos.
Muito mais que um livro sobre a história da Casa Triângulo, das
exposições realizadas e dos artistas revelados e apresentados ao longo destes
anos, a publicação busca uma integração com todos os que construíram esse
percurso, como forma de acrescentar um olhar sobre a recente história da arte
no Brasil.
Sem precedentes, contempla
a trajetória de aproximadamente uma centena de artistas, fundamentais para a
compreensão da arte atual brasileira: Adrianne Gallinari, Albano Afonso, Alex
Cerveny, assume vivid astro focus, Camila Sposati, Daniel Acosta, Dora Longo
Bahia, Eduardo Berliner, Felipe Barbosa, Gustavo Rezende, Jarbas Lopes, João
Modé, Laura Lima, Lucia Koch, Marcelo Solá, Marcia Xavier, Marco Paulo Rolla,
Mariana Palma, Mauro Restiffe, Mônica Nador, Nazareth Pacheco, Paulo
Climachauska, Paulo Whitaker, Rivane Neuenschwander, Rochelle Costi, Rodrigo
Matheus, Rosana Ricalde, Rosângela Rennó, Rubens Mano, Sandra Cinto, Sergio
Romagnolo, Tony Camargo, Valdirlei Dias Nunes, Valeska Soares, Vânia Mignone,
Vicente de Mello, Yuri Firmeza, entre outros. E internacional: Enrique Marty,
Jack Strange, Joana Vasconcelos, Marcel Dzama, Max Gómez Canle, Michael
Beutler, entre outros.
Os textos são assinados
pelos mais importantes curadores e jornalistas: Adriano Pedrosa, Agnaldo
Farias, Alvaro Machado, Amelia Jones, Angélica de Moraes, Antonio Gonçalves
Filho, Caio Fernando Abreu, Camila Molina, Carla Zaccagnini, Carlos Basualdo,
Cauê Alves, Celso Fioravante, Dan Cameron, Daniela Labra, Eder Chiodetto, Fabio
Cypriano, Felipe Chaimovich, Felipe Scovino, Fernando Cocchiarale, Fernando
Oliva, Giancarlo Hannud, Josué Mattos, Juliana Monachesi, Kiki Mazzucchelli,
Lisette Lagnado, Luis Camilo Osório, Marcelo Rezende, Marcio Harum, Maria
Hirszman, Maria de Corral, Martin Grossmann, Moacir dos Anjos, Nico Israel,
Paulo Reis, Rodrigo Moura, Silas Martí, Tadeu Chiarelli, Wayne Baerwaldt, Yuko
Hasegawa, entre outros.
O livro Casa
Triângulo 2013/1988 em números:
852 páginas
437 imagens
235 páginas
duplas com imagens
195 exposições
185 textos
[incluindo 3 textos inéditos introdutórios + 1 texto de apresentação]
96 autores
94 biografias
de artistas [com obras publicadas no livro]
11 páginas de
índice de conteúdo
4 páginas com
cronologia
CASA TRIÂNGULO NO PIVÔ
EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DE 25 ANOS DA
GALERIA.
Abertura 05 de abril, sábado, das 10h às 14h
Visitação: de 08 a 27 de abril de 2014
Ricardo
Trevisan escolhe o espaço Pivô para comemorar 25 anos de trajetória de sua
galeria a CASA TRIÂNGULO.
Para comemorar de 25 anos de
atividades da galeria, a CASA TRIÂNGULO, de Ricardo Trevisan, apresenta um
apanhado de sua trajetória, comemorada também em livro com mais de 800 páginas.
Intitulada Casa Triângulo no Pivô, acontece
no Espaço Cultural Pivô, localizado no Edifício Copan, ícone da arquitetura de
Oscar Niemeyer, simbolizando um retorno ao centro de São Paulo, onde toda a
história da galeria teve início.
Um dos principais eventos paralelos à SP-Arte, a
exposição será composta por instalações,
site-specifics e obras recentes e/ou inéditas, criadas por 25 artistas de
gerações distintas, que exploram diferentes técnicas, suportes e linguagens,
numa área de aproximadamente 2.000 metros quadrados.
O Pivô, local escolhido para acolher a
mostra comemorativa de 25 anos da Casa Triângulo, é uma associação cultural que
atua como plataforma de intercâmbio e experimentação artística, com o intuito
de propor questionamentos críticos no campo da arte, arquitetura, urbanismo e
outras manifestações contemporâneas, propostas que coincidem com as premissas
da galeria, desde a sua inauguração, em 1988.
Artistas brasileiros participantes: Albano Afonso [São Paulo], Alex
Cerveny [São Paulo], assume vivid astro
focus [Rio de Janeiro/Paris], Camila
Sposati [São Paulo], Daniel Acosta
[Rio Grande do Sul], Eduardo Berliner
[Rio de Janeiro], Flávio Cerqueira
[São Paulo], Marcia Xavier [Minas
Gerais], Mariana Palma [São Paulo], Nazareth Pacheco [São Paulo], Reginaldo Pereira [São Paulo], Rommulo Vieira Conceição [Bahia], Sandra Cinto [São Paulo], Tony Camargo [Paraná], Valdirlei Dias Nunes [Paraná], Vânia Mignone [São Paulo] e Yuri Firmeza [São Paulo].
Artistas estrangeiros participantes: Guillermo Mora [Espanha], Jack
Strange [Inglaterra], Joana
Vasconcelos [Portugal], Juliana
Cerqueira Leite [Estados Unidos], Manuela
Ribadeneira [Equador], Max Gómez
Canle [Argentina], Pier Stockholm
[Peru] e Stephen Dean [França].
A arquitetura da exposição, desenhada pelo escritório
METRO, que assinou a expografia da última Bienal de São Paulo, em 2012, foi
pensada de forma que cada um dos artistas tenham espaços individuais generosos,
em integração total com o conjunto de obras apresentadas.
Destaques/obras na exposição:
Albano
Afonso interfere na arquitetura do
espaço com um painel fotográfico, da série Cristalização
da Paisagem, criando uma enorme
“paisagem” na retrucada arquitetura.
assume
vivid astro focus [AVAF] faz uma
homenagem a São Paulo, com grande instalação/site-specific no piso térreo do
Pivô, que remonta duas das exposições realizadas na galeria, em 2008 e 2013.
Alex
Cerveny participa com uma série de
bordados feitos à mão, apresentados na Trienal Poli/Gráfica de San Juan, em
Porto Rico, inéditos no Brasil.
Eduardo
Berliner apresenta os desenhos
originais que ilustraram o livro Esopo
Fábulas Completas, lançado no final de 2013 pela Cosac & Naify, dentro
do projeto de publicar clássicos da literatura mundial.
Guillermo
Mora, artista jovem espanhol,
mostra a escultura/instalação No consigo:
expansão da obra mostrada em 2011 na
galeria. Uma obra da mesma série, ganhou o prêmio Audemar Piget e foi adquirida pelo Perez Museum de Miami, durante a
ARCOMadrid 2014.
Amazônia, a mais recente obra de Joana Vasconcelos, da icônica série “Valquírias”, criada
especialmente para a exposição de 25 anos da Casa Triângulo, invade a escadaria do espaço Pivô
como uma cachoeira de formas, texturas e cores variadas, assumindo-se
como singular hino dedicado à energia criativa feminina.
Sandra Cinto vai apresentar um mural de 14 metros: um imenso mar com fundo preto e linhas brancas, que posteriormente será apresentado na exposição
individual da artista no CAAM- Centro Atlântico de Arte Moderno, nas Ilhas
Canárias, em junho de 2014.
Manuela Ribadeneira exibe a instalação Sobre
la Direccón que Sopra el Viento, inédita no Brasil, que foi mostrada
recentemente na exposição Nouvelle
Vagues, evento em grande escala, organizado por 21 curadores internacionais, no
Palais de Tokyo, Paris.
Serão remontadas as célebres instalações de Daniel Acosta [Arquitetura, 2010], Jack
Strange [Good Haircut/Bad Haircut, 2011], Reginaldo Pereira [Abre-Alas, 2012], Rommulo
Vieira Conceição [Estrutura Dissipativa/Gangorra, 2013] e
os vídeos de Camila Sposati [Darvaza, 2012], Tony Camargo [3 vídeos da série VP,
2012], Stephen Dean [Pulse, 2001, que faz parte da coleção do
Whitney Museum of American Art, Nova York] e Yuri Firmeza [Ação 4,
2004].
Além de trabalhos inéditos e/ou recentes de Juliana Cerqueira Leite, Mariana Palma, Max
Gómez Canle, Nazareth Pacheco, Pier Stockholm, Valdirlei Dias Nunes e Vânia Mignone.
Maiores informações, por favor entre em contato com a
Casa Triângulo:
e-mail: info@casatriangulo.com,
tel. 55 11 3167-5621.
SERVIÇO:
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
EM COMEMORAÇÃO AOS 25 ANOS DE CASA TRIÂNGULO
DURANTE A SEMANA DA SP-ARTE
JOANA VASCONCELOS . CASARÃO
Abertura:
31 de março das 18 às 21 horas
Período
da exposição: de 01 de abril a 10 de maio de 2014
Local: Casa Triângulo
Rua Pais de Araujo 77 [Itaim
Bibi] São Paulo/SP
Tel.: 55 11 3167-5621
e-mail: info@casatriângulo
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de
terça a sábado das 11 às 19 horas
LANÇAMENTO DO LIVRO CASA TRIÂNGULO 2013/1988
04 de abril às 18 horas
Local: SP-Arte
Pavilhão da Bienal, São Paulo
CASA
TRIÂNGULO NO PIVÔ
EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DE 25 ANOS DA GALERIA
Abertura:
05 de abril das 10 às 14 horas
Período da exposição: 08 a 26
de abril de 2014
Local: Espaço Cultural Pivô
Edifício Copan, São Paulo
Av. Ipiranga 200
Tel.: 55 11 3255 8703
Horário de funcionamento: de terça a sexta das 13 às 20 horas,
sábados e
domingos das 13
às 19 horas
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
solange.viana@uol.com.br
| t. 4777.0234 | HTTP://solangeviana.blogspot.com
Assinar:
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