quinta-feira, 24 de julho de 2014

Luciana Brito Galeria lança FANZINE da exposição VIVA MARIA


A Luciana Brito Galeria  promove neste sábado, 26/07/14, às 11h, lançamento do fanzine que integra a mostra “Viva Maria”, que se encerra na ocasião. A publicação, que reúne contribuições de artistas participantes e design de Caco Neves, é uma espécie de registro poético da mostra, e inclui textos e imagens com um tratamento gráfico diferenciado. O zine será distribuído gratuitamente no evento, que contará com dois percursos pela exposição comentados pela curadora Maria Montero, às 12:30 e às 15:30. 
“Viva Maria” apresenta trabalhos que lançam mão de ironia e do cinismo afiado para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta sobre a crítica social na arte a partir das obras de Roberto Traplev, Regina Silveira, Rafael RG, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Gustavo Speridião, e do escocês Michael White.
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Mais informações:
Luciana Brito Galeria
Vila Olímpia: r. Gomes de Carvalho, 842, tels. (11) 3842-0634 / 0635. www.lucianabritogaleria.com.br

Assessoria de imprensa: Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | t. (11) 4777.0234

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Viva Maria é a nova exposição da Luciana Brito Galeria


O sarcasmo da arte face à dúvida
Com 14 artistas a exposição reflete a própria complexidade e indefinição do momento atual.

Viva Maria, curadoria de Maria Montero exposta de 7 de junho a 26 de julho, inclui artistas como Thomaz Farkas, Pablo Lobato (fotos abaixo),Regina Silveira, Rochelle Costi e Roberto Traplev

Com título tomado de um dos mais impactantes trabalhos de Waldemar Cordeiro, a exposição Viva Maria dialoga de maneira pouco óbvia com o momento presente. Assim como a icônica obra, que exibe em letras garrafais a palavra “canalha”, os trabalhos que Maria Montero selecionou são de um escárnio cortante. Em meio ao verdadeiro suspense quanto aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da Copa do Mundo, a curadora reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias.

Se a obra de Waldemar Cordeiro respondia, em 1966, à profunda crise institucional do país (que levou ao golpe militar e à ditadura), pode-se dizer que a curadoria desta Viva Maria se posiciona perante o debochado e provocativo bordão “imagina na Copa”. Longe de uma abordagem politicamente comprometida, ou mesmo de qualquer tese cristalizada sobre os acontecimentos, a seleção de trabalhos reflete a própria complexidade e indefinição do momento atual. Nas palavras da curadora, o conjunto pode ser lido como um “reflexo do espírito brasileiro, desgosto e esperança convivendo juntos e um senso de humor aguçado para driblar a situação”.

A obra de Waldemar Cordeiro – ironicamente – não compõe a exposição, que inclui trabalhos de: Tobias Putrih, que reinventa objetos e espaços; Regina Silveira, com sua fusão entre crítica cultural e investigação da percepção; Fabiana de Barros & Michel Favre, em fragmentos narrativos que dizem muito sobre a contemporaneidade; Héctor Zamora e as possibilidades discursivas de elementos do trabalho e intervenções urbanas; RochelleCosti, que revela a eloquência do trivial; Ricardo Basbaum, recriando a própria noção de ocupação espacial humana; Thomaz Farkas, com seu trabalho pioneiro na fusão entre registro e expressão artística.

No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes dispersas, longe de qualquer unidade.

A curadoria incluiu, ainda, obras de Roberto Traplev, Rafael RG, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Gustavo Speridião, e do escocês Michael White – que, assim como o eslovaco Putrih, mostra que o tema local pode ser lido de maneira interessante e pertinente também pelo olhar estrangeiro.

Sobre a curadora

Maria Montero é curadora independente, artista, produtora executiva especializada em exposições e galerista. Cursou ArtPsychotherapy na Goldsmith College em Londres (1998), atualmente cursa Arte: História, Crítica e Curadoria na PUC-SP. Trabalhou como Relações Institucionais na Galeria Luciana Brito (2009-2010), foi curadora da primeira versão do Red Bull HouseofArt (2009) e coordenou o projeto Abotoados Pela Manga, ao lado de Franz Manata (2010). É fundadora e gestora do Phosphorus, espaço independente voltado para práticas experimentais, exposições, residências, workshops e projetos especiais. É também diretora e fundadora da Sé, galeria de arte localizada no mesmo prédio do Phosphorus.

Exposição                Viva Maria

Local                         Luciana Brito Galeria
Rua Gomes de Carvalho, 842 – Vila Olímpia | (11) 3842 0634

Período                    de 7 de junho a 26 de julho de 2014
Horário                    de terça a sábado, das 10 às 19h

Curadora                 Maria Montero

Artistas                   Fabiana de Barros e Michel Favre, Geraldo de Barros, GustavoSperidião, Héctor Zamora, Michael White, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Rafael RG, Regina Silveira, Roberto Traplev, RochelleCosti, Thomaz Farkas, Tiago Tebet e Tobias Putrih

Assessoria de Imprensa: Solange Viana 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Caio Reisewitz realiza individual no ICP em NY

 Caio Reisewitz ganha retrospectiva no ICP
Centro em NY, um dos mais importantes do mundo, exibe panorama da arte do fotógrafo brasileiro


Organizada pelo curador Christopher Phillips, a primeira grande exposição individual nos EUA do fotógrafo brasileiro Caio Reisewitz poderá ser vista no International Center of Photography (ICP), em Nova York, de 16 de maio a 7 de setembro de 2014. O ICP é uma das principais instituições mundiais dedicadas à fotografia, e agora apresenta uma síntese da última década de produção do artista.

A obra de Caio Reisewitz procura estabelecer relações entre a construção do real e o registro do artificial através da fotografia. O apuro técnico e a eventual placidez de seus trabalhos exigem um olhar detido: passado o instante inicial de deleite estético, nota-se que suas fotografias não obedecem a uma intenção meramente descritiva e, em meio à ausência humana nas imagens, o olhar (do fotógrafo, que se plasma também no olhar do observador) torna-se a instância última de organização visual ou de leitura, revelando assim o que há de cultural no ato que se apreende normalmente como natural.

Também em suas fotomontagens, em que o curador Fernando Cocchiarale identifica vestígios do legado dadaísta de Hausmann e Hannah Höch, o humano pode se fazer presente, mas então seu estatuto surge transfigurado. De maneira transversal e silenciosa, as paisagens de Caio, tão pouco humanas, abordam o humano em um de seus gestos máximos.

Sobre Caio Reisewitz
Nascido em São Paulo em 1967, Reisewitz estudou na Kunstakademie Mainz em Mainz, na Alemanha, antes de retornar ao Brasil para lançar sua carreira fotográfica. Apesar de sua admiração por fotógrafos alemães como Thomas Struth, Candida Höfer e Andreas Gursky ser evidente na precisão meticulosa das suas monumentais fotografias coloridas, Reisewitz desenvolveu uma abordagem própria marcante ao retratar a paisagem e arquitetura do Brasil. Seu trabalho tem sido amplamente exposto na América Latina e na Europa, e ele representou o Brasil na Bienal de Veneza de 2005 com uma exposição solo intitulada Paraíso Ameçado. Suas fotografias foram recentemente apresentadas na exposição América Latina 1960-2013 na Fundação Cartier, em Paris.
No Brasil, Caio Reisewitz é representado pela Luciana Brito Galeria.

SERVIÇO:
CAIO REISEWITZ | Mostra Individual
1133 Avenue of the Americas at 43rd Street New York NY 10036
Preview: 15 de maio de 2014 | das 11:30 -13:30
Visitação: de 16 de maio a 7 de setembro de 2014.

Assessoria de Imprensa: Solange Viana 

Geraldo de Barros realiza primeira individual em NY

Mostra histórica leva legado de Geraldo de Barros a NY
Galeria americana apresenta individual de um dos maiores nomes da arte brasileira


A nova-iorquina Tierney Gardarin Gallery apresenta, de 6 de maio a 21 de junho de 2014, a primeira mostra individual de Geraldo de Barros (1923-1998) na cidade. A exposição histórica apresenta um grupo diversificado de obras que abrangem as diversas fases da carreira impar do artista. Geraldo de Barros: Purity of Form explora uma produção que, em diversas de décadas, movimentos e meios, demonstrou um compromisso obstinado com a experimentação artística e a abstração.

Geraldo de Barros é um dos principais nomes da arte brasileira do século 20. Unindo seus estudos iniciais em pintura e seu interesse posterior pela fotografia, ele investigou os limites do processo fotográfico tradicional, intervindo diretamente nos negativos, expondo o mesmo filme diversas vezes, realizando sobreposições, motagens, cortes e questionando as regras clássicas de composição. Apesar de sua profunda preocupação formal, claramente associada ao construtivismo brasileiro (que teve em Geraldo de Barros um de seus grandes expoentes), Geraldo incluiu questões sociais em seu trabalho, o que o levou a lidar com processos industriais, discutindo coerentemente questões diversas tais como construções geométricas, reprodutibilidade, socialização da arte, Teoria da Forma e design industrial. No Brasil, o artista é representado pela Luciana Brito Galeria.
QUEM É GERALDO DE BARROS 

Nasceu em 1923 em Xavantes, Brasil, aos 26 anos o artista participou da criação do laboratório e do curso de fotografia do Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde apresentou a exposição individual Fotoformas, em 1950. Em 1951 ele estudou na HfG - Hoschule für Gestaltung (Escola das Formas) em Ulm, Alemanha. Ele também foi um dos fundadores dos grupos Ruptura (1952) e Rex (1966) e participou da 1ª, 2ª, 9ª, 15ª e 21ª Bienais de São Paulo e da Bienal de Veneza (Itália), em 1986. Seu trabalho faz parte das coleções da Cisneros Fontanals Art Foundation, Fonds d'Art Contemporain de l'Etat de Genève, Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Ludwig, Max Bill Foundation, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo e MoMA, Nova York. Geraldo de Barros morreu em São Paulo, em 1998.

Assessoria de Imprensa: Solange Viana 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Veja a Programação off #sparte


Atente para programação paralela à SP Arte:



Um dos maiores nome da arte contemporânea, Alex Katz, tem exposição individual na Luciana Brito galeria, com abertura dia 08 de abril para público, com obras em grandes formatos. Katz acaba de receber uma sala especial na Tate Modern, Londres, que inaugura em 28 de maio. Leia release completo aqui!

Já a Casa Triângulo comemora 25 anos com uma programação especial, apresentando, depois de 6 anos, Joana Vasconcelos, que acaba de participar da Bienal de Veneza (3 vezes), além de ter sido a primeira mulher e mais jovem artista a expor em Versailles. Leia release completo aqui!

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM COMEMORAÇÃO AOS 25 ANOS DE CASA TRIÂNGULO
DURANTE A SEMANA DA SP-ARTE
JOANA VASCONCELOS . CASARÃO















Abertura: 31 de março das 18 às 21 horas
Período da exposição: 1º de abril a 10 de maio de Local: Casa Triângulo
Rua Pais de Araujo 77 [Itaim Bibi]  São Paulo/SP
Tel.: 55 11 3167-5621
e-mail: info@casatriângulo.com
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas
LANÇAMENTO DO LIVRO CASA TRIÂNGULO 2013/1988
04 de abril às 18 horas
Local: SP-Arte
Pavilhão da Bienal, São Paulo
CASA TRIÂNGULO NO PIVÔ
EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DE 25 ANOS DA GALERIA
Abertura: 5 de abril das 10 às 14 horas
Período da exposição: 8 a 27 de abril de 2014
Local: Espaço Cultural Pivô | Edifício Copan, São Paulo | Av. Ipiranga, 200
Tel.: 55 11 3255 8703
Horário de funcionamento: de terça a sexta das 13 às 20 horas, sábados e
domingos das 13 às 19 horas

Alex Katz

sp-arte / 2014 :: 3 a 6 de abril
Pavilhão da Bienal ::: Parque do Ibirapuera, Portão 3
quinta a sábado, das 13 às 21h ::: domingo, das 11 às 19h
R$ 40,00 [inteira] ::: R$ 20,00 [meia entrada]

Obras apresentadas:
Untitled Nudes (2013), óleo sobre linho. 222.5 x 378.5 cm
People (2012), óleo sobre linho. 239 x 180.5 cm
Kristen (2011), óleo sobre linho. 167.5 x 122 cm

Luciana Brito Galeria :: 8 de abril a 31 de maio
R. Gomes de Carvalho 842 ::: São Paulo Brasil ::: CEP 04547-003
(55 11) 3842 0634 ::: terça a sábado, das 10 às 19h ::: entrada gratuita
info@lucianabritogaleria.com.br

Obras apresentadas:
Elizabeth (2014), óleo sobre linho. 213.5 x 152.5 cm
Jamie and Anna (2014), óleo sobre linho. 122 x 274.5 cm
Thor and Elizabeth (2014), óleo sobre linho. 122 x 274.5 cm
Elizabeth (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Jamie (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Anna (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm
Thor (2014), óleo sobre papel. 40,6 x 30,5 cm

Assessoria de Imprensa: Solange Viana 
#solangeviana #assessoriadeimprensa #sparte #art #arte #lucianabrito #casatriangulo #artecontemporanea

segunda-feira, 17 de março de 2014

JOANA VASCONCELOS chega ao Brasil para exposição inédita na Casa Triângulo


CASA TRIÂNGULO comemora 25 anos com lançamento de livro exposição de JOANA VASCONCELOS e exposição no espaço Pivô

JOANA VASCONCELOS. CASARÃO
CASA TRIÂNGULO. Abertura: 31 de março, segunda-feira, das 19h às 22h
Visitação: de 01 de abril a 10 de maio de 2014

Para comemorar 25 anos a Casa Triângulo preparou uma programação especial. A começar pela exposição Casarão,  que marca o regresso de Joana Vasconcelos à galeria, uma década após a sua última exposição e do êxito recente de sua participação na Bienal de Veneza. A mais jovem artista e a primeira mulher a expor em Versailles volta ao Brasil, seis anos depois de Contaminação, a monumental intervenção que apresentou na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Casarão propõe a invasão do espaço da galeria por um conjunto de animais em faiança, desenhados por um dos mais destacados artistas portugueses do séc. XIX, Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905). Joana Vasconcelos apropria-se de alguns animais do vasto bestiário Bordaliano e apresenta-os ambiguamente protegidos, ou aprisionados/domesticados, por uma sensual malha em crochê.

Equipamentos de casa de banho servem as obras Medusa e Água Viva. A primeira apresenta-se sob a forma de um pequeno lavatório onde passam e atravessam extensões de invulgares volumes em crochê. Água Viva exibe dois chuveiros instalados na parede, ligados entre si por festivas mangas têxteis, suspensas como se escapassem por onde antes veríamos cair água. São talvez as entranhas da arquitetura ou as vísceras da nossa intimidade doméstica, metamorfoseadas em têxteis desafiadores da ordem racional do espaço arquitetônico.

Três caixas – Catuaba, Delícia, e Cravo e Canela – revestidas em azulejo, encontram-se dispostas na parede, à altura do nosso olhar, tal como pinturas que outrora se assumiam como janelas abertas ao mundo. Do seu interior, irrompem volumes têxteis abstratos; formas não reconhecíveis, mas cujos materiais, texturas e técnicas identificamos.

Sarabande desafia os limites entre pintura e escultura, corpo e paisagem, o figurativo e o abstrato. Através de uma exuberante moldura, de inspiração barroca, escapam coloridas formas em crochê que insinuam uma topografia acidentada, ou os corpos volumosos de um inusitado universo burlesco de sentido doméstico.

O popular jogo eletrônico Tetris dá nome à série onde se inscreve a obra Aquarela. Os volumes paralelepípedos, revestidos em azulejo, são atravessados e serpenteados por tubos e protuberâncias em crochê e tecidos variados. A rigidez da cerâmica é invadida por maleáveis formas orgânicas têxteis, num feliz encontro de opostos, unidos pela cor.

Casarão oferece-nos o doméstico como espaço de encontro e confronto entre o privado e o público, masculino e feminino, artesanal e industrial, cultura popular e cultura erudita. Joana Vasconcelos é a anfitriã que nos recebe neste seu lugar tão familiar, mas ironicamente desafiador de todas as rotinas programadas do cotidiano.

SERVIÇO:
JOANA VASCONCELOS . CASARÃO
Abertura: 31 de março das 18 às 21 horas
Período da exposição: de 01 de abril a 10 de maio de 2014
Local: Casa Triângulo
Rua Pais de Araujo 77 [Itaim Bibi]  São Paulo/SP
Tel.: 55 11 3167-5621
e-mail: info@casatriângulo
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas

Assessoria de Imprensa: Solange Viana 
solange.viana@uol.com.br | t. 4777.0234 | HTTP://solangeviana.blogspot.com


CASA TRIÂNGULO 2013/1988
LANÇAMENTO DO LIVRO NA SP-ARTE . DIA 04 DE ABRIL | 18h
Livro permeia 25 anos de história da Casa Triângulo, uma das mais tradicionais da cidade de São Paulo

Os conteúdos produzidos para a realização do livro Casa Triângulo 2013/1988 configuram um conjunto de informações de caráter enciclopédico sobre a arte no Brasil nos últimos 25 anos.

Muito mais que um livro sobre a história da Casa Triângulo, das exposições realizadas e dos artistas revelados e apresentados ao longo destes anos, a publicação busca uma integração com todos os que construíram esse percurso, como forma de acrescentar um olhar sobre a recente história da arte no Brasil.

Sem precedentes, contempla a trajetória de aproximadamente uma centena de artistas, fundamentais para a compreensão da arte atual brasileira: Adrianne Gallinari, Albano Afonso, Alex Cerveny, assume vivid astro focus, Camila Sposati, Daniel Acosta, Dora Longo Bahia, Eduardo Berliner, Felipe Barbosa, Gustavo Rezende, Jarbas Lopes, João Modé, Laura Lima, Lucia Koch, Marcelo Solá, Marcia Xavier, Marco Paulo Rolla, Mariana Palma, Mauro Restiffe, Mônica Nador, Nazareth Pacheco, Paulo Climachauska, Paulo Whitaker, Rivane Neuenschwander, Rochelle Costi, Rodrigo Matheus, Rosana Ricalde, Rosângela Rennó, Rubens Mano, Sandra Cinto, Sergio Romagnolo, Tony Camargo, Valdirlei Dias Nunes, Valeska Soares, Vânia Mignone, Vicente de Mello, Yuri Firmeza, entre outros. E internacional: Enrique Marty, Jack Strange, Joana Vasconcelos, Marcel Dzama, Max Gómez Canle, Michael Beutler, entre outros.

Os textos são assinados pelos mais importantes curadores e jornalistas: Adriano Pedrosa, Agnaldo Farias, Alvaro Machado, Amelia Jones, Angélica de Moraes, Antonio Gonçalves Filho, Caio Fernando Abreu, Camila Molina, Carla Zaccagnini, Carlos Basualdo, Cauê Alves, Celso Fioravante, Dan Cameron, Daniela Labra, Eder Chiodetto, Fabio Cypriano, Felipe Chaimovich, Felipe Scovino, Fernando Cocchiarale, Fernando Oliva, Giancarlo Hannud, Josué Mattos, Juliana Monachesi, Kiki Mazzucchelli, Lisette Lagnado, Luis Camilo Osório, Marcelo Rezende, Marcio Harum, Maria Hirszman, Maria de Corral, Martin Grossmann, Moacir dos Anjos, Nico Israel, Paulo Reis, Rodrigo Moura, Silas Martí, Tadeu Chiarelli, Wayne Baerwaldt, Yuko Hasegawa, entre outros.

     O livro Casa Triângulo 2013/1988 em números:
    
852 páginas
     437 imagens
     235 páginas duplas com imagens
     195 exposições
     185 textos [incluindo 3 textos inéditos introdutórios + 1 texto de apresentação]
     96 autores
     94 biografias de artistas [com obras publicadas no livro]
     11 páginas de índice de conteúdo
     4 páginas com cronologia

     CASA TRIÂNGULO NO PIVÔ
     EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DE 25 ANOS DA GALERIA. 
Abertura 05 de abril, sábado, das 10h às 14h
Visitação: de 08 a 27 de abril de 2014




Ricardo Trevisan escolhe o espaço Pivô para comemorar 25 anos de trajetória de sua galeria a CASA TRIÂNGULO.

Para comemorar de 25 anos de atividades da galeria, a CASA TRIÂNGULO, de Ricardo Trevisan, apresenta um apanhado de sua trajetória, comemorada também em livro com mais de 800 páginas. Intitulada Casa Triângulo no Pivô, acontece no Espaço Cultural Pivô, localizado no Edifício Copan, ícone da arquitetura de Oscar Niemeyer, simbolizando um retorno ao centro de São Paulo, onde toda a história da galeria teve início.

Um dos principais eventos paralelos à SP-Arte, a exposição será composta por instalações, site-specifics e obras recentes e/ou inéditas, criadas por 25 artistas de gerações distintas, que exploram diferentes técnicas, suportes e linguagens, numa área de aproximadamente 2.000 metros quadrados.

O Pivô, local escolhido para acolher a mostra comemorativa de 25 anos da Casa Triângulo, é uma associação cultural que atua como plataforma de intercâmbio e experimentação artística, com o intuito de propor questionamentos críticos no campo da arte, arquitetura, urbanismo e outras manifestações contemporâneas, propostas que coincidem com as premissas da galeria, desde a sua inauguração, em 1988.

Artistas brasileiros participantes: Albano Afonso [São Paulo], Alex Cerveny [São Paulo], assume vivid astro focus [Rio de Janeiro/Paris], Camila Sposati [São Paulo], Daniel Acosta [Rio Grande do Sul], Eduardo Berliner [Rio de Janeiro], Flávio Cerqueira [São Paulo], Marcia Xavier [Minas Gerais], Mariana Palma [São Paulo], Nazareth Pacheco [São Paulo], Reginaldo Pereira [São Paulo], Rommulo Vieira Conceição [Bahia], Sandra Cinto [São Paulo], Tony Camargo [Paraná], Valdirlei Dias Nunes [Paraná], Vânia Mignone [São Paulo] e Yuri Firmeza [São Paulo].

Artistas estrangeiros participantes: Guillermo Mora [Espanha], Jack Strange [Inglaterra], Joana Vasconcelos [Portugal], Juliana Cerqueira Leite [Estados Unidos], Manuela Ribadeneira [Equador], Max Gómez Canle [Argentina], Pier Stockholm [Peru] e Stephen Dean [França].

A arquitetura da exposição, desenhada pelo escritório METRO, que assinou a expografia da última Bienal de São Paulo, em 2012, foi pensada de forma que cada um dos artistas tenham espaços individuais generosos, em integração total com o conjunto de obras apresentadas.

Destaques/obras na exposição:

Albano Afonso interfere na arquitetura do espaço com um painel fotográfico, da série Cristalização da Paisagem,  criando uma enorme “paisagem” na retrucada arquitetura.

assume vivid astro focus [AVAF] faz uma homenagem a São Paulo, com grande instalação/site-specific no piso térreo do Pivô, que remonta duas das exposições realizadas na galeria, em 2008 e 2013.

Alex Cerveny participa com uma série de bordados feitos à mão, apresentados na Trienal Poli/Gráfica de San Juan, em Porto Rico, inéditos no Brasil.

Eduardo Berliner apresenta os desenhos originais que ilustraram o livro Esopo Fábulas Completas, lançado no final de 2013 pela Cosac & Naify, dentro do projeto de publicar clássicos da literatura mundial.

Guillermo Mora, artista jovem espanhol, mostra a escultura/instalação No consigo: expansão  da obra mostrada em 2011 na galeria. Uma obra da mesma série, ganhou o prêmio Audemar Piget e foi adquirida pelo Perez Museum de Miami, durante a ARCOMadrid 2014.

Amazônia, a mais recente obra de Joana Vasconcelos, da icônica série “Valquírias”, criada especialmente para a exposição de 25 anos da Casa Triângulo, invade a escadaria do espaço Pivô como uma cachoeira de formas, texturas e cores variadas, assumindo-se como singular hino dedicado à energia criativa feminina.

Sandra Cinto vai apresentar um mural de 14 metros: um imenso mar com fundo preto e linhas brancas, que posteriormente será apresentado na exposição individual da artista no CAAM- Centro Atlântico de Arte Moderno, nas Ilhas Canárias, em junho de 2014.

Manuela Ribadeneira exibe a instalação Sobre la Direccón que Sopra el Viento, inédita no Brasil, que foi mostrada recentemente na  exposição Nouvelle Vagues, evento em grande escala, organizado por 21 curadores internacionais, no Palais de Tokyo, Paris.

Serão remontadas as célebres instalações de Daniel Acosta [Arquitetura, 2010], Jack Strange [Good Haircut/Bad Haircut, 2011], Reginaldo Pereira [Abre-Alas, 2012], Rommulo Vieira Conceição [Estrutura Dissipativa/Gangorra, 2013] e os vídeos de Camila Sposati [Darvaza, 2012], Tony Camargo [3 vídeos da série VP, 2012], Stephen Dean [Pulse, 2001, que faz parte da coleção do Whitney Museum of American Art, Nova York] e Yuri Firmeza [Ação 4, 2004].

Além de trabalhos inéditos e/ou recentes de Juliana Cerqueira Leite, Mariana Palma, Max Gómez Canle, Nazareth Pacheco, Pier Stockholm, Valdirlei Dias Nunes e Vânia Mignone.

Maiores informações, por favor entre em contato com a Casa Triângulo:
e-mail: info@casatriangulo.com,
tel. 55 11 3167-5621.

SERVIÇO:
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL 
EM COMEMORAÇÃO AOS 25 ANOS DE CASA TRIÂNGULO
DURANTE A SEMANA DA SP-ARTE

JOANA VASCONCELOS . CASARÃO
Abertura: 31 de março das 18 às 21 horas
Período da exposição: de 01 de abril a 10 de maio de 2014
Local: Casa Triângulo
Rua Pais de Araujo 77 [Itaim Bibi]  São Paulo/SP
Tel.: 55 11 3167-5621
e-mail: info@casatriângulo
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas

LANÇAMENTO DO LIVRO CASA TRIÂNGULO 2013/1988
04 de abril às 18 horas
Local: SP-Arte
Pavilhão da Bienal, São Paulo

CASA TRIÂNGULO NO PIVÔ
EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DE 25 ANOS DA GALERIA
Abertura: 05 de abril das 10 às 14 horas
Período da exposição: 08 a 26 de abril de 2014
Local: Espaço Cultural Pivô
Edifício Copan, São Paulo
Av. Ipiranga 200
Tel.: 55 11 3255 8703
Horário de funcionamento: de terça a sexta das 13 às 20 horas, sábados e
domingos das 13 às 19 horas

Assessoria de Imprensa: Solange Viana