segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Somos destaque na revista sãopaulo | Folha de São Paulo
Luciana Brito Galeria em destaque sp-arte/foto | de 20 a 24 de agosto no JK shopping. A galeria selecionou fotos vintage para mostra. Em destaque foto de Gaspar Gasparian.
Gaspar Gasparian “Visão Paulista”, 1943 fotografia 40 x 33,5 cm ed vintage
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Allan McCollun na ArtRio - inéditos
Alguns trabalhos que serão apresentados na ArtRio14 de Allan McCollun, pela galeria da Luciana Brito.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Luciana Brito apresenta trabalhos inéditos de Allan McCollum na ArtRio 2014
Luciana Brito Galeria apresenta trabalhos inéditos de Allan McCollum na ArtRio que acontece entre os dias 10 e 14 de setembro no Píer
Mauá, Rio de Janeiro.
Em sua participação nesta ArtRio, Luciana Brito Galeria apresenta mostra individual de Allan McCollum: “Plaster Surrogates Colored and Organized by Andrea Zittel”. A exposição oferece ao público do Rio de Janeiro a oportunidade de ver trabalhos inéditos no Brasil, do artista norte-americano que participou da 28ª Bienal de São Paulo e teve mostra realizada pela galeria em 2009, além de livro sobre sua obra. Operando aquilo que a crítica Rosalind Krauss chamou de “reescrita irônica das próprias tentativas da arte modernista de reduzir os vários meios à sua própria essência como gêneros, ou normas estéticas”, a arte de Allan McCollum tem em suas séries de ‘Plaster Surrogates’ (substitutos de gesso) uma de suas máximas expressões.
A crítica de que o artista partiu para criar esse segmento de sua produção se dirige contra a noção de que o objeto pictórico encerra sua própria realidade – nas suas próprias palavras, “os termos da pintura são os termos do mundo em geral”. O que há de engenhoso aqui, e que resume uma das questões que tornam a obra tão relevante na definição do debate contemporâneo, é o fato de que McCollum aborda o limite do formalismo para restituir a dimensão cultural do objeto artístico. Seus ‘Surrogates’ não formulam padrões ou conteúdos transcendentais, mas a própria identidade da pintura no mundo.
Outras questões que perpassam a obra de McCollum, como o caráter serial da arte contemporânea e o encapsulamento do ato de olhar, estão presentes na série apresentada, composta de peças independentes que podem compor uma instalação. O conjunto apresentado nesta ArtRio reúne obras criadas por McCollum desde o início da década de 80, e que receberam uma contribuição da artista Andrea Zittel como organizadora e colorista, em 2013, quando foram expostas na Friedrich Petzel Gallery, em Nova York.
Allan McCollum nasceu em 1944 em Los Angeles, Califórnia, e vive e trabalha em Nova York. Seu trabalho está em mais de setenta coleções de museus, incluindo: National Gallery, Washington, DC; MoMA, o Guggenheim, Metropolitan Museum of Art e Whitney Museum of American Art, em Nova York; Centre Georges Pompidou, Paris; e o Museu Ludwig, Colônia. Retrospectivas de sua obra foram realizadas em instituições como Musée d‘Art Moderne, Villeneuve d’Ascq, Lille, o Sprengel Museum, Hannover, e Serpentine Gallery, Londres, entre outras. McCollum tem produzido projetos de arte pública nos Estados Unidos e Europa, e recentemente completou uma comissão especial para a Elmhurst Community Library, em Nova York. Numerosos textos sobre a obra de McCollum foram publicados por uma série de historiadores da arte e críticos, incluindo Rosalind Krauss, Craig Owens, Hal Foster, Anne Rorimer, Lynne Cooke, Lars Nittve, Thomas Lawson, Catherine Quéloz, Helen Molesworth, Johannes Meinhardt, Claude Gintz, Suzi Gablik, Nicolas Bourriaud, Rhea Anastas, Nancy Princenthal, Martha Buskirk, MaryJo Marks and Jill Gasparina.
assessoria de imprensa: solange viana | solange.viana@uol.com.br | t. (11) 4777.0234
Luciana Brito Galeria na SP Arte | Foto
Luciana Brito Galeria apresenta edição vintage na sp-arte/foto 2014
Em meio tanto ao veloz surgimento de novos meios de produção quanto às movimentações do mercado o estatuto da fotografia como objeto artístico adquire diferentes nuances – se por um lado, largas tiragens possibilitam maior difusão de um trabalho, por outro, as cópias vintage, ampliações em um número restrito (as vezes peças únicas) realizadas pelo próprio artista, não apenas tem uma certa aura, mas verdadeiramente guardam uma relação mais fiel com a ação viva do fotógrafo. Nesta sp-arte/foto, a Luciana Brito Galeriaapresenta edições vintage de nomes fundamentais da arte brasileira desde o modernismo, como Gaspar Gasparian, Geraldo de Barros e Thomaz Farkas. Ampliações originais contemporâneas de Rochelle Costi, Marina Abramovic (fotos acima), Tiago Tebet , Caio Reisewitz, João Luiz Musa, Leandro Erlich, Regina Silveira e Pablo Lobato também poderão ser vistas no stand da galeria.
Amid both the accelerated emergence of new techniques and the art market moves, the status of photography as an art object acquires different nuances – on the one hand large print runs allow greater diffusion of a work, on the other vintage, prints (limited number copies, sometimes single units made by the artists themselves, not only hold a certain aura but truly keep a deeper relationship whit the photographer’s live action. In this sp-art/foto fair edition, Luciana Brito Galeria presents vintage copies of key names of Brazilian art since modernism, such as Gaspar Gasparin, Geraldo de Barros and Thomas Farkas. Original prints by contemporary artists such as Rochelle Costi, Marina Abramovic, Tiago Tebet, Caio Reisewitz, João Luiz Musa, Leandro Erlich, Regina Silveira e Pablo Lobato will also be featured at the gallery’s booth.
sp-arte/foto: 20 a 24 de agosto,
Shopping JK Iguatemi, 3º andar
assessoria de imprensa: solange viana | solange.viana@uol.com.br | t. (11) 4777.0234
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Luciana Brito Galeria lança FANZINE da exposição VIVA MARIA
A Luciana Brito Galeria promove neste sábado, 26/07/14, às 11h, lançamento do fanzine que integra a mostra “Viva Maria”, que se encerra na ocasião. A publicação, que reúne contribuições de artistas participantes e design de Caco Neves, é uma espécie de registro poético da mostra, e inclui textos e imagens com um tratamento gráfico diferenciado. O zine será distribuído gratuitamente no evento, que contará com dois percursos pela exposição comentados pela curadora Maria Montero, às 12:30 e às 15:30.
“Viva Maria” apresenta trabalhos que lançam mão de ironia e do cinismo afiado para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta sobre a crítica social na arte a partir das obras de Roberto Traplev, Regina Silveira, Rafael RG, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Gustavo Speridião, e do escocês Michael White.
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Mais informações:
Luciana Brito Galeria
Vila Olímpia: r. Gomes de Carvalho, 842, tels. (11) 3842-0634 / 0635. www.lucianabritogaleria.com.br
Assessoria de imprensa: Solange Viana | solange.viana@uol.com.br | t. (11) 4777.0234
quarta-feira, 23 de julho de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Viva Maria é a nova exposição da Luciana Brito Galeria
O sarcasmo da arte face à
dúvida
Com 14
artistas a exposição reflete a própria complexidade e indefinição do momento
atual.
Viva Maria,
curadoria de Maria Montero exposta de 7 de junho a 26 de julho, inclui artistas
como Thomaz Farkas, Pablo Lobato (fotos
abaixo),Regina Silveira, Rochelle Costi e Roberto Traplev
Com
título tomado de um dos mais impactantes trabalhos de Waldemar Cordeiro, a
exposição Viva Maria dialoga de
maneira pouco óbvia com o momento presente. Assim como a icônica obra, que
exibe em letras garrafais a palavra “canalha”, os trabalhos que Maria Montero
selecionou são de um escárnio cortante. Em meio ao verdadeiro suspense quanto
aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da
Copa do Mundo, a curadora reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo
de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias.
Se a
obra de Waldemar Cordeiro respondia, em 1966, à profunda crise institucional do
país (que levou ao golpe militar e à ditadura), pode-se dizer que a curadoria
desta Viva Maria se posiciona perante
o debochado e provocativo bordão “imagina na Copa”. Longe de uma abordagem
politicamente comprometida, ou mesmo de qualquer tese cristalizada sobre os
acontecimentos, a seleção de trabalhos reflete a própria complexidade e
indefinição do momento atual. Nas palavras da curadora, o conjunto pode ser
lido como um “reflexo do espírito brasileiro, desgosto e esperança convivendo
juntos e um senso de humor aguçado para driblar a situação”.
A obra
de Waldemar Cordeiro – ironicamente – não compõe a exposição, que inclui
trabalhos de: Tobias Putrih, que reinventa objetos e espaços; Regina Silveira,
com sua fusão entre crítica cultural e investigação da percepção; Fabiana de
Barros & Michel Favre, em fragmentos narrativos que dizem muito sobre a
contemporaneidade; Héctor Zamora e as possibilidades discursivas de elementos
do trabalho e intervenções urbanas; RochelleCosti, que revela a eloquência do
trivial; Ricardo Basbaum, recriando a própria noção de ocupação espacial
humana; Thomaz Farkas, com seu trabalho pioneiro na fusão entre registro e
expressão artística.
No
embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma
reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do
Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por
uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes
dispersas, longe de qualquer unidade.
A
curadoria incluiu, ainda, obras de Roberto Traplev, Rafael RG, Pablo Lobato,
Pedro Victor Brandão, Gustavo Speridião, e do escocês Michael White – que, assim
como o eslovaco Putrih, mostra que o tema local pode ser lido de maneira
interessante e pertinente também pelo olhar estrangeiro.
Sobre a curadora
Maria
Montero é curadora independente, artista, produtora executiva especializada em
exposições e galerista. Cursou ArtPsychotherapy na Goldsmith College em Londres
(1998), atualmente cursa Arte: História, Crítica e Curadoria na PUC-SP.
Trabalhou como Relações Institucionais na Galeria Luciana Brito (2009-2010),
foi curadora da primeira versão do Red Bull HouseofArt (2009) e coordenou o
projeto Abotoados Pela Manga, ao lado de Franz Manata (2010). É fundadora e
gestora do Phosphorus, espaço independente voltado para práticas experimentais,
exposições, residências, workshops e projetos especiais. É também diretora e
fundadora da Sé, galeria de arte localizada no mesmo prédio do Phosphorus.
Exposição Viva Maria
Local Luciana
Brito Galeria
Rua Gomes
de Carvalho, 842 – Vila Olímpia | (11) 3842 0634
Período de 7 de junho a 26 de julho de 2014
Horário de terça a
sábado, das 10 às 19h
Artistas Fabiana de
Barros e Michel Favre, Geraldo de Barros, GustavoSperidião, Héctor Zamora,
Michael White, Pablo Lobato, Pedro Victor Brandão, Rafael RG, Regina Silveira,
Roberto Traplev, RochelleCosti, Thomaz Farkas, Tiago Tebet e Tobias Putrih
Assessoria de Imprensa: Solange Viana
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