segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Leia texto de apresentação da exposição de Alex Cerveny

Abaixo texto de Márcio Harum, para apresentação da exposição "mar interior" de Alex Cerveny, que abre em 23 de novembro na Casa Triângulo.


Guarânia da baía Vermelha
Marcio Harum

Como as cheias do Pantanal mato-grossense, a exposição Mar interior contou quase com um ano para estar inteiramente formada. Nesta mostra, Alex Cerveny exibe por volta de cinquenta trabalhos, entre pinturas e desenhos, realizados sob forte inspiração acerca do que é a pujança visual da bacia do rio Paraguai, essa localidade ilhada entre o Brasil e a Bolívia, região de infinitas áreas alagadiças, um mar sem costa, maré cheia nem vazante, mas de margens que borram lenta e constantemente o mapa do centro sul-americano. Na busca talvez de um oceano, o Atlântico, vê-se como sobrevoadas de monomotor marcaram o artista durante o período de intenso trabalho, no qual barqueou por sistemas hidroviários, deu aulas de arte para crianças em um projeto socioeducativo e explorou a cavalo um pouco da região da serra do Amolar, nas proximidades de Corumbá (MS).

São dois grupos de obras de dimensões variáveis que compõem a mostra – os “hidrográficos”, que, na ponta do pincel da associação poética, apresentam gestos rápidos, baseados em registros de memórias, pessoas, lugares e momentos ali vividos no entorno pantaneiro, finas aquarelas negras sobre papel branco levíssimo; e desenhos que reavivam fluxos de navegação do caminho fluvial Paraguai-Paraná, esse corte hidrográfico ao longo de 3.500 quilômetros, símbolo do programa de integração continental, que atravessa ao meio a América do Sul. Despontam nessa série figuras de seres metamorfoseados em homem-peixe e duelos de animais complementares – contraditórios, como os do homem versus jacaré –, firmando, assim, pela imaginação do artista, o caráter da exposição. Com a intuição na mira de certos aspectos da cosmogonia guarani, Cerveny evoca com Mar interior a origem do mundo e os fenômenos do surgimento da condição humana em meio à natureza selvagem.

O segundo agrupamento é constituído de cinco desenhos maiores, nos quais aguadas de fundo azul mancham o peso da gramatura do suporte em papel. Uma fina tinta preta de traços suavemente delineados e o uso das folhas de prata caracterizam a série, como se houvesse sido criada por delicados acordes ancestrais de uma harpa cosmológica, ao extroverter em sua grandeza e fragilidade uma rara visão interior sobre a gênese do Universo, na qual estrutura e evolução parecem ser respostas diretas às tentativas de apreensão dos métodos para o estudo dos sonhos.

No conjunto de obras em exibição ainda estão incluídas duas pinturas fortes de paisagem noturna, feitas a óleo sobre a semitransparência do linho. A sós, em meio à natureza, uma índia e um índio, representando em oposição as duas margens de um mesmo rio, como figuras deslocadas e postas na contraordem do tempo cronológico, sugerem repensarmos a impossibilidade real dos encontros, principalmente aqueles que têm sido mediados por toda sorte de anteparos digitais, o que faz a vida desembocar na falta de espontaneidade a que estamos absolutamente sujeitos nos dias de hoje.

Mar interior suscita os antigos conhecimentos a respeito do significado da “Terra sem mal”(Ivy marãey); nas tradições tupi-guarani, indivíduos e grupos que abandonam suas aldeias e saem em busca de uma superação ambivalente, rejeitando a ordem do convívio social, sem precisar de fato da morte como passagem para tal feito, alcançam essa força de transformação pela prática de exercícios migratórios e de caminhadas sem rumo. Ao deixarem para trás a coletividade da aldeia e o peso de ser homem, sofrem de uma transmutação de homens em deuses, conquistando sua entrada para habitar, enfim, a “Terra sem mal”.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sandra Cinto abre individual na Casa Triângulo


Casa Triângulo
apresenta: pausa.
individual de sandra cinto
  

abertura: 08 de outubro, terça-feira, das 19 às 22 horas
visitação: de 09 de outubro a 09 de novembro de 2013

Sandra Cinto apresenta obras inéditas na Casa Triângulo

Desde 2006 com Construção, que Sandra Cinto não realiza uma mostra individual na Casa Triângulo. Artista premiada e reconhecida internacionalmente, Sandra Cinto apresenta Pausa., com obras inéditas, a partir do dia 8 de outubro, terça-feira, ocupando todos os espaços da galeria. O texto de apresentação é do curador Moacir dos Anjos e a exposição permanece até 9 de novembro com entrada franca.

Atualmente a artista está realizando diversas mostras individuais: A Casa das Fontes, na Casa do Sertanista [até 30 de novembro], São Paulo; Encounter with Waters, no Olympic Sculpture Park Pavilion do Seattle Art Museum, no Seattle Art Museum [até 17 de fevereiro de 2014] e das mostras coletivas: 3am: wonder, paranoia and the restless night, com curadoria de Angela Kingston, no Bluecoat, em Liverpool [com abertura no último dia 28 de setembro] e Analogias, no Museu Brasileiro da FAAP, São Paulo [até 13 de outubro].

Para Moacir, “Ao criar essa cadência visual de aproximação e de afastamento dos traços que formam as pautas, a artista sugere truncar a capacidade da música de marcar os momentos que passam. Faz que o desenho – expressão muda – demande a suspensão impossível do tempo que, ao fim e ao cabo, sempre corre”, explica em texto que segue completo abaixo.

Até a altura em que a vista consegue discernir algo, as paredes da sala – pintadas em cor próxima à de papel gasto – estão todas cobertas de finos traços horizontais e paralelos. A lembrança de pautas musicais é imediata, ainda que agigantadas e sem acolher qualquer notação de sons articulados. Abrigando somente o silêncio e a pausa, elas paradoxalmente evocam, por meio de sua ostensiva presença, o fato de serem lugares onde se marca, por meio da música, o inevitável fluir do tempo. Há algo, contudo, que perturba essa aproximação entre os campos visual e sonoro que Sandra Cinto promove. Em vez de regulares, como seria esperado desses suportes de escrita musical, os espaços entre as linhas riscadas nas paredes vão gradualmente se reduzindo desde cima e a partir de baixo, de modo que, em um dado ponto, quase se confundem em uma única linha mais grossa. Ao criar essa cadência visual de aproximação e de afastamento dos traços que formam as pautas, a artista sugere truncar a capacidade da música de marcar os momentos que passam. Faz que o desenho – expressão muda – demande a suspensão impossível do tempo que, ao fim e ao cabo, sempre corre.

Nessa mesma sala grande, Sandra Cinto ajunta ainda outros tantos índices da música que está ausente das pautas desenhadas. Instrumentos diversos – violoncelo, contrabaixo, violinos, flautas – são fixados ou apoiados na parede ou sobre o piso, sempre destituídos de sua função de emitir os sons que lhes são próprios. Alguns são mesmo combinados entre si ou com outros objetos para formar algo inédito, como se aproximados em cópulas que anulam seus atributos singulares. Outros, por terem sido de alguma maneira modificados ou por deles faltarem partes, tornam-se igualmente impossíveis de ser tocados. Os instrumentos feitos de madeira são pintados da mesma tonalidade das paredes, como se ecoassem, para além daquela superfície plana, o silêncio que emana delas. Sobre as superfícies sinuosas desses objetos de tocar, a artista faz desenhos que são, todavia, em tudo diversos das linhas regulares que cobrem os muros da sala: imagens de paisagens inventadas de montes ou mares, todos feitos de traços curvos e delgados. De novo, a evocação da música é aqui feita somente para pausá-la, como se os breves intervalos de silêncio entre sons que a tornam possível fossem fixados e alongados por duração incerta.

Na sala menor, aonde se vai subindo escada, a pauta desenhada nas paredes vira quase somente rodapé, como se até a já silenciosa remissão à música feita na outra sala não pudesse alcançar esse espaço. No centro de ambiente que convida à voz baixa e ao andar devagar, Sandra Cinto dispõe uma estranha vitrine que está dentro de outra e de mais uma terceira, na qual se guarda somente um caderno de pautas musicais e uma concha, construção natural capaz de reproduzir o murmurar do movimento das águas. Assim tão fechado por detrás de vidro, o livro não serve, contudo, para anotar música; tampouco é possível levar a concha ao ouvido para ouvir a memória do mar. Outra vez, uma pausa é criada para escutar, no espaço inventado da sala, o silêncio que quase o tempo inteiro escapa da vida ordinária.

Há, por fim, mais uma peça que a artista oferece aos outros, na qual torce e refaz os sentidos que se insinuam nas anteriores. Lá fora, já afastada do controlado ambiente das salas expositivas, encontra-se uma mesa feita para aproximar pessoas em torno de conversa calma e da partilha de qualquer coisa. Uma mesa que recorda, na construção e nos riscos que cobrem seu tampo, os objetos e as pautas musicais encontrados dentro da galeria, mas que com o uso incorporam, por meio de inevitáveis marcas e manchas, os rastros da passagem daqueles que ali sentaram e sentam. Como se nessa mesa Sandra Cinto finalmente conciliasse a vontade de pausar a vida e o reconhecimento de que tudo que nela passa provoca ruídos. Como se a mesa fosse música.

Moacir dos Anjos, setembro de 2013.

Sandra Cinto [Santo André, 1968. Vive e trabalha em São Paulo]. Exposições individuais recentes: A Casa das Fontes, curadoria de Douglas de Freitas, Casa do Sertanista, São Paulo [2013]; Encontro das Águas, Olympic Sculpture Park Pavilion, Seattle Art Museum, Seattle; Intersections Art Projects, Vradenburg Cafe, The Phillips Collection, Washington [2012]; Solar, Espaço Cultural do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, São Paulo; After the Rain, Tanya Bonakdar Gallery, New York, USA [2011]; Imitação da Água, curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil [2010]. Exposições coletivas recentes: 3 am: Wonder, Paranoia and the Restless Night, curadoria de Angela Kingston, The Bluecoat, Liverpool; Analogias, curadoria de José Luis Hernández Alfonso, Museu de Arte Brasileira, Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo; Limites do Imaginário, Fundação Vera Chaves Barcellos, Porto Alegre; Circuitos Cruzados: o Centre Pompidou encontra o MAM, curadoria de Christine Van Assche e Paula Alzugaray, MAM-São Paulo; MAC 2013: Doações Recentes, MAC-USP, São Paulo [2013]; Decade: Contemporary Collection: 2002-2012, Albright Knox Art Gallery, New York; Percursos Contemporâneos, Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba; This is Brazil! 1990-2012, Sala de Exposições Palexco, A Coruña; Obra Viva/Esculturas Públicas no Parque Ecológico Municipal Estoril–Virgilio Simionatto, São Bernardo do Campo; 7SP – Sete Artistas de São Paulo, CAB Art Center, Bruxela [2012]; Doações Recentes, MAC-USP, Pavilhão Ciccillo Matarazzo, São Paulo; We are pleased to invited you, Galeria Carlos Carvalho Arte Contemporanea, Lisboa; Como o tempo passa quando a gente se diverte, Casa Triângulo, São Paulo; Boîte Invaliden, Invaliden1 Galerie, Berlim; Convivendo com Arte - Diálogos do Moderno ao Contemporâneo, Espaço Expositivo da Torre Santander, São Paulo; Vestígios  Brasilidade, Santander Cultural Recife; Projeto Ideal, Centro Cultural São Paulo, São Paulo [2011]; Espectral - obras das coleções do CGAC, Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela; Paralela 2010 - A Contemplação do Mundo, curadoria de Paulo Reis, Liceu de Artes e Ofícios, São Paulo; Paisagem Incompleta, Centro Cultural Usiminas, Galeria Hideo Kobayashi, Ipatinga,/Palácio das Artes, Belo Horizonte; Proyecto Ideal, Museu de Arte Contemporânea da Universidade do Chile, Santiago; Dez anos do clube de colecionadores, curadoria de Eder Chiodetto, MAM-São Paulo; Edições, Casa Triângulo, São Paulo; Photofidalga, Modern Art Center Kulanshi, Astana, Kazakhstan; Pleasure Point - Celebrating 25 Years of Contemporary Collectors, Museum of Contemporary Art San Diego, [2010].


SERVIÇO:
Pausa. Individual de Sandra Cinto
abertura: 08 de outubro das 19 às 22 horas
período da exposição: de 09 de outubro a 09 de novembro de 2013
local: casa triângulo
endereço: rua pais de araujo 77  [Itaim bibi]
tel: 11 3167-5621
e-mail: info@casatriangulo.com
site: www.casatriangulo.com
horário de funcionamento: de terça a sábado das 11 às 19 horas

Assessoria de Imprensa: Solange Viana


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Próxima exposição!



O QUE SOBRA
Gravura e desenho s/ fotografia
Rosângela Dorazio apresenta obras inéditas na Galeria Lourdina Jean Rabieh
Abertura, 25 de setembro, quarta-feira, das 19h às 22h
Visitação: de 26 de setembro a 24 de outubro de 2013

“...as imagens são híbridas, feixes de sentido muitas vezes contraditórios e conflitantes. Ora vestigiais, ora ainda poluídas de referências, são resíduos de outras imagens, pré-imagens e pós-imagens de um mundo que não se deixa fixar com clareza, que resiste, com profunda melancolia, à formalização, incapaz de escapar do processo de objetualização que o transforma em fetiche.” Fernanda Pitta, crítica de arte

Em sua primeira individual na galeria paulistana Lourdina Jean Rabieh, a artista visual Rosângela Dorazio apresenta uma série inédita de fotos, desenhos, e gravuras - técnica usada todas juntas em seu trabalho, que possui o sugestivo nome de “O que sobra”.  A individual acontece a partir de 25 de setembro, quarta-feira, e permanece até 24 de outubro.

Produzir imagens únicas. Está é a intenção da artista Rosangela Dorazio, que utiliza a gravura como meio de realizar imagens que não se repetem, são únicas. A fotografia que ela mesma faz, e trabalha através da xilogravura. O resultado final são gravuras que não apresentam imagens explicitas. Tudo o que não é céu e chão, são eliminados. Surge assim uma nova paisagem, repleta de brancos e cinzas, formada pela incisão.

Para o renomado curador e crítico de arte, Agnaldo Farias, “a artista destrói as imagens quase sempre deixando um rastro delas  nos reflexos silenciosos de lagos e poças; as imagens, agora flutuando em superfícies líquidas, carregam consigo o eco de imagens que não mais existem, o que serve como demonstração da impossibilidade de reter o visível, de que toda fotografia fundada na lógica do documento e do registro acena uma ilusão tão concreta quanto a nitidez das imagens estampadas”, assim se comporta a obra de Dorazio.

“Rosangela Dorazio tem uma extensa experiência com a gravura. Domina a arte de subtrair matéria para criar a matriz, depurar a imagem, produzir o seu duplo. Entretanto, ao contrário de muitos artistas que se enveredaram por esse campo tradicional, não tem um apego purista à técnica, não guarda nenhum romantismo com relação ao fazer esmerado com que frequentemente se associam os guardiães dos procedimentos intrincados das diversas maneiras de gravar”, descreve a Mestre em Arte, Fernanda Pitta.
         
                                                                                         
E continua “Faz isso não por desconhecimento ou desprezo, mas porque sua pesquisa a leva a colocar no centro da sua produção o lugar difícil do fazer artístico e da imagem no tempo em que vivemos. Sabe que reivindicar para a arte o estatuto de um fazer exemplar, modelo para as outras ações humanas, nos dias de hoje, é tão problemático quanto acreditar na capacidade de comunicação direta da imagem. São tempos turvos, em que a ação humana não são mais capaz de gerar exemplaridade e o meio já deixou há tempos de ser a mensagem”.

Os trabalhos que a artista reúne nessa exposição partem da fotografia, luz gravada sobre uma superfície. Mais uma vez não é a técnica fotográfica que interessa Dorazio. A fotografia comparece não em suas ricas gradações de luz e sombra, na qualidade do foco ou da composição, mas sim por certas propriedades generalizantes da imagem produzida por meio dessa linguagem. No senso comum, fotografias podem ser vistas como registro, em que o médium passa quase despercebido. Por isso mesmo, a artista parte de fotos de paisagem banais, genéricas, que guardam -  nas cenas capturadas, nas angulações da lente, no enquadramento, na luminosidade – algo do caráter inócuo das imagens dos postais ou folhinhas de calendário.

Pitta conclui: “As intervenções feitas pela artista sobre as impressões fotográficas explicitam o impasse entre a percepção e a imaginação, entre a experiência concreta e a projeção idealizada. Retira das paisagens aquilo que poderia caracterizá-las, indicando precisamente os vazios desses lugares do desejo irrealizado”.

SERVIÇO:
ROSÂNGELA DORAZIO | O QUE SOBRA
Gravura, desenho s/fotografia
Abertura: 25 de setembro, quarta-feira, das 19h às 22h
Exposição de 26 de setembro a 24 de outubro de 2013. Segunda a sexta das 10h às 19h | sábados das 11h às 17h.
Galeria Lourdina Jean Rabieh, Al. Gabriel Monteiro da Silva, 147, SP. tel. 0/xx11/3062.7173 | 0/xx/11/3081.0017
Entrada gratuita.

Assessoria de imprensa: Solange Viana
Tel 11 4777.0234 | solange.viana@uol.com.br
Mais informações: http://solangeviana.blogspot.com

Sandra Cinto em destaque na Coluna Mônica Bergamo

Este destaque foi um pedido direto do galerista Ricardo Trevisan, da Casa Triângulo, para exposição individual da Sandra Cinto. Vale reviver! Foi na ilustrada | coluna da Mônica Bergamo.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Rosângela Dorazio em exposição no Chile

Até 2 de setembro a artista plástica, Rosângela Dorazio participa de individual na cidade de Santiago do Chile, na Galeria Artlabbé. Veja algumas fotos.








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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Voom Potrait | exposição de Bob Wilson foi CAPA da Folha de S. Paulo

Uma das exposições de grande destaque que a solange viana notícias realizou, foi  VOOM POTRAITS, de  Robert Wilson que aconteceu no Sesc Pinheiros e foi destaque na CAPA principal do jornal Folha de São Paulo, além da CAPA da Ilustrada. Arraso total!

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Exposição no museu A CASA é destaque de CAPA do Estadão

Destaque em dose-dupla!
A exposição "Na Cabeça", da chapeleira Silvia Lucchi que aconteceu no museu A CASA, foi destaque tanto na CAPA do jornal O Estado de São Paulo, como no caderno Metrópole (ver abaixo), e também, acredite se quiser, foi destaque no GUIA DO ESTADÃO. Essa divulgação foi show de bola. Imperdível.


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A chapeleira Silvia Lucchi é destaque no caderno Metrópole do Estadão

Um destaque maravilhoso foi da exposição "Na Cabeça" da chapeleira Silvia Lucchi que aconteceu no museu do objeto brasileiro A CASA, e ganhou destaque na capa do Metrópole, do Estadão, além de destaque na CAPA principal.

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Carlos Fajardo foi destaque no Caderno 2 do Estadão

Trabalho realizado para o artista e educador Carlos Fajardo que na ocasião ofereceu cursos sobre arte contemporânea em seu ateliê e ganhou destaque no Caderno 2 do Estadão em Notas&Breves.


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Mais destaque no Caderno Mais!

Um dos trabalhos de divulgação realizados para a galeria Berenice Arvani, foi a segunda individual do artista Pitágoras que ganhou grande destaque na folha Os Dez+ da semana.


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Rosângela Dorazio no Caderno Mais! da Folha de São Paulo

A exposição da artista Rosângela Dorazio, que aconteceu na galeria Dconcept, ganhou destaque na seção Os Dez+ do jornal Folha de S. Paulo. O melhor da semana.


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